Tuberculose o controle pode ser atingido
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Tuberculose O controle pode ser atingido?. Sidney Bombarda Comissão de Tuberculose - SBPT Divisão de Tuberculose - SES SP Disciplina de Pneumologia - FMUSP. Erradicação. Forma radical de controle

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Tuberculose O controle pode ser atingido?

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Presentation Transcript


Tuberculose o controle pode ser atingido

TuberculoseO controle pode ser atingido?

Sidney Bombarda

Comissão de Tuberculose - SBPT

Divisão de Tuberculose - SES SP

Disciplina de Pneumologia - FMUSP


Erradica o

Erradicação

  • Forma radical de controle

  • Extinção, por métodos artificiais, do agente etiológico de uma doença infecciosa ou de seu vetor

  • É impossível a sua reintrodução em qualquer região do mundo

  • A manutenção da vigilância ou de qualquer medida de prevenção é totalmente desnecessária

Waldman EA, RevDir Sanitário, 2000


Elimina o

Eliminação

  • Alternativa próxima à erradicação

  • Mais viável

  • Cessação da transmissão em extensa região geográfica

  • Persiste o risco de sua reintrodução

  • Falha na vigilância

  • Modificação do agente ou vetor

Waldman EA, RevDir Sanitário, 2000


Controle

Controle

Last , 1993

Ocontrole abrange uma série de atividades destinadas a reduzir a incidência e a prevalência de uma doença até alcançar um nível tal, que a mesma não mais constitua problema de saúde pública

Acuña & Romero, 1984

Uma série de esforços e intervenções integrados, dirigidos à população ou a subgrupos de alto risco nela existentes, visando prevenir, diagnosticar precocemente ou tratar um agravo à saúde, assim como limitar os danos por ele gerados .

Waldman EA, RevDir Sanitário, 2000


Metas e estrat gias

Metas e estratégias

1996

2000

2006 - 2015

2011 - 2015


Metas globais

Metas globais

  • Diagnosticar 70% dos casos

  • Curar 85% dos casos

  • Abandono < 5%

  • 2015: reduzir a incidência e a mortalidade pela metade

  • 2050: eliminação

    • incidência global = 1:1.000.000 habitantes por ano


Estrat gia pal

Estratégia PAL


Estrat gia dots d irectly o bserved t reatment s hort course

Estratégia DOTSDirectlyObservedTreatmentShort course

  • 1993 - TB emergência mundial

  • 1996 - Estratégia DOTS como resposta global para o controle da TB.

  • Conjunto de boas práticas para o controle da TB com 5 componentes

    • Compromisso político

    • Diagnóstico bacteriológico de qualidade

    • Tratamento padronizado e tomada supervisionada de medicamentos

    • Gestão eficaz de medicamentos

    • Sistema de monitoramento: notificação >> encerramento


Estrat gia stop tb

Estratégia Stop TB

  • Expansão da estratégia DOTS

  • Tratar TB/HIV, TBMR e outros desafios

  • Fortalecimento do sistema de saúde

  • Envolvimento de todos os provedores de saúde

  • Empoderar portadores de Tb e comunidade

  • Capacitar e promover pesquisa


A es para o controle da tb no pa s

Ações para o controle da TB no país

  • TDO-Tratamento Diretamente Observado

    Aumentar a cura e diminuir o abandono

  • Busca Ativa de Sintomáticos Respiratórios

    Recomendaçãointernacional

    Melhormedida de biossegurança

    • Tosse

      Postura ativa

      Interrogar, identificar, BAAR e tratar (TDO)

      Descobrir precocemente os casos

      Reduzir a transmissão


Busca ativa

Busca ativa


Tratamento diretamente observado

Tratamento diretamente observado

  • Flexibilidade no atendimento

  • Equipe capacitada

  • Incentivos


Estado de s o paulo resultado de tratamento 2008

Estado de São PauloResultado de tratamento - 2008

7,6%

12,7%

85,8%

73%


Remover barreiras

Remover barreiras

  • Co-morbidades

    • HIV, tabagismo, diabetes mellitus

  • Estratégias de reabilitação social

  • Melhora da auto-estima

  • Outras demandas sociais

    • Abandono >>> resistência medicamentosa


A who the union monograph on tb and tobacco control 2007

A WHO / The Union monograph on TB and Tobacco Control - 2007

  • Infecção

  • Doença

  • Recidiva

  • Conversão do escarro

  • Gravidade

  • Resistência adquirida

  • Mortalidade

www.who.int/tobacco/resources/publications/port_sept09.pdf


Tuberculose e tabagismo

Tuberculose e tabagismo

  • Infecção: 1.03 e 3.2

  • Fumantes e

  • Ex-fumantes

  • Fumantes passivos

  • Tempo

  • Quantidade

www.who.int/tobacco/resources/publications/port_sept09.pdf


Tuberculose e tabagismo1

Tuberculose e tabagismo

  • Doença:

  • Tabagistas (1.012 e 6.26)

  • Fumantes passivos (1.6 e 9.3)

  • Recidiva (2.48 e 2.8)

  • Atraso no diagnóstico

  • Falência de tratamento

  • Conversão do escarro

  • Resistência medicamentosa

www.who.int/tobacco/resources/publications/port_sept09.pdf


Tuberculose e diabetes mellitus

Tuberculose e Diabetes mellitus

Tuberculose

Diabetes mellitus

1920s: Insulina

Obesidade

Envelhecimento

1940s: Estreptomicina

HIV

Desigualdade social

  • Diabetes

  • 2000: 171 milhões >>> 2030: 366-440 milhões

Dooley K, Chaisson RE. Lancet InfectDis, 2009

Mozaffarian D. ArchInternMed, 2009


Associa o tb dm

Associação TB/DM

  • Infecção latente: 42%

  • Risco de adoecimento: 2.44 a 8.33

    Insulino dependência

    Hemoglobina glicosilada

    Idade

    Resistência medicamentosa?

Dooley K, Chaisson RE. Lancet Infect Dis, 2009

Jeon CY. PloS Med, 2008

Shetty N. Int J Tuberc Lung Dis, 2006


Imagem

Imagem

  • Fatores

    Tempo de doença e imunidade

  • Apresentações atípicas

    Segmentos inferiores

    Doença disseminada

    Idade

Perez-Guzman C . Int J Tuberc Lung Dis, 2001

Al-Tawfiq JA . Int J Tuberc Lung Dis, 2009


Intera es medicamentosas

Interações medicamentosas

  • Rifampicina

    Indutor do citocromo P450

    Interação com hipoglicemiantes orais

  • Isoniazida

    Interação com metformina

    Neurite periférica (piridoxina 40 mg)

  • Metabolismo alterado da glicose

    Alteração na farmacocinética dos MAT

Peloquin CA. Jeon CY. PloS Med, 2008

Shetty N. Int J Tuberc Lung Dis, 2006


Tuberculose e diabetes mellitus1

Tuberculose e diabetes mellitus

  • Em pacientes com tuberculose

    Screening para diabetes

  • Em pacientes com diabetes mellitus

    Screening para tuberculose

    Screening para infecção latente?

  • Em pacientes com tuberculose e diabetes mellitus

    Tempo de tratamento?

    TDO para as duas doenças?


Tuberculosis and d iabetes m ellitus in sao paulo state brazil preliminary results 1998 2005

Tuberculosis and diabetes mellitus in Sao Paulo State - BrazilPreliminary results (1998-2005)


Tratamento esquema b sico casos novos e retratamentos 10 anos

Tratamento - Esquema básicoCasos novos e retratamentos (>10 anos)

PARA CRIANÇAS (< 10 ANOS): RHZCultura, identificação e teste de sesibilidade: retratamentos e baciloscopia positiva ao final do segundo mês de tratamento


Multirresist ncia

Multirresistência


Multirresist ncia no brasil

Multirresistência no Brasil

www.ensp.fiocruz.br, 26/06/12


Tbxdr

TBXDR

DynaMed, 2012

Caminero JA. Int J TubercLungDis, 2006


Tuberculose o controle pode ser atingido

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