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  1. Terceira Lição

  2. Notas importantes sobre a técnica da pressão: • Freud ressalta que nem sempre pelas simples pressão o que estava esquecido se apresentava exatamente como deveria; • A lembrança esquecida aparece deformada: Quanto mais forte for a resistência, maior será a deformação; • O pensamento do paciente que vinha no lugar do desejado, tinha origem idêntica à de um sintoma: era uma substituição artificial do reprimido;

  3. O pensamento deve fazer apenas uma alusão do reprimido, como uma representação do mesmo por meio de palavras indiretas; • Partindo da última recordação do paciente em busca do complexo reprimido, podemos desvendá-lo caso paciente proporcione um número significativo de associações livres; • Associação livre: o paciente fala o que quiser, tudo que lhe vier a cabeça, mesmo que lhe pareça absurdo, pouco relevante ou desagradável;

  4. Porquê o método de associação livre exige tal regra? • Freud acreditava no determinismo psíquico; • Aquilo que surgir à mente está indiretamente relacionado ao complexo inconsciente; • As idéias livres nunca deixam de aparecer. Mas a resistência disfarçada de juízo crítico faz uma pré-seleção do material que será falado;

  5. O material visto pelo paciente como insignificante é um minério para o psicanalista: com o uso de interpretação há de se extrair o material precioso; • A associação livre não é único método de acessarmos o material inconsciente: interpretação dos sonhos e estudo dos lapsos e atos casuais também o são;

  6. Interpretação dos sonhos • É a estrada real para o conhecimento do inconsciente; • Descaso com os sonhos funda-se no caráter exótico apresentado, na absurdez e insensatez com que se apresenta; • Idéia central dos sonhos: “Os sonhos são a realização velada de desejos reprimidos.” • Os sonhos de crianças são extremamente simples e de fácil explicação: são a realização de desejos que o dia anterior lhe trouxe e que ela não satisfez;

  7. Sonhos dos adultos: tem conteúdo muitas vezes inteligível, sem nenhuma semelhança com a satisfação de desejos, pois apresentam-se distorcidos; • Conteúdo manifesto do sonho: é o substituto deformado das representações inconscientes. Essa deformação é feita pelas forças defensivas do ego, que não permitem a passagem do reprimido para a consciência; • “quem sonha reconhece tão mal o sentido dos seus sonhos, como o histérico a significação do seu sintoma”

  8. Conteúdo latente: aquele conteúdo que traz o verdadeiro sentido do sonho, que vai sendo revelado durante a interpretação do sonho; • Como deve ser feita a interpretação dos sonhos? • Deixando de lado o conteúdo manifesto, deve-se evocar idéias por livre associação. A partir da análise destas idéias é possível chegar aos pensamentos latentes

  9. A partir do sonho, podemos perceber os processos psíquicos que ocorrem no inconsciente; • Condensação: Quando comparamos o relato manifesto com o conteúdo latente, percebemos que o primeiro constitui uma tradução resumida do segundo. • Não podemos considerar a condensação como apenas um resumo, pois cada elemento manifesto é determinado por várias significações latentes, que inversamente, podem se encontrar em vários elementos;

  10. Deslocamento: independência relativa entre afeto e representação. O afeto ligado à uma representação pode se deslocar para outras representações pouco intensas, dando-lhe uma nova intensidade; • Sobredeterminação: quando um conteúdo inconsciente remete para uma pluralidade de fatores determinantes. No sonho a sobredeterminação é o efeito do trabalho de condensação;

  11. Atos falhos • São pequenas falhas comuns, fatos aos quais não costumamos dar importância: esquecimentos, , lapsos de linguagem, perda ou quebra de objetos; • Exprimem impulsos e intenções que devem ficar ocultos a própria consciência; • Seu exame pode levar ao descobrimento de aspectos inconscientes