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Química ambiental

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  1. Química ambiental

  2. A Química Ambiental Originou-se da Química clássica e hoje é uma ciência interdisciplinar por envolver não só as áreas básicas da Química como também a Biologia, a Geologia, a Ecologia e a Engenharia Sanitária. A Química Ambiental estuda os processos químicos (mudanças) que ocorrem no meio ambiente. Essas mudanças podem ser naturais ou causadas pelo homem e em alguns casos podem trazer sérios danos à humanidade.

  3. A Química Ambiental Química ambiental é a química do meio ambiente. Pode ser dividido na química dos processos naturais no ar, na água e no solo da terra. Diz respeito principalmente com os aspectos químicos dos problemas que os seres humanos criaram no meio ambiente natural.

  4. A Química Ambiental Uma reação química é uma transformação da matéria na qual ocorrem mudanças qualitativas na composição química de uma ou mais substâncias reagentes, resultando em um ou mais produtos. É uma transformação da matéria em que pelo menos uma ligação química é criada ou desfeita.

  5. Lei de Lavoisier(1760, em um ensaio de Mikhail Lomonosov ) • Os estudos experimentais realizados por Lavoisier levaram-no a concluir que, numa reação química que se processe num sistema fechado, a massa permanece constante, ou seja, a soma das massas dos reagentes é igual à soma das massas dos produtos: m(reagentes) = m(produtos) • Por exemplo, 2 g de hidrogênio + 16 g de oxigênio = 18 g de água; e, 12 g de carbono + 32 g de oxigênio = 44 g de gás carbônico. "Na natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma".

  6. A Lei de Proust ou a Lei das proporções constantes(1797 pelo químico Joseph Louis Proust) • as massas dos reagentes e as massas dos produtos que participam da reação obedecem sempre a uma proporção constante. Essa proporção é característica de cada reação, isto é, independe da quantidade de reagentes utilizados. • concorda com a lei de Lavoisier e mais tarde, a base para a teoria atômica de Dalton

  7. Termodinâmica • Causas das reações químicas - fatores termodinâmicos e cinéticos. • Termodinâmica, reação favorecida por aumento daentropia e a diminuição da energia. • Se ΔA e ΔG forem maiores que zero em dadas condições, a reação é dita como não espontânea nessas condições, e ela ocorre ou não ocorre em escala apreciável. Na situação de ΔA e ΔG iguais a zero teremos um equilíbrio químico. • Caso ΔA e ΔG sejam menores que zero em dadas condições, dizemos que a reação é termodinamicamente favorável nestas condições, ou seja, ela é espontânea. Contudo é importante notar que uma reação ser espontânea não necessariamente significa que ela ocorra rapidamente.

  8. LEI No 9.605, DE 12 DE FEVEREIRO DE 1998 - Dispõe sobre as sanções penais e administrativas derivadas de condutas e atividades lesivas ao meio ambiente, e da outras providencias. • Art. 54. Causar poluição de qualquer natureza em níveis tais que resultem ou possam resultar em danos a saúde humana, ou que provoquem a mortandade de animais ou a destruição significativa da flora:Pena - reclusão, de um a quatro anos, e multa.§ 1 . Se o crime e culposo:Pena - detenção, de seis meses a um ano, e multa.§ 2 . Se o crime:I - tornar uma área, urbana ou rural, imprópria para a ocupação humana;II - causar poluição atmosférica que provoque a retirada, ainda que momentânea, dos habitantes das áreas afetadas, ou que cause danos diretos a saúde da população;III - causar poluição hídrica que torne necessária a interrupção do abastecimento publico de água de uma comunidade;IV - dificultar ou impedir o uso publico das praias;V - ocorrer por lançamento de resíduos sólidos, líquidos ou gasosos, ou detritos, óleos ou substancias oleosas, em desacordo com as exigências estabelecidas em leis ou regulamentos:Pena - reclusão, de um a cinco anos.

  9. Segurança no laboratório de química • são considerados áreas de alto risco • mutilações e outras lesões permanentes • muitas situações potenciais de acidentes nos laboratórios • corrosivos, inflamáveis, tóxicos, mutagênicos, teratogênicos e cancerígenos • dermatoses, leucopenias, plaquetopenias, leucemia, silicoses • hepatite

  10. Segurança no laboratório de química • Um programa de segurança eficaz começa por uma análise prévia das condições atuais • seu layout, saídas de emergência, condições do piso, iluminação, ventilação e renovação do ar • Capelas, chuveiros, lava-olhos e mantas corta-fogo funcionando? • incompatibilidades dos reagentes, controle dos estoques, peroxidáveis x explosões • planos de emergências contra derramamentos e vazamentos • resíduos armazenados e encaminhados • Todos estão cientes e treinados (EPIs)?

  11. Segurança no laboratório de química Manuseio seguro de produtos químicos, em todas as etapas desde a produção até o descarte, implica em conhecer os riscos e procedimentos de utilização de seus produtos Principais fontes de Informação: • FISPQ – Ficha de Informações de Segurança de Produto Químico, ou Material Safety Data Sheet (MSDS) • Rótulo de Segurança • Ficha de Emergência

  12. Segurança no laboratório de química FISPQ • Dirigida a profissionais das áreas de saúde, segurança e meio ambiente, deve ser de conhecimento de todos profissionais envolvidos com o produto: compradores, vendedores, engenheiros. Contém informações detalhadas sobre as propriedades físico-químicas, riscos e recomendações de manuseio e transporte dos produtos • É responsabilidade do fabricante ou importador fornecê-la • É um documento público

  13. Segurança no laboratório de química Telefones que devem ser acessíveis ao responsável pelo laboratório: • Ambulância: _______________ • Bombeiros: ________________ • Posto médico mais próximo: _____________ • Hospital mais próximo: _____________ • Médico mais próximo: _________________

  14. Segurança no laboratório de química Equipamentos de segurança acessíveis: • Cobertor antifogo • Extintor de incêndio • Lava-olhos • Chuveiro • Caixa de primeiros socorros • Lavatório para queimaduras de ácidos ou de álcalís.

  15. Segurança no laboratório de química Alguns venenos usuais e os sintomas que induzem • Âcidos e álcalís: Queimam e corroem os tecidos • Alcool: Atua como enérgico depressor do sistema nervoso central. • Cianeto: A não ser em doses muito pequenas, provoca o colapso da vítima. Paralisia respiratória/Morte. Pode ser ingerido ou absorvido por um ferimento ou através da pele. Usado em certos formicidas. • Cianeto e monóxido de carbono: Provoca a morte por asfixia em virtude de combinação com o sistema carreador do oxigênio no sangue, o que impede a transferência do oxigênio para partes vitais do organismo humano. • Sulfeto de hidrogênio: Gás inflamável e venenoso, com cheiro de ovos podres; perceptível na diluição de 0,002 mg/l de ar. Muito perigoso. Pode provocar o colapso, o coma e a morte em alguns segundos depois de apenas uma ou duas inspirações. É insidioso, pois o olfato fica insensível ao seu cheiro depois de exposição prolongada. As concentrações mais baixas provocam irritação das mucosas, dor de cabeça, enjoo e fadiga. • Chumbo: O envenenamento agudo pelo chumbo pode provocar anorexia, vômitos, mal-estar, convulsões e injúria permanente no cérebro. Os casos crônicos evidenciam-se pela perda de peso, fraqueza e anemia.

  16. Segurança no laboratório de química Alguns venenos usuais e os sintomas que induzem • Mercúrio: Perigoso por ser razoavelmente volátil (pressão de vapor de 0,002 mmHg a 25ºC) e facilmente assimiláveis pelas vias respiratórias, pela pele e pelo tubo digestivo. O envenenamento agudo pelo metal, ou seus sais, provoca ferimentos na pele e nas mucosas, náusea aguda, vômitos, dores abdominais, diarreia sanguinolenta, lesões nos rins e morte num lapso de dez dias. O envenenamento crônico provoca inflamação da mucosa bucal e das gengivas, salivação abundante, queda dos dentes, lesões nos rins tremores musculares, espasmos, depressão e brutas alterações de personalidade, irritabilidade e nervosismo. Antídoto: dimercaprol (BAL: Britsh anti-lewisite). • Álcool metílico: Tem um efeito especifico de degeneração do nervo óptico que pode provocar lesão permanente e cegueira, mesmo quando a quantidade assimilada tiver sido pequena. • Fenilhidrazina: Provoca a hemólise dos eritrócitos. • Piretrina: Encontrado em certos inseticidas. Provoca hiperexcitabilidade, descoordenação e paralisia dos músculos e das ações respiratórias. • Nitrato de prata: O contato com a pele ou com as mucosas pode ser cáustico e irritante. A ingestão pode causar severa gastroenterite e até a morte.

  17. Segurança no laboratório de química NÃO PROVOQUE VÔMITO... Administre leite ou água; 1 a 2 xícaras no caso de crianças de 1 a 5 anos, e até 1 litro para maiores de 5 anos. • Ácidos fortes Fluidos de lavagem a seco • Amônia Gasolina • Benzeno Hipoclorito de sódio (água sanitária) • Cal (óxido de cálcio) Nafta (éter de petróleo) • Carbonato de Sódio • Óleo de pinho • Creosoto (creolina, fenóis) • Querosene • Desinfetantes fenólicos • Soda (hidróxido de sódio) • Detergentes • Soda para lavagem (barrilha) • Estriquinina • Thiner e removedores de tintas

  18. Segurança no laboratório de química PROVOQUE VÔMITO • Álcool (etílico, isopropílico, desnaturado, metílico) • Bórax • Cânfora • Formaldeído • Repelente de insetos.

  19. Segurança no laboratório de química PROCEDIMENTOS DE SEGURANÇA: 1. Trabalhar com atenção. 2. Conservar a ordem e limpeza de laboratório. 3. Fazer o relatório de cada aula prática. 4. Não utilizar o laboratório na ausência do professor. 5. Não aquecer solventes inflamáveis com chama ou próximo de uma. No caso de refluxo ou destilação usar disco ou manta elétrica. 6. Ao acender o bico de Bunsen, conservá-lo a uma distância conveniente. Nunca deixá-lo aceso se não estiver sendo usado. 7. Não aquecer um sistema fechado. 8. Ao submeter um líquido a ebulição durante um certo período de tempo, em recipiente aberto, utilizar sempre pedras de ebulição, o que evitará derramamento do líquido e possíveis queimaduras.

  20. Segurança no laboratório de química PROCEDIMENTOS DE SEGURANÇA: 9. Ao misturar ou aquecer substancias, conservar o rosto o mais distante possível das mesmas. Se a operação for feita em tubo de ensaio, não dirigir a abertura do mesmo para outras pessoas presentes no laboratório. 10. Na armação de uma aparelhagem use sempre suportes, garras, aros, tripés e blocos de madeira. Evite arrumações instáveis. 11. Nunca aspirar nem provar substâncias desconhecidas. Também não misturá-las sem ordem do professor. 12. Substâncias que desprendam vapores irritantes ou venenosos, devem ser manipuladas na capela.

  21. Vidrarias 01. Suporte universal: utilizado para sustentar peças. 02. Tripé de ferro: para fazer aquecimento e sustentar a tela metálica com amianto. 03. Bico de Bunsen: queimador de gás utilizado como fonte de aquecimento no laboratório.

  22. Vidrarias 04. Argola metálica: para sustentar funil na filtração. 05. Triângulo: suporte para cadinho de porcelana quando utilizado diretamente na chama. 06. Bequer: serve para dissolver substâncias, aquecer líquidos, etc.

  23. Vidrarias 07. Erlenmeyer: serve para aquecer líquidos, em titulações e reações químicas. 08. Kitasato: serve para fazer filtração a vácuo e nas reações de obtenção de gases. 09. Funil de separação, funil de bromo ou funil de decantação: serve pra separar líquido não-miscíveis

  24. Vidrarias 10. Funil de vidro: utilizado na filtração para a retenção de partículas sólidas de sistemas heterogêneos. 11. Funil de Buchner: utilizado em filtração a vácuo. 12. Proveta: utilizada para medir e transferir líquidos.

  25. Vidrarias 13. Balão de destilação sem haste lateral: serve para abrigar soluções que serão submetidas ao processo de destilação. 14. Bureta: usada no processo de titulação. 15. Condensador de bolas: serve para condensar os vapores do líquido no processo de destilação.

  26. Vidrarias 16. Pipeta: serve para transferir pequenos volumes de líquidos. 17. Vareta de vidro, bastão ou baqueta: serve para agitar e facilitar a dissolução de substâncias. 18. Tubo de ensaio: serve para efetuar testes de reações.

  27. Vidrarias 19. Pinça de ferro: serve para prender objetos aquecidos. 20. Balança: serve para pesar quantidades definidas de reagentes. 21. Almofariz e pistilo: servem para triturar e pulverizar sólidos.

  28. Vidrarias 22. Cápsula de porcelana: serve para cristalizar minerais presentes numa solução pelo processo de evaporação rápida. 23. Tela metálica com amianto: serve para sustentar peças de vidro quando aquecidos e a função do amianto é a de distribuir o calor recebido, de maneira uniforme, sem danificar a vidraroa. 24. Trompa d'água: serve para provocar a sucção do ar e produzir vácuo, durante o processo de filtração. 25. Vidro de relógio: serve para evaporar lentamento, líquidos das soluções.