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Presentation Transcript
contexto
Contexto
  • Barroco é o nome dado ao estilo artístico que floresceu entre o final do século XVI até meados do século XVIII, inicialmente na Itália, difundindo-se em seguida pelos países católicos da Europa e da América, antes de atingir, em uma forma modificada, as áreas protestantes e alguns pontos do Oriente.
hist ria social do barroco
História social do Barroco
  • De certo modo o Barroco foi uma continuação natural do Renascimento, porque ambos os movimentos compartilharam de um profundo interesse pela arte da Antiguidade clássica.
  • Enquanto no Renascimento as qualidades de moderação, economia formal, austeridade, equilíbrio e harmonia eram as mais buscadas, o tratamento barroco de temas idênticos mostrava maior dinamismo, contrastes mais fortes, maior dramaticidade, exuberância e realismo e uma tendência ao decorativo, além de manifestar uma tensão entre o gosto pela materialidade opulenta e as demandas de uma vida espiritual. Mas nem sempre essas características são evidentes ou se apresentam todas ao mesmo tempo.
a linguagem barroca
A linguagem Barroca
  • Em termos estilísticos, a literatura barroca em linhas gerais praticou um culto exagerado à forma e ao virtuosismo no intuito de maravilhar o leitor, o que implicava o uso constante de figuras de linguagem e outros artifícios retóricos, como a metáfora, a antítese, o paradoxo e a hipérbole, com grande atenção ao detalhe e à ornamentação como partes integrais do discurso.
padre ant nio vieira
Padre Antônio Vieira

1608-1697

Maiorexpressão do Barrocoem Portugal

VeioaoBrasilestudar com osjesuítasna Bahia

A maior parte de suaobrafoiescrita no Brasil

Temasligados as atividadesque o autordesempenhou no paíscomoreligioso e conselheiro do Rei de Portugal, mediador e representante de Portugal emrelaçõespolíticas e econômicas.

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Defesa dos índios

  • Nãoapoiavaosnegros
  • Catequese
  • O Sermão da Sexagésima foi um dos mais famosos, entre tantos. Foi proferido na Capela real de Lisboa em março de 1655. Através dele, o pregador esmerou-se na retórica, contando com sua memória prodigiosa e rara habilidade no domínio da palavra.
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O sermão é um todo de 10 pequenos capítulos e é considerado seu mais importante sermão: uma crítica monumental ao estilo barroco, sobretudo ao Cultismo. Como foi pregado na Capela Real, em Portugal, podemos concluir que o auditório era particular, composto por católicos da nobreza portuguesa da época.

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O tema do Sermão da Sexagésima é a “Parábola do semeador”.

  • Neste sermão, o Padre Vieira usa de uma metáfora: pregar é como semear.
  • Vieira resume e comenta a parábola: um semeador semeou as sementes que caíram pelo caminho, pelas pedras ou entre os espinhos.
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Em O Sermão da Sexagésima, Vieira expôs o método que adotava nos seus sermões:1. Definir a matéria.2. Reparti-la. 3. Confirmá-la com a Escritura. 4. Confirmá-la com a razão. 5. Amplificá-la, dando exemplos e respondendo às objeções, aos "argumentos contrários". 6. Tirar uma conclusão e persuadir, exortar.

projeto liter rio do barroco
Projeto Literário do Barroco
  • Desencadear reação em um público específico/provocar o espanto do público
  • Produzir textos sofisticados
o maior
O maior
  • Gregório de Matos Guerra ( 1636 — 1695) alcunhado de Boca do Inferno ou Boca de Brasa, foi um advogado e poeta do Brasil .
  • É considerado o maior poeta barroco do Brasil e o mais importante poeta satírico da literatura em língua portuguesa, no período.
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A alcunha boca do inferno foi dada a Gregório por sua ousadia em criticar a Igreja Católica, muitas vezes ofendendo padres e freiras. Criticava também a "cidade da Bahia", ou seja, Salvador.

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"Que falta nesta cidade? Verdade./ Que mais por sua desonra? Honra. Falta mais que se lhe ponha? Vergonha./O demo a viver se exponha/ Por mais que a fama a exalta/ Numa cidade onde falta/ Verdade, honra e vergonha."

  • Assim Gregório de Matos abre um poema criticando a Bahia de seu tempo. A sátira política tornou-se uma das vertentes mais conhecidas de sua obra poética.
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A cada canto um grande conselheiro.

que nos quer governar cabana, e vinha,

não sabem governar sua cozinha,

e podem governar o mundo inteiro.

Em cada porta um frequentado olheiro,

que a vida do vizinho, e da vizinha

pesquisa, escuta, espreita, e esquadrinha,

para a levar à Praça, e ao Terreiro.

Muitos mulatos desavergonhados,

trazidos pelos pés os homens nobres,

posta nas palmas toda a picardia.

Estupendas usuras nos mercados,todos, os que não furtam, muito pobres,

e eis aqui a cidade da Bahia.

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Vale lembrar que a fama de Gregório de Matos - um dos grandes poetas barrocos não só do Brasil, mas da língua portuguesa - é devida a uma obra efetivamente sólida, em que o autor soube manejar os cânones da época, seja de modo erudito em poemas líricos de cunho filosófico e religioso, seja na obra satírica de cunho popularesco. O virtuosismo estilístico de Gregório de Matos não encontra um rival a altura na poesia portuguesa do mesmo período.

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Ninguém vê, ninguém fala, nem impugna, e é que, quem o dinheiro nos arranca, nos arranca as mãos, a língua, os olhos.“

  • Uma só natureza nos foi dada;Não criou Deus os naturais diversos;Um só Adão criou, e esse de nada.Todos somos ruins, todos perversos,Só nos distingue o vício e a virtudeDe que uns são comensais, outros adversos. (Gregório de Matos)
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Poesia sacra Como autor barroco, não poderia faltar a poesia, religiosa em sua obra. Essa temática abrange um amplo conjunto, desde os poemas circunstanciais em comemoração a festas de santos até os poemas de contrição e de reflexão moral:

  • Pequei, Senhor, mas não porque hei pecado,Da vossa piedade me despido, Porque quanto mais tenho delinqüido, Vós tenho a perdoar mais empenhado. Se basta a vos irar tanto um pecado, A abrandar-vos sobeja um só gemido, Que a mesma culpa, que vos há ofendido, Vos tem para o perdão lisonjeado. Se uma ovelha perdida, e já cobrada Gloria tal, e prazer tão repentino vos deu, como afirmais na Sacra História: Eu sou, Senhor, a ovelha desgarrada Cobrai-a, e não queirais, Pastor divino, Perder na vossa ovelha a vossa glória
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Lírica amorosaA lírica amorosa na obra de Gregório de Matos abrange um amplo leque temático. Às vezes é a mais pura idealização do amor:
  • Quem a primeira vez chegou a ver-vos,Nise, e logo se pôs a contemplar-vos,Bem merece morrer por conversar-vos E não poder viver sem merecer-vos.Outras, uma requintada exploração da psicologia amorosa, como, por exemplo, na expressão da timidez do amante, temeroso do desprezo da amada:Largo em sentir, em respirar sucinto, Peno, e calo, tão fino, e tão atento, Que fazendo disfarce do tormento, Mostro que o não padeço, e sei que o sinto.Chega também, freqüentemente, a um realismo irônico, quase cínico, como nos seguintes versos em que busca definir o amor:Isto, que o Amor se chama, este, que vidas enterra, este, que alvedrios prostra,este, que em palácios entra: