osteoartrite n.
Download
Skip this Video
Loading SlideShow in 5 Seconds..
Osteoartrite PowerPoint Presentation
Download Presentation
Osteoartrite

Loading in 2 Seconds...

play fullscreen
1 / 92

Osteoartrite - PowerPoint PPT Presentation


  • 433 Views
  • Uploaded on

Osteoartrite. Prof. Pablo F. F. Dias Prof. Bruno Garcia. Definição. Também conhecida como artropatia degenerativa,Osteoartrose ou Artrose, a Osteoartrite (OA) é uma doença degenerativa da cartilagem articular, de caráter progressivo, podendo estar associada a manifestações inflamatórias

loader
I am the owner, or an agent authorized to act on behalf of the owner, of the copyrighted work described.
capcha
Download Presentation

PowerPoint Slideshow about 'Osteoartrite' - elani


An Image/Link below is provided (as is) to download presentation

Download Policy: Content on the Website is provided to you AS IS for your information and personal use and may not be sold / licensed / shared on other websites without getting consent from its author.While downloading, if for some reason you are not able to download a presentation, the publisher may have deleted the file from their server.


- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - E N D - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
Presentation Transcript
osteoartrite

Osteoartrite

Prof. Pablo F. F. Dias

Prof. Bruno Garcia

defini o
Definição

Também conhecida como artropatia degenerativa,Osteoartrose ou Artrose, a Osteoartrite (OA) é uma doença degenerativa da cartilagem articular, de caráter progressivo, podendo estar associada a manifestações inflamatórias

(Sizínio Herbert,2003)

defini o1
Definição

Embora possa haver célulasinflamatórias, a osteoartrite é uma doença intrínseca da cartilagem, no qual alterações bioquímicas e metabólicas resultam na sua degeneração

(Robbins,2000).

slide4
OA
  • A OA está amplamente difundida no reino animal;
  • Os animais aquáticos como os golfinhos e as baleias podem sofrer de artrose, contudo, esta não afeta nenhum dos tipos de animais que permanecem pendurados com a cabeça para baixo, os morcegos e as preguiças.
estrutura das articula es
Estrutura das Articulações

Existem três tipos de articulações no corpo humano:

  • Articulações fibrosas (Sinartroses Fibrosas);
  • Articulações Cartilaginosas (Sincondroses);
  • Articulações Sinoviais (Diartroses);

(Robbins,2000).

estrutura das articula es1
Estrutura das Articulações
  • As articulações sólidas (Sinartroses Fibrosas e Sincondroses), proporcionam integridade estrutural e permitem movimentos mínimos;
  • Já as articulações Sinoviais, possuem um espaço articular que possibilita uma grande amplitude de movimento.

(Robbins, 2000)

articula o sinovial
Articulação Sinovial
  • Cartilagem Hialina: reveste as extremidades dos ossos de uma articulação;
  • Espaço Intra-articular: fenda que separa as estruturas ósseas;
  • Cápsula Articular: Tecido conjuntivo denso que envolve a articulação.

(Åstrand,2006).

articula o sinovial1
Articulação Sinovial
  • Membrana Sinovial: uma camada de tecido conjuntivo vascularizado, que reveste o interior da articulação e produz o líquido sinovial.
  • Líquido Sinovial (sinóvia): líquido que lubrifica e nutre a cartilagem articular.

(Åstrand,2006).

articula o sinovial2
Articulação Sinovial

Algumas AS possuem ainda, um disco fibricartilaginoso que atuam como estruturas de absorção de choques e garantem o acoplamento perfeito entre as superfícies ósseas em qualquer posição da articulação

(Åstrand,2006).

inerva o da articula o
Inervação da Articulação

Fornecem informações sobre:

  • A posição da articulação;
  • Seus movimentos e a velocidade deles;
  • Terminações livres sensíveis à dor

(Åstrand,2006).

cartilagem hialina
Cartilagem Hialina
  • Absorvedor elástico de choques;
  • Superfície resistente ao desgaste.
  • Não possui inervação, suprimento sangüíneo nem drenagem linfática;

(Robbins,2000).

cartilagem hialina1
Cartilagem Hialina

A cartilagem hialina é composta de:

  • Colágeno tipo 2;
  • Água;
  • Proteoglicanas;
  • Condrócitos;

(Robbins,2000).

cartilagem hialina2
Cartilagem Hialina
  • Colágeno: Resistência à estress mecânico e distribuição de carga;
  • Água e Proteoglicanas: dão elasticidade à cartilagem e limitam a fricção;
  • Condrócitos: Sintetizam e digerem a matriz cartilaginosa;

(Robbins,2000).

etiologia
Etiologia
  • Anomalia em células cartilaginosas;
  • Deteriorização dos componentes da articulação;
  • Obesidade acentuada;
  • Microlesões na cartilagem;
fisiopatologia
Fisiopatologia
  • Alteração e diminuição de proteoglicanos e colágeno;
  • Ativação de enzimas catabólicas reduzindo inibidores;
  • Aceleração da degradação da matriz desencadeada pelos condrócitos;
  • Aumento do conteúdo de água;
  • Diminuição de Proteoglicanos;
fisiopatologia1
Fisiopatologia
  • Cartilagem articular mais mole na face inicial;
  • Esfacelamento de partes da cartilagem;
  • Placa óssea sub-condral exposta;
  • Rachaduras no osso sub-condral;
  • Formação de osteófitos periféricos;
incid ncia e preval ncia
Incidência e Prevalência
  • A OA aumenta exponencialmente após 50 de idade;
  • 80 a 90% de indivíduos de ambos os sexos apresentam evidencias de OA após 65 anos de idade;

(Robbins,2000)

classifica o
Classificação
  • Osteoartrite Primária;
  • Osteoartrite Secundária;
  • Artropatia Traumática;
osteoartrite prim ria
Osteoartrite Primária
  • É o tipo mais comum, afetando indivíduos a partir de 30 anos de idade;
  • É idiopática, associada comumente ao fenômeno do envelhecimento;
  • Afeta poucas articulações;
  • Fatores Genéticos;

(Robbins,2000).

osteoartrite secund ria
Osteoartrite Secundária
  • Artropatia degenerativa secundária resultante a patologias específicas;
  • Deformidades esqueléticas;
  • Ocronose: distúrbio metabólico que enfraquece a cartilagem (ác. Homogentísico);

(Greene, 2007)

(Robbins,2000)

osteoartrite secund ria1
Osteoartrite Secundária
  • Obesidade;
  • Lesões microtraumáticas repetidas;
  • Diabetes;
  • Hemocromatose: Acúmulo excessivo de ferro corporal;
  • Hemofilia;

(Greene, 2007)

(Robbins,2000)

artropatia traum tica
Artropatia Traumática;
  • É um tipo E OA Secundária;
  • Geralmente conseqüente de fraturas intra-articulares e da falta de congruência articular;

(Greene, 2007)

diagn stico
Diagnóstico
  • Diagnóstico Clínico;
  • Diagnóstico Radiológico;
diagn stico cl nico
Diagnóstico Clínico

O diagnóstico é feito através da história e do exame do paciente, sendo os exames laboratoriais normais, analisando os sinais e sintomas.

diagn stico radiol gico
Diagnóstico Radiológico

A radiografia da articulação afetada mostrará alterações compatíveis com o grau de evolução da doença.

diagn stico radiol gico1
Diagnóstico Radiológico
  • Diminuição do espaço intra-articular;
  • Mudanças na superfície do osso como a formação de osteófitos e de esclerose;
  • Presença dos nodos de Heberden;

Nordin,2003

Robbins,2000

sintomas
Sintomas
  • Rigidez matutina;
  • Dor;
  • Crepitação;
  • Nodos de Heberden: Osteófitos nas falanges distais da mão;

(Buja,2007)

(Robbins,2000)

sintomas1
Sintomas
  • Limitação na amplitude de movimento;
  • Aumento do quadro álgico ao realizar exercícios;
  • Edema dos tecidos que cobrem a articulação;

(Buja,2007)

(Robbins,2000)

cartilagem articular
Cartilagem Articular
  • Área aumentada da distribuição de carga para diminuir o estress sustentado pelas superfícies de contato das articulações;
  • Promove uma superfície de sustentação resistente ao desgaste;

(Nordin,2003)

cartilagem articular1
Cartilagem Articular
  • É composta por estruturas extra-celulares e intra-celulares, as quais conferem suas propriedades biomecânicas de resistir ao estress;

(Nordin,2003)

propriedades biomec nicas
Propriedades Biomecânicas
  • Capacidade de sustentação de carga compressiva;
  • Anisotropia: suas propriedades materiais diferem com a direção da carga;
  • Viscoelasticidade: Capacidade de se deformar e voltar a forma normal quando aplicada e retirada uma pressão;
  • Comportamento de Intumescência;

(Nordin,2003)

componentes da cartilagem
Componentes da Cartilagem
  • Componentes Extracelulares;
  • Componentes Celulares;

(Nordin,2003)

componentes extracelulares
Componentes Extracelulares
  • Componente Estrutural;
  • Componente Fluido;
componente estrutural
Componente Estrutural
  • Colágeno Tipo II: Confere rigidez e resistência à tensão;
  • Proteoglicanos (PG): Conferem resistência à compressão e mantém a estrutura ordenada do colágeno;

(Nordin,2003)

componente fluido
Componente Fluido
  • Água : Permite o movimento de gás, nutrientes e produtos residuais;
  • Sais Inorgânicos;
  • Outras Proteínas;

(Nordin,2003)

componentes celulares
Componentes Celulares
  • Condrócitos: Sintetiza, secreta e mantém o componente orgânico da matriz extracelular;

(Nordin,2003)

mecanismos de desgaste da cartilagem
Mecanismos de desgaste da Cartilagem
  • Mecanismo Interfacial: Interação das superfícies de sustentação;
  • Desgaste por Fadiga: Deformação da superfície de sustentação sob carga
  • Desgaste de Carga de Alto Impacto: Carga de Impacto da junta sinovial;

(Nordin,2003)

mecanismo interfacial
Mecanismo Interfacial
  • Superfície de Sustentação em contato direto sem separação de filme lubrificante;
  • Lesão por Adesão: os fragmentos aderem uns aos outros;
  • Lesão por Abrasão: o tecido é raspado por outro mais duro;

(Nordin,2003)

desgaste por fadiga
Desgaste por Fadiga
  • Acumulação de lesões microscópicas por deformação repetida clinicamente;
  • Aumento na Razão de Deformação: Microtraumas excedem o processo de reparação;

(Nordin,2003)

desgaste de carga de alto impacto
Desgaste de Carga de Alto Impacto
  • Aplicação rápida de altas cargas com tempo insuficiente para a redistribuição fluídica interna;
  • Aumenta o Estress articular;
  • Aumenta a Deformação;

(Nordin,2003)

resultado
Resultado
  • Cada um desses mecanismos gerados continuamente gerará:
  • Ruptura da matriz sólida de colágeno-PG
  • PG Fracassa;
  • Grandes alterações no mecanismo normal da carga da cartilagem, causando a ruptura da sua microestrutura;

(Nordin,2003)

fatores assoc com a degenera o da cartilagem
Fatores Assoc. com a Degeneração da Cartilagem
  • Fatores Extrínsecos;
  • Fatores Intrínsecos;

(Nordin,2003)

fatores extr nsecos
Fatores Extrínsecos
  • Magnitude e distribuição dos estresses impostos;
  • Número total de pique de estress sustentado;
magnitude e distribui o dos estresses impostos
Magnitude e distribuição dos estresses impostos;
  • Aumento da concentração e localização do estress;
  • Ex: Depois de fraturas intra-articulares e meniscotomias de joelho;

(Nordin,2003)

n mero total de pique de estress sustentado
Número total de pique de estress sustentado;
  • Aumento na magnitude e freqüência das altas cargas anormais;
  • Ex: Quadril de dançarinos de balé; Joelhos de corredores;

(Nordin,2003)

fatores intr nsecos
Fatores Intrínsecos
  • Mudanças degenerativas à estrutura intrínseca da matriz sólida;
  • Mudança no mecanismo intrínseco das propriedades do tecido;
mudan as degenerativas estrutura intr nseca da matriz s lida
Mudanças degenerativas à estrutura intrínseca da matriz sólida
  • Intumescência anormal e tecido faco gradualmente destruído pelos estress anormais na articulação;
  • Ex: Desordens metabológicas de colágeno, artrites reumatóides;

(Nordin,2003)

mudan a no mecanismo intr nseco das propriedades do tecido
Mudança no mecanismo intrínseco das propriedades do tecido
  • Agressão à matriz molecular e microscópica da matriz de colágeno-PG;
  • Ex:Desordens metabológicas de colágeno, artrites reumatóides;

(Nordin,2003)

resultado1
Resultado

Cada um desses fatores acarretará:

  • Enfraquecimento da rede de colágeno;
  • Expansão anormal de PG;
  • Intumescimento do tecido;
  • Aumento a dureza da cartilagem;
  • Diminuição da permeabilidade;

(Nordin,2003)

resultado2
Resultado
  • Estress e deformações anormais;
  • Estímulo Mecânico-Eletroquímico Anormal;
  • Remodelagem Anormal da Matriz extracelular pelos condrócitos;
  • Degeneração da Cartilagem (OA);

(Nordin,2003)

tratamento1
Tratamento

O tratamento da OA é individualizado, levando-se em conta diversos fatores, como:

  • Presença de outras doenças associadas;
  • Quais articulações estão afetadas;
  • Gravidade da doença;
  • Presença ou não de inflamação;
  • Nível de atividades que o paciente exerce.
tratamento2
Tratamento
  • Tratamento Não-Medicamentoso;
  • Tratamento Medicamentoso;
  • Tratamento Cirúrgico;
repouso
Repouso
  • Como os sintomas de OA pioram com os movimentos, o repouso garante um bom alívio da dor. Porém, deve-se evitar o repouso prolongado, pois pode levar a perda da força dos músculos e da função da articulação.
perda de peso
Perda de Peso
  • Ainda não se sabe se a perda de peso faz com que a doença progrida mais lentamente, mas é certo que ocorre um alívio importante dos sintomas. Além disso, os pacientes que perdem peso conseguem exercer melhor suas atividades do dia-a-dia.
rteses
Órteses
  • São dispositivos que ajudam a alinhar a articulação e o desempenho da mesma. Existem vários tipos, sendo que o médico e o fisioterapeuta poderão indicar o melhor tipo para cada caso.
vitaminas
Vitaminas
  • Sabe-se que a progressão da doença é menor nos indivíduos que ingerem maiores quantidades de vitamina C e vitamina D. Entretanto, ainda não se sabe se a suplementação dessas vitaminas tem algum valor nessa doença.
fisioterapia
Fisioterapia

Promove uma melhora da flexibilidade e da força muscular, reduzindo os sintomas e ajudando as pessoas a praticarem suas atividades de uma forma melhor.

fisioterapia1
Fisioterapia
  • Aplicações de Calor;
  • Aplicações de Frio;
  • Eletroanalgesia;
  • Hidroterapia;
  • Laserterapia;
  • Acupuntura;
muscula o terap utica
Musculação Terapêutica
  • Fortalecimento muscular;
  • Alongamentos Passivos;
  • Exercícios Aeróbicos;
  • Exercícios de Baixo impacto;
tratamento medicamentoso1
Tratamento Medicamentoso
  • AINEs (acetaminofeno);
  • Injeção intra-articular;
  • Sulfato de Condroitina;
tratamento cir rgico1
Tratamento Cirúrgico
  • Osteotomia;
  • Artroplastia Parcial;
  • Artrodese;
  • Artroplastia Total;
osteotomia
Osteotomia
  • Realinhamento de superfícies articulares;
  • Redistribuição de carga;
  • Adiamento da Prótese;
artroplastia parcial
Artroplastia Parcial
  • Substituição Parcial da Articulação
  • Colocação de Prótese na cartilagem;
  • Restituir ou aumentar a mobilidade de uma articulação;
artrodese
Artrodese
  • Fundir a articulação;
  • Amenizar a dor;
  • Limitação de Movimento;
artroplastia total
Artroplastia Total
  • Substituição total da articulação;
  • Doença em estágio final;
  • Pacientes idosos ou exigências funcionais moderadas;
caso 1
Caso 1
  • Homem de 77 anos
  • Dificuldade para deambular
  • AINH
  • Infiltração
caso 2
Caso 2
  • Mulher 64 anos;
  • Dores nos Joelhos;
  • Dores musculares em repouso prolongado;
  • Prática de Exercícios Físicos;
bibliografia
Bibliografia
  • ASTRAND, Per-Olof; Tratado de Fisiologia do Trabalho,2006.
  • COTRAN, Ramzi; Robbins Patologia Estrutural e Funcional,2000.
  • BUJA, Maximilian; Atlas de Patologia Humana de Netter,2007.
  • GREENE, Walter; Netter Ortopedia,2007.
  • HERBERT, Sizínio; Ortopedia e Traumatologia: Princípios e Prática;
  • NORDIN, Margareta; Biomecânica Básica do Sistema Musculoesquelético,2003.