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  1. PROGRAMA HIPERDIA

  2. Hipertensão • A Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS) é a mais freqüente das doenças cardiovasculares. • É o principal fator de risco para as complicações como acidente vascular cerebral (AVC) e infarto agudo do miocárdio, além da doença renal crônica terminal. DIABETES MELLITUS • O Diabetes Mellitus se configura hoje como uma epidemia mundial sendo um grande desafio para os sistemas de saúde de todo o mundo.

  3. HIPERDIA No Brasil, a hipertensão arterial e o diabetes são responsáveis: • primeira causa de mortalidade • hospitalizações • amputações de membros inferiores • representa ainda 62,1% dos diagnósticos de insuficiência renal crônica submetidos à diálise.

  4. HIPERDIA • As estatísticas brasileiras apontam que na população adulta 22% sofrem hipertensão e 8% diabetes. • O banco de dados mostra, cerca de 2 milhões de cadastrados, 73% apresentam hipertensão; 23% têm diabetes e hipertensão associados e 4% somente diabetes. • Uma etapa difícil, a ser superada é a prevenção da Hipertensão e do Diabetes, devido a dificuldade em convencer o portador de que ele precisa mudar seus hábitos de vida, através de uma alimentação saudável, praticar exercícios físicos, em caso de fumantes para largar o vício.

  5. HIPERDIA • Diante desses dados, o Governo Federal viu a necessidade de criar um programa, que pudesse cadastrar e acompanhar pessoas hipertensas e diabéticas. • Sendo assim, criou em 04 de março de 2002, através da Portaria nº 371/GM, o programa Hiperdia.

  6. HIPERDIA • O Hiperdia é um sistema informatizado que permite cadastrar e acompanhar os portadores de hipertensão arterial e/ou diabetes mellitus, captados e vinculados às unidades de saúde ou equipes de Estratégia de Saúde da Família do SUS, gerando informações para profissionais e gestores das secretarias municipais, estaduais e ministério da saúde.

  7. HIPERDIA O sistema permite: • acompanhar e monitorar de forma contínua a qualidade clínica da população, • garante o recebimento dos medicamentos prescritos • define um perfil epidemiológico da população e desenvolver políticas de saúde pública que levem à melhoria da qualidade de vida dessas pessoas.

  8. A POPULAÇÃO-ALVO • Os portadores de hipertensão a serem controlados pelo Programa de Atenção à Hipertensão Arterial correspondem a todos aqueles detectados com níveis pressóricos elevados, em consulta médica realizada por qualquer motivo.

  9. ABORDAGEM DOS FATORES DE RISCO - Hipertensão A promoção da saúde e a prevenção de complicações baseadas na abordagem global dos fatores de risco modificáveis é fundamental. Não-modificáveis • Hereditariedade: história familiar de Hipertensão Arterial. • Idade: o envelhecimento aumenta o risco do desenvolvimento da hipertensão em ambos os sexos. Estimativas sugerem taxas de hipertensão arterial mais elevadas para homens a partir dos 50 anos e para mulheres a partir dos 60 anos. • Raça: Nos Estados Unidos, estudos mostram que a raça negra é mais propensa à Hipertensão Arterial que a raça branca. No Brasil, não há essa evidência.

  10. Modificáveis • Sedentarismo: Indivíduos sedentários apresentam risco aproximado 30% maior de desenvolver hipertensão arterial em relação aos indivíduos ativos: a atividade física regular diminui a pressão arterial. • Tabagismo: o consumo de cigarros está associado ao aumento agudo da pressão arterial e ao maior risco de doenças cardiovasculares. • Excesso de sal: o sal pode desencadear, agravar e manter a hipertensão. • Bebida alcoólica: o uso abusivo de bebidas alcoólicas pode levar à hipertensão. • Peso: a obesidade está associada ao aumento dos níveis pressóricos.Ganho de peso e aumento da circunferência da cintura são índices prognósticos para hipertensão arterial, sendo a obesidade um importante indicador de risco cardiovascular aumentado. • Estresse: excesso de trabalho, angústia, preocupações e ansiedade podem ser responsáveis pela elevação aguda da pressão arterial.

  11. OBJETIVOS DOS SERVIÇOS DE SAÚDE • Vincular os portadores de hipertensão arterial às Unidades de Saúde (US), garantindo-lhes acompanhamento e tratamento; • Detectar, estabelecer diagnóstico, identificar lesões em órgãos alvo e/ou complicações crônicas e adotar tratamento adequado. • Dar subsídios e estimular os profissionais envolvidos na atenção básica, para que promovam medidas coletivas de prevenção, enfocando os fatores de risco cardiovascular. • Reconhecer as situações que requeiram atendimento nos serviços de referência; • Auxiliar o indivíduo a fazer mudanças em seus hábitos de vida, conscientizando a população sobre a importância da promoção à saúde, de hábitos alimentares adequados, peso saudável e da vida ativa, favorecendo a redução da pressão arterial.

  12. A META DE REDUÇÃO DA PRESSÃO ARTERIAL • Deve ser reduzida para valores inferiores a 140/90 mmHg. • Reduções para níveis menores que 130/85 mmHg propiciam maior benefício em pacientes de alto risco cardiovascular.

  13. Identificação dos fatores de risco cardiovascular Fatores de risco maiores • Tabagismo • Dislipidemia • Diabetes melito • Nefropatia • Idade acima de 60 anos • Histórico familiar de doença cardiovascular

  14. Identificação dos fatores de risco cardiovascular Outros fatores • Relação cintura/quadril aumentada • Circunferência da cintura aumentada • Tolerância à glicose diminuída/glicemia de jejum alterada • Hiperuricemia

  15. TRATAMENTO OS OBJETIVOS PRINCIPAIS Os objetivos principais do tratamento da Hipertensão Arterial compreendem: • Melhora da qualidade de vida. • Prevenção de complicações agudas e crônicas relacionadas direta ou indiretamente com a HAS. • Tratamento das doenças concomitantes. • Redução da mortalidade.

  16. AUTOCUIDADO • É uma patologia crônica, o tratamento da Hipertensão é permanente, durando por toda a vida do indivíduo. • A adesão ao plano terapêutico ocorrerá à medida que o cidadão conheça a patologia e suas conseqüências em longo prazo e os benefícios advindos do alcance e da manutenção das metas instituídas. • Reconhecimento de sintomas de descontrole da HAS e de lesões em órgãos-alvo, assim como efeitos colaterais de eventuais medicamentos em uso. • As orientações deverão ser feitas tanto verbalmente quanto por escrito, de forma clara, a fim de que sejam compreendidas pelo paciente e seus familiares.

  17. DIABETES

  18. O DIAGNÓSTICO DE DIABETES • É estabelecido, exceto para grávidas quando: • Glicemia em jejum ≥ 126 mg/dl em mais de uma ocasião (jejum deve ser de 08 a 12 horas) • Presença de sintomas clínicos como poliúria, e inexplicada perda de peso • Glicemia ≥ 200 mg/dl após 02 horas de uma carga oral de 75 gramas de glicose dissolvida em água. Casos em que não se cumprem os critérios diagnósticos, mas também não podem ser considerados como valores normais: • Glicemia de jejum alterada: glicemia de jejum ≥ 110 mg/dl , porém menor que 126 mg/dl • Intolerância à glicose diminuída: glicemia após 02 horas de ingestão de carga oral de 75 gramas de glicose ≥ 140, porém menor que 200 mg/dl

  19. O TRATAMENTO • O tratamento está fundamentado em três pilares: a educação, as modificações no estilo de vida e, se necessário, o uso de medicamentos. • O portador de diabetes deve adotar hábitos de vida saudáveis, peso adequado, da prática regular de atividade física, suspensão do tabagismo e do baixo consumo de gorduras e de bebidas alcoólicas. *A abordagem familiar é fundamental quando se trata de hábitos de vida saudáveis.

  20. O TRATAMENTO O tratamento deve ser sempre individualizado, analisando as seguintes situações: • Idade do paciente; presença de outros fatores de co-morbidades; • Percepção dos sinais de hipoglicemia; • Estado mental do paciente; uso concomitante de outros medicamentos; • Dependência de álcool ou de drogas; cooperação do paciente e da família; • Restrições financeiras.

  21. O CONTROLE DA HIPERTENSÃO E DIABETES – INDICADORES PRINCIPAIS • Indicador tem como objetivo avaliar, de forma indireta, a disponibilidade de ações básicas de prevenção e de controle (diagnóstico precoce, tratamento e educação para a saúde) da doença hipertensiva. • Identificar grupos de risco na população e orientar a adoção de medidas de controle. • Subsidiar o planejamento, a gestão e a avaliação de políticas e de ações voltadas para a atenção à saúde do adulto.

  22. PREVENIR A HIPERTENSÃO E O DIABETES É UMA ESCOLHA. SÓ DEPENDE DE VOCÊ. • PRATIQUE EXERCÍCIOS TENHA UMA ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL, CONTROLE SEU PESO, VÁ AO MÉDICO COM REGULARIDADE.