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AVALIAÇÃO DE IMPACTO AMBIENTAL

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AVALIAÇÃO DE IMPACTO AMBIENTAL. Estudos de Base e Diagnóstico Ambiental. Prof. Fernando Pires. Na aula passada. Processos na AIA Etapas do Processo Etapas de Triagem de impactos Critérios do procedimento de triagem Determinação do escopo Elaboração do TR

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Presentation Transcript
slide1

AVALIAÇÃO DE IMPACTO AMBIENTAL

Estudos de Base e Diagnóstico Ambiental

Prof. Fernando Pires

slide2

Na aula passada...

  • Processos na AIA
    • Etapas do Processo
    • Etapas de Triagem de impactos
    • Critérios do procedimento de triagem
    • Determinação do escopo
    • Elaboração do TR
    • Formulação de alternativas
    • Passo-a-passo para elaboração do EIA

Métodos de diagnóstico ambiental da área de influência dos projetos e das alternativas locacionais.

slide3

Na aula passada...

  • FCC - 2011 - INFRAERO - Engenheiro Ambiental. A Política Nacional de Meio Ambiente foi estabelecida originalmente pela Lei n° 6.938/1981 e vem sendo modificada por outras leis federais. Dentre os Instrumentos da Política Nacional de Meio Ambiente estabelecidos por essa lei, estão incluídos
  • o Sistema Nacional de Meio Ambiente (SISNAMA), o Sistema Nacional de Unidades de Conservação (SNUC) e o Código Florestal.
  • o Sistema Nacional de Meio Ambiente (SISNAMA), a avaliação de impacto ambiental e o Cadastro Técnico Federal de atividades potencialmente poluidoras e/ou utilizadoras dos recursos ambientais.
  • a avaliação de impacto ambiental, o Cadastro Técnico Federal de atividades potencialmente poluidoras e/ou utilizadoras dos recursos ambientais e o Sistema Nacional de Unidades de Conservação (SNUC).
  • a avaliação de impacto ambiental, o Cadastro Técnico Federal de Atividades e Instrumentos de Defesa Ambiental e as penalidades disciplinares ou compensatórias ao não cumprimento das medidas necessárias à preservação ou correção da degradação ambiental.
  • a avaliação de impacto ambiental, o licenciamento ambiental e o Sistema Nacional de Unidades de Conservação (SNUC).
slide4

Aula 4 – Estudo de Base e Diagnóstico

Estudos de Base

Qual a importância destes itens na AIA?

import ncia dos estudos de base

Aula 4 – Estudo de Base e Diagnóstico

Importância dos Estudos de Base

Estudos de Base

É um dos elementos mais importantes e menos compreendidos dos EIA

  • Informações necessárias para confirmar a identificação preliminar e para a previsão da importância e magnitude do impacto
  • Planos de gestão ambiental
  • Base de dados para o monitoramento ambiental

Importância

fundamentos

Aula 4 – Estudo de Base e Diagnóstico

Fundamentos

Estudos de Base

Função não é levantar e compilar dados sobre o ambiente afetado mas analisar a viabilidade ambiental de uma proposta

Foco: Componentes e processos selecionados

Resultam no Diagnóstico Ambiental

fundamentos1

Aula 4 – Estudo de Base e Diagnóstico

Fundamentos

Estudos de Base

Relação observada

Relação teórica

ainda

Aula 4 – Estudo de Base e Diagnóstico

Ainda...

Estudos de Base

Descrevem a situação presente em um dado momento em determinado local. Mudanças subsequentes podem ser detectadas com o monitoramento

Portanto...

Fornecem uma referência pré-operacional para o monitoramento e deveriam ser organizados de tal maneira que permitissem comparação Anterior VS Posterior

(com e sem o empreendimento)

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Aula 4 – Estudo de Base e Diagnóstico

Estudos de Base

  • Devem indicar a evolução mais provável das condições ambientais na área de estudo, descrevendo-a com a ajuda de indicadores apropriados.
quest es b sicas

Aula 4 – Estudo de Base e Diagnóstico

Questões Básicas

Diagnóstico Ambiental

  • Que informações serão necessárias e para que finalidade?
  • Como serão coletadas essas informações?
  • Onde serão coletadas?
  • Durante quanto tempo, com que frequência e que estação do ano serão coletadas?
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Aula 4 – Estudo de Base e Diagnóstico

Diagnóstico Ambiental

Planejamento dos Estudos

Não deve ser uma abordagem exaustiva. Deve ser orientado para se articular com as demais etapas do EIA e elucidar os principais desafios impostos pelo projeto em análise, mediante a seleção dos componentes ambientais mais significativos.

Daí a importância de bons termos de referência

exemplo termo de refer ncia de projeto hidrel trico no canad

Aula 4 – Estudo de Base e Diagnóstico

Exemplo: Termo de Referência de Projeto Hidrelétrico no Canadá:

Diagnóstico Ambiental

  • A fim de evitar as tendências reducionistas e compartimentalizadoras de um em enfoque enciclopédico, os impactos do projeto sobre os vários componentes do ambiente devem ser avaliados em termos de 5 questões fundamentais:

(i) saúde;

(ii)acesso ao território;

(iii)disponibilidade de recursos;

(iv) coesão social;

(v) respeito por valores

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Aula 4 – Estudo de Base e Diagnóstico

Diagnóstico Ambiental

  • São muitos os estudos ambientais executados sem que se tenha previamente a devida atenção à definição clara e precisa de sua abrangência e seu escopo

Resumindo: O princípio básico para um bom diagnóstico ambiental é realizar os levantamentos necessários e não apenas fazer uma compilação de dados disponíveis

consequ ncias de um diagn stico ambiental insuficiente

Aula 4 – Estudo de Base e Diagnóstico

Consequências de um Diagnóstico Ambiental Insuficiente:

Diagnóstico Ambiental

  • Atraso na aprovação do empreendimento
  • Levantamentos complementares aumentam os custos
  • Riscos de contestações judiciais, mas demora e mais custos
defini o das informa es necess rias

Aula 4 – Estudo de Base e Diagnóstico

Definição das Informações Necessárias

Diagnóstico Ambiental

  • É comum encontrar EIAs com vasta quantidade de informações irrelevantes denotando a baixa compreensão do papel da AIA (ou má fé)
  • As descrições não devem ser mais longas que o necessário para compreender os efeitos das alternativas

Ex: Projeto de um usina termoelétrica ou fábrica de cimento

Qual deverá ser o foco? Que tipo de Dados interessa?

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Aula 4 – Estudo de Base e Diagnóstico

Diagnóstico Ambiental

  • Nem sempre os TR são suficientemente detalhados ou precisos e às vezes requerem revisão durante a execução do estudo
  • Mudanças substanciais devem ser justificadas perante o cliente e aprovadas pelo órgão ambiental
  • A exclusão ou inclusão de elementos ou fatores ambientais nos estudos de base devem seguir critérios:
    • Scoping
    • Trabalhos de campo
    • Julgamento profissional

Elemento incluído ou excluído após analise multidisciplinar

m todos de coleta e an lise

Aula 4 – Estudo de Base e Diagnóstico

Métodos de Coleta e Análise

Diagnóstico Ambiental

  • Dados primários ou secundários?
  • Inventário ou amostragem?
  • Séries temporais ou amostragens únicas?
  • Amostragens contínuas ou discretas?

OBJETIVO

defini o da rea de estudo ae

Aula 4 – Estudo de Base e Diagnóstico

Definição da Área de Estudo (AE)

Diagnóstico Ambiental

  • A área de estudo e o grau de detalhe poderão variar em função do tipo do levantamento a ser realizado;
  • Não deve ser confundido área de estudo com área de influência;
  • A área de influência só poderá ser conhecida após concluídos os estudos.
  • A AE pode ser maior ou menor que a área de influência.
defini o da rea de estudo ae1

Aula 4 – Estudo de Base e Diagnóstico

Definição da Área de Estudo (AE)

Diagnóstico Ambiental

algaraviation.com.b

wikipedia.org

cartografia

Aula 4 – Estudo de Base e Diagnóstico

Cartografia

Diagnóstico Ambiental

  • A escalas são fundamentais porque afetam:
  • O número de feições mapeadas;
  • As medidas de comprimento e área;
  • A posição das feições no mapa

Portanto...

  • Pode haver diferenças na estimação dos impactos dependendo da escala adotada.
    • Há várias maneiras de se mentir com mapas;
estrutura de diagn stico ambiental

Aula 4 – Estudo de Base e Diagnóstico

Estrutura de Diagnóstico Ambiental

Diagnóstico Ambiental

Normalmente é dividido em:

  • Meio Físico;
  • Meio Biótico;
  • Meio Socioeconômico

Alguns incluem:

  • Meio humano (ao invés de sócio-econômico);
  • Paisagem

A compartimentação sempre será arbitrária

mero método analítico

o que importa é o conteúdo do diagnóstico

meio f sico

Aula 4 – Estudo de Base e Diagnóstico

Meio Físico

Diagnóstico Ambiental

  • Apesar de se reconhecer que o sucesso de um planejamento depende dos termos escolhidos, no Brasil é muito raro encontrar justificativas sobre a sua seleção (no diagnóstico) e o conteúdo de cada um deles.
  • É comum diagnóstico se basear na disponibilidade de dados.
  • A especialização profissional e o avanço da ciência resultam em EIA muito compartimentados, com descrições setoriais estruturadas em torno de disciplinas ou área do conhecimento, em com pouca análise integrada.

Muitos estudos do meio físico perdem-se

em detalhes irrelevantes

meio f sico1

Aula 4 – Estudo de Base e Diagnóstico

Meio Físico

Diagnóstico Ambiental

  • Cabe ao coordenador do EIA discutir com os especialistas que tipo de informação necessita e para qual finalidade será utilizada.
  • Clarificado os objetivos, estabelece-se o enfoque mais adequado e os métodos.
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Aula 4 – Estudo de Base e Diagnóstico

Diagnóstico Ambiental

Meio Biótico

  • Raramente podem prescindir de trabalhos de campo.
        • Para um estudo de médio a grande porte a equipe pode ser muito grande, com vários especialistas
  • Normalmente estudos iniciam com ampla pesquisa bibliográfica para obter informações regionais ou sub-regionais para orientar os trabalhos de campo
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Aula 4 – Estudo de Base e Diagnóstico

Diagnóstico Ambiental

Meio Biótico

Níveis de aprofundamento ( Morris e Emberton, 2001)

  • Fase I: Informações sobre habitats (todo estudo deveria incluí-los
  • Fase II: Levantamentos mais detalhados de espécies, habitats e comunidades na área de estudo (a maioria dos EIAs requer este tipo de estudo)
  • Fase III: Amostragens intensivas para obtenção de dados quantitativos sobre populações ou comunidades (situação mais rara em EIA).
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Aula 4 – Estudo de Base e Diagnóstico

Diagnóstico Ambiental

Meio Biótico

  • Byron 2000: Requisitos mínimos dos estudos de base do meio biótico:
      • Todos os habitats da área provável a ser afetada;
      • Uma avaliação da qualidade de cada habitat;
      • Estudos de abundância e distribuição de espécies chaves selecionadas;

Seleção de espécies-chave:

Entidades governamentais e não governamentais e estejam incluídas no TR.

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Aula 4 – Estudo de Base e Diagnóstico

Diagnóstico Ambiental

Meio Biótico

  • Quanto ao mapeamento de habitats:
    • Mapeamento de biótopos.

Ex: IBGE – Classificações bioecológicas de tipos e subtipos de vegetação.

Unidades de paisagem ou zonas homogêneas

Deve expressar a dinâmica e a heterogeneidade dos ecossistemas naturais.

Ex: Mata Atlântica

resolu o conama 10 93

Aula 4 – Estudo de Base e Diagnóstico

Resolução CONAMA 10/93

Diagnóstico Ambiental

Meio Biótico

  • Art. 1º Para efeito desta Resolução e considerando o que dispõem os artigos 3º, 6º e 7º do Decreto nº 750, de 10 de fevereiro de 1993, são estabelecidos os seguintes parâmetros básicos para análise dos estágios de sucessão da Mata Atlântica:
    • I - fisionomia;
    • II - estratos predominantes;
    • III - distribuição diamétrica e altura;
    • IV - existência, diversidade e quantidade de epífitas;
    • V - existência, diversidade e quantidade de trepadeiras;
    • VI - presença, ausência e características da serapilheira;
    • VII - subosque;
    • VIII - diversidade e dominância de espécies;
    • IX - espécies vegetais indicadoras.
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Aula 4 – Estudo de Base e Diagnóstico

Diagnóstico Ambiental

Meio Biótico

I - Estágio Inicial:

a) fisionomia herbáceo/arbustiva de porte baixo, com cobertura vegetal variando de fechada a aberta;

b) espécies lenhosas com distribuição diamétrica de pequena amplitude;

c) epífitas, se existentes, são representadas principalmente por líquenes, briófitas e pteridófitas, com baixa diversidade;

d) trepadeiras, se presentes, são geralmente herbáceas;

e) serapilheira, quando existente, forma uma camada fina pouco decomposta, contínua ou não;

f) diversidade biológica variável com poucas espécies arbóreas ou arborescentes, podendo apresentar plântulas de espécies características de outros estágios;

g) espécies pioneiras abundantes;

h) ausência de subosque.

slide30

Aula 4 – Estudo de Base e Diagnóstico

Diagnóstico Ambiental

Meio Biótico

II - Estágio Médio:

a) fisionomia arbórea e/ou arbustiva, predominando sobre a herbácea, podendo constituir estratos diferenciados;

b) cobertura arbórea, variando de aberta a fechada, com a ocorrência eventual de indivíduos emergentes;

c) distribuição diamétrica apresentando amplitude moderada, com predomínio de pequenos diâmetros;

d) epífitas aparecendo com maior número de indivíduos e espécies em relação ao estágio inicial, sendo mais abundantes na floresta ombrófila;

e) trepadeiras, quando presentes são predominantemente lenhosas;

f) serapilheira presente, variando de espessura de acordo com as estações do ano e a localização;

g) diversidade biológica significativa;

h) subosque presente.

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Aula 4 – Estudo de Base e Diagnóstico

Diagnóstico Ambiental

Meio Biótico

III - Estágio Avançado:

a) fisionomia arbórea, dominante sobre as demais, formando um dossel fechado e relativamente uniforme no porte, podendo apresentar árvores emergentes;

b) espécies emergentes, ocorrendo com diferentes graus de intensidade;

c) copas superiores, horizontalmente amplas;

d) distribuição diamétrica de grande amplitude;

e) epífitas, presentes em grande número de espécies e com grande abundância, principalmente na floresta ombrófila;

f) trepadeiras, geralmente lenhosas, sendo mais abundantes e ricas em espécies na floresta estacional;

g) serapilheira abundante;

h) diversidade biológica muito grande devido à complexidade estrutural;

i) estratos herbáceo, arbustivo e um notadamente arbóreo;

j) florestas neste estágio podem apresentar fisionomia semelhante à vegetação primária;

(...)

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Aula 4 – Estudo de Base e Diagnóstico

Diagnóstico Ambiental

Meio Antrópico - Sociedade

A abundância relativa de dados pré-existentes pode mascarar a visão dos dados necessários.

Dados censitários ou outros são muito úteis para contextualizar a região e o local do projeto, mas nem sempre trazem informação na escala local.

Métodos de análise social

  • Método dependerá do tipo de impacto esperado
  • Em projetos que exigem deslocamentos de população: perfil detalhado de todos os afetados (censo)
  • Quando não há deslocamentos, pode ser amostragem
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Aula 4 – Estudo de Base e Diagnóstico

Diagnóstico Ambiental

Meio Antrópico - Sociedade

  • Bootthroyd, 1982: Há duas escolas de AIA: tecnocrática e participativa.

A Avaliação deve ser Participativa ou Analítica?

m todos

Aula 4 – Estudo de Base e Diagnóstico

Métodos

Diagnóstico Ambiental

Meio Antrópico - Sociedade

  • Combinação de análise de dados secundários (IBGE, etc.) com aplicação de questionários (abertos e fechados) e entrevistas.
  • Entrevistas e questionários abertos exigem muita experiência em análise de discurso
  • Exemplo:

Avaliação dos Valores dos Cidadãos (AVC- Holanda)

Permitem conhecer com detalhes os pontos de vista das pessoas sobre o lugar em que vivem, trabalham ou usam para qualquer finalidade.

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Aula 4 – Estudo de Base e Diagnóstico

Diagnóstico Ambiental

Meio Antrópico - Sociedade

É desenvolvido em 4 etapas sucessivas

  • 1. Estudo preparatório
  • 2. Identificação dos valores importantes
  • 3. Construção de um perfil dos valores
  • 4. Determinação dos impactos das alternativas do projeto
quest es relevantes

Aula 4 – Estudo de Base e Diagnóstico

Questões relevantes

Diagnóstico Ambiental

Meio Antrópico - Sociedade

  • Levantamentos do patrimônio cultural
      • Elementos tangíveis e intangíveis
  • Conhecimento ecológico local e tradicional

Diagnósticos elaborados unicamente com base no conhecimento científico formal podem passar ao largo de questões relevantes não somente para as comunidades locais, mas sob a perspectiva do próprio conhecimento acadêmico;

Ex: Comunidades Pesqueiras do Baixo Sul Baiano (exploração de petróleo)

outras informa es importantes

Aula 4 – Estudo de Base e Diagnóstico

Outras informações importantes

Diagnóstico Ambiental

Meio Antrópico - Sociedade

  • Sítios de relevante interesse cultural, paisagístico, geológico, arqueológico, ou científicos: formações rochosas, estruturas, formas, paisagens, jazidas minerais, sítios paleontológicos, espeleológicos, sambaquis
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Para Leitura

O QUE TEMOS QUE LER DAQUI PRA FRENTE

Avaliação e Contabilização de Impactos Ambientais

http://area1aia.wordpress.com/

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Para Discussão

Práticas no levantamento de aspectos e impactos ambientais - Análise crítica e proposições

http://area1aia.wordpress.com/

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AVALIAÇÃO DE IMPACTO AMBIENTAL

ATIVIDADES

Prof. Fernando Pires