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Módulo 3. Fatores Humanos e sua aplicabilidade no treinamento. Perguntas. O que é ser facilitador de CRM? Qual é o seu papel?. Fator Humano.

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M dulo 3
Módulo 3

Fatores Humanos e sua aplicabilidade no treinamento


Perguntas
Perguntas...

  • O que é ser facilitador de CRM?

  • Qual é o seu papel?


Fator humano
Fator Humano

  • É o conjunto de ciências que estuda todos os elementos que contribuem com a relação interativa do homem, em um dado ambiente, com os diversos sistemas que o cercam e que são determinantes na sua dinâmica, eficiência e eficácia.

  • Trata da otimização do bem estar humano e da performance global dos sistemas, contribuindo para a adaptação do ambiente de trabalho às características, habilidades e limitações das pessoas, com vistas ao seu desempenho eficiente, eficaz e seguro. (IAC 060- 1002ª, 2005).


Principais autores
Principais autores

  • William Heinrich

  • James Reason

  • Elwyn Edwards

  • Fischer

  • Mica Endsley (consciência situacional)

  • Patrick R. Veillette

  • Frank Hawkins


Considera es importantes
Considerações importantes

Pelo menos três de quatro acidentes resultam do Erro de desempenho realizados por pessoas aparentemente saudáveis e apropriadamente certificadas individualmente.

Erro humano pode indicar ONDE um colapso ocorreu no sistema, mas não o PORQUE o acidente ocorreu. – Entender os aspectos previsíveis do desempenho humano e suas limitações e aplicar este conhecimento no cenário operacional é o objetivo principal dos FFHH.


Considera es importantes1
Considerações importantes

  • Temos que considerar o indivíduo como parte de um sistema sócio (biopsico social) – tecnológico.

  • O conhecimento em FFHH também tem um papel importante para cumprir na seleção do pessoal, treinamento e cheques assim como na prevenção e investigação.


  • O fator humano multidisciplinar
    O Fator humano é multidisciplinar.

    Psicologia: processamento de informações,

    tomada de decisão,

    assertividade, relacionamentos interpessoais.

    Antopometria e

    biomecânica :

    medias e movimentos

    do corpo

    (layout de equipamentos

    de bordo)

    Fisiologia :

    compreensão dos

    processos

    sensórios-motores.

    Fator Humano

    Biologia:

    (cronobiologia)

    ritmos biológicos e sono

    e seus efeitos nas trocas de turno


    Din mica
    Dinâmica

    • Divisão em 2 grupos

    • Instrução: Vocês deveram ler o texto cuidadosamente e preparar uma apresentação do tema a ser desenvolvido.


    Modelo shell
    Modelo Shell

    • O modelo Shell foi concebido pelo professor Elwyn Edwards em 1972 e seu diagrama ilustrativo foi desenvolvido por Frank Hawkins em 1975, nele são usados blocos para representar os diferentes componentes dos FFHH. Seu nome é derivado das letras iniciais dos quatro componentes: Liveware (humano), Hardware (máquina), Software (procedimentos) e Environment (meio em que o resto dos componentes devem funcionar).


    Modelo shell1
    Modelo Shell

    Hardware / Máquina

    Software / Suporte lógico

    Environment /

    Ambiente

    Liveware / Homem

    Os blocos (interfaces) devem ajustar-se, perfeitamente, ao bloco central (L), ou seja, tudo deve encaixar-se ao ser humano.

    Desajustes podem gerar mau funcionamento do sistema, traduzidos em falhas ou erros humanos.


    Modelo shell2
    Modelo Shell

    • No centro do diagrama está a pessoa, que o mais sensível e flexível componente do sistema ao qual os outros devem estar cuidadosamente coordenados se estresse e eventual colapso do sistema for para ser superado.


    Fatores humanos
    Fatores Humanos

    • Fatores físicosforça, peso, altura, visão, audição e tolerâncias individuais como: calor, pressão, luminosidade, ruído, vibração, período do dia, etc.

    • Fatores Fisiológicosaqueles que afetam os processos físicos internos: pressão parcial do oxigênio disponível, saúde geral e condicionamento físico, nutrição, uso de álcool, drogas e tabaco, estresse e cansaço.


    Fatores humanos1
    Fatores Humanos

    • Fatores Psicológicos motivação, atitude diante de comportamento de risco, autoconfiança, estresse, julgamento, comunicação, habilidade para tomar decisão e capacidade de lidar com tédio e ambiguidade.

    • Fatores Psico-sociais capacidade de argumentar com supervisor, discórdias, problemas financeiros, morte de um ente significativo ou qualquer tensão familiar e social que possa influenciar a prontidão para o desempenho laboral.


    M dulo 3

    L

    Totalidade Bio / Psíquica / Social

    Capacidades / Necessidades / Limitações

    BIOLÓGICAS

    (Visão / Audição / Sono / Atributos Antropométricos / Enfermidades/ Vícios)

    (Personalidade / Motivação / Hábitos / Memória / Atenção / Percepção / Tomada de Decisão / Estresse / Confiança)

    PSICOLÓGICAS

    SOCIAIS

    (Relações Familiares / Relações Ambiente Trabalho / Problemas Financeiros)


    M dulo 3

    Liveware = SER HUMANO

    Interface L – L

    ASPECTOS PSICO-SOCIAIS

    INTERAÇÕES

    INDIVÍDUO X INDIVÍDUO

    INDIVÍDUO X GRUPO

    GRUPO X GRUPO

    3


    M dulo 3

    ENVIRONMENT = AMBIENTE

    Interface L – E

    AMBIENTE

    FÍSICO

    ORGANIZACIONAL

    - Políticas

    - Cultura de Segurança

    - Clima de Trabalho

    INTERNO - Temperatura

    - Umidade

    - Vibrações

    - Ruído

    EXTERNO - Condições Meteorológicas

    - Visibilidade

    - Características do Aeródromo

    - Apoio Solo (Abastecimento, Manutenção)


    M dulo 3

    HARDWARE = EQUIPAMENTO

    EQUIPAMENTOS

    • - Desenho

    • Controles

    • Comandos

    • Apresentação Visual

    INTERFACE L - H

    ESPAÇO TRABALHO

    • - Disposição

    • Assento

    • Comodidade


    M dulo 3

    SOFTWARE = SUPORTE LÓGICO

    INTERFACE L - S

    INFORMAÇÕESESCRITAS

    • - Manuais

    • Publicações

    • Regulamento

    • Mapas

    • Procedimentos Operacionais

    REQUISITOSNORMATIVOS

    • - Qualificação

    • Habilitação

    • Certificação

    AUTOMAÇÃO

    • - Carga de Trabalho

    • Manutenção de Competência

    • Consciência Situacional

    • Satisfação com o Trabalho

    • Confiança no Sistema

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    Modelo reason
    Modelo Reason

    • O modelo Reason foi concebido pelo professor James Reason em 1990. Este modelo toma por base um sistema sócio-técnico complexo em que a operação se desenvolve em condições de risco.


    Modelo reason1
    Modelo Reason

    • Para Reason, o acidente é resultante da combinação de falhas latentes (aspectos organizacionais) e falhas ativas (desempenho humano).

    • Mais especificamente, sobre a forma de diagrama Reason concebe que cada setor e cada medida para prevenção de acidentes é uma barreira no sistema organizacional da empresa, tais barreiras são sobrepostas, sendo assim a barreira seguinte tem possibilidade de corrigir falhas latentes da(s) barreira(s) aterior(es).



    Modelo reason2
    Modelo Reason

    • Quando esse esquema é “furado”, ou seja, as falhas latentes não são detectadas e vão passando de barreira em barreira, combinando-se com falhas ativas (aspectos humanos tais como: distrações, inexperiência, falta de proficiência técnica, falta de motivação, entre outras) há acidentes.



    Modelo reason3
    Modelo Reason

    • Neste modelo a implicação da organização (sistema aéreo comercial, empresa, todos os funcionários e até passageiros) estão implicados para a segurança das operações. No entanto, coloca a responsabilidade de gerar mudanças e administrar falhas latentes em cada uma das pessoas implicadas.


    Estudo de caso
    Estudo de Caso

    Vamos estudar um caso real e analisá-lo.

    Faremos o levantamento de:

    Barreiras contra o acidente presentes ao contexto

    Furos nas barreiras presentes ao contexto.

    Além disso, vamos levantar quais os erros foram identificados e gerenciados,

    ou não ...


    Estudo de caso1
    Estudo de Caso

    • Em 6 de fevereiro de 1996, aprox. 23:47 (LT), um Boeing 757-225 (B-757) chocou-se com o mar, ao norte da República Dominicana, cinco minutos após decolar do Aeroporto Internacional Gregorio Luperon em Puerto Plata.

    • O avião foi destruído e todos os 189 ocupantes morreram.



    Ficha t cnica b 757
    Ficha técnica B 757

    • A série Boeing 757-200 é própria para companhias com vôos de média distância.

    • O MTOW da aeronave é 104,325 kilos ;

    • Vel Máxima Mach 0.86

    • Cockpits são computadorizados, e completamente integrados ao FMS

    • O controle de navegação (FMS) controla a aeronave de maneira que a rota e potência do motor sejam sempre as mais eficientes.

      Jane’s All the World’s Aircraft


    An lise de caso briggenair
    Análise de Caso - Briggenair

    Informações adicionais não constantes no relatório:

    • O Vôo original não era com a Briggenair, a substituição da companhia foi feita por problemas mecânicos na aeronave original;

    • A Briggenair é uma charter turca. A aeronave estava a quase 3 semanas parada em Perto Plata com a equipe em hotel.

    • Aproximadamente às 21:10, a tripulação do B-757 foi notificada que conduziria o vôo.

    • Originalmente, a aeronave programada era um Boeing 767, mas o mesmo teve um problema de manutenção.

    • O embarque começou com 4 horas de atraso do horário original;


    An lise de caso briggenair1
    Análise de Caso - Briggenair

    • A Briggenair passava por problemas financeiros, e a equipe estava em uma situação desconfortável de incerteza em relação à seu retorno à base;

    • As informações eram desencontradas e o escritório central tentava fechar um contrato para que pudesse aproveitar a aeronave para retorno.


    Investiga o
    Investigação

    • O entupimento de uma das linhas do PITOT ocasionou uma imprecisão no mostrador de velocidade do comandante;

    • Aparentemente uma falha simples,mas por não ter sido bem coordenada levou à perda de controle da aeronave.



    Briggenair
    Briggenair

    Barreira:

    Furo:

    Barreira: Controle

    Furo:

    Barreira:

    Furo:

    Barreira:

    Furo:


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