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MINHA BÍBLIA EM ORDEM CRONOLÓGICA. ACADEMIA BÍBLICA 2010 Sergio Paulo Severo de Souza Diniz. Organograma do curso. 1. Introdução ao tema 2. Estrutura da Bíblia 3. Divisão dos livros da Bíblia 4. A Inspiração da Bíblia 5. Canonicidade

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minha b blia em ordem cronol gica

MINHA BÍBLIA EM ORDEM CRONOLÓGICA

ACADEMIA BÍBLICA

2010

Sergio Paulo Severo de Souza Diniz

organograma do curso
Organograma do curso
  • 1. Introdução ao tema
  • 2. Estrutura da Bíblia
  • 3. Divisão dos livros da Bíblia
  • 4. A Inspiração da Bíblia
  • 5. Canonicidade
  • 6. A Bíblia dentro da linha do tempo e da história
  • 7. As línguas e os materiais da Bíblia
  • 8. OS principais manuscritos da Bíblia
  • 9. Traduções e Bíblias
  • 10. A Bíblia em português
  • 11. Organização cronológica da Bíblia
refer ncias bibliogr ficas
Referências Bibliográficas
  • 1. A Bíblia, em sua diferentes versões
  • 2. A Bíblia em Ordem Cronológica (NVI), Ed.
  • Vida, organizadores: Edward Reese e Frank
  • Klassen. 2003
  • 3. Introdução Biblíca (como a bíblia chegou
  • até nós). Norman Gleisler e William Nix. Ed.
  • Vida, 2006.
  • 4. Conhecendo minha Bíblia – Antigo Testamento.
  • Ralph W. Neighbour, jr. Minist. Igreja em Células,
  • Curitiba, 1991.
1 introdu o
1. INTRODUÇÃO
  • A Bíblia – livro singular – sendo o produto do mundo oriental antigo, mas moldou o mundo ocidental moderno.
  • A Bíblia – como ela se originou.....
  • A Bíblia – quando e como assumiu sua forma atual....
  • Originalmente era o nome dado à casca de um papiro

do século XI a.C.

  • Por volta do século II d.C., os cristãos usavam a palavra para designar seus escritos sagrados.
introdu o
Introdução
  • 1.1 A Estrutura da Bíblia
  • A palavra Bíblia (livro) entrou para as línguas modernas por intermédio do francês, passandoprimeiro pelo latim bíblia, com origem no grego biblos.
  • Originalmente era o nome dado à casca de um papiro do século XI a.C.
  • Por volta do século II d.C., os cristãos usavam a palavra para designar seus escritos sagrados.
introdu o 1 2 a divis o da b blia
Introdução1.2 A Divisão da Bíblia
  • Bíblia 2 partes principais: Antigo Testamento e Novo Testamento
  • Antigo testamento: escrito pela comunidade judaica
  • Novo Testamento: composto pelos discípulos de Cristo ao longo do século 1 d.C.
  • A palavra Testamento = aliança, pacto, acordo
  • No caso da Bíblia, temos a Aliança antiga, celebrada por DEUS e seu povo, os judeus e o
  • Pacto novo, celebrado entre DEUS e os cristãos.
  • A unidade existente ente o Antigo e Novo testamento é assegurado pela pessoa de Jesus Cristo.
introdu o7
Introdução
  • Agostinho dizia que o Novo Testamento acha-se velado no Antigo Testamento, e o Antigo, revelado no Novo.
  • Assim Cristo se esconde no Antigo
  • Testamento e é desvendado no Novo Testamento.
livros do antigo testamento
Livros do Antigo Testamento
  • A lei (Pentateuco) – 5 livros
  • Gênesis
  • Êxodo
  • Levítico
  • Números
  • Deuteronômio
antigo testamento
Antigo Testamento
  • História – 12 livros
  • Josué
  • Juízes
  • Rute
  • I Samuel
  • II Samuel
  • I Reis
  • II Reis
  • I Crônicas
  • II Crônicas
  • Esdras
  • Neemias
  • Ester
antigo testamento10
Antigo Testamento
  • Poesia – 5 livros
  • Salmos
  • Provérbios
  • Eclesiastes
  • O Cântico dos Cânticos
antigo testamento11
Antigo Testamento
  • Profetas – 17 livros
  • Maiores
  • Isaías
  • Jeremias
  • Lamentações
  • Ezequiel
  • Daniel
antigo testamento12
Antigo Testamento
  • Profetas Menores
  • Oséias
  • Joel
  • Amós
  • Obadias
  • Jonas
  • Miquéias
  • Naum
  • Habacuque
  • Sofonias
  • Ageu
  • Zacarias
  • Malaquias
livros do novo testamento
Livros do Novo Testamento
  • Os Evangelhos
  • Mateus
  • Marcos
  • Lucas
  • João
novo testamento
Novo Testamento
  • História
  • Atos dos Apóstolos
novo testamento15
Novo Testamento
  • Epístolas
  • Romanos
  • I Coríntios
  • II Coríntios
  • Gálatas
  • Efésios
  • Filipenses
novo testamento ep stolas
Novo TestamentoEpístolas
  • Colossenses
  • I Tessalonicenses
  • II Tessalonicenses
  • I Timóteo
  • II Timóteo
  • Tito
  • Filemom
novo testamento ep stolas17
Novo TestamentoEpístolas
  • Hebreus
  • Tiago
  • I Pedro
  • II Pedro
  • I João
  • II João
  • III João
  • Judas
novo testamento18
Novo Testamento
  • Profético
  • Apocalipse
os livros da b blia em sua divis o
Os livros da Bíblia em sua divisão
  • A divisão do Antigo Testamento em 4 seções baseia-se na disposição dos livros por tópicos, com origem na tradução das Escrituras Sagradas para o grego. Essa tradução, conhecida como Versão dos septuaginta (LXX), iniciara-se no século III a.C.
  • A Bíblia (AT) hebraica não segue essa divisão tópica dos livros, em quatro partes, antes emprega-se uma divisão de 3 partes, baseada na posição oficial de seu autor.
divis o do antigo testamento hebraico
Divisão do Antigo Testamento Hebraico
  • A lei (Tora)
  • Gênesis
  • Êxodo
  • Levítico
  • Números
  • Deuteronômio
divis o do antigo testamento hebraico21
Divisão do Antigo Testamento Hebraico
  • Os profetas (Nebhiim)
  • A. Profetas anteriores
  • 1. Josué
  • 2. Juízes
  • 3. Samuel
  • 4. Reis
divis o do antigo testamento hebraico22
Divisão do Antigo Testamento Hebraico
  • B. Profetas posteriores
  • 1. Isaías
  • 2. Jeremias
  • 3. Ezequiel
  • 4. Os doze
divis o do antigo testamento hebraico23
Divisão do Antigo Testamento Hebraico
  • Os Escritos (Kethubhin)
  • A. Livros Poéticos
  • 1. Salmos
  • 2. Provérbios
  • 3. Jó
divis o do antigo testamento hebraico24
Divisão do Antigo Testamento Hebraico
  • B. Cinco Rolos (Megilloth)
  • 1. Cântico dos cânticos
  • 2. Rute
  • 3. Lamentações
  • 4. Ester
  • 5. Eclesiastes
divis o do antigo testamento hebraico25
Divisão do Antigo Testamento Hebraico
  • Livros Históricos
  • 1. Daniel
  • 2. Esdras-Neemias
  • 3. Crônicas
a b blia analisada por seu tema central jesus cristo
A Bíblia analisada por seu tema central – Jesus Cristo
  • Antigo Testamento:
  • Lei - Fundamento da chegada de Cristo
  • História - Preparação para a chegada de Cristo
  • Poesia - Anelo pela chegada de Cristo
  • Profecia - Certeza da chegada de Cristo
a b blia analisada por seu tema central jesus cristo27
A Bíblia analisada por seu tema central – Jesus Cristo
  • Novo Testamento:
  • Evangelhos - Manifestação de Cristo
  • Atos - Propagação de Cristo
  • Epístolas - Interpretação e aplicação de Cristo
  • Apocalipse - Consumo em Cristo
ii aula
II AULA
  • Resumo da I Aula
ii aula29
II AULA
  • Capítulos e versículos da Bíblia
  • As Bíblias mais antigas não eram divididas em capítulos e versículos.
  • As divisões foram feitas para facilitar a tarefa de citar as Escrituras
  • Foi Stephen Langton, professor da Universidade de Paris e mais tarde arcebispo de Cantuária, quem dividiu a Bíblia em capítulos em 1277.
  • Entre 1551 e 1555, Robert Stephanus, impressor parisiense, acrescentou a divisão em versículos.
a inspira o da b blia
A Inspiração da Bíblia
  • A característica mais importante da Bíblia não é sua estrutura e forma, mas o fato de ter sido inspirada por DEUS.
  • Essa inspiração difere da inspiração poética, a Bíblia é singular, ela foi literalmente soprada por DEUS.
  • A palavra Inspiração é apenas usada 2 vezes na Bíblia: No AT – Jó 32:8 no NT – 2 Tim. 3:16
a inspira o da b blia31
A Inspiração da Bíblia
  • A Inspiração – Uma definição teológica
  • Na única vez que o Novo Testamento usa a palavra inspiração, ela se aplica aos escritos, não aos escritores.
  • A Bíblia é inspirada, e não seus autores humanos.
a inspira o da b blia32
A Inspiração da Bíblia
  • Os 3 elementos essenciais no processo de inspiração, são:
  • Causalidade divina – DEUS é a fonte primordial da inspiração da Bíblia.
  • Mediação profética – DEUS usou personalidades humanas, os profetas, para comunicar proposições divinas. Os profetas foram a causa imediata dos textos escritos, mas DEUS foi a causa principal.
  • Autoridade escrita - o produto final da autoridade divina em operação por meio dos profetas, como intermediáriox de DEUS, é a autoridade escrita de que se reveste a Bíblia.
a inspira o da b blia33
A Inspiração da Bíblia
  • A escritura “é divinamente inspirada e proveitosa para ensinar, repreender, corrigir, e para instruir em justiça”.
  • Em suma, a definição adequada de inspiração precisa ter 3 fatores fundamentais:
  • - DEUS, o causador original, os homens de DEUS, que serviram de instrumentos, e a autoridade escrita, ou as Sagradas escrituras, que formam o produto final.
a natureza da inspira o
A NATUREZA DA INSPIRAÇÃO
  • Inspiração = primeiro elo da cadeia comunicativa de DEUS para nós.
  • As várias teorias a respeito da Inspiração
  • 1. Visão da ortodoxia
  • 2. Visão modernista
  • 3. Visão da neo-ortodoxia
a natureza da inspira o35
A natureza da Inspiração
  • 1. Visão ortodoxa – a Bíblia é a palavra de DEUS.
  • 2. Visão modernista – a Bíblia contém a palavra de DEUS.
  • 3. Visão neo-ortodoxa – a Bíblia torna-se a palavra de DEUS quando a pessoa tem um encontro pessoal com DEUS em suas páginas.
o que a pr pria b blia ensina a respeito de sua inspira o
O que a própria Bíblia ensina a respeito de sua Inspiração
  • 1. A Inspiração é verbal - o próprio livro reivindica para si mesmo a Inspiração verbal:
  • 2 Tm. 3:16 – declara que as graphã, i.e., os textos é que são inspirados.
  • Ex. 24:4 – “Moisés escreveu todas as palavras Senhor”.
  • Is. 30:8 – O Senhor ordenou a Isaías que escrevesse a mensagem eterna de DEUS.
  • Jr. 26:2 – Jeremias recebeu a ordem, não te esqueças de nenhuma palavra.
o que a pr pria b blia ensina a respeito de sua inspira o37
O que a própria Bíblia ensina a respeito de sua Inspiração
  • 2. A Inspiração é plena – a Bíblia reivindica a inspiração divina de todas as suas partes.
  • 2 Tm. 3:16 – “Toda a Escritura é divinamente inspirada.....
  • Rm. 15:4 – “tudo o que outrora foi escrito, para nosso ensino foi escrito”.
o que a pr pria b blia ensina a respeito de sua inspira o38
O que a própria Bíblia ensina a respeito de sua Inspiração
  • 3. A inspiração atribui autoridade – a inspiração concede autoridade indiscutível ao texto ou documento escrito.
  • Jo 10:35 – disse JESUS “a Escritura não pode ser anulada....”
  • Mc 11: 17 – JESUS recorreu às escrituras para como a autoridade para purificar o templo.
  • Mt 4: 4,7,10 – JESUS contra atacou as tentações de satanás com a Palavra de DEUS escrita.
o que a pr pria b blia ensina a respeito de sua inspira o39
O que a própria Bíblia ensina a respeito de sua Inspiração
  • Outras afirmativas de JESUS sobre a autoridade da palavra:
  • Lc 24: 44 – “era necessário que se cumprisse tudo o que de mim estava escrito na lei Moisés, nos profetas e salmos”
  • Lc 16: 17 – “É mais fácil passar o céu e a terra do que cair um til sequer da lei”
o que a pr pria b blia ensina a respeito de sua inspira o40
O que a própria Bíblia ensina a respeito de sua Inspiração
  • Concluindo podemos dizer:
  • A Palavra de DEUS, a Bíblia, não pode ser anulada. Provém de DEUS e está envolta na autoridade divina que o próprio DEUS lhe concedeu.
canonicidade
CANONICIDADE
  • Conceito e características da canonicidade
  • A Canonicidade é o estudo que trata do reconhecimento e da compilação dos livros que nos foram dados por inspiração de DEUS.
canonicidade43
Canonicidade
  • Definição de canonicidade
  • A palavra cânon deriva do grego Kanõn(“cana, régua”), que por sua vez, se origina do hebraico Kaneh, palavra do Antigo Testamento que significa “vara ou cana de medir” (Ez. 40:3).
  • Em época anterior ao cristianismo, essa palavra era usada de modo mais amplo, significando padrão ou norma.
  • O Novo Testamento emprega o termo em sentido figurado, referindo-se a padrão ou regra de conduta (Gl. 6:16).
canonicidade44
Canonicidade
  • A palavra cânon aplicava-se à Biblia tanto no sentido ativo como passivo:
  • Sentido ativo – a Bíblia é o cânon pelo qual tudo o mais deve ser julgado.
  • Sentido passivo – canonsignifica a regra ou padrão pelo qual um escrito deveria ser julgado inspirado ou dotado de autoridade.
canonicidade45
Canonicidade
  • Alguns sinônimos de canonicidade
  • A comunidade judaica coligiu e preservou as Escrituras sagradas desde o tempo de Moisés. Portanto, a existência de um cânon ou coleção de escritos autorizados antecede o uso do termo cânon.
canonicidade46
Canonicidade
  • Escrituras Sagradas – um dos conceitos mais antigos de cânon foi o de escritos sagrados. O fato de os escritos de Moisés serem considerados sagrados se demonstra pelos mesmos serem guardados, ao lado da arca da aliança (Dt. 31: 24-26).
  • Após a edificação do templo, esses escritos foram preservados em seu interior (II Rs. 22:8). Portanto, eram tidos como canônicos.
canonicidade47
Canonicidade
  • Escritos autorizados – a canonicidade das escrituras também é designada autoridade divina. A autoridade dos escritos mosaicos foi salientada perante Josué e perante Israel (Js. 1:8). Todos os reis de Israel foram exortados a esse respeito (Dt. 17: 18-19).
  • Visto que esses livros vieram da parte de DEUS, vieram revestidos de sua autoridade, logo eram canônicos, i.e., normativos, para o crente israelita.
canonicidade48
Canonicidade
  • Livros proféticos – determinado livro só era considerado inspirado se escrito por um profeta, ou porta-voz de DEUS. Segundo Josefo (sec. I d.C.), só os livros que haviam sido redigidos durante o período profético, de Moisés até o rei Artaxerxes, podiam ser canônicos. Assim sendo, foram considerados canônicos os livros de Moisés a Malaquias, pois esses foram escritos em sucessão profética.
canonicidade49
Canonicidade
  • Princípios da canonicidade – são discerníveis 5 critérios básicos quanto à canonicidade:
  • 1- autoridade do livro
  • 2- autoridade profética do livro
  • 3- confiabilidade de um livro
  • 4- natureza dinâmica de um livro
  • 5- aceitação de um livro
canonicidade50
Canonicidade
  • 1- Autoridade do livro – “assim diz o Senhor”
canonicidade51
Canonicidade
  • 2- Autoridade profética do livro – os livros proféticos só foram produzidos pela atuação do Espirito Santo, que moveu alguns homens conhecidos como profetas (II Pe. 1: 20-21). Todos os autores bíblicos tinham dom profético (Hb. 1:1)
canonicidade52
Canonicidade
  • 3- Confiabilidade de um livro – um outro sinal característico da inspiração é ser um livro digno de confiança. Os crentes de Beréia aceitaram os ensinos de Paulo e pesquisaram as escrituras, para verificar se o apóstolo estava ensinando em conformidade.
canonicidade53
Canonicidade
  • 4- Natureza dinâmica de um livro – ou seja, a capacidade do texto em transformar vidas, conforme Hb. 4:12.
  • 5- Aceitação de um livro – a marca final de um documento escrito autorizado é seu reconhecimento pelo povo de DEUS ao qual originalmente havia sido destinado.
desenvolvimento do c non do antigo testamento
DESENVOLVIMENTO DO CÂNON DO ANTIGO TESTAMENTO
  • Não existem dados suficientes para compor a história completa da formação do cânon do Antigo Testamento.
  • Mas, existem dados disponíveis que permitem traçar um esquema global e ilustrar alguns elos de vital importância.
desenvolvimento do c non do antigo testamento55
DESENVOLVIMENTO DO CÂNON DO ANTIGO TESTAMENTO
  • O primeiro fator relevante no desenvolvimento do cânon do AT foi a coleção progressiva dos livros proféticos.
  • Tais livros foram preservados como escritos divinos autorizados.
a evid ncia da cole o progressiva de livros prof ticos
A evidência da coleção progressiva de livrosproféticos
  • Desde o início, os livros proféticos foram reunidos pelo povo de DEUS e reverenciados como escritos sagrados, autorizados, de inspiração divina.
  • As leis de Moisés foram preservadas ao lado da arca no tabernáculo de DEUS (Dt 31: 24-26) e depois no templo (2Rs. 28;8).
a evid ncia da cole o progressiva de livros prof ticos57
A evidência da coleção progressiva de livrosproféticos
  • Josué acrescentou suas palavras “no livro da lei de DEUS” (Js. 24:26).
  • Samuel informou os israelitas a respeito dos deveres de seu rei “e escreveu-o num livro, e o pôs perante o Senhor (1Sm. 10:25).
  • Samuel cuidava de uma escola de profetas, cujos alunos eram chamados filhos dos profetas (1Sm 10:25).
a evid ncia da cole o progressiva de livros prof ticos58
A evidência da coleção progressiva de livrosproféticos
  • Ezequiel cita a existência de um registro oficial de profetas e seus escritos no templo (Ez. 13:9).
  • Daniel refere-se aos “livros” que continham a “lei de Moisés’ e os “profetas” (Dn.9: 2,6,11).
  • Os autores dos livros de Reis e Crônicas estavam cientes da existência de muitos livros escritos pelos profetas que narravam toda a história anterior ao exílio.
a evid ncia da cole o progressiva de livros prof ticos59
A evidência da coleção progressiva de livrosproféticos
  • Os livros de Moisés são citados por todo o Antigo Testamento, desde Josué (Js 1:70 até Malaquias (Ml. 4:4)
  • Em Juízes 1: 1, 20,21 e 2:8), há referência a Josué e aos acontecimentos narrados em seu livro.
  • Os livros de Reis citam a vida de Davi conforme narrada nos livros de Samuel (1Rs. 3:14; 5:7; 8:16; 9:5).
a evid ncia da cole o progressiva de livros prof ticos60
A evidência da coleção progressiva de livrosproféticos
  • Crônicas faz um revisão da história de Israel registrada desde Gênesis até Reis, incluindo-se o elo genealógico mecionado apenas por Rute (1Cr. 2:12,13).
  • Neemias cap. 9 resume a história de Israel, de Gênesis a Esdras.
  • Um dos Salmos de Davi, o salmo 18, está registrado em 2 Sm 22.
a evid ncia da cole o progressiva de livros prof ticos61
A evidência da coleção progressiva de livrosproféticos
  • Há referências aos Provérbios de Salomão e ao Cântico dos Cânticos em 1 Reis 4:32.
  • Daniel cita Jeremias 25 (Dn. 9:2).
  • O profeta Jonas recita parte de muitos salmos (Jn. 2). Ezequiel menciona Jó e Daniel (Ez 14: 14,20).
a evid ncia da cole o progressiva de livros prof ticos62
A evidência da coleção progressiva de livrosproféticos
  • Nem todos os livros de determinada época são mencionados em livros de época posterior, mas há menções suficientes para demonstrar que existia uma coleção crescente de livros divinamente inspirados, dotados da autoridade divina, de que os profetas subseqüentes faziam uso, citando-os em suas profecias.
a evid ncia da continuidade prof tica
A evidência da continuidade profética
  • Cada profeta que surgia ligava sua história aos elos da história existente, narrada pelos seus predecessores, formando uma corrente contínua de livros.
  • Em Dt. 34, está registrado o sepultamento de Moisés. Entende-se que Josué, sucessor de Moisés tenha registrado a morte de Moisés. O primeiro versículo do livro de Josué está ligado a Deuteronômio: “Depois da morte de Moisés, servo do Senhor, disse o Senhor a Josué, filho de Nun..”.(Js. 1:1).
a evid ncia da continuidade prof tica64
A evidência da continuidade profética
  • Juízes retoma o texto final de Josué, dizendo: “Depois da morte de Josué, os filhos de Israel perguntaram ao Senhor.”..(Jz. 1;1).
  • Todavia, o registro não ficou completo senão nos dias de Samuel. Isso se demonstra repetidamente pela declaração: “Naqueles dias não havia rei em Israel” (Jz. 17:6, 18:1, 19:1, 21:25).
a evid ncia da continuidade prof tica65
A evidência da continuidade profética
  • A partir de então, a continuidade profética se estabeleceu mediante uma escola dirigida por Samuel (1 Sm: 19:20). Dessa escola haveria de surgir uma série de livros proféticos que cobririam toda a história dos reis de Israel e Judá, vejamos alguns exemplos:
a evid ncia da continuidade prof tica66
A evidência da continuidade profética

1- A história de Davi foi escrita por Samuel (I Sm. 16: 12-23), por Natã e por Gade (1Cr 29:29).

2- A história de Salomão foi registrada pelos profetas Natã, Aías e Ido (2 Cr 9:29).

3- Os atos de Roboão foram escritos por Semaías e por Ido (2 Cr 12:15).

4- A história de Abias foi acrescentada pelo profeta Ido (2 Cr. 13:22)

a evid ncia da continuidade prof tica67
A evidência da continuidade profética

5- A história do reinado de Josafá foi registrada pelo profeta Jeú (2 Cr 20:34).

6- A história do reinado de Ezequias foi registrada por Isaías (2 Cr 32:32).

7- A história do reinado de Manassés foi registrada por profetas anônimos (2 Cr 33:19).

8- Os demais reis também tiveram suas histórias narradas pelos profetas (2 Cr. 35:27).

a evid ncia da continuidade prof tica68
A evidência da continuidade profética
  • É interessante ressaltar que não houve menção de Jeremias, o qual escreveu antes do exílio judaico e durante esse exílio, ter escrito uma dessas histórias.
  • Jeremias era um profeta escritor, como mostram seus livros (Jeremias e Lamentações) e como ele claramente afirma em muitas ocasiões (Jr 30:2; 36:1,2; 45: 1,2; 51: 60,63).
a evid ncia da continuidade prof tica69
A evidência da continuidade profética
  • Jeremias, dispunha de um secretário, o escriba Baruque que escrevia nos rolos o que Jeremias ditava (Jr 36:17-18; 45:1).
  • Um estudo mais detalhado do livro de Jeremias com seus correspondentes no livro dos Reis leva alguns estudiosos a suporem que Jeremias seria o autor também do livro de Reis. P. ex. Jr. 39:1-7; 52:1-11, corresponde a fatos relatados em 2 Rs. 24:18-20; 25: 1-7).
a evid ncia da continuidade prof tica70
A evidência da continuidade profética
  • Mais tarde, no exílio Daniel afirma ter tido acesso aos livros de Moisés e dos profetas – menciona não só Jeremias (Dn. 9:2,6,11).
  • Assim, a continuidade dos profetas a partir de Moisés, Josué e Samuel se completaria com as obras de Jeremias.
a evid ncia da continuidade prof tica71
A evidência da continuidade profética
  • Durante o exílio, Daniel e Ezequiel continuaram o ministério profético. Ezequiel reconheceu um registro oficial de profetas nos arquivos do templo (Ez. 13:9).
  • Visto que Daniel possuía uma cópia dos livros de Moisés e dos profetas, dos quais o livro de Jeremias, logo a comunidade judaica no exílio babilônico possuía os livros de Gênesis a Daniel.
a evid ncia da continuidade prof tica72
A evidência da continuidade profética
  • Depois do exílio, Esdras, o sacerdote, voltou da Babilônia levando consigo os livros de Moisés e dos profetas (Ed. 6:18; Ne. 9: 14, 26-30).
  • Nos livros de Crônicas Neemias registrou seu relato sacerdotal da história de Judá e do templo (Ne. 12:23).
a evid ncia da continuidade prof tica73
A evidência da continuidade profética
  • Crônicas está ligado a Esdras-Neemias pela repetição do último versículo de um, como os primeiros versículos do outro. (II Cr. 36:23 com Ed. 1:1-2).
a evid ncia da continuidade prof tica74
A evidência da continuidade profética
  • Com Neemias (400 aC.) completa-se a cronologia profética. Cada profeta, desde Moisés até Neemias, contribuiu para a coleção sempre crescente de livros, que fora preservada pela comunidade dos profetas a partir de Samuel.
a evid ncia da continuidade prof tica75
A evidência da continuidade profética
  • Até agora não existem evidências de que outros livros, chamados escritos, houvessem alcançado canonização depois dessa época (400 a.C.)
a evid ncia da continuidade prof tica76
A evidência da continuidade profética
  • Assim registra o Talmude:
  • “Depois dos últimos profetas, Ageu, Zacarias e Malaquias, o Espírito Santo apartou-se de Israel”.
  • Portanto, a sucessão de profetas se encerrou com Malaquias nos dias de Neemias.
linha do tempo da hist ria b blica
LINHA DO TEMPO DA HISTÓRIA BÍBLICA
  • A Família Escolhida
  • 2166 a.C. Nascimento de Abraão
  • 2091 Abraão vai para Canaã
  • 2066 Sara dá à luz Isaac
  • 2050 Abraão oferece Isaac em sacrifício
  • 2006 Rebeca da à luz Jacó e Esaú
  • 1991 Morte de Abraão
  • 1915 Raquel dá à luz José
  • 1898 José é vendido ao Egito
  • 1886 Morte de Isaac
  • 1876 Jacó e sua família se estabelecem no Egito
  • 1859 Morte de Jacó
  • 1805 Morte de José
linha do tempo da hist ria b blica78
LINHA DO TEMPO DA HISTÓRIA BÍBLICA
  • A Libertação
  • 1526 a.C Nascimento de Moisés
  • 1446 O êxodo, travessia do Mar Vermelho
linha do tempo da hist ria b blica79
LINHA DO TEMPO DA HISTÓRIA BÍBLICA
  • A Terra Prometida
  • 1406 a.C. Morte de Moisés, Josué nomeado líder
  • Israelitas chegam a Canaã
  • 1375 Morte de Josué
  • 1375-1050 Período dos juízes
  • 1209-1169 Débora
  • 1162-1122 Gideão
  • 1105 Nascimento de Samuel
  • 1075-1055 Sansão
linha do tempo da hist ria b blica81
LINHA DO TEMPO DA HISTÓRIA BÍBLICA
  • A Era dos Reis
  • 1050-1010 a.C. Rei Saul
  • 1010-970 Rei Davi
  • 970-930 Rei Salomão
linha do tempo da hist ria b blica82
LINHA DO TEMPO DA HISTÓRIA BÍBLICA
  • Israel
  • 930-909 a.C. Rei Jeroboão I
  • 875-848 Elias
  • 874-853 Rei Acabe
  • 848-797 Eliseu
  • 760-750 Amós
  • 750-715 Oséias
  • 722 Queda do reino do norte
linha do tempo da hist ria b blica83
LINHA DO TEMPO DA HISTÓRIA BÍBLICA
  • Judá
  • 930-913 a.C. Rei Reboão
  • 872-848 Rei Josafá
  • 740-681 Isaías
  • 715-686 Rei Ezequias
  • 697-642 Rei Manassés
  • 640-609 Rei Josias
linha do tempo da hist ria b blica84
LINHA DO TEMPO DA HISTÓRIA BÍBLICA
  • 697-642 Rei Manassés
  • 640-609 Rei Josias
  • 626-585 Jeremias
  • 609-598 Rei Joaquim
  • 605-530 Daniel
  • 597-586 Rei Sedecias
  • 593-571 Ezequiel
  • 586 Queda de Jerusalém
a extens o do c non do antigo testamento
A Extensão do Cânon do Antigo Testamento
  • Homologoumena: os livros aceitos por todos
  • Antilegomena: os livros aceitos que em determinada ocasião tivessem sido questionados por alguns.
  • Pseudepígrafos: os livros rejeitados por todos.
  • Apócrifos: os livros aceitos por alguns.
a extens o do c non do at
A Extensão do cânon do AT
  • Livros aceitos por todos – Homologoumena
  • 34 dos 39 livros do Antigo Testamento podem ser classificados como homologoumena.
  • Os 5 livros exclusíveis seriam Cântico dos Cânticos, Eclesiastes, Ester, Ezequiel e Provérbios.
  • No entanto nenhum desses livros foi alvo de objeções sérias.
a extens o do c non do at87
A Extensão do cânon do AT
  • Livros rejeitados por todos – Pseudepígrafos
  • Numerosos documentos religiosos espúrios que circulavam entre a antiga comunidade judaica são conhecidos como pseudepígrafos. Nem tudo que consta nesses textos é falso.
livros rejeitados por todos pseudep grafos
Livros rejeitados por todos – Pseudepígrafos
  • Os livros Pseudepígrafos do AT contêm os extremos da fantasia religiosa judaica expressos entre 200 a.C. e 200 d.C
a extens o do c non do at89
A Extensão do cânon do AT
  • Alguns desses livros são inofensivos, teologicamente (p. ex., Salmo 151).
  • Outros contêm erros históricos e claras heresias.
  • O total dos livros pseudepígrafos é de 17.
lista dos livros pseudep grafos
Lista dos livros Pseudepígrafos
  • Lendários
  • O livro do jubileu
  • Epístola de Aristéias
  • O livro de Adão e Eva
  • O martírio de Isaías
lista dos livros pseudep grafos91
Lista dos livros Pseudepígrafos
  • Apocalípticos
  • I Enoque
  • Testamento dos doze patriarcas
  • O oráculo sibilino
  • Assunção de Moisés
  • II Enoque, ou O livro dos segredos de Enoque
  • II Baruque, ou O apocalipse siríaco de Baruque
  • III Baruque, ou O apocalipse grego de Baruque
lista dos livros pseudep grafos92
Lista dos livros Pseudepígrafos
  • Didáticos
  • III Macabeus
  • IV Macabeus
  • PirqueAbote
  • A história de Aicar
lista dos livros pseudep grafos93
Lista dos livros Pseudepígrafos
  • Poéticos
  • Salmos de Salomão
  • Salmo 151
  • Históricos
  • Fragmentos de uma obra de Sadoque
livros questionados por alguns antilegomena
Livros questionados por alguns – Antilegomena
  • A canonicidade de 5 livros do AT foi questionada numa ou noutra época por algum mestre do judaísmo:
  • Cântico dos Cânticos
  • Eclesiastes
  • Ester
  • Ezequiel
  • Provérbios.
livros questionados por alguns antilegomena95
Livros questionados por alguns – Antilegomena
  • Os Questionamentos:
  • CÂNTICO DOS CÂNTICOS – estudiosos acham o textos carregados de sensualidade.
livros questionados por alguns antilegomena96
Livros questionados por alguns – Antilegomena
  • ECLESIASTES – a objeção que às vezes é atirada contra esse livro é que ele parece cético.
  • “Vaidade das vaidades....tudo é vaidade!......nada há novo debaixo do sol.....na muita sabedoria há muito enfado; o que aumenta o conhecimento aumente a tristeza” (Ec. 1. 2,9,18). Se olharmos mais atentamente, verificaremos que esse livro não é cético, pois conclui, “Teme a DEUS, e guarda os seus mandamentos, pois isto é todo o dever do homem (Ec 12.13).
livros questionados por alguns antilegomena97
Livros questionados por alguns – Antilegomena
  • ESTER – em vista da ausência do nome de DEUS nesse livro, alguns pensaram que ele não fosse inspirado.
livros ap crifos aceitos por alguns
Livros Apócrifos aceitos por alguns
  • Esses livros são aceitos pelos católicos romanos como canônicos e rejeitados pelos protestantes e judeus.
livros ap crifos aceitos por alguns99
Livros Apócrifos aceitos por alguns
  • A palavra apocryphano grego clássico, significava “oculto’ ou “difícil de entender”.
  • Desde a era da Reforma, essa palavra é usada para denotar os escritos judaicos não-canônicos originários do período intertestamentário
livros ap crifos aceitos por alguns100
Livros Apócrifos aceitos por alguns
  • A natureza e número dos apócrifos do Antigo Testamento
  • Há 15 livros apócrifos (14 se a Epístola de Jeremias se unir a Baruque – na versão católica de Douai).
  • Com exceção de 2 Esdras, esses livros preenchem a lacuna existente entre Malaquias e Mateus.
livros ap crifos aceitos por alguns101
Livros Apócrifos aceitos por alguns
  • Os livros apócrifos do AT testamento tem recebido diferentes graus de aceitação pelos cristãos.
livros ap crifos aceitos por alguns102
Livros Apócrifos aceitos por alguns
  • A maior parte dos protestantes e dos judeus aceita que tenham valor religioso e histórico, embora não tenham autoridade canônica.
  • Os católicos romanos desde o Concílio de Trento (1546) têm aceito esses livros como canônicos. Agostinho (354-430), elevou os apócrifos a categoria de canônicos.
rela o dos livros ap crifos
Relação dos Livros Apócrifos
  • Gênero do livro Versão revista padrão
  • ____________________________________________
  • Didático Sabedoria de Salomão (30 a.C)
  • Eclesiástico (Siraque)
  • Religioso Tobias (200 a.C.)
  • Romance Judite (150 a.C.)
  • Histórico 1 Esdras (150-100 a.C.)
  • 1 Macabeus (110 a.C.)
  • 2 Macabeus (110-70
rela o dos livros ap crifos104
Relação dos Livros Apócrifos
  • Profético Baruque (150-50 a.C.)
  • Epístola de Jeremias (300-100 a.C.)
  • 2 Esdras (100 d.C.)
  • Lendário Adições a Ester (140-110 a.C.)
  • Oração de Azarias (100 ou 200 a.C.)
  • Susana (100 ou 200 a.C.)
  • Bel e Dragão (100 a.C.)
  • Oração de Manassés (100 ou 200 a.C.)
as l nguas e os materiais da b blia
AS LÍNGUAS E OS MATERIAIS DA BÍBLIA
  • As línguas utilizadas no registro do texto bíblico, vieram das famílias de línguas semíticas e indo-européias.
  • Da família semítica, o Hebraico e o Aramaico (siríaco).
  • Da família indo-européia, o Latim e o Grego.
  • Os fenícios exerceram papel relevante na transmissão da Bíblia, ao criarem o alfabeto.
as l nguas do antigo testamento
As línguas do Antigo Testamento
  • O aramaico era a língua dos sírios, tendo sido usada em todo o período do Antigo Testamento.
  • Durante o sec. VI a.C., o aramaico se tornou a língua geral de todo o Oriente Próximo. Seu uso generalizado se refletiu nos nomes geográficos e nos textos bíblicos de Esdras 4:7 a 6:18; 7: 12 a 26 e Daniel 2:4-7:28.
as l nguas do antigo testamento107
As línguas do Antigo Testamento
  • O Hebraico é a língua principal do AT, criando um elo de ligação entre a biografia do povo de DEUS e o relacionamento do Senhor com esse povo.
  • O Hebraico é uma língua pictórica, expressa-se por metáforas vívidas e audaciosas, capaz de dramatizar a narrativa dos acontecimentos. É uma língua que apela ao coração e às emoções, e não apenas à mente e à razão.
as l nguas do novo testamento
As línguas do Novo Testamento
  • As línguas semíticas também foram usadas na redação do Novo Testamento. Jesus e seus discípulos falavam o aramaico.
  • Na cruz, Jesus clamou: “...Eli, Eli, lema sabactâni, que quer dizer: DEUS meu, DEUS meu, por que me desamparaste .....(Mt 27:46).
as l nguas do novo testamento109
As línguas do Novo Testamento
  • O latim e o grego, influenciaram o NT. O latim influenciou ao emprestar muitas palavras, como “centurião”, “tributo”, “legião”, e pela inscrição trilíngue na cruz (em latim, hebraico e grego).
  • O Novo Testamento foi escrito em grego, no grego coiné (língua bastante usada no sec. I).
as l nguas do novo testamento110
As línguas do Novo Testamento
  • O grego é o idioma intelectual, portanto da mente. Era o idioma dos filósofos.
  • Sendo um idioma com precisão técnica de expressão, que não é o caso do hebraico.
as l nguas do novo testamento111
As línguas do Novo Testamento
  • A mensagem de CRISTO, no Novo Testamento, deveria ser anunciada no mundo todo: “...em seu nome se pregará o arrependimento e a remissão dos pecados, em todas as nações, começando por Jerusalém” (Lc 24:47).
tradu es da biblia
Traduções da Biblia
  • A transmissão da revelação da parte de DEUS para nós passa por 3 estágios históricos:
  • (a) Invenção da escrita (3000 a.C.);
  • (b) os inícios da tradução antes de 200 a.C.;
  • (c) os invenção da imprensa antes de 1600 d.C.
tradu es da biblia113
Traduções da Biblia
  • Vejamos o que significa:
  • Tradução
  • Tradução literal
  • Transliteração
  • .
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Traduções da Biblia
  • TRADUÇÃO – é a transposição de uma composição literária de uma língua para outra. P.ex. se a Bíblia fosse transcrita dos originais hebraico e grego para o latim, ou do latim para o português, em ambos os casos seria tradução.
tradu es da biblia115
Traduções da Biblia
  • TRADUÇÃO LITERAL – é uma tentativa de expressar, com toda a fidelidade e o máximo de exatidão, o sentido das palavras originais do texto que está sendo traduzido. É uma transcrição textual, palavra por palavra. O resultado é um texto um tanto rígido. P.ex. é o caso da obra Youngs´s literal translationoftheHolyBible, tradução literal de Young da Bíblia Sagrada, de 1898.
tradu es da biblia116
Traduções da Biblia
  • TRANSLITERAÇÃO – é a versão das letras de um texto em certa língua para as letras correspondentes de outra língua. P. ex., anjo, batizar e evangelizar – foram palavras transliteradas para os idiomas modernos.
  • É claro que uma tradução literal da Bíblia fica sem sentido para uma pessoa de pouca cultura, diante de um texto que lhe soa esquisito.
tradu es da biblia117
Traduções da Biblia
  • VERSÃO – é uma tradução da língua original (ou com consulta direta a ela) para outra língua.
  • REVISÃO ou VERSÃO REVISTA – descreve certas traduções, feitas a partir das línguas originais , que foram cuidadosamente revistas, sob um exame crítico, com o objetivo de corrigir erros e as vezes introduzir substituições.
tradu es da biblia118
Traduções da Biblia
  • TRÊS CATEGORIAS GENÉRICAS DE TRADUÇÕES DA BÍBLIA:
  • 1- Antigas traduções da Bíblia
  • 2- Traduções medievais
  • 3- Traduções modernas
categorias de tradu es da b blia
Categorias de Traduções da Bíblia
  • 1- Antigas traduções da Bíblia
  • A tradução chamada Septuaginta foi feita em grego, em Alexandria, no Egito (entre 280-250 a.C.), e serviu de fundo para as traduções para o latim e outras línguas.
categorias de tradu es da b blia120
Categorias de Traduções da Bíblia

2- Traduções medievais

Produzidas durante a Idade Média em geral continham tanto o Antigo Testamento quanto o Novo Testamento. Foram concluídas entre 350-1400. A Vulgata latina de Jerônimo (340-420) se constitui na base dos comentários e pensamentos por toda Idade Média.

categorias de tradu es da b blia121
Categorias de Traduções da Bíblia
  • Traduções modernas
  • Surgiram a partir de Wycliffe, o primeiro a traduzir uma Bíblia completa para o inglês, e seus sucessores. William Tyndale (1492-1536) fez sua tradução diretamente das línguas originais, em vez de usar a Vulgata latina como fonte.
tradu es e vers es
TRADUÇÕES E VERSÕES
  • 1. TRADUÇÕES CATÓLICAS EM LINGUAGEM
  • MODERNA
  • 2. AS TRADUÇÕES E AS VERSÕES JUDAICAS
  • 3. AS TRADUÇÕES E AS VERSÕES

PROTESTANTES

  • 4. A BÍBLIA EM PORTUGUÊS
tradu es cat licas em linguagem moderna
TRADUÇÕES CATÓLICAS EM LINGUAGEM MODERNA
  • A Igreja Católica inicialmente, foi contrária a publicação das Escrituras por leigos. O papa Pio IX (1864) condenou as sociedades bíblicas, chamando-as de seitas pestilentas. Tal afirmativa direcionava-se principalmente à Sociedade Bíblica Britânica e Estrangeira, fundada em 1804.
tradu es cat licas em linguagem moderna125
TRADUÇÕES CATÓLICAS EM LINGUAGEM MODERNA
  • Embora essa atitude papal refletisse a posição hierárquica da Igreja Católica Romana, havia quem defendesse a colocação das bíblias na mão dos leigos católicos.
  • Em 1813, foi fundada a Sociedade Bíblica Católica Romana, que de imediato publicou a Bíblia de Rheims-Douai sem notas (comentários). Em 1815, essa mesma sociedade publica outra edição melhorada da mesma tradução.
tradu es cat licas em linguagem moderna126
TRADUÇÕES CATÓLICAS EM LINGUAGEM MODERNA
  • Podemos enumerar as seguintes edições da Bíblia para os católicos:
  • Bíblia de Coyne(1811), Bíblia de Haydock (1811-1814), Novo Testamento de Newcastle (1812), Bíblia de Syer (1813-1814), Bíblia de MacNamara (1813-1814), Novo Testamento de Bregan (1814), e a Bíblia de Gibson (1814-1817).
tradu es cat licas em linguagem moderna127
TRADUÇÕES CATÓLICAS EM LINGUAGEM MODERNA
  • Provavelmente a mais importante tradução recente produzida por estudiosos católicos romanos de tendência liberal é A Bíblia de Jerusalém.
tradu es e vers es juda cas
TRADUÇÕES E VERSÕES JUDAÍCAS
  • Embora os judeus tenham buscado preservar o estudo da Escritura no original hebraico, isso nem sempre foi possível. No sec. III a.C., os judeus viram a necessidade de traduzir sua Bíblia para a língua de Alexandria.
  • Durante a Idade Média, por volta de 1400, os judeus passaram a fazer traduções de suas Escrituras para diversos idiomas
tradu es e vers es juda cas129
TRADUÇÕES E VERSÕES JUDAÍCAS
  • Em 1879, ano da Revolução Francesa, surgiu uma versão judaica do Pentateuco.
  • Entre 1851 e 1856, o rabino Benisch produziu uma Bíblia completa para os judeus de fala inglesa.
tradu es e vers es juda cas130
TRADUÇÕES E VERSÕES JUDAÍCAS
  • Em 1853, Isaac Leeser produziu sua versão de A Bíblia Hebraica, texto esse preferido nas sinagogas inglesas e americanas.
  • Em 1917, após uma extensiva revisão da obra de Isaac Leeser, a Sociedade Judaica de Publicação finalmente lançou sua nova versão da Bíblia Hebraíca.
tradu es e vers es protestantes
TRADUÇÕES E VERSÕES PROTESTANTES
  • Seguindo o princípio da Reforma de interpretação particular, os protestantes produziram um número maior de traduções particulares da Bíblia do que os católicos romanos.
tradu es e vers es protestantes132
TRADUÇÕES E VERSÕES PROTESTANTES
  • Dentre as principais:
  • A Bíblia Inglesa revisada (1896),
  • A Bíblia padrão revisada (1957),
  • A Nova Bíblia Inglesa (1970),
  • Nova Bíblia padrão americana (1976).
a b blia em portugu s
A BÍBLIA EM PORTUGUÊS
  • Tradução de Almeida
  • Coube a João Ferreira de Almeida, de origem católica e convertido à fé evangélica, a grandiosa tarefa de traduzir pela primeira vez para o português o Antigo e Novo Testamento.
a b blia em portugu s134
A BÍBLIA EM PORTUGUÊS
  • Inicialmente, Almeida traduziu o Novo Testamento,em 1676, publicado em 1681.
  • Profundo conhecedor do hebraico e grego, além de outros idiomas, Almeida valeu-se também de traduções francesa, holandesa, italiana, espanhola e latina.
a b blia em portugu s135
A BÍBLIA EM PORTUGUÊS
  • Terminada a tradução do NT, Almeida iniciou a tradução do Antigo Testamento, e ao falecer em 6 de agosto de 1691, havia traduzido até Ezequiel 41: 21.
a b blia em portugu s136
A BÍBLIA EM PORTUGUÊS
  • Em 1748, o pastor JacobusopdenAkker, reiniciou o trabalho interrompido por Almeida, e em 1753, foi impressa a primeira Bíblia completa em português, em 2 volumes.
a b blia em portugu s137
A BÍBLIA EM PORTUGUÊS
  • Tradução de Figueredo
  • O padre Antônio Pereira de Figueiredo, partindo da Vulgata latina, traduziu integralmente o NT e o AT, gastando 18 anos nessa tarefa.
  • Em 1819 foi publicada a Bíblia completa de Figueiredo, em 7 volumes, e em 1821 em um único volume.
a b blia no brasil
A BÍBLIA NO BRASIL
  • TRADUÇÕES PARCIAIS
  • Nazaré – O Novo Testamento tradução elaborada por frei Joaquim de Nossa Senhora de Nazaré, baseou-se na Vulgata e foi publicada em 1847, em S. Luís do Maranhão.
  • Essa Bíblia, em seu prefácio fazia ataques as Bíblias protestantes, dizendo que as mesmas estariam falsificadas e falariam contra a pessoa de Jesus Cristo.
a b blia no brasil139
A BÍBLIA NO BRASIL
  • TRADUÇÕES PARCIAIS
  • Novo Testamento de Almeida – publicado no Rio de Janeiro em 1879, pela Sociedade de Literatura Religiosa e Moral do Rio de Janeiro. Essa versão foi revista por José Manoel Garcia, professor do Colégio D. Pedro II; pelo pastor M.P.B. Carvalhosa, de Campos, RJ e pelo pastor Alexandre Blackford, agente da Sociedade Bíblica Americana no Brasil.
a b blia no brasil140
A BÍBLIA NO BRASIL
  • TRADUÇÕES PARCIAIS
  • Novo Testamento de Rohden – O padre HubertoRohden foi o primeiro padre católico a traduzir no Brasil o NT diretamente do grego.
  • Esse texto foi publicado em 1930 pela instituição católica romana Cruzada Boa Esperança.
a b blia no brasil141
A BÍBLIA NO BRASIL
  • TRADUÇÕES COMPLETAS
  • Em 1902, as sociedades bíblicas empenhadas na disseminação da Bíblia no Brasil patrocinaram a nova tradução da Bíblia para o português, baseada em manuscritos melhores que os utilizados por Almeida.
  • .
a b blia no brasil142
A BÍBLIA NO BRASIL
  • Entre os membros dessa comissão de tradução, estava o gramático Eduardo Carlos Pereira. Esse trabalho foi publicado em 1917, com o nome de Tradução brasileira.
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A BÍBLIA NO BRASIL
  • TRADUÇÕES COMPLETAS
  • Publicada em 1930, e baseada na Vulgata, coube ao padre Matos Soares realizar a tradução mais popular da Bíblia entre os católicos na atualidade.
a b blia no brasil144
A BÍBLIA NO BRASIL
  • TRADUÇÕES COMPLETAS
  • Em 1969, em S. Paulo, foi fundada a Sociedade Bíblica Trinitariana do Brasil, que teve como primeiro trabalho revisar e publicar a Bíblia de João Ferreira de Almeida como Edição corrigida e revisada fiel ao texto original.
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A BÍBLIA NO BRASIL
  • TRADUÇÕES COMPLETAS
  • Em 1943, as Sociedades Bíblicas Unidas encomendaram a um grupo de hebraístas, helenistas e vernaculistas uma revisão da tradução de Almeida. A comissão melhorou a linguagem, a grafia de nomes próprios e o estilo da Bíblia de Almeida.
a b blia no brasil146
A BÍBLIA NO BRASIL
  • TRADUÇÕES COMPLETAS
  • Em 1948, foi organizada a Sociedade Bíblica do Brasil destinada a Dar a Bíblia à Pátria.
  • Essa sociedade fez duas revisões no texto de Almeida, que deu origem à Edição Revistae Atualizada no Brasil; e a outra denominada Corrigida.
a b blia no brasil147
A BÍBLIA NO BRASIL
  • Em 1967, a Imprensa Bíblica Brasileira, publicou sua Edição revisada de Almeida.
  • Em 1988, a Sociedade Bíblica do Brasil traduziu e publicou A Bíblia na linguagem de hoje.
  • Em 1990, a Editora Vida publicou a sua edição contemporânea da Bíblia de Almeida.
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A BÍBLIA NO BRASIL
  • TRADUÇÕES COMPLETAS
  • Mais recentemente a Sociedade Bíblica Internacional (1993), publicou a denominada Nova versão internacional (NVI).
a b blia no brasil149
A BÍBLIA NO BRASIL
  • TRADUÇÕES COMPLETAS
  • São também dignas de referência:
  • a Bíblia traduzida pelos monges de Meredsous (1959);
  • A Bíblia de Jerusalém (Escola Bíblica de Jerusalém, de padres dominicanos) (1981);
  • Edição integral da Bíblia (Ludovico Garmus, Ed. Vozes).
organiza o cronol gica do at
ORGANIZAÇÃO CRONOLÓGICA DO AT
  • Livros do Antigo Testamento
  • A lei (Pentateuco) – 5 livros
  • 1. Gênesis 1462 - 1422 a.C

2. Êxodo idem

  • 3. Levítico idem
  • 4. Números idem
  • 5. Deuteronômio idem
organiza o cronol gica do at151
ORGANIZAÇÃO CRONOLÓGICA DO AT
  • História – 12 livros
  • Josué 1422 – 1065 a.C.
  • Juízes 1030 - 1020 a.C.
  • Rute 1268 – 1266 a.C.
  • I Samuel 1126 – 1115 a.C.
  • II Samuel 1025 – 988 a.C.
  • I Reis 986 – 870 a.C.
  • II Reis 869 – 561 a.C.
organiza o cronol gica do at152
ORGANIZAÇÃO CRONOLÓGICA DO AT
  • Livros Históricos
  • I Crônicas 1729 – 981 a.C.
  • II Crônicas 985 – 945 a.C.
  • Esdras 537 – 457 a.C.
  • Neemias 445 – 432 a.C.
  • Ester 485 – 473 a.C.
organiza o cronol gica do at153
ORGANIZAÇÃO CRONOLÓGICA DO AT
  • Poesia – 5 livros
  • Jó 1967 – 1827 a.C.

Salmos 1422 - 444 a.C. (78,105,106,135 – 1)

  • Provérbios 982 – 961 a.C.
  • Eclesiastes 947 – 945 a.C.
  • O Cântico dos Cânticos 962 a.C.
organiza o cronol gica do at154
ORGANIZAÇÃO CRONOLÓGICA DO AT
  • Profetas – 17 livros
  • Maiores
  • Isaías 745 – 712 a.C.
  • Jeremias 628 – 560 a.C.
  • Lamentações 586 a.C.
  • Ezequiel 594 – 571 a.C.
  • Daniel 606 – 537 a.C.
organiza o cronol gica do at155
ORGANIZAÇÃO CRONOLÓGICA DO AT
  • Menores
  • Oséias 770 – 723 a.C.
  • Joel 828 a.C.
  • Amós 764 a.C.
  • Obadias 860 -858 a.C.
  • Jonas 767 a.C.
  • Miquéias 744 – 704 a.C.
organiza o cronol gica do at156
ORGANIZAÇÃO CRONOLÓGICA DO AT
  • Menores
  • Naum 635 a.C.
  • Habacuque 606 a.C.
  • Sofonias 624 – 623 a.C.
  • Ageu 521 a.C.
  • Zacarias 521 – 494 a.C.
  • Malaquias 521 – 494 a.C.
nova ordem cronol gica dos livros do antigo testamento
NOVA ORDEM CRONOLÓGICA DOS LIVROS DO ANTIGO TESTAMENTO
  • Genésis
  • Exodo
  • Levítico
  • Números
  • Deuteronômio
  • Josué
  • Juízes
  • Rute
n0va ordem cronol gica dos livros do antigo testamento
N0VA ORDEM CRONOLÓGICA DOS LIVROS DO ANTIGO TESTAMENTO
  • I Samuel
  • II Samuel
  • I Reis
  • II Reis
  • I Crônicas
  • II Crônicas
  • Esdras
n0va ordem cronol gica dos livros do antigo testamento159
N0VA ORDEM CRONOLÓGICA DOS LIVROS DO ANTIGO TESTAMENTO
  • Neemias
  • Provérbios
  • Ester
  • Cântico dos cânticos
  • Eclesiastes
  • Salmos
  • Joel
  • Jonas
n0va ordem cronol gica dos livros do antigo testamento160
N0VA ORDEM CRONOLÓGICA DOS LIVROS DO ANTIGO TESTAMENTO
  • Oseías
  • Amós
  • Isaías
  • Obadias
  • Miqueias
  • Lamentações
  • Jeremias
  • Naum
n0va ordem cronol gica dos livros do antigo testamento161
N0VA ORDEM CRONOLÓGICA DOS LIVROS DO ANTIGO TESTAMENTO
  • Sofonias
  • Habacuque
  • Ezequiel
  • Daniel
  • Ageu
  • Zacarias
  • Malaquias
organiza o cronol gica do at163
ORGANIZAÇÃO CRONOLÓGICA DO AT
  • DOS PATRIARCAS AO ÊXODO (1606 – 1462 a.C.)
  • EGITO – POTÊNCIA MUNDIAL (1600 – 1200 a.C.)
  • DO ÊXODO A CANAÃ (1462 – 1422 a.C)
  • DE CANAÃ AO REINADO DE SAUL (1422 – 1065 a.C.)
organiza o cronol gica do at164
ORGANIZAÇÃO CRONOLÓGICA DO AT
  • ISRAEL – POTÊNCIA MUNDIAL (1200 – 750 a.C.) = período de juízes
  • O REINADO DE SAUL (1065 – 1025 a.C.)
  • O REINADO DE DAVI (1025 – 985 a.C.)
  • O REINADO DE SALOMÃO (985 – 945 a.C.)
organiza o cronol gica do at165
ORGANIZAÇÃO CRONOLÓGICA DO AT
  • O REINO DIVIDIDO – DE SALOMÃO À QUEDA DE ISRAEL (945 – 721 a.C.)
  • A HISTÓRIA DE ISRAEL (945 – 729 a.C.)
  • A HISTÓRIA DE JUDÁ (945 – 698 a.C.)
  • DA QUEDA DE ISRAEL À QUEDA DE JUDÁ
  • (721 – 586 a.C)
organiza o cronol gica do at166
ORGANIZAÇÃO CRONOLÓGICA DO AT
  • BABILÔNIA POTÊNCIA MUNDIAL
  • (612 – 539 a.C.)
  • O CATIVEIRO – PERÍODO SEM TEMPLO
  • (586 -516 a.C.)
  • PÉRSIA – POTÊNCIA MUNDIAL
  • (539 – 333 a.C.)
  • A RESTAURAÇÃO
  • (516 – 400 a.C.)
organiza o cronol gica do at167
ORGANIZAÇÃO CRONOLÓGICA DO AT
  • A HISTÓRIA NO PERÍODO INTERTESTAMENTÁRIO (400 – 5 a.C.)
  • GRÉCIA – POTÊNCIA (333 – 63 a.C.)
  • ROMA – POTÊNCIA MUNDIAL (63 a.C. – 476 d.C.)
organiza o cronol gica do nt
ORGANIZAÇÃO CRONOLÓGICA DO NT
  • A VIDA DE JESUS CRISTO (5 a.C. – 29 d.C.)
  • O MINISTÉRIO DE PAULO E DE PEDRO (29 – 67 d.C.)
  • OS ESCRITOS DE JOÃO (67 – 100 d.C.)