sistema respirat rio l.
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Sistema Respiratório

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Sistema Respiratório. Características. Aberto Bidirecional Contínuo. Composição. Parte condutora Parte respiratória Mecanismo de bomba. Constituição: parte condutora. Fossas nasais Seios paranasais Nasofaringe Laringe Traquéia Brônquios primários Brônquios lobares Bronquíolo

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Presentation Transcript
caracter sticas
Características
  • Aberto
  • Bidirecional
  • Contínuo
composi o
Composição
  • Parte condutora
  • Parte respiratória
  • Mecanismo de bomba
constitui o parte condutora
Constituição: parte condutora
  • Fossas nasais
  • Seios paranasais
  • Nasofaringe
  • Laringe
  • Traquéia
  • Brônquios primários
  • Brônquios lobares
  • Bronquíolo
  • Bronquíolo terminal
constitui o parte respirat ria
Constituição: parte respiratória
  • Bronquíolos respiratórios
  • Ductos alveolares
  • Sacos alveolares
  • Alvéolos
constitui o mecanismo de bomba
Constituição: mecanismo de bomba
  • Pleura
  • Esqueleto torácico
  • Músculos
respira o
Respiração
  • Ventilação pulmonar
  • Difusão de O2 e CO2 entre alvéolos e o sangue
  • Transporte de O2 e CO2 no sangue e líquidos corporais e as células e vice-versa
  • Regulação da ventilação e de outros aspectos da respiração
mec nica da respira o
Mecânica da Respiração

Dilatação e contração pulmonar:

  • Movimento para frente e para trás do diafragma aumentando e diminuindo a cavidade torácica (30%)
  • Elevação e depressão das costelas, aumentado e diminuindo o diâmetro ventro-dorsal da cavidade torácica (70%)
m sculos da respira o
Músculos da Respiração
  • Inspiratórios (diafragma, intercostais externos, esternomastóideos, deltóides e serrátil ventrais, escalenos)
  • Expiratórios (abdominais, intercostais internos, serrátil dorsais)
fases da respira o
Fases da respiração
  • Fase pulmonar (ou hematose)
  • Fase sanguínea (transporte)
  • Fase celular (metabolismo)
pulm o
Pulmão
  • Troca gasosa
  • Metabolismo
  • Umunctório de substâncias voláteis
  • Regulação térmica
  • Reservatório de sangue
  • Filtro da circulação geral
  • Fonação
  • Defecação e parto (manobra de Valsalva)
  • Ponte de ligação entre VD e AE
altera es das vias respirat rias superiores
Alterações das vias respiratórias superiores
  • Cavidade nasal espirros

descarga nasal

Anamnese cronologia

tipo de descarga nasal

envolvimento uni ou bilateral

espirros
Espirros
  • Paroxísticos agudos rinite viral

corpo estranho nasal

rinite alérgica

traumatismo

  • Crônicos neoplasias

parasitas

processo inflamatório/infeccioso

corpo estranho a longo prazo

traumatismo c/ infecção ou osteomielite

descarga nasal
Descarga Nasal
  • Serosa corpo estranho

alergia

infecção viral

  • Mucopurulenta / infecções virais complicadas

Serossanguinolenta infecções bacterianas

infecções micóticas

infecções parasitárias

corpo estranho a longo prazo

neoplasia

inflamação linfocítica-plamocitária

  • Hemorrágica traumatismo

neoplasia

alterações da coagulação

infecção prolongada

  • Ingredientes defeito congênito (fenda palatina)

alimentares fístula oronasal adquirida

dura o dos sinais cl nicos
Duração dos Sinais Clínicos
  • Início agudo corpo estranho

infecção viral

traumatismo

alterações da coagulação

  • Sinais crônicos neoplasia

infecção

corpo estranho

infecção parasitária

inflamação crônica

defeito congênito

local do envolvimento
Local do Envolvimento
  • Descarga unilateral neoplasia inicial

corpo estranho

infecção inicial

odontopatia

traumatismo

  • Descarga bilateral infecção crônica

inflamação crônica

corpo estranho prolongado

complicações (infecção/osteomielite)

neoplasia prolongada

alterações da coagulação

pneumonias parasitárias

alergias

processos traumáticos

exame f sico
Exame Físico
  • Áreas de cavidade oral

Avaliação membranas mucosas

tonsilas

palato duro e mole

área retrofaríngea

linfonodos regionais

dentes

  • Alterações a inchaços ou assimetrias (face, palato, olhos)

observar áreas de dor

obstrução de uma ou ambas vias nasais

descarga ocular

dentes rachados, soltos, infectados

exame laboratorial
Exame laboratorial
  • Contagem sanguínea completa (CSC)
  • Perfil bioquímico sérico
  • Triagem de coagulação
  • Sorologia (imunodifusão, Elisa: aspergilose, penicilose, rinite alérgica “antígeno capsular criptocócico”)
  • Citologia
  • RX
  • Lavagem ou citologia nasal
  • Rinoscopia
dist rbios da faringe
Distúrbios da Faringe
  • Anamnese
  • Achados físicos
  • Laringoscopia
  • Broncoscopia
  • RX
  • Eletromiografia
  • Teste de função da tireóide
  • Histologia
anamnese
Anamnese
  • Sinais clínicos lentamente progressivos
  • Rouquidão ou perda da voz
  • Respiração ruidosa, estertor inspiratório alto ou suave, áspero ou com presença de fluidos
  • Podem ocorrer: sufocamentos, engasgos, tosse principalmente no ato de comer
  • Dispnéia por exercício, cianose nos pacientes com obstrução faríngea (colapso faríngeo, paralisia, corpo estranho, neoplasias)
achados f sicos
Achados Físicos
  • Dispnéia e estertor inspiratórios
  • Auscultação – estertor inspiratório
  • Palpação – dor, fraturas, enfisema subcutâneo, assimetrias (neoplasias, granulomas, laringite, atrofia muscular unilateral)
laringoscopia
Laringoscopia
  • Avalia estruturas faríngeas

palato mole

função motora faríngea

  • Lesões assimetria entre as aritenóides

esquerda e direita e as cordas

vocais

broncoscopia
Broncoscopia
  • Avalia mais eficazmente a faringe e área subglótica
  • Lesões – massas

infiltrados (áreas de descolora-

ção)

granulomas

pólipos

raios x
Raios X
  • Lateral -dilatação do sáculo lateral (casos de

paralisia)

-edema de tecido mole

-assimetria em casos de

neoplasia/traumatismo

-fraturas (deslocamentos e ar

subcutâneo)

-palato mole alongado

-traquéia colapsada ou rompida

  • Torácico pneumopatia ou cardiopatia crônicas
eletromiografia
Eletromiografia
  • Distúrbios faríngeos neuromusculares
  • Distúrbios faríngeos relacionados ao hipotireoidismo
teste de fun o da tire ide
Teste de função da Tireóide
  • Paralisia faríngea com níveis subnormais de T3 e T4
histologia
Histologia
  • Diferenciar massas

- doença granulomatosa crônica

- neoplasia

- útil ainda em casos de polineuropatia

generalizada

dist rbios da traqu ia
Distúrbios da Traquéia
  • Anamnese
  • Exame Físico
  • Raios X
anamnese29
Anamnese
  • Tosse seca, não produtiva, crônica, intermitência de dispnéia – excitação, exercício, bebida, ingestão de alimentos, pressão digital da traquéia.
  • Dispnéia com estridor inspiratório – colapso de traquéia extratorácica.
  • Dispnéia expiratória – colapso intratorácico.
exame f sico30
Exame Físico
  • Palpação - bordas “afiadas”

ângulos das margens

colapsáveis da traquéia

  • Exame cardíaco – diferenciar traqueopatia

de cardiopatia primária

  • Exame total das vias respiratórias –

localizar anormalidades

primárias e broncopneumopa-

tia coexistente

raios x31
Raios X
  • Ventro-dorsal
  • Lateral
  • Cuidado c/ a traquéia nos desvios artificiais
  • Fase inspiratória e na expiração
  • Traqueoscopia – funções traqueais

colapso intermitente

dist rbios broncopulmonares e do espa o pleural
Distúrbios Broncopulmonares e do Espaço Pleural
  • Paciente dispneico
  • Anamnese
  • Predisposição do paciente
  • Queixa do cliente
  • Tosse
  • História anterior
  • História atual
  • Exame Físico
  • Tórax em Barril
  • Respiração profunda e lenta com dispnéia
  • Respiração curta e superficial
  • Auscultação pulmonar
  • Percussão
dist rbios broncopulmonares e do espa o pleural33
Distúrbios Broncopulmonares e do Espaço Pleural
  • Depende:. anamnese completa

.exame físico

.testes auxiliares bem realizados

e organizados

paciente dispn ico
Paciente Dispnéico
  • Julgamento clínico
  • Testes que auxiliam no diagnóstico mas sem colocar o paciente em angústia respiratória adicional
  • Estabilizar o paciente com base nesses dados e RX
anamnese35
Anamnese
  • Tosse
  • Taquipnéia
  • Dispnéia
  • Intolerância à exercícios
predisposi o do paciente
Predisposição do Paciente
  • Raças ou grupos etários podem ser susceptíveis à doenças particulares
queixa do cliente
Queixa do Cliente
  • Problema agudo
  • Problema crônico
  • Se houve melhora
  • Se está estagnado
  • Progressividade
tosse
Tosse
  • Período . Cardíaca (noturna)

. Infecciosa (contínua)

  • Qualidade . Tosse curta, repetida, seca

(não produtiva)

.Tosse úmida (produtiva)

hist ria anterior
História Anterior
  • Viagens
  • Medicações usadas e quais suas respostas
  • Doenças geograficamente distribuídas
  • Exposição passada do paciente à outros animais
hist ria atual
História Atual
  • Não desprezar anamnese de rotina:

. Consumo de água

. Alteração do apetite

. Defecação

exame f sico41
Exame Físico
  • Geral . Pele

. Endócrino

. Cardiovascular

. Digestivo

  • Específico . Frequência respiratória

. Padrão respiratório

. Dispnéia inspiratória

. Dispnéia expiratória

>Tórax em Barril – pneumopatia obstrutiva crônica

>Respiração profunda e lenta + dispnéia – doença obstrutiva

>Respiração curta e superficial – doença restritiva

ausculta o pulmonar
Auscultação Pulmonar
  • Sons normais . Brônquios

. Broncoalveolar

  • Sons adventícios

. Estertores – doenças vias respiratórias

pequenas/parênquima

. Chiados – obstrução das vias aéreas

. Roncos - alterações vias aéreas

maiores c/ exsudato

. Atritos

percuss o
Percussão
  • Ressonância abafada (surda)

.Aumento da densidade (fluido-massa)

  • Ressonância aumentada (tambor)

.Aumento do ar nas vias aéreas ou no

espaço pleural

semiot cnica palpa o
Semiotécnica/palpação
  • Início pelo reflexo de tosse (caninos, bovinos jovens e adultos)
  • Observar : -afundamento do osso nasal

-fratura de anéis traqueais

-fratura de costelas

-sinais superficiais nos espaços

intercostais s/aumento de volume: pleurite

-pressão no espaço intercostal e obs.

e reação do animal

-procurar frêmitos torácicos e traqueais

semiot cnica percuss o seios paranasais
Semiotécnica/percussão/seios paranasais

Usar cabo do martelo

som normal – claro

som maciço – presença de conteúdo

semiot cnica percuss o t rax
Semiotécnica/percussão/tórax
  • Som normal – claro
  • Som sub-maciço - tec. pulmonar solidificado

qtdade de ar diminuída

Relaciona-se c/ pneumonias e abscessos

  • Som maciço – tec. Pulmonar solidificado

qtdade de ar diminuída

  • Som timpânico – ar em excesso no pulmão

Relaciona-se com enfizema pulmonar

semiot cnica auculta o
Semiotécnica/aucultação
  • Ambiente propício
  • Método diagnóstico mais claro
  • Interpretação pressupõe conhecimento sobre sua produção e transmissão
  • Deve-se auscultar as vias respiratórias altas e baixas separadamente
  • Origem da produção do som (maior intensidade)
  • Ordem – início na traquéia, área pulmonar no sentido crânio-caudal e dorso-ventral
  • Auscultar uma área pelo menos 2 movimentos
  • Em alguns casos é necessário inibição respiratória temporária (intensificar sons respiratórios)
sons respirat rios
Sons Respiratórios
  • Sons normais – turbulência do fluxo de ar e vibração das paredes com + de 2mm
  • Sons patológicos – são os estertores. Provocados por acúmulo de líquido/muco
sons respirat rios49
Sons Respiratórios
  • Crepitação Grossa – semelhante ao estourar de bolhas provocado por obstruções e desobstruções sequenciais dos brônquios devido à presença de líquidos.

causas: broncopneumonias

bronquites

edema

sons respirat rios50
Sons Respiratórios
  • Crepitação fina – produzido pelo deslocamento de líquidos nas menores vias respiratórias (> 2mm)

na inspiração – edema pulmonar

pneumonia

na expiração ou inspiração/expiração

doença pulmonar obstrutiva crônica

enfizema pulmonar

  • Ronco – (som grave) produzido por secreções viscosas aderidas à parede dos grandes brônquios/vibram com a passagem do ar

indica: broncopneumonia (se for no tórax)

laringite/traqueíte (se for nesses sítios)

sons respirat rios51
Sons Respiratórios
  • Sibilo – (som agudo, assopro, assobio)

Indica estreitamento das vias respiratórias

Causas: .secreções viscosas aderidas e que deformam a luz tubular

.broncoespasmo

no início da inspiração (alt. extratorácicas)

.estenose de laringe (muco espesso)

.compressão da traquéia (muco espesso)

no fim da inspiração ou expiração

(obstrução de pequenas vias respiratórias)

.bronquite

.bronquiolite

sibilos polifônicos – sons graves expiratórios com variações de

timbre em alta intensidade

.alterações de calibre dos brônquios principais

sons respirat rios52
Sons Respiratórios
  • Roce pleural – atrito da pleura visceral e

parietal (gemido)

  • Roce cardiopleural – ruido rude “raspar de duas superfícies ásperas” (pericárdio e pleura inflamada) durante a inspiração
  • Ruído cardio pulmonar – ruído suave “baixa intensidade” (sopro c/ os lábios apertados) da interrupção da passagem do ar nos brônquios menores. Ocorre durante a contração isovolumétrica da sístole ventricular em animais sadios e com bronquiolite.
  • Inspiração interrompida

c/ tórax em movimento uma única vez (obstrução sequencial de brônquios com líquido ou muco)

c/ tórax movimentando em 2 tempos (dor, excitação psíquica do animal)

significado cl nico dos sons respirat rios
Significado Clínico dos Sons Respiratórios
  • Aumento de intensidade dos sons normais do pulmão aumento da quantidade de ar maior vibração das paredes aéreas.
        • Taquipnéia
        • Hiperpnéia
        • Dispnéia
        • Facilitação da transmissão líquido no interstício

edema pulmonar

significado cl nico dos sons respirat rios54
Significado Clínico dos Sons Respiratórios
  • Diminuição de intensidade dos sons pulmonares normais interferência na transmissão dos sons silêncio pulmonar
  • Causas fisiológicas

diminuição da velocidade do ar

diminuição da penetração do ar

patológicas enfizema torácico

coleções pleurais

ausência de brônquios pérvios

broncopneumonia

compressões (tumores, abscessos)

traqu ia colapsada
TraquéiaColapsada
  • Causas Secundária à obstrução traqueal (tumores, lesões traumáticas)

Coexistência c/ traqueobronquite crônica

  • Sintomas Tosse não produtiva

Tosse exacerbada c/ exercício, pressão da coleira

Sinais lentamente progressivos

Sensibilidade à pressão traqueal

Exacerbação súbita (bronquite alérgica, infecciosa ou insuficiência

cardíaca)

  • Diagnóstico Sinais clínicos / RX torácico e cervical
  • Tratamento Cães acima do peso – emagrecer

Substituir coleira por arreios

Evitar calor excessivo

Evitar excitação excessiva

Animais estressados (tranquilizantes)

Broncodilatadores (podem ser benéficos)

Sedação (pode ser útil – acepromazina)

Suplementação com oxigênio

Intubação se necessário

traqueobronquite infecciosa canina
Traqueobronquite Infecciosa Canina
  • Etiologia Um ou mais agentes infecciosos

Adenovírus canino (AVC2)

Vírus da Parainfluenza (VPI)

Bordetella bronchisséptica

  • Sintomas Viagem, hospitalização ou exposição à animais c/ sinais

similares

Início súbito (tosse produtiva ou não, exacerbada por excitação

ou coleira)

Casos c/ complicações (perda de peso, anorexia, ruídos

pulmonares patológicos, diarréia, coriorretinite, convulsões)

. Tratamento Repouso (7 dias)

Evitar exercícios ou excitação

Supressores de tosse (?)

Antibióticos (?) (em geral a doença é autolimitante)

bronquite al rgica
BronquiteAlérgica
  • Etiologia – Hipersensibilidade (alergenos inalados, agentes infecciosos, neoplasias, antígenos desconhecidos)

Resulta em obstrução respiratória

Comum em gatos “asma”

Ocasional em cães

  • Patologia Lúmen do brônquio estreitado (muco, exsudato)

Infiltração celular inflamatória (parede vias respiratórias)

Hiperplasia epitelial

Hipertrofia músculos bronquiais

Broncoespasmo

inflamação prolongada (fibrose)(bronquite crônica)?

  • Sintomas Tosse

Sibilos audíveis pelo proprietário

Intolerância ao exercício

Sibilos expiratórios

Ruídos pulmonares patológicos

Dispnéia expiratória

  • Diagnóstico Sinais clínicos, RX torácico, Análise lavado traqueal
  • Tratamento Suplementação com oxigênio

Prednizolona – 10-20 mg/Kg IV ou IM

Epnefrina (casos críticos) 0,1 – 0,5 mg IV (corresponde à 0,1-0,5 ml da diluição 1:1000)

Tentar detectar a causa

drogas
Drogas
  • Supressoras da Tosse (p/ cães)

- Dextrometorfan 1-2mg/kg/6-8 hs (oral)

- Butorfenal 0,5mg/kg/6-12 hs (oral)

- Bitartarato de hidrocodona 0,25 mg/kg

a cada 8-12 hs (oral)

  • Antibióticos (possibilidade de Bordetella)

- Cloranfenicol 50mg/kg/8-8 hs

- Tetraciclina 22 mg/kg/8-8 hs

- Amoxicilina (c/clavulanato) 10-20 mg/kg/8-8hs

drogas broncodilataroras
Drogas Broncodilataroras

Metilxantinas Aminofilina gato 5mg/kg/12-12h

cão 11mg/kg/8-8h Oxitrifilina gato (ñ)

cão 14mg/kg/8-8h

Teofilina (longa ação)

gato 25 mg/kg/24-24h

cão 20 mg/kg/ 12-12h

Simpaticomiméticas Terbutalina gato 1,25mg/animal/12-12h

cão 1,25-5mg/animal/12-12h

Epinefrina 0,1-0,5 mg/IV ou 0,1-0,5ml da

diluição 1:1000

bronquite cr nica
Bronquite Crônica
  • Etiologia processo inflamatório de longa duração (infecções,

alergias ou alergenos inalantes)

complicação Bronquiectasia (que por sua vez é um

componente da “Discinesia Ciliar”)

Histologia fibrose

hiperplasia eptelial

hipertrofia glandular

inflamação crônica

muco excessivo no interior das vias aéreas

bronquite cr nica61
Bronquite Crônica
  • Sinais clínicos Animais + susceptíveis (meia idade, raças pequenas)

Tosse produtiva ou não lentamente progressiva

(sem sinais sistêmicos)

Exacerbação súbita (sons broncovesiculares

aumentados, sibilos, estertores, intolerância ao

exercício)

  • Diagnóstico Tosse presente na maioria dos dias, dois ou mais meses

consecutivos (ausência de outra doença)

Rx torácico

Lavado Traqueal (citologia de inflamação crônica)

Broncoscopia

bronquite cr nica62
Bronquite Crônica
  • Broncoscopia

Muco aumentado

Mucosa rugosa e hiperêmica

Colapso das vias respiratórias

(expiração - paredes enfraquecidas)

Bronquiectasia

bronquite cr nica63
Bronquite Crônica
  • Tratamento (apenas sintomático)

Exacerbadores devem ser evitados (inalação de fumaça,

excitação excessiva)

Perda de peso para animais obesos

Hidratação sistêmica (diuréticos devem ser evitados)

Colocação do animal em banheiro com vapor

Nebulização

Broncodilatadores

Supressores da tosse (em casos de tosse não produtiva)

Glicocorticóides (podem ajudar em doses baixas)

Prognóstico normalmente é bom. O processo é irreversível e por isso

depende do controle do proprietário.

pneumonia
Pneumonia
  • Etiologia

Viral Adenovírus canino tipo I

Vírus da parainfluenza (Traqueobronquite canina)

Cinomose

Calicivírus

Peritonite infecciosa felina

Bacteriana

Pasteurella, Klebsiella, E.coli, Pseudomonas, Staphylococcus,

Streptococcus, B. bronchiséptica

Fatores predisponentes

bronquite crônica, discinesia ciliar, bronquiectasia

imunossupressão, desnutrição, estresse, outras

infecções, falsa via (megaesôfago, vômitos), neoplasias,

fungos, parasitos, corpos estranhos inalados

pneumonia65
Pneumonia
  • Sinais clínicos

Sinais Respiratórios Tosse geralmente produtiva

Corrimento nasal mucopurulento bilateral

Intolerância à exercícios

Desconforto respiratório

Sons respiratórios anormais

Sinais Sistêmicos letargia

anorexia

febre

perda de peso

pneumonia66
Pneumonia
  • Diagnóstico

Hemograma (leucocitose neutrofílica com

desvio para a esquerda)

Radiografia torácica

Análise citológica e cultura do fluido do

lavado traqueal

Obs: um leucograma normal não elimina a possibilidade

de pneumonia

pneumonia67
Pneumonia
  • Tratamento

Antibióticos Cefalexina – 20-40mg/kg 8-8h

Cloranfenicol – 50mg/kg 8-8h (cães); 12-12h (gatos)

Tetraciclina – 22mg/kg 8-8h

Amoxicilina c/clavulanato 10-20mg/kg 8-8h

Outros Trimetroprim-sulfadiazina – 15mg/kg 12-12h

Hidratação das vias respiratórias fluidoterapia

nebulização (sol. salina estéril)

Fisioterapia necessária após nebulização

tapotagem

animais em decúbito devem ser virados à cada 2 horas

exercícios leves (p/ animais estáveis)

Broncodilatadores metilxantinas (reduzem broncoespamo 2º inflamação; diminuem a fadiga dos

músculos respiratórios)

Suplementos de O2

Evitar diuréticos

supressores da tosse

corticosteróide

pneumonia mic tica
Pneumonia Micótica
  • Etiologias (+ comuns)

Blastomicose (lesões de pele)

Histoplasmose (doença intestinal)

Coccidioidomicose (lesões no esqueleto)

Criptococose (+ nasal)

blastomicose
Blastomicose
  • Etiologia (Blastomyces dermatidis)
  • Sinais clínicos + comuns em caninos (cães jovens de raças grandes)

Tosse crônica é sinal predominante

Corrimento nasal mucopurulento bilateral

Intolerância à exercício

Desconforto respiratório

Perda de peso

Letargia sinais inespecíficos

Anorexia

Tratos fistulosos

Claudicação

Corrimento ocular outros sistemas

Cegueira

Inchaço testicular

Anormalidades do SNC (raro)

blastomicose70
Blastomicose
  • Diagnóstico

Sintomas clínicos

Identificação citológica (presença intra ou extracelular nos macrófagos das amostras)

Esfregaços do exsudato de tratos drenantes e aspirados por agulha fina de linfonodos aumentados

Rx tórax (padrão intersticial nodular difuso, linfadenopatia hilar)

outras infecções fúngicas

neoplasias

infecções bacterianas atípicas

infecções parasitárias

infiltrados pulmonares com eosinófilos (IPE)

granulomatose linfomatóide

blastomicose71
Blastomicose
  • Tratamento

1) Anfotericina B cães – diluir em 100-500ml de glicose 5%. Aplicar 0,5 – 1ml

/kg em dias alternados até alcançar dosagem

acumulada total de 4-5mg/kg.

gatos – 0,25-0,5mg/kg a cada 48 h até dose acumulada total

de 4-5mg/kg

ou

1,8mg/kg IV diariamente por 7 dias. Interromper por 7 dias;

administrar mais 7 dias;

controlar com BUN

ou

dose total máxima de 4mg/kg de 48-48h fracionada em 10

aplicações

ou

1º dia – 0,22mg/kg/IV

2º dia – 0,33mg/kg/IV

3º dia – 0,44mg/kg/IV

Daí em diante 0,44mg/kg em dias alternados até completar 10

doses.

A partir deste procedimento deve-se controlar com o BUN

blastomicose72
Blastomicose
  • Tratamento

Atentar para hidratação adequada

Antes da administração da droga o uso de difenidramina (0,5mg/kg/

I.M.) pode evitar reações adversas.

Antes 2-4h da administração da droga fornecer NaCl 0,9% na dose de

40ml/kg/pv (minimizar a toxidade renal)

Manitol no momento da administração da droga pode aumentar a

proteção renal (0,5-1g/kg podendo ser adicionado à glicose 5%)

Vômito pode ser controlado com metoclopramida (0,2-0,4 mg/kg oral

ou S.C.)

Na angústia respiratória - oxigenoterapia suplementar +

corticosteróides (prednizona 10-20mg/kg em dose de ataque

seguida das doses terapêuticas 0,5-1mg/kg 12-12h ou

dexametazona 0,1-0,2mg/kg 12-12h)

Interromper corticosteróide assim que o animal estabilizar-se.

blastomicose73
Blastomicose
  • Tratamento

2) Cetoconazole (10mg/kg 12-12h)

Pode ser dado em conjunto com a Anfotericina B

Dobrar dosagem em casos de afecção ocular ou

neurológico

Metade da dose para gatos

Administração por no mínimo 60 dias e 1 mês pós

resolução dos sintomas

Administrar sempre com alimentos ( + absorção e redução

do vômito)

Efeitos colaterais (anorexia e vômitos) supressão do cortisol

Prednizona (0,2-0,4mg/kg/dia suprime esses efeitos)

parasitas pulmonares
Parasitas Pulmonares
  • Toxocara canis
  • Dirofilaria immitis cães e gatos
  • Capillaria aerophila
  • Paragominus kellicotti
  • Aelurostrongylus abstrusus gatos
infiltrado pulmonar eosinof lico
Infiltrado Pulmonar Eosinofílico
  • Conceito -Inflamação autolimitante dos pulmões associada à infiltração de Eosinófilos nos pulmões e sangue. (incidência rara)
  • Etiologia – normalmente não determinada. (suspeita-se de resposta auto imune à antígeno sensibilizante)

Exposição à drogas

Infecção parasitária

Exposição ao níquel

Transfusão de sangue recente

Linfangiograma

infiltrado pulmonar eosinof lico76
Infiltrado Pulmonar Eosinofílico
  • Sinais clínicos – ocorre em cães jovens e velhos

sinais respiratórios lentamente progressivos

tosse

esforço respiratório aumentado

intolerância à exercício

anorexia

perda de peso

Diagnóstico - Rx torácico

Exame microscópico de amostras pulmonares

granulomatose linfomat ide
Granulomatose Linfomatóide
  • Conceito – desordem proliferativa linforre-

ticular angiodestrutiva e angiocêntrica

primariamente envolvendo pulmões.

Histologicamente simula linfoma

maligno e em alguns casos pode

progredir para linfoma.

pneumonia por aspira o
Pneumonia por Aspiração
  • Etiologia – substâncias líquidas ou sólidas

indica anormalidade subjacente

complicação megaesôfago

doença muscular ou neurológica

alimentação forçada

administração de óleo mineral em gatos

Obs: paralisia de laringe não causa pneumonia por aspiração

  • Clínica – sintomas agudos e graves

frequentemente choque

vômito, regurgitação (podem ser precedentes)

tosse crônica progressiva ou intermitente

esforço respiratório aumentado

estertores, sibilos

(febre, anorexia, depressão)

  • Diagnóstico – história, achados radiográficos, broncoscopia
pneumonia por aspira o79
Pneumonia por Aspiração
  • Tratamento – tubo endotraqueal ligado a uma bomba de sucção

(sucção de baixa pressão)

fluidoterapia

suplementação de O2

broncodilatadores

corticosteróides (casos de choque)

broncoscopia (obstrução por corpo estranho)

antibióticos (casos de sepse)

sugestões (ampicilina – 22mg/kg 8/8h)

(amicacina – 5-10mg/kg 8/8h)

(cloranfenicol – 50mg/kg 8/8h cães)

50mg/kg 12/12h gatos)

(trimetroprim + sulfa – 15mg/kg 12/12h)

neoplasia
Neoplasia
  • Tumores primários
  • Tumores metastáticos
  • Tumores multicêntricos ( linfoma, mastocitoma)
  • Carcinomas predominantes (adenocarcinoma, carcinoma broncoalveolar, carcinoma de células escamosas)
  • Clínica – amplo espectro de sinais

geralmente crônicos, lentamente progressivos podendo manifestar

agudamente (pneumotórax, hemorragias)

aumento do esforço respiratório

intolerância à exercícios

tosse e interferência na ventilação (compressões)

hemorragias (erosão dos vasos – anemia, hipovolemia

aguda, distúrbios respiratórios)

pneumotórax (erosão das vias aéreas)

derrame pleural

ascite

perda de peso, anorexia, febre, depressão

sinais gastrintestinais (vômito, regurgitação)

osteoartropatia hipertrófica (claudicação)

alguns animais podem ser assintomáticos

neoplasia81
Neoplasia
  • Sons pulmonares

-diminuído sobre todos campos com

pneumotórax, hidrotórax ou regiões

consolidadas

-podem estar normais

-estertores e sibilos (infiltrações,

inflamações e obstruções)

neoplasia82
Neoplasia
  • Diagnóstico

histologia p/ detectar malignidade

RX

Doença metastática ou multicêntrica

Rx – padrão intersticial reticular difuso, padrão nodular

ou ambos

padrões alveolares e consolidação (hemorragia,

edema, inflamação, infecção, oclusão)

linfadenopatia

efusão pleural

pneumotórax

anormalidades Rx similares (micoses, parasitas, aspiração de

óleo mineral, IPE, GL, infecções bacterianas atípicas)

  • Tratamento – tumores pulmonares solitários (cirúrgico)

tumores metastáticos (quimioterapia)

  • Prognóstico - ?
contus o pulmonar
Contusão Pulmonar
  • Etiologia – traumatismos

atropelamento (hemorragia no interstício e alvéolo, pneumotórax, hemo-

tórax, fraturas de costelas)

  • Clínica esforços respiratórios aumentados

dor nas costelas fraturadas

choque cardiovascular

lesão neurológica

estertores

  • Diagnóstico – história, Rx
  • Tratamento – antibióticos

avaliação radiográfica periódica

tromboembolismo pulmonar
Tromboembolismo Pulmonar
  • Etiopatogenia – extenso sistema vascular de baixa pressão,

hemorragia, edema, broncoconstricção (somam

ao reduzido fluxo)

  • Fatores predisponentes

estase venosa

fluxo sanguíneo turbulento

lesão endotelial

hipercoagulação

êmbolos originados de trombos

  • Componentes

bactérias

parasitas

neoplasia

gordura

tromboembolismo pulmonar85
Tromboembolismo Pulmonar
  • Clínica processo doentio adjacente

desconforto respiratório agudo, grave e morte rápida

desconforto inspiratório/expiratório

pode ocorrer choque cardiovascular

alguns casos estertores e sibilos

  • Diagnóstico sinais clínicos

radiografias torácicas

angiografia ou mapeamentos de perfusão nuclear

  • Tratamento idem para choque cardiovascular

oxigenioterapia

doses altas de corticóide de ação rápida (prednizolona)

anticoagulantes (heparina – 200-300 U/kg S.C. 8/8h)

hemorragias excessivas (plasma ou vit. K (2-5mg/kg/dia)