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ORGANOLOGIA VEGETAL: ÓRGÃOS VEGETATIVOS

ORGANOLOGIA VEGETAL: ÓRGÃOS VEGETATIVOS. BIOLOGIA PROFª. NATÁLIA GAERTNER BRICK. RAIZ. Órgão vegetativo, geralmente subterrâneo, aclorofilado e originado da região embrionária da semente, denominado radícula.

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ORGANOLOGIA VEGETAL: ÓRGÃOS VEGETATIVOS

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  1. ORGANOLOGIA VEGETAL: ÓRGÃOS VEGETATIVOS BIOLOGIA PROFª. NATÁLIA GAERTNER BRICK.

  2. RAIZ • Órgão vegetativo, geralmente subterrâneo, aclorofilado e originado da região embrionária da semente, denominado radícula. • Funções: fixação da planta e absorção de água e sais minerais do solo. Pode também atuar como órgão de reserva (amido). • Regiões da raiz: • Coifa: Porção originada do meristema primário e localizada na ponta da raiz. • Função: proteção da raiz contra atrito das partículas solo e contra micro-organismos. • Zona lisa: localizada acima da coifa. Dividida em: • Embrionárias: intensas divisões celulares. • Crescimento: alongamento celular. • Maturação: diferenciação celular (formação dos tecidos primários)

  3. Zona pilífera: constituída de pelos absorventes, responsáveis pela retirada de água e sais minerais do solo. • Zona suberosa: constitui a região ramifica da raiz, responsável pela formação das raízes secundárias. • Colo: região de transição entre raiz • e caule.

  4. Raízes subterrâneas • Raiz axial ou pivotante: apresenta um eixo principal com raízes laterais secundárias menores. É encontrada em dicotiledôneas e gimnospermas. • Raiz fasciculada ou cabeleira: não possui eixo principal, pois todas raízes laterais são bem ramificadas, finas e crescem igualmente. É encontrada em monocotiledôneas, como grama, milho, cana-de-açúcar, etc.

  5. Raiz tuberosa: muito espessa, que atua como armazenadora de substâncias de reserva, principalmente amido. • Raiz tuberosa axial: reserva acumulada somente no eixo principal. Ex. cenoura, nabo, rabanete, etc. • Raiz tuberosa fasciculada: reserva também acumulada nas raízes secundárias. Ex. batata-doce, mandioca, etc. RAÍZES AÉREAS • São adaptações radiculares localizadas em plantas que apresentam raízes subterrâneas, no entanto necessitam de outro tipo de raiz auxiliar. Executam suas funções acima do solo. • Raiz suporte (escora): partem do caule e atingem o solo. • Função: é aumentar a estabilidade da planta. • Ex. milho, plantas do mangue, etc.

  6. Raiz-cintura (enlaçante): crescem enroladas em um suporte, geralmente caules de árvores. Absorve a umidade do ar e a água que escorre pelos caules das plantas que as hospedam. • Ex. plantas epífitas, como orquídeas e bromélias. • Raiz estrangulante: são raízes resistentes e ramificadas, que se enrolam em troncos de árvores. Essas plantas acabam matando a planta de apoio, pois interrompem o crescimento e o fluxo da seiva elaborada. • Ex. cipó mata-pau. • Raiz tabular: raízes achatadas em forma de tábua. Ampliam a estabilidade e auxiliam nas trocas gasosas, devido a presença de lenticelas. • Ex. Figueira.

  7. Raízes respiratórias (pneumatóforos): encontradas em plantas que vivem em lugares pantanosos ou alagadiços de mangue. Pneumatóforos (apresentam poros – pneumatódios) • Raízes grampiformes: são raízes curtas, que se agrupam em forma de presilhas ou grampos. Função: maior aderência ao substrato.

  8. Raízes sugadoras ou haustórios: plantas que podem atingir os vasos condutores de outra planta que esteja em contato. • Hemiparasita: atinge o xilema, onde retira a seiva bruta. Ex. erva-de-passarinho. • Holoparasita: atinge o floema, onde retira seiva elaborada. Ex. cipó-chumbo.

  9. RAÍZES AQUÁTICAS Ocorre nas plantas aquáticas, onde o tecido armazena e conduz o ar, facilitando as trocas gasosas e a flutuação da planta. Ex. aguapé.

  10. ANATOMIA DA RAIZ: ESTRUTURA INTERNA Estrutura primária: no corte de raiz de dicotiledônea e gimnospermas, é possível distinguir três regiões: epiderme, córtex e cilindro central. • Epiderme: tecido de revestimento aclorofilado. Não apresenta estômatos e possui inúmeros pelo absorventes, que auxiliam na absorção da raiz. • Córtex: maior área da raiz primária. Armazenam amido e não apresentam cloroplastos. • Formado por: Exoderme: abaixo da epiderme e apresenta reforço de suberina. Parênquima cortical: preenche maior parte do córtex e armazena reserva nutritiva. Endoderme: região mais interna. Possui as estrias de Caspary, que bloqueiam a passagem de água e sais minerais, impedindo o retorno da seiva bruta.

  11. Cilindro central: constituído pelo periciclo, feixes condutores(vasculares) e parênquima medular (medula). • Periciclo: localizado após a endoderme. Originam as raízes laterais. • Feixes vasculares: xilema (calibre maior) e floema (calibre menor). • Parênquima medular: preenche a região mais interna do cilindro central.

  12. ESTRUTURA SECUNDÁRIA

  13. CAULE • Órgão de ligação entre a raiz e as folhas. • Se origina a partir do caulículo do embrião. • Condução de nutrientes e sustentação da planta. • Pode atuar como reserva nutritiva. (Ex. cebola, alho) e na fotossíntese, quando clorofilados. • Regiões do caule • Nós: ocorre a inserção de folhas. • Entrenós: espaço livre entre um nó e outro. • Gemas: formadas por células do meristema primário. • - gemas apicais: crescimento longitudinal. • - gemas laterais: formação de novas folhas e ramos.

  14. Classificação dos caules Caules Aéreos: podem ser eretos, rastejantes e trepadores. • Tronco: caule lenhoso bem desenvolvido e ramificado. Dicotiledôneas e Gimnospermas. Ex. laranjeira, figueira. • Estipe: caule cilíndrico, alongado e fibroso. Possui um conjunto de folhas na extremidade superior. Ex. palmeira, palmiteiro, coqueiro.

  15. Colmo: caule cilíndrico que apresenta nós e entrenós bem nítidos. Pode ser oco(bambu, taquara) ou cheio (cana-de-açúcar). • Haste: caule flexível, pouco desenvolvido e clorofilado. Ex. agrião, couve, feijoeiro, alface.

  16. Rastejante: caule que se desenvolve paralelamente ao solo. Os caules rastejantes são denominados estolhões. Ex. grama, morangueiro, hortelã, aboboreira. • Trepadores: caules de plantas trepadeiras. • sarmentosos: se fixam por meio de gavinhas. Ex. maracujá, chuchu • volúveis: se enrolam sem gavinhas. • Ex. lúpulo.

  17. Caules subterrâneos: • Rizoma: caule subterrâneo que cresce paralelamente ao solo. • Ex. samambaias, bananeira. • Tubérculo: caule subterrâneo e espesso devido ao acúmulo de reserva nutritiva. São diferentes das raízes tuberosas pela presença de gemas. Ex. batata-inglesa, cará.

  18. Bulbo: caule subterrâneo, envolvido por folhas modificadas (catafilos), que acumulam substâncias nutritivas. Ex. cebola, alho. Caules aquáticos: caules pouco desenvolvidos e geralmente clorofilados. Apresentam parênquima aerífero abundante. Ex. elódea.

  19. Modificações do caule: possibilitam a sobrevivência da planta em determinadas condições de vida. • Caule suculento: especializado em armazenar água. Ex. barriguda nordestina, baobá africano. Baobá africano

  20. Cladódio: caule achatado e geralmente suculento, que acumula água. Realiza fotossíntese. Ex. cacto • Gavinhas: são finos filamentos espiralados que servem para a fixação em determinados suportes. Ex. maracujá, uva.

  21. Espinhos: são modificações pontiagudas e duras, que atuam como estruturas de proteção. Ex. laranjeira, limoeiro.

  22. ANATOMIA DO CAULE: ESTRUTURA INTERNA O caule apresenta dois padrões principais de estruturas internas: astélica e eustélica. • Astélica (sem cilindro central): ocorre em caules de monocotiledôneas, em que não há distinção entre o córtex e o cilindro central. • Não existe crescimento secundário.

  23. Eustélica (com cilindro central): ocorre em dicotilêdoneas e gimnospermas. • Estruturas primárias – estruturas secundárias

  24. FOLHAS • Limbo: parte dilatada e ampla da folha. Principal estrutura responsável pela fotossíntese e pela transpiração. • Pecíolo: ramo caulinar que prende o limbo. (dicotiledôneas). • Bainha: prendem as folhas de monocotiledôneas.

  25. DIFERENÇA NAS FOLHAS DE DICOTILEDÔNEAS E MONOCOTILEDÔNEAS Monocotiledôneas: nervuras paralelas. Dicotiledôneas: nervuras ramificadas

  26. ADAPTAÇÕES ESPECIAS DAS FOLHAS • Gavinhas: função de prende a planta a um suporte. Ex. ervilha. • Brácteas: folhas sempre presentes na base das flores. Podem ser coloridas. Atua como estrutura de atração de insetos e pássaros.

  27. Folhas de plantas carnívoras: folhas modificadas para captura e digestão de insetos e de pequenos e de outros animais. Ex. Nepenthes e a Dionaea. Dionaea Nepenthes • Espinhos: formações pontiagudas resultantes da transformação de folhas. Funções: proteção e evitar transpiração da planta.

  28. REPRODUÇÃO DAS ANGIOSPERMAS • PARTES DA FLOR: • Verticilos florais: são estruturas florais, formadas por conjunto das mesmas folhas modificadas. • Verticilos protetores: • Cálice: verticilo mais externo, formado pelo conjunto de sépalas. Geralmente são verdes, no entanto podem ser coloridas. • Corola: formado pelo conjunto de pétalas. Estas são coloridas. • Verticilos reprodutivos: • Androceu: conjunto de órgãos reprodutores • masculinos, representado pelos estames. • Gineceu: conjunto de reprodutores femininos, • constituídos por folhas modificadas, • denominadas carpelos (pistilos).

  29. POLINIZAÇÃO • A polinização é o transporte dos grãos de pólen da antera ao estigma. • Algumas plantas realizam a autofecundação (monóclina – androceu e gineceu). • Os agentes mais comuns: vento (anemofilia), pássaro (ornitofilia), insetos (entomofilia), morcegos (quiropterofilia), água (hidrofilia) e a realizada pelo ser humano artificial (antropofilia).

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