1 / 34

CÂMARA BRASIL-ALEMANHA NO RIO GRANDE DO SUL

CÂMARA BRASIL-ALEMANHA NO RIO GRANDE DO SUL. PALESTRA. CENÁRIOS, DESAFIOS E PERSPECTIVAS DO COMÉRCIO EXTERIOR. JOSÉ AUGUSTO DE CASTRO Porto Alegre, 29 de abril de 2014. 2 - REALIDADE. BRASIL: PAÍS EXPORTADOR DE PESO. 3 – EXPORTAÇÕES POR FATOR AGREGADO, EM TONELADAS.

cyrah
Download Presentation

CÂMARA BRASIL-ALEMANHA NO RIO GRANDE DO SUL

An Image/Link below is provided (as is) to download presentation Download Policy: Content on the Website is provided to you AS IS for your information and personal use and may not be sold / licensed / shared on other websites without getting consent from its author. Content is provided to you AS IS for your information and personal use only. Download presentation by click this link. While downloading, if for some reason you are not able to download a presentation, the publisher may have deleted the file from their server. During download, if you can't get a presentation, the file might be deleted by the publisher.

E N D

Presentation Transcript


  1. CÂMARA BRASIL-ALEMANHA NO RIO GRANDE DO SUL PALESTRA CENÁRIOS, DESAFIOS E PERSPECTIVAS DO COMÉRCIO EXTERIOR JOSÉ AUGUSTO DE CASTROPorto Alegre, 29 de abril de 2014

  2. 2 - REALIDADE BRASIL: PAÍS EXPORTADOR DE PESO

  3. 3 – EXPORTAÇÕES POR FATOR AGREGADO, EM TONELADAS Em milhões de tons Fonte: MDIC/SECEX Elaboração: AEB

  4. 4 - VIAS DE TRANSPORTE NA EXPORTAÇÃO, VALOR E PESO, EM 2013 Fonte: MDIC/SECEX Elaboração: AEB

  5. 5 - PREÇOS MÉDIOS DE EXPORTAÇÃO DE COMMODITIES US$ / ton Fonte: MDIC/SECEX Elaboração: AEB

  6. 6 - QUANTUM DE EXPORTAÇÃO DE COMMODITIES Em 1.000 tons Fonte: MDIC/SECEX Elaboração: AEB * Milhões de tons

  7. 7 - RECEITAS DE EXPORTAÇÃO DE COMMODITIES US$ Bilhões Fonte: MDIC/SECEX Elaboração: AEB

  8. 8 - COMPOSIÇÃO DAS RECEITAS TOTAIS DE EXPORTACÃO Fonte: MDIC/SECEX Elaboração: AEB

  9. 9 – BALANÇA COMERCIAL POR FATOR AGREGADO - BÁSICOS US$ bilhões Fonte: MDIC/SECEX Elaboração: AEB

  10. 10 – BALANÇA COMERCIAL POR FATOR AGREGADO - SEMIMANUFAT. US$ bilhões Fonte: MDIC/SECEX Elaboração: AEB

  11. 11 – BALANÇA COMERCIAL POR FATOR AGREGADO - MANUFATURADOS US$ bilhões Fonte: MDIC/SECEX Elaboração: AEB

  12. 12 - BALANÇA COMERCIAL BRASILEIRA Fonte: MDIC/SECEX Elaboração: AEB

  13. 13 - QUANTIDADE DE EMPRESAS EXPORTADORAS E IMPORTADORAS Fonte: MDIC/SECEX Elaboração: AEB

  14. 14 – DESTINOS DAS EXPORTAÇÕES DE MANUFATURADOS, US$ BILHÕES Fonte: MDIC/SECEX Elaboração: AEB

  15. 15 – DESTINO DAS EXPORTAÇÕES DE MANUFATURADOS, EM % Fonte: MDIC/SECEX Elaboração: AEB

  16. 16 - PARTICIPAÇÃO DO COMÉRCIO MUNDIAL, POR BLOCOS, EM 2013 Fonte: OMC e MDIC/SECEX Elaboração: AEB

  17. 17 – ÍNDICES DE PARTICIPAÇÃO NAS EXPORTAÇÕES MUNDIAIS, EM % Fonte: OMC Elaboração: AEB

  18. 18 - RANKING MUNDIAL DE EXPORTAÇÃO, EM 2013 Fonte: OMC Elaboração: AEB

  19. 19 - RANKING MUNDIAL PIB X EXPORTAÇÃO, EM 2013 Fonte: OMC/FMI Elaboração: AEB

  20. 20 – E O FUTURO ? QUAIS OS CENÁRIOS E PERSPECTIVAS PARA 2014 ?

  21. 21 – CONDIÇÕES INTERNAS PARA EXPORTAR • SISTEMA TRIBUTÁRIO COMPLEXO anti-industrialização, imobiliza capital, onera custo produção e gera exportação indireta de tributos • LEGISLAÇÃO TRABALHISTA ULTRAPASSADA eleva custo de pessoal e desestimula criação novos postos de trabalho • INFRAESTRUTURA insuficiente, deficiente e onerosa, gerando alto custo logística, com redução / perda competitividade mercados interno e externo • CARGA TRIBUTÁRIA ELEVADA composta por tributos, contribuições, taxas, etc, provoca elevação custo direto mercado interno e indireto exportação • CUSTO FINANCEIRO tem elevadas taxas praticadas, onerando custos em toda cadeia de produção, inclusive para exportação • BUROCRACIA de 17 órgãos públicos com atuação comércio exterior gera custos ociosos que oneram e afetam competitividade na exportação • POLÍTICA COMÉRCIO EXTERIOR isolada de ministérios # Integrada Governo • POLÍTICA COMERCIAL influência política (África) e ideológica (EUA – Mercosul) • VISÃO governo curto prazo e empresas / mercados a médio / longo prazo

  22. CUSTOS DE LOGÍSTICA BUROCRACIA REFORMA TRIBUTÁRIA 22 – CUSTO BRASIL CUSTO BRASIL = CUSTOS OCIOSOS INSERÇÃO INTERNAC. INFRA-ESTRUTURA REFORMA PREVIDÊNCIA CARGA TRIBUTÁRIA CUSTOS FINANCEIROS

  23. 23 – SITUAÇÃO E REFLEXOS DE ACORDOS COMERCIAIS • MERCOSUL: BLOCO VOLTADO PARA DENTRO, UNIÃO ADUANEIRA, PERFIL IDEOLÓGICO E RISCO DE ISOLAMENTO COMERCIAL DE SEUS MEMBROS. MERCOSUL TEM APENAS 3 ACORDOS: PALESTINA, ISRAEL E EGITO • MERCOSUL X UNIÃO EUROPÉIA: FASE ENTREGAS DAS LISTAS PRODUTOS E CONCESSÕES. MAIO PREVISÃO DE INÍCIO NEGOCIAÇÃO • ALIANÇA PARA PACÍFICO: BLOCO VOLTADO PARA FORA, ÁREA DE LIVRE COMÉRCIO, ABERTURA MERCADOS EQUALIZARÁ VANTAGENS TARIFÁRIAS E AUMENTARÁ CONCORRÊNCIA PARA BRASIL E MERCOSUL • EUA X UE (PARCERIA TRANSATLÂNTICA): CRIA LIVRE MERCADO GIGANTE, FORTALECE EUA E UE EXPORTAÇÃO, RESTRINGE, LIMITA E/OU FECHA MERCADOS COMMODITIES E MANUFATURADOS. EUA CONCORRENTE DO BRASIL EM COMMODITIES • TPP (TRANS-PACÍFICO PARCERIA): 12 países - EUA, Canadá, México, Chile, Peru, Austrália, Nova Zelândia, Malásia, Vietnam, Japão, Singapura e Brunei

  24. 24 – MERCADOS DE EXPORTAÇÃO COMMODITY 65%: Mercado instável (Preço e quantidade são definidos pelo importador) MANUFATURADO 35%: Mercado Estável (Preço e quantidade são definidos pelo exportador)

  25. 25 – AVALIAÇÃO DOS MERCADOS EXTERNOS EM 2014 • EUA: Recuperação econômica não significa aumento exportação. Concorrem Brasil commodities e gás xisto reduz custo produção. Aumento importação • EUROPA: Pulmão comércio mundial, leve recuperação econômica, mantém elevado desemprego e consumo ainda reduzido restringe alta commodities • CHINA: Recuperação EUA e UE ajudam. Reformas internas, menor liquidez e desvalorização yuan geram expectativa menor crescimento abaixo 7,5%. Continuará sendo maior destino exportações Brasil, 90% em commodities. • ARGENTINA: Barreiras Djai, liberação divisas, custo desvalorização e reservas cambiais. Em 2013 export 83, import 74 e saldo 9. Em 2014 export 79, import 69 e superávit 10. Desvio comércio para China. Redução exportação Brasil. Exportações da Argentina 2013 foram 58% agronegócio e 28% industriais. • VENEZUELA: Crise política, reservas cambiais, liberação de divisas, atrasos pagamentos, taxas múltiplas taxas de câmbio, forte desvalorização cambial. Exportação Brasil concentrada alimentos, com redução das exportações • AMERICA SUL: Queda cotações commodities gera queda importações.

  26. 26 – TENDÊNCIAS DOS PRINCIPAIS PRODUTOS EM 2014 • MINÉRIO DE FERRO: Aumento oferta. Leve crescimento demanda. Redução crescimento econômico China. Queda cotação de US$98 para US$83 • SOJA: Elevada cotação estimulou aumento área plantada. Safras recordes. Queda de preços de US$533 para US$500. • FARELO SOJA: Aumento produção e redução demanda geram queda de preço de US$509 para US$500. Gripe aviária na China. • ÓLEO SOJA: Aumento produção e queda cotação de US$985 para US$850 • CAFÉ: Queda produção e recuperação preço de US$2.700 para US$3.000 • AÇUCAR BRUTO: Grande oferta gera queda cotação de US$426 para US$375 • MILHO: Queda preço US$235 para US$190 e quantum de 26 para 15 mi/tons • CARNES FRANGO, BOVINA E SUÍNA: Manutenção de preços e quantidades • PETRÓLEO EXPORTAÇÃO: Expectativa aumento produção e elevação 50% quantidade exportada, de 19 para 30 milhões tons. Até março alta 10% • PLATAFORMAS EXPORTAÇÃO: Redução 7 para 2 unid. 2014. Menos US$5 bi • DERIVADOS PETRÓLEO IMPORTAÇÃO: Gasolina +25 e óleos combust +20%

  27. 27 – PERSPECTIVAS DO COMÉRCIO EXTERIOR PARA 2014 • OMC estima crescimento do comércio mundial de 4,7% • Crescimento China definirá perspectivas comércio exterior Brasil em 2014 • Cotações commodities minerais e metálicas terão queda mais acelerada • Cotações commodities agronegócio terão queda de cotações mais suave • Projeta-se estabilidade nas quantidades exportadas de commodities • Queda cotações commodities vai gerar menor crescimento dos emergentes • Menor crescimento emergentes pode “estimular” protecionismo, podendo ter reflexos negativos nas exportações de manufaturados • Elevação taxa câmbio terá impactos pontuais exportações manufaturados • Elevação taxa cambial terá reflexo limitado na contenção de importações, com eventuais quedas decorrente de fatores econômicos internos • Brasil continuará sendo PAÍS EXPORTADOR DE PESO

  28. 28 – DESAFIOS DO BRASIL NO COMÉRCIO EXTERIOR • FAZER DEVER DE CASA • Realizar reformas ESTRUTURAIS: tributária, trabalhista e previdenciária • Tornar permanentes Reintegra e desoneração folha pagamento exportação • Investir forte e permanente infraestrutura transporte. Reduzir custo logística • Criar política integrada de governo e eliminar políticas isoladas de ministérios • Eliminar, desburocratizar e racionalizar atuação órgãos comércio exterior • Reduzir custo Brasil e equilibrar exportação de commodity e manufaturado • Adotar agressiva política comercial externa, sem política e ideologia • Promover feiras exterior difundir país industrial e exportador manufaturado • Diminuir dependência decisões cenário externo e ampliar decisões internas • Sem entraves e gargalos, taxa de câmbio será apenas fator de conversão • Sem fazer dever de casa, solução é rezar, de preferência em mandarim

  29. 29 – FUTUROLOGIA PARA A BALANÇA COMERCIAL EM 2014

  30. 30 – PERSPECTIVA DA BALANÇA COMERCIAL EM 2014 EQUILÍBRIO, COM VIÉS DE DÉFICIT COMERCIAL

  31. 31 - PARTICIPAÇÃO DOS ESTADOS NAS EXPORTAÇÕES Fonte: MDIC/SECEX Elaboração: AEB

  32. 32 - PARTICIPAÇÃO DOS ESTADOS NA EXPORTAÇÃO DE MANUFATURADOS Fonte: MDIC/SECEX Elaboração: AEB

  33. 33 – OBJETIVOS PRIORITÁRIOS MAIS REDUÇÃO DE CUSTOS E MENOS TAXA DE CÂMBIO

  34. AEB – ASSOCIAÇÃO DE COMÉRCIO EXTERIOR DO BRASIL JOSÉ AUGUSTO DE CASTRO Presidente Avenida General Justo, 335 - 4º andar – Centro Rio de Janeiro – Cep: 20021-130 Fone: (21) 2544-0048 – Fax: (21) 2544-0577 www.aeb.org.br Presidencia@aeb.org.br

More Related