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GESTÃO ESTRATÉGICA 2009.1

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  1. GESTÃO ESTRATÉGICA2009.1 http://www.administracaovirtual.com/ Jairo de Carvalho Guimarães Jairo de Carvalho Guimarães - FACE - 2008

  2. MÓDULOS 1- Fundamentos da Estratégia Empresarial 2- Análise dos Ambientes 3- Formulação das Estratégias 4- Implementação das Estratégias Jairo de Carvalho Guimarães - FACE - 2008

  3. MÓDULO 1 • Conceitos e evolução do pensamento estratégico • Visão geral da Administração Estratégica • Inovação e Competitividade • Formulação, planejamento, implementação e controle estratégicos Jairo de Carvalho Guimarães - FACE - 2008

  4. MÓDULO 2 • Ambiente Externo • Ambiente Interno • Recursos, capacidades, potencialidades e vantagens competitivas • Comportamento estratégico • Escolhas estratégicas Jairo de Carvalho Guimarães - FACE - 2008

  5. MÓDULO 3 • Estratégias corporativas • Estratégias de negócios • Estratégias funcionais • A mundialização e as estratégias empresariais Jairo de Carvalho Guimarães - FACE - 2008

  6. MÓDULO 4 • Implementação das estratégias – aplicar as estratégias apontadas conceitualmente em ações, possibilidades, potenciais e resultados, produzindo os efeitos desejados Jairo de Carvalho Guimarães - FACE - 2008

  7. Metodologia de ensino • Explanação/diálogo/discussão • Troca de experiências • Atividades em grupo (estudo de casos, debates, leituras dirigidas) • Aulas expositivas • Seminários • Cenários e conjunturas • Questões relâmpagos Jairo de Carvalho Guimarães - FACE - 2008

  8. Aprendizagem x Avaliação Peso 70% • Verificação parcial (VP) Peso 30% • Trabalhos individuais • Trabalhos em equipe • Participação em sala • Assiduidade • Contribuição acadêmica Jairo de Carvalho Guimarães - FACE - 2008

  9. RECIPROCIDADE: ALUNO X PROFESSOR • A TEORIA NÃO SERVE SE NÃO FOR COMPREENDIDA COMO PREMISSA PARA O RESULTADO ASPIRADO • A TEORIA NÃO SE TRANSFORMA SEM QUE HAJA ENTENDIMENTO, APLICAÇÃO E DETERMINAÇÃO • A PRÁTICA DERIVA DA CONEXÃO ENTRE A TEORIA E O SONHO • O SUCESSO (ACADÊMICO, EMPRESARIAL, PESSOAL, AMOROSO) É RESULTADO DA EXISTÊNCIA DE UM SONHO Jairo de Carvalho Guimarães - FACE - 2008

  10. RECIPROCIDADE: ALUNO X PROFESSOR • O SONHO É O QUE MOVE AS PESSOAS • O DESEJO DE DINAMIZAR A VIDA TORNA AS PESSOAS OUSADAS • A OUSADIA FORJA O EMPREENDEDOR • O EMPREENDEDOR NÃO PRESCINDE DAS ESTRATÉGIAS • NÃO HÁ ESTRATÉGIA SEM ADMINISTRAÇÃO (PLANEJAMENTO, DIREÇÃO, CONTROLE, SOLUÇÃO, DECISÃO, GESTÃO, ORGANIZAÇÃO) Jairo de Carvalho Guimarães - FACE - 2008

  11. MÓDULO 1 - Histórico O termo “estratégia” deriva do grego “strategia”, tem origem na literatura de guerra e significa a arte do general. Revolução Industrial: sai das empresas familiares, trabalho artesanal, fazendas/passa para organizações administradas por profissionais. Ênfase na hierarquização, na eficiência, no controle do tempo. Evolução do segmento de transporte; comunicações massificadas; setor de serviços se amplia mediante o surgimento de novas áreas, gerando novas oportunidades e opções, produzindo mais efetividade. 2ª Guerra desestruturou muitos países. EEUU dominam parque tecnológico / detêm infra-estrutura intacta. Jairo de Carvalho Guimarães - FACE - 2008

  12. MÓDULO 1 - Histórico Japão e Alemanha retomam rapidamente a condição competitiva. Empresas norte-americanas perdem competitividade. Segmento automotivo. Exigência de novas técnicas e ferramentas gerenciais para superar a mudança de cenário. Novos modelos organizacionais; novas divisões do trabalho e novas técnicas gerenciais provocam mudanças substanciais no campo das políticas empresariais. 77: Conferência Universidade Pittsburgh.Reunião de pesquisadores dá origem à Administração Estratégica. Jairo de Carvalho Guimarães - FACE - 2008

  13. MÓDULO 1 • ADMINISTRAÇÃO é uma ciência que, no âmbito organizacional, trata, relaciona-se, envolve-se e cuida do PLANEJAMENTO, do CONTROLE, da DIREÇÃO e da ORGANIZAÇÃO Jairo de Carvalho Guimarães - FACE - 2008

  14. MÓDULO 1 • ESTRATÉGIA é o conjunto de planos, estudos, premissas e avaliações que, considerados os valores, a missão, a visão e o negócio da organização, objetivam atingir os resultados previstos originalmente quando da concepção teórica definida pela direção corporativa Jairo de Carvalho Guimarães - FACE - 2008

  15. Conceitos de ESTRATÉGIA • “Planos da alta administração para alcançar resultados consistentes com a missão e os objetivos gerais da organização” (Peter Wright). • “Algo que uma organização necessita ou utiliza para vencer ou para estabelecer sua legitimidade num mundo de rivalidade competitiva” (Howard Thomas) • “É o conjunto de decisões que determinam o comportamento a ser exigido em determinado período de tempo” (Simon) • “É um conjunto de decisões formuladas com o objetivo de orientar o posicionamento da empresa no ambiente” (Djalma Rebouças) • “É o conjunto de objetivos da empresa e a forma de alcançá-los” (Tilles). • “Rivalidade entre companheiros para a conquista de prêmios em um jogo definido e compartilhado” (Andrews). Jairo de Carvalho Guimarães - FACE - 2008

  16. TIPOS DE ESTRATÉGIAS • DELIBERADA:Os gestores planejam seguir um modelo estratégico previamente definido ou historicamente testado. Problema: Impede o aprendizado. • EMERGENTE:Inexiste estratégia para a situação atual e os gestores, através de um processo de tentativa e erro, vão aperfeiçoando e aprendendo com os resultados, de forma que seja identificada a melhor alternativa, adaptável à situação discutida. Problema: impede o controle. Questão de controle: quanto mais emergente a estratégia, mais a gerência central deve tratar o conteúdo como processo, isto é, gerenciar pessoas e estruturas deliberadamente, esperando que elas produzam as estratégias desejáveis (Henry Mintzberg, 2000, p. 267). Jairo de Carvalho Guimarães - FACE - 2008

  17. Escopo estratégico Gestão Estratégica Construção do futuro Visão • Planejamento • Persistir • Sistematizar • Controlar • Percepção ampla • Correr riscos • Enfrentar desafios • Romper paradigmas • Enxergar o presente • a partir do futuro • Destruir muralhas MENTALIDADES Imediatista: 1 mês Operacional: 12 meses Estratégica: 60 a 120 meses Imediatismo Jairo de Carvalho Guimarães - FACE - 2008

  18. Escopo estratégico II AMBIENTE EXTERNO: O que nos é permitido fazer (limitações)? AMBIENTE INTERNO: O que nós sabemos fazer (capacitação/habilidades/competências)? VISÃO: O que nós queremos ser? MISSÃO: Para que servimos? VALORES/PRINCÍPIOS: Como nos comportamos quando fazemos o que sabemos e o que nos é permitido? ESTRATÉGIA: O que nós vamos fazer? PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO: Como será a arquitetura para a análise dos ambientes, avaliação da situação, dimensionamento dos recursos, formulação, implementação e controle das estratégias definidas? GESTÃO ESTRATÉGICA: Como e em que tempo devemos conduzir as ações que precisamos fazer de tal forma que o que foi planejado seja efetivamente aplicado? GE: processo sistemático, planejado, gerenciado, executado e acompanhado sob a liderança da alta administração, envolvendo e comprometendo todos os gerentes e colaboradores da organização (COSTA, Eliezer A., p. 56) Jairo de Carvalho Guimarães - FACE - 2008

  19. MÓDULO 1 PERSPECTIVAS PARA ALINHAVAR O ENTENDIMENTO SOBRE GESTÃO ESTRATÉGICA VISÃO TRADICIONAL PONTO DE VISTA DO PÚBLICO INTERESSADO (PI) VISÃO FUNDAMENTADA EM RECURSOS Jairo de Carvalho Guimarães - FACE - 2008

  20. Módulo 1- Visão Tradicional Jairo de Carvalho Guimarães - FACE - 2008

  21. Módulo 1- Visão Tradicional “É o ambiente que determina a melhor estratégia. Chama-se de “determinismo ambiental” DIREÇÃO ESTRATÉGICA: SURGIMENTO E NASCIMENTO DA MISSÃO, METAS, VALORES FORMULAÇÃO DAS ESTRATÉGIAS: 1)TIRAR VANTAGEM DOS P. FORTES 2) NEUTRALIZAR OS P. FRACOS 3) INVESTIR NAS OPORTUNIDADES 4) ELIMINAR OU POSTERGAR AS AMEAÇAS ANÁLISE SITUACIONAL: AVALIAR OS AMBIENTES EXTERNO E INTERNO • IMPLEMENTAÇÃO DAS ESTRATÉGIAS: • DESENVOLVER E EXECUTAR OS PLANOS DE • FORMA QUE O PROJETO, A DIREÇÃO E OS • SISTEMAS DE ADMINISTRAÇÃO E CONTROLE • CAMINHEM DE FORMA HARMONIOSA Jairo de Carvalho Guimarães - FACE - 2008

  22. RESUMO: VISÃO TRADICIONAL A empresa deve: • Procurar adotar as duas estratégias estudadas (deliberada e emergente) • Adaptar-se aos ambientes, pois são eles que determinam e conduzem à melhor estratégia (“determinismo ambiental”) • Se necessário for, tentar influenciar o ambiente criando situações que a favoreça (ex.: alianças estratégicas, lobby político, propaganda, fusões, incorporações, cisões, mundialização) Jairo de Carvalho Guimarães - FACE - 2008

  23. Visão fundamentada em recursos A vantagem competitiva deriva da existência de recursos superiores e da capacidade gerencial. Conhecimento, Desempenho e Aprendizado (CDA) organizacional Jairo de Carvalho Guimarães - FACE - 2008

  24. Visão do Público Interessado Concorrentes Sindicatos Clientes Terroristas Facções criminosas A relação e a influência entre os envolvidos (I/E) são recíprocas, considerando que há dependência entre a empresa e os PI´s. Mídia Fornecedores Ativistas Parceiros Governo Políticos Bancos Comunidades Acionistas Donos Diretoria Funcionários Jairo de Carvalho Guimarães - FACE - 2008

  25. PI=Público Interessado (stakeholders): Pessoas ou Grupos que podem influir ou são influenciadas de forma significativa pelas atividades de uma organização (Governo, clientes, fornecedores, bancos, parceiros, acionistas, políticos) Gestão Estratégica: Processo pelo qual as empresas compreendem os ambientes (I/E), estabelecem a direção estratégica, criam e implementam as estratégias que objetivam mover a empresa para a direção traçada e se esforçam para satisfazer seus principais PI´s. MÓDULO 1 Jairo de Carvalho Guimarães - FACE - 2008

  26. MÓDULO 1 • GE pressupõe desafios, ajustes, mudanças, adaptações • GE deve prever ameaças e absorver as oportunidades (A. Externo) • GE é constituída do reconhecimento de pontos fortes e fracos na organização (A.Interno) • GE deve considerar os anseios dos stakeholders (interessados) Jairo de Carvalho Guimarães - FACE - 2008

  27. MÓDULO 1 GE deve servir de catalisador entre os pontos fortes e fracos (AI), fazendo-os combinar com as oportunidades e ameaças identificadas (AE) • GE deve definir a missão, os valores, a visão e, muitas vezes, o próprio negócio, haja vista que inúmeras organizações alteram, no curso de sua existência, a essência de suas atividades, exatamente porque precisam se readaptar aos novos momentos ou não suportaram as ameaças surgidas Jairo de Carvalho Guimarães - FACE - 2008

  28. Os proprietários da empresa 1º Os donos (mediante capital, ideais, visão de negócio e valores) 2º Os funcionários (competências, comprometimento, aprendizagem) 3º O Governo (todas as esferas, através dos tributos) 4º Os acionistas (abertura de capital permitindo a pulverização da propriedade e captação de recursos com custo menor) 5º A sociedade (através da indução das ações responsáveis e éticas, demandas, transformações, mudança de hábitos) 6º Outras empresas (através de aquisições, fusões, joint-ventures) Jairo de Carvalho Guimarães - FACE - 2008

  29. MÓDULO 1 - Fluxo da G.E. ORGANIZAÇÕES RELACIONAMENTO EMPRESAS BEM-SUCEDIDAS/ QUE DÃO CERTO/ANDAM PÚBLICO INTERESSADO (PI) INFLUÊNCIA, DIREITOS, OPINIÕES, CONDUÇÃO VIABILIZA,INCENTIVA E PERPETUA O NEGÓCIO EMPRESA ADQUIRE, DESENVOLVE, ADMINISTRA E APLICA RECURSOS E COMPETÊNCIAS GERA VANTAGENS COMPETITIVAS Jairo de Carvalho Guimarães - FACE - 2008

  30. G.E. em uma abordagem sistêmica Jairo de Carvalho Guimarães - FACE - 2008

  31. Fluxo para elaboração do Planejamento Estratégico INTERNO Pontos Fortes e Fracos EXTERNO Oportunidades E Ameaças Jairo de Carvalho Guimarães - FACE - 2008

  32. GESTÃO EMPRESARIAL- MODELO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO SISTEMA DE GESTÃO NEGÓCIO (what?) MISSÃO (why?) VISÃO (where?) VALORES (who?) Jairo de Carvalho Guimarães - FACE - 2008

  33. Gestão – O NEGÓCIO (what) Qual o segmento que a empresa atua, o que ela faz e como pretende chegar no futuro produzindo o produto ou serviço que forma sua arquitetura negocial. Jairo de Carvalho Guimarães - FACE - 2008

  34. Gestão – A MISSÃO (why) Expressão que designa o que a organização É, quais as razões de sua existência, qual o senso direcional definido, quais os seus propósitos, qual o desejo de seu fundador quando a instituiu. Deve considerar um objetivo, e dois importantes PI´s: o proprietário ou acionista e os clientes. Muitas vezes, a declaração de missão serve como referencial para o planejamento estratégico e ainda como transmissor do significado e do objetivo da organização para entendimento dos PI´s internos e externos. Raramente é alterada durante a existência da organização. Jairo de Carvalho Guimarães - FACE - 2008

  35. Missão, segundo Kotler “Uma missão bem definida desenvolve nos funcionários um senso comum de oportunidade, direção, significância e realização. Uma missão bem explícita atua como uma mão invisível que guia os funcionários para um trabalho independente, mas coletivo, na direção da realização dos potenciais da empresa” (Philip Kotler). Jairo de Carvalho Guimarães - FACE - 2008

  36. Exemplos de “Missão” “Atender as necessidades de alimentação do ser humano, com produtos saborosos e saudáveis. Criar valor para o acionista, para o cliente e para o consumidor, contribuindo para o crescimento dos colaboradores"(SADIA) “A missão da CAIXA é promover a melhoria contínua da qualidade de vida da população brasileira, intermediando recursos e negócios financeiros, atuando no fomento ao desenvolvimento urbano e nos segmentos de habitação, saneamento e infra-estrutura, e na administração de fundos, programas e serviços de caráter social”. (CAIXA) “Desenvolver as oportunidades de negócios, presentes e futuras, oferecendo ao consumidor produtos alimentícios e serviços de alta qualidade e de valor agregado, a preços competitivos”. (NESTLÉ) “Participar da vida das pessoas, oferecendo alimentos saborosos, de alta qualidade e a preços acessíveis, em qualquer lugar do mundo” (PERDIGÃO) Jairo de Carvalho Guimarães - FACE - 2008

  37. Gestão – A VISÃO (where) • Define o que a organização pretende ser no futuro, onde ela deseja chegar, que tamanho almeja ter. A visão está atrelada a um modelo empreendedor, pois pressupõe eventuais mudanças. É dinâmica, flexível e pode ser alterada no decorrer do tempo. Orienta as políticas a serem seguidas e corrige o rumo se necessário. Normalmente, atua a longo prazo, pois está vinculada a um processo de aplicação de vultosos investimentos em ativo fixo. Alguns visionários: Sam Walton (Wal-Mart), Lee Iacocca (Chrysler), Steven Jobs (Apple), Rolim Amaro (TAM), Roberto Marinho (Globo), Edson Queiroz (Grupo Edson Queiroz), Carlos Ghosn (Renault/Nissan). Jairo de Carvalho Guimarães - FACE - 2008

  38. Exemplos de “Visão” A empresa “se diferenciará pela imagem de sua marca, por excelência nos serviços, inovação e qualidade dos produtos". (SADIA) “A CAIXA será referência mundial como banco público integrado, rentável, socialmente responsável, eficiente, ágil e com permanente capacidade de renovação”. (CAIXA) • “Manter a Empresa como a maior em termos de alimentos industrializados e conseguir a liderança nos segmentos em que atua; • Assegurar o progresso social e profissional dos Colaboradores; • Contribuir para o desenvolvimento da sociedade; • Manter a liderança tecnológica; • Manter a imagem de excelência e qualidade”. (NESTLÉ) “Vamos CRESCER e expandir nossas operações de forma globalizada. Seremos a melhor escolha em qualquer lugar, tornando-nos uma empresa de CLASSE MUNDIAL.Para nós da PERDIGÃO o TRABALHO de hoje faz o MUNDO de amanhã MELHOR”. (PERDIGÃO). Jairo de Carvalho Guimarães - FACE - 2008

  39. Gestão – Os VALORES (who) • Cadeia composta de práticas, comportamentos, atitudes, reconhecimentos, compromissos e ações que vão conduzir a organização ao seu objetivo. Pode-se dizer que é o elo que une a missão e a visão. De um lado tem-se o que a empresa é e do outro onde ela pretende chegar. Se os verdadeiros valores não forem admitidos (ética, satisfação do cliente, confiança, lealdade, honestidade etc.) dificilmente a organização obterá respeito dos stakeholders (PI´s). Isso pode, eventualmente, comprometer a vantagem competitiva da empresa. Jairo de Carvalho Guimarães - FACE - 2008

  40. Exemplos de “Valores” “Qualidade e melhoria contínua dos produtos e serviços para satisfação dos consumidores; Compromisso, valorização e envolvimento dos Recursos Humanos; Compromisso com a verdade; Comportamento ético; Aperfeiçoamento das relações com clientes, fornecedores e consumidores”. (NESTLÉ) “Proximidade ao cliente; alta performance; adicionar valor; renovação; respeito; responsabilidade; sustentabilidade” (VW). “Confiabilidade; qualidade; participação; simplicidade; pessoas; eficiência; responsabilidade sócio-ambiental” (PERDIGÃO) Jairo de Carvalho Guimarães - FACE - 2008

  41. A Gestão Estratégica compreende três requisitos 1- Planejamento Estratégico (processo de elaborar a estratégia, que é a relação pretendida da organização com seu ambiente) 2- Implementação da estratégia (processo de colocar em prática o que ficou definido no estudo) 3- Acompanhamento e avaliação da estratégia implementada (processo de acompanhar, controlar, avaliar e ajustar a estratégia que foi estabelecida como referencial) Jairo de Carvalho Guimarães - FACE - 2008

  42. Requisito 1: Planejamento Estratégico I • Análise da situação estratégica presente da organização (onde estamos? como chegamos aqui? a situação atual é a melhor alternativa para o nosso sucesso?) • Análise do ambiente interno (sw) • Análise do ambiente externo (ot) • Definição do plano estratégico (para onde devemos ir? o que devemos fazer para chegar lá? que caminho devemos tomar?) Jairo de Carvalho Guimarães - FACE - 2008

  43. Requisito 1: Planejamento Estratégico II • ANÁLISE DA SITUAÇÃO ESTRATÉGICA: Decisões tomadas no passado (afetam o presente) e Decisões que estão sendo tomadas no presente (afetam o futuro). Qualquer que seja a situação da decisão, os componentes das estratégias são: 1- Escopo ou modelo do negócio>>produtos e mercados (identificar volume de negócios ou atividades que cada produto contribui para o faturamento da organização) 2- Vantagens competitivas (permite entender as razões pelas quais os consumidores preferem um produto/serviço em vez de outro – mostrar slide específico) 3- Participação no mercado (proporção que a empresa tem no mercado em que atua) 4- Desempenho (avaliar os indicadores: clientes, vendas, rentabilidade, taxa de retorno do capital investido, participação em listas de Melhores e Maiores) 5- Uso de recursos (quais os ativos de maior valor da empresa? Onde estão localizados? Onde estão os talentos? Onde se faz mais investimentos na empresa? Onde se faz de forma negligente ou privilegiada? Jairo de Carvalho Guimarães - FACE - 2008

  44. Requisito 1:Planejamento Estratégico III • DEFINIÇÃO DO PLANO ESTRATÉGICO (É a conseqüência da análise da situação estratégica, de ameaças e oportunidades do ambiente externo e dos pontos fracos e fortes do ambiente interno. Um plano estratégico define a relação pretendida da organização com seu ambiente, considerando suas competências e recursos. Compõem a definição do plano: 1- NEGÓCIO (qual é o nosso negócio? É a escolha do modelo de negócio que a organização pretende aplicar. É a vocação negocial que a empresa optou) 2- OBJETIVOS ESTRATÉGICOS (são os resultados que a organização pretende realizar. São intenções. Ex.: manter posição de liderança; sobreviver; ampliar participação em outro mercado) 3-VANTAGENS COMPETITIVAS (o diferencial que a empresa dispõe para que se mantenha na frente da concorrência) 4- ALOCAÇAO DE RECURSOS (representa a transição entre o planejamento e a implementação da estratégia). Jairo de Carvalho Guimarães - FACE - 2008

  45. OBJETIVOS • Objetivo é a meta definida pela organização para a qual devem ser direcionados e concentrados os esforços de todas as áreas e atores envolvidos. Deriva da soma da visão, da missão e dos valores e crenças. Ao grupo de objetivos dá-se a qualificação de “políticas”. São divididos em GERAL e ESPECÍFICO (ou funcional>>> RH, produção, marketing, contábil, financeira, ambiental, tecnológico, etc.). Jairo de Carvalho Guimarães - FACE - 2008

  46. OBJETIVOS • MACROAMBIENTE • AMEAÇAS E OPORTUNIDADES SETOR OU SEGMENTO AMEAÇAS E OPORTUNIDADES MISSÃO DA EMPRESA SOB O PONTO DE VISTA DA ANÁLISE DO S.W.O.T. OBJETIVOS Jairo de Carvalho Guimarães - FACE - 2008

  47. OBJETIVOS • São chamados de GERAIS porque atuam em uma concepção abrangente e apresentam fins genéricos em sua análise. Vários stakeholders têm objetivos gerais distintos para a empresa e ela terá que saber conciliar estes inúmeros interesses. Exs.: “A empresa deve ampliar sua participação no mercado (market share) através de crescimento sustentado” ou “reduzir os custos”. • Diz-se que são ESPECÍFICOS quando atuam de forma focalizada, são verificáveis e direcionados a um determinado setor. A partir dos GERAIS são definidos os ESPECÍFICOS. Normalmente são quantificados. Exs.: “Para crescer, a empresa terá que aumentar as vendas em 20% por ano” ou “reduzir em 10% a verba para mídia (setor MKT) e 20% os custos relacionados com folha de pessoal (RH, produção, comercial, financeira, etc.”. Jairo de Carvalho Guimarães - FACE - 2008

  48. A Administração envolve 3 níveis de análise que geram ameaças ou oportunidades NÍVEL 1- Ambiente Geral ou macro-ambiente Influências sócio-culturais, tecnológicas, econômicas, políticas e ambientais NÍVEL 2 - Ambiente Operacional ou Setorial Sindicatos Ativistas Fornecedores Concorrentes Clientes Mídia Comunidade local NÍVEL 3 - Organização Acionistas Proprietários Funcionários Jairo de Carvalho Guimarães - FACE - 2008

  49. NÍVEL 1- Ambiente Geral ou macro-ambiente • Viés Político: eleições, blocos econômicos, sentenças judiciais, legislação, taxação, Adin, Adecon, lobby dos concorrentes, cortes governamentais, corrupção, medida provisória. • Viés Social: tradições (Natal, Carnaval); valores (liberdade e igualdade de oportunidades); tendências (cuidado com saúde e corpo, respeito à vida, mudanças demográficas, expectativa de vida etc.) • Viés Econômico: PIB, dólar, inflação, juros, quebra de um banco, cisão, joint-venture, endividamento do Governo, desemprego etc. • Viés Tecnológico: inovações, melhorias contínuas, automação, gastos com P&D • Viés Ambiental: poluição, inobservância às leis ambientais, interferência em recursos vitais Jairo de Carvalho Guimarães - FACE - 2008

  50. NÍVEL 2 - Ambiente Operacional ou Setorial – Fonte: Michael Porter • Poder de barganha dos compradores (enorme poder sobre os preços: Extra, Makro, Insinuante, Casas Bahia, Ford, GM) • Poder de barganha dos fornecedores (setores fragmentados, inexistem produtos substitutos, relevância dos insumos para o comprador) • Pressão de produtos substitutos (TV a cabo, produtos de marca própria, garantia estendida) • Intensidade da rivalidade entre concorrentes (muitos concorrentes, crescimento lento do setor, custos fixos/estocagem altos, ausência de diferenciação gera maior competição) • Ameaças de novos concorrentes que ingressam no setor (barreiras de entrada e retaliação esperada). Resumo: a empresa pode operar com altos lucros se houver grandes barreiras de entrada; baixa intensidade de concorrência entre empresas semelhantes; sem produtos substitutos; compradores fracos e fornecedores fracos. Jairo de Carvalho Guimarães - FACE - 2008