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  1. www.literapiaui.com.br REVISÃO GERAL

  2. QUADRO GERAL DA LITERATURA BRASILEIRA

  3.  TROVADORISMO – cantigas / teocentrismo SÉC. XII / XV HUMANISMO – teatro vicentino / renascimento SÉC. XVI • CLASSICISMO – medida nova / Camões SÉC. XVII • BARROCO – rebuscamento / antítese / conflito SÉC. XVIII • ARCADISMO – carpe diem bucolismo /pastoralismo SÉC. XIX • ROMANTISMO – egocentrismo / nacionalismo / indianismo / prosa (romance) • REALISMO – análise psicológica • NATURALISMO – determinismo • PARNASIANISMO – perfeição formal / “Arte pela Arte” SÉC. XIX SÉC. XIX • SIMBOLISMO – sinestesia / musicalidade / hermetismo

  4. PRÉ – MODERNISMO: “Ecletismo literário” 1. 902 ....................................... 1.922 “OS SERTÕES” – Euclides da Cunha “CANAÔ – Graça Aranha Grupo passadista (realistas, naturalistas, parnasianos e simbolistas) X Grupo renovador (“Redescoberta do país” de uma perspectiva crítica)

  5. MODERNISMO BRASILEIRO 1ª FASE - 1922/1930 • Caráter anárquico, heróico e destruidor. • Liberdade de expressão / Linguagem coloquial. • Valorização poética do cotidiano. • Nacionalismo / Paródias. OSWALD DE ANDRADE MÁRIO DE ANDRADE MANUEL BANDEIRA

  6. 2ª FASE - 1930/1945 POESIA:neo-simbolismo / universal / preocupação com o destino dos homens, o estar-no-mundo; • Formas tradicionais e livres / Ideologia social. • cotidiano / social • metalinguagem CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE MÁRIO QUINTANA / VINÍCIUS DE MORAES • musicalidade / mistério • subjetiva / universal CECÍLIA MEIRELES

  7. 2ª FASE - 1930/1945 PROSA:neo-realismo e regionalismo. JOSÉ AMÉRICO DE ALMEIDA JOSÉ LINS DO REGO ciclo da cana-de-açúcar JORGE AMADO: Bahia / costumes / ciclo do cacau GRACILIANO RAMOS • linguagem concisa / introspecção • crítica social e política RAQUEL DE QUEIRÓS: Ceará / seca / latifúndio

  8. 3ª FASE - 1945/ 2009 • PROSA: intimismo, sondagem psicológica (Clarice Lispector / Lygia Fagundes Teles) • Regionalismo universal / misticismo / linguagem e • vocabulário inovadores (Guimarães Rosa) • Contos sociais e psicológicos (Dalton Trevisan) POESIA: geração que se opõe aos modernistas de 22 / social / Concretismo / Tropicalismo / Marginal... JOÃO CABRAL DE MELO NETO:“ENGENHEIRO DA PALAVRA” FERREIRA GULLAR / ADÉLIA PRADO / ANA CRISTINA TEATRO: social e crítico (Nélson Rodrigues) / popular, irreverente e folclórico (Ariano Suassuna)

  9. UM CONCEITO EM CONSTRUÇÃO

  10. EVOLUÇÃO POLÍTICA DO PIAUÍ • INÍCIO DA OCUPAÇÃO: JURISDIÇÃO DE PERNAMBUCO; • EM 1695 O PIAUÍ PASSA A SER ADMINISTRADO PELO • MARANHÃO; • 1719: FOI CRIADA A CAPITANIA DO PIAUÍ; • 1758:IMPLANTAÇÃO DA CAPITANIA SÃO JOSÉ DO PIAUÍ; • JOÃO PEREIRA CALDAS É NOMEADO O PRIMEIRO • GOVERNADOR DO PIAUÍ. • OPOSIÇÃO DOS FAZENDEIROS PIAUIENSES AOS • GOVERNANTES MARANHENSES; • 1811: POR CARTA RÉGIA A CAPITANIA DO PIAUÍ • TORNA-SE INDEPENDENTE DO MA; • 1821: JOÃO JOSÉ DA CUNHA FIDIÉ É NOMEADO • GOVERNADOR DAS ARMAS DO PIAUÍ; • 1822: INÍCIO DAS LUTAS DE INDEPENDÊNCIA.

  11. VILAS Parnaíba Campo Maior Marvão Valença Oeiras Jerumenha Parnaguá

  12. A BATALHA DO JENIPAPO(13/03/1823) • LEONARDO DAS DORES E A TOMADA DE PIRACURUCA; • 13 DE MARÇO: INÍCIO DA EM CAMPO MAIOR; • VITÓRIA PORTUGUESA E FUGA DE FIDIÉ; • CERCO À CAXIAS (TROPAS: PI E CE); • CAXIAS: RENDIÇÃO E PRISÃO DE FIDIÉ; • INÍCIO DA HEGEMONIA POLÍTICA DE MANUEL DE • SOUSA MARTINS. (“VAQUEIRO E VISCONDE” – • ROMANCE DE JOSÉ EXPEDITO DO RÊGO).

  13. (CEFET/2007) “O Brigadeiro Manuel de Sousa Martins, que tomara à frente da conspiração, não por patriotismo, nem por amor à independência, mas por despeito por ser vencido nas eleições de 7 de abril de 1822, não quis que outro tivesse a glória da proclamação. Compreendeu que não havia mais perigo em aderir ao movimento. Tratou, então, de reunir com urgência os conjurados, que, ao cair da noite de 23 de janeiro, foram, um a um, chegando à sua casa”.(NEVES, Abdias. A guerra do Fidié. 2. ed. Rio de Janeiro: Artenova, 1974, p. 84).

  14. No que se refere às Lutas pela Independência do Brasil em solo piauiense, podemos afirmar CORRETAMENTE: • Os movimentos políticos acontecidos no Piauí visavam apenas à autonomia administrativa da capital, não questionando em momento algum a autoridade portuguesa sobre o domínio da Província. • No Piauí, não houve nenhum tipo de manifestação pela independência, resumindo-se a acatar as determinações vindas de Portugal. • O sentimento de libertação do jugo português surgiu primeiro entre as camadas mais pobres da população da Província. Com o crescimento do movimento, as elites governantes passaram a defender a Independência do Brasil. • A adesão de Oeiras à causa da independência, em 19 de outubro de 1822, marca o início das lutas pela independência no Piauí. • O movimento pela independência no Piauí, semelhante ao que ocorreu em outras províncias, acompanhou lutas políticas e disputas locais pelo poder.

  15. MANIFESTAÇÕES REPUBLICANAS NO PIAUÍ • DAVID MOREIRA CALDAS • FUNDOU JORNAIS REPUBLICANOS E • ABOLICIONISTAS; • O AMIGO DO POVO; OITENTA E NOVE; FERRO • EM BRASA. • JOAQUIM NOGUEIRA PARNAGUÁ • DIFUSÃO DO IDEÁRIO REPUBLICANO NO SUL; • FUNDAÇÃO DO PARTIDO REPUBLICANO.

  16. OS LITERATOS DA REPÚBLICA • AS UNIVERSIDADES DE DIREITO ERAM CENTROS DE • DIFUSÃO DE IDEIAS POSITIVISTAS, • REPUBLICANAS, ABOLICIONISTAS, ANTI-CLERICAIS, • LIBERAIS... • PORTA DE ENTRADA PARA A POLÍTICA E SERVIÇO • PÚBLICO; • ESCOLA DO RECIFE PROPAGA A IDEIA DE LITERATURA • COMO MISSÃO (REPUBLICANISMO LITERÁRIO). • CLODOALDO FREITAS E HIGINO CUNHA • OCUPAÇÃO DE VÁRIOS CARGOS PÚBLICOS; • CRÍTICAS AS AUTORIDADES DIANTE DO ATRASO DA • PROVÍNCIA; • CRÍTICAS AO REGIME MONÁRQUICO.

  17. PROCLAMAÇÃO DA REPÚBLICA NO PIAUÍ • 16 DE NOVEMBRO DE 1889: DEPOSIÇÃO DE • LOURENÇO VALENTE FIGUEIREDO; • O EPISÓDIO DA PROCLAMAÇÃO NO PIAUÍ • SEGUE A TENDÊNCIA NACIONAL. • GOVERNO DE GREGÓRIO TAUMATURGO DE AZEVEDO • MORALIZAÇÃO DO SERVIÇO PÚBLICO; • EQUILÍBRIO DAS FINANÇAS; • CONFRONTO ENTRE AS ELITES LOCAIS; • 1891: PROMULGAÇÃO DA PRIMEIRA • CONSTITUIÇÃO ESTADUAL.

  18. POESIA PIAUIENSE OVÍDIO SARAIVA: “POEMAS” - NEOCLASSICISMO LEONARDO DA SENHORA DAS DORES CASTELO BRANCO: “A CRIAÇÃO UNIVERSAL” – BARROCO / “O ÍMPIO CONFUNDIDO” - ROMANTISMO HERMÍNIO CASTELO BRANCO: “LIRA SERTANEJA” – ROMANTISMO / CORDEL / COSTUMES DA COSTA E SILVA: “SANGUE” / “ZODÍACO” “PANDORA” - FASE ACADÊMICA / PREDOMINA SIMBOLISMO / FORMA PARNASIANA

  19. H. DOBAL:“O TEMPO CONSEQUENTE”–MODERNISTA GERAÇÃO MERIDIANO / SOCIAL / ORALIDADE MÁRIO FAUSTINO: “O HOMEM E SUA HORA” VANGUARDISTA / CLÁSSICO E MODERNO TORQUATO NETO: “OS ÚLTIMAS DIAS DE PAUPÉRIA” - VANGUARDISTA / LÍRICA SOCIAL / TROPICALISMO / IRREVERÊNCIA CRÍTICA HARDI FILHO: “ESTAÇÃO 14” / “SUICÍDIO DO TEMPO” – CLIP / LÍRICA AMOROSA. GRAÇA VILHENA / PAULO MACHADO / SALGADO MARANHÃO:MIMEÓGRAFOS OU PÓS-69

  20. PROSA / FICÇÃO FRANCISCO GIL CASTELO BRANCO: “ATALIBA, O VAQUEIRO” – ROMANTISMO– 1º ROMANCE DO PIAUÍ ABDIAS NEVES: “UM MANICACA” – REAL-NATURALISMO FASE ACADÊMICA / 1º ROMANCE SOBRE TERESINA O.G. REGO DE CARVALHO: GERAÇÃO MERIDIANO / SOCIAL / OEIRAS / INTROSPECÇÃO / CONCISÃO ASSIS BRASIL:“BEIRA RIO BEIRA VIDA” / SOCIAL VANGUARDISTA / REGIONALISMO UNIVERSAL FONTES IBIAPINA: VANGUARDISTA / REGIONALISTA / SOCIAL E CRÍTICO (“PALHA DE ARROZ”) – 2º ROMANCE SOBRE TERESINA