1 / 31

3o Seminário de Promoção à Saúde e Prevenção de Doenças Rio de Janeiro, 13 de dezembro de 2006

3o Seminário de Promoção à Saúde e Prevenção de Doenças Rio de Janeiro, 13 de dezembro de 2006. MUDANÇAS NOS MODELOS ASSISTENCIAIS NA SUPLEMENTAR – UMA NOVA PERSPECTIVA REGULATÓRIA. SETOR SUPLEMENTAR EM SAÚDE NO BRASIL. Crescimento a partir da década de 60 – Medicinas de grupo

celine
Download Presentation

3o Seminário de Promoção à Saúde e Prevenção de Doenças Rio de Janeiro, 13 de dezembro de 2006

An Image/Link below is provided (as is) to download presentation Download Policy: Content on the Website is provided to you AS IS for your information and personal use and may not be sold / licensed / shared on other websites without getting consent from its author. Content is provided to you AS IS for your information and personal use only. Download presentation by click this link. While downloading, if for some reason you are not able to download a presentation, the publisher may have deleted the file from their server. During download, if you can't get a presentation, the file might be deleted by the publisher.

E N D

Presentation Transcript


  1. 3o Seminário de Promoção à Saúde e Prevenção de DoençasRio de Janeiro, 13 de dezembro de 2006 MUDANÇAS NOS MODELOS ASSISTENCIAIS NA SUPLEMENTAR – UMA NOVA PERSPECTIVA REGULATÓRIA

  2. SETOR SUPLEMENTAR EM SAÚDE NO BRASIL Crescimento a partir da década de 60 – Medicinas de grupo Décadas de 70 e 80 – outras modalidades assistenciais Ausência de regulamentação – exceção seguradoras (SUSEP) CRESCIMENTO SEM REGRAS

  3. SETOR SUPLEMENTAR Setor sustentado e permeado por uma lógica econômica e composto por atores com interesses antagônicos Financiamento – pagamento por serviço Modelo assistencial médico–hegemônico e procedimento centrado Assistência dividida por segmentos (ambulatorial, hospitalar com e sem obstetrícia e odontológico) Pouca prática de ações de prevenção de doenças e de promoção à saúde Consumo acrítico de tecnologias Sistema de alto custo e baixo impacto

  4. REGULAÇÃO EM SAÚDE SUPLEMENTAR -NOVO MOMENTO • Introdução da ATENÇÃO À SAÚDE como dimensão prioritária do processo regulatório • SAÚDE – Intervenção em todos os aspectos: promoção, prevenção, diagnóstico, tratamento e reabilitação

  5. Características dos modelos assistenciais existentes no setor da Saúde Suplementar • Saúde como ausência de doenças; • Doenças apenas como lesões ou alterações do corpo biológico; • Desconsidera outros determinantes da saúde-doença; • Centrados na produção de procedimentos reparadores; • Fragmentação do cuidado; • Atuação desarticulada, desintegrada e pouco cuidadora;

  6. Características dos modelos assistenciais existentes no setor da Saúde Suplementar • Atendem apenas à demanda espontânea; • Centralidade da atenção médica; • Crescente especialização médica; • Centralidade da atenção hospitalar; • Incorporam acriticamente novas tecnologias; • Consumo excessivo de procedimentos de alto custo; • Não avaliam sistematicamente seus resultados.

  7. Características dos Modelos de Atenção existentes no setor da Saúde Suplementar Gastam muito e sem necessidade Conseguem poucos resultados Contribuem pouco na melhoria da saúde Baixa Efetividade Baixa Eficiência Baixa Eficácia

  8. OPERADORAS/PRESTADORES ATUANDO EM TODOS ESTES MOMENTOS GESTORAS DO CUIDADO CONHECENDO E INTERVINDO SOBRE A SAÚDE DE SEUS BENEFICIÁRIOS Regulação do Setor da Saúde SuplementarNovos Modelos de Atenção à Saúde • Para responder a complexidade da saúde e a produção da atenção integral, os modelos devem: Articular e integrar • Atenção: ambulatorial, hospitalar, cuidados intensivos, urgência e emergência, SADTs • Ações de promoção, proteção, diagnóstico precoce, controle, tratamento e reabilitação

  9. Repensando e construindo Modelos de Atenção à Saúde em novas bases Construção de Modelos de Atenção centrados na produção do Cuidado Integral à Saúde, que promovam o bem-estar, respondam ao sofrimento e restabeleçam a autonomia dos usuários na condução de suas vidas.

  10. Repensando e construindo Modelos de Atenção à Saúde em novas bases • Melhorar e humanizar o acesso - Acolhimento; • Aumentar o Vínculo / Responsabilização (nova relação profissional de saúde-usuário); • Trabalho em equipe e multidisciplinar; • Prática clínica cuidadora - Gestores do cuidado ou cuidadores monitorando e articulando as diversas intervenções em saúde através do acompanhamento do caminhar do usuário pela rede de serviços; • Aumentar a qualidade da atenção (ações coordenadas, continuidade e satisfação);

  11. Repensando e construindo Modelos de Atenção à Saúde em novas bases • Profissionalização e democratização dos serviços; • Articulação em rede; • Participação da sociedade / Controle dos beneficiários; • Aumentar a resolubilidade, a eficiência e a efetividade • GRANDE PACTO ENTRE OS ATORES DA SAÚDE SUPLEMENTAR PARA MUDANÇA DO MODELO (OPERADORAS, PRESTADORES, BENEFICIÁRIOS E ÓRGÃO REGULADOR)

  12. ANS: movimentos em direção à regulação com foco na saúde • Estímulo a desenvolvimento de projetos de Promoção à Saúde e Prevenção de Doenças • Articulação MS e ANS em políticas de atenção • Regulação indutora de qualificação da rede prestadora (monitoramento de rede, contratualização) • Troca de Informações em Saúde (TISS) • Pesquisas para apoio à regulação da atenção • Reforço à construção de uma política de avaliação e incorporação tecnológica no País • Política de Qualificação – avaliação e intervenção para melhoria da qualidade das operadoras e da ANS

  13. Reforço à construção de uma política de avaliação e incorporação tecnológica no país • Criação da Gerência de Avaliação de Tecnologias em Saúde – GEATS/DIDES • Revisão dos Róis de Procedimentos da ANS - inclusão de novos procedimentos apenas com comprovada eficácia e com critérios • Articulação com a ANVISA para aprimoramento de processos afins – RDC nº 185 e BRATS • Participação em Câmaras Técnicas da ANVISA e AMB para articulação das ações • Participação na Comissão para Elaboração da Política Nacional de Gestão de Tecnologias – PNGTS a ser publicada por portaria ministerial • Membro da Comissão de Incorporação Tecnológica do MS/ CITEC – fórum de análise e decisão das demandas para incorporação em funcionamento – stent recoberto, interferon peguilado etc

  14. PROGRAMA QUALIFICAÇÃO DA SAÚDE SUPLEMENTAR COMPONENTES • AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DAS OPERADORAS • AVALIACAO DA QUALIDADE INSTITUCIONAL DA ANS

  15. AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DAS OPERADORAS • Dimensões da avaliação: • Atenção à Saúde; • Estrutura e Operação; • Econômico-Financeira; • Satisfação do Beneficiário.

  16. ÍNDICE DE DESEMPENHO • Índice de Desempenho (ID) é um valor calculado pela razão entre a pontuação obtida pela operadora (O) e a pontuação estabelecida pela ANS (E), em cada indicador. Índice de Desempenho (ID) = Pontuação Obtida (O) Pontuação Estabelecida (E) Critérios de pontuações são descritos na Ficha Técnica de cada indicador.

  17. Índice de desempenho Situação de Desempenho 1 0 Situação que atinge a pontuação esperada por atingir a meta estabelecida Situação em que não é possível a pontuação Sem informação ou com inconsistências

  18. Pontuação obtida (O) Pontuação esperada pela ANS (E) Índice de Desempenho (ID) = Índice de Desempenho do Indicador Pontuação obtida pela operadora no indicador Pontuação esperada no indicador pela ANS = Índice de Desempenho da Dimensão Somatório de pontos obtidos pela operadora nos indicadores da dimensão Somatório da pontuação esperada pela ANS (E) nos indicadores da dimensão = Índice de Desempenho da Operadora (ID Dim.Atenção. x 0,5) + (ID Dim.Econ. x 0,3) + (ID Dim. Estr.Op. x 0,1) + (ID Dim.Satisf. x 0,1) = Índice de Desempenho do Setor de Saúde Suplementar (ID Operadora1 x Nº. Benef. Oper.1) + (ID Operadora 2 x Nº. Benef. Oper.2) + (...) +(ID Operadora N x Nº. Benf. Oper.N) Total de Beneficiários do Setor de Saúde Suplementar = ÍNDICE DE DESEMPENHO - ID DADOS META

  19. Parâmetros para o estabelecimento de metas • Índices internacionais; • Índices nacionais; • Estabelecidos em atos normativos da ANS; • Definições técnicas da ANS; • Comparação por classificação e/ou porte da operadora.

  20. Programa de Qualificação Atenção à Saúde – 50% Linhas de cuidado : • Saúde materno-neonatal; • Saúde bucal; • Cuidado aos pacientes portadores de transtornos cardiovasculares; e • Cuidado aos pacientes portadores de neoplasias.

  21. Neoplasias

  22. Indicadores de Atenção à Saúde Indicadores da dimensão Atenção à Saúde do Programa de Qualificação das operadoras FASES INDICADORES 1 2 3 Taxa de Prematuridade X X X Proporção de Parto Cesáreo X X X Taxa de Natimortalidade X X X Taxa de Internações por Complicações no Período de Puerpério* X Taxa de Internações por Transtornos Maternos na Gravidez* X Proporção de Internações por Transtornos Maternos Hemorrágicos durante a Gravidez, Parto e Puerpério X X Proporção de Internações por Transtornos Maternos Hipertensivos durante a Gravidez, Parto e Puerpério X X Proporção de Internações por Transtornos Maternos Infecciosos durante o Puerpério X X Proporção de Internações por Gravidez Terminada em Aborto X X Taxa de Procedimentos Preventivos Odontológicos** X Índice de Procedimentos de Periodontia** X Taxa de Procedimentos Endodônticos** X Índice de Procedimentos de Dentística*** X

  23. Indicadores de Atenção à Saúde Indicadores da dimensão Atenção à Saúde do Programa de Qualificação das operadoras - continuação

  24. Indicadores de Atenção à Saúde Indicadores da dimensão Atenção à Saúde do Programa de Qualificação das operadoras - continuação Notas:* Os indicadores de Taxa de Internações por Transtornos Maternos na Gravidez e Taxa de Internações por Complicações no Período do Puerpério serão substituídos a partir da 2ª fase pelos indicadores: Taxa de Internações por Transtornos Maternos Hemorrágicos durante a Gravidez Parto e Puerpério; Taxa de Internações por Transtornos Maternos Hipertensivos no Período da Gravidez, Parto e Puerpério; Taxa de Internações por Transtornos Maternos Infecciosos durante o Puerpério; Taxa de Internações por Gravidez Terminada em Aborto. ** Indicadores foram substituídos pelos seguintes: Número de procedimentos endodônticos; Número de procedimentos de periodontia; Número de procedimentos odontológicos preventivos.*** Indicador retirado do Programa de Qualificação.

  25. Atenção à Saúde Distribuição das Operadoras por nível de desempenho e motivo de inconsistência em 2005

  26. Gráfico 2 – Distribuição % das operadoras por níveis de desempenho e por modalidade em 2005.

  27. INDICADORES MATERNO-NEONATAIS

  28. Parto Cesáreo Distribuição da Proporção de Parto Cesáreo em diferentes países Notas: (*) Somente dados de hospitais públicos, o que implica em super-estimação dos partos cesáreos, segundo a fonte Fontes: Brasil: MS e ANS. Argentina: Pesquisa Encuesta de Condiciones de Vida 2001-DAlud. Demais Países: Health at Glance OECD Indicators 2005. In: OECD Publishing

  29. Perspectivas da regulação Mudança no papel e desempenho dos atores da saúde suplementar • as operadoras gestoras de saúde; • os prestadores de serviços produtores de cuidado em saúde usuários com consciência sanitária • os beneficiários órgão regulador qualificado e eficiente para regular um setor que objetiva produzir saúde. • a ANS

  30. Alzira de Oliveira Jorge Secretária Executiva da ANS Diretora-Adjunta da DIPRO (21) 2105 0411 E-mail: alzira.jorge@ans.gov.br

More Related