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Bases de Dados

Bases de Dados. Aula 1 História da Evolução de Arquivo de Dados; Sistema de Gestão de Ficheiros Docente: Fernanda Pedro. Sistema de Gestão de Ficheiros.

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Presentation Transcript


  1. Bases de Dados Aula 1 História da Evolução de Arquivo de Dados; Sistema de Gestão de Ficheiros Docente: Fernanda Pedro

  2. Sistema de Gestão de Ficheiros • Antes dos modernos sistemas de gestão de Bases de Dados, existiam os sistemas de gestão de ficheiros, destacando-se entre eles os desenvolvidos com recurso ao COBOL (Common Business Oriented Language); • Hoje, ainda, existem milhares de sistemas destes em plena exploração e desenvolvimento; • Com base nesta tecnologia foi possível automatizar tarefas até então realizadas manualmente, tornando-as essencialmente mais rápidas;

  3. Sistema de Gestão de Ficheiros (cont.) • Uma das características principais é a associação aplicação  ficheiros, de que resulta que o mesmo documento seja tratado em várias vias, com destino a processamentos diferentes (replicação); • Cada sistema é tratado como ilhas isoladas, autonomamente, sem relação com os sistemas já existentes, sendo os mesmos dados armazenados e recolhidos por aplicações diferentes em momentos diferentes;

  4. Dados Dados Dados Dados Aplicação A Aplicação B Aplicação C Aplicação D Cada aplicação com os seus dados - Sistemas Isolados

  5. Expedição Gestão de Stocks Controlo de Produção Replicação de Dados

  6. Sistema de Gestão de Ficheiros (cont.) • Igualmente os dados são actualizados de forma independente, com grande probabilidade de ocorrerem incoerências e/u contradições - redundância não controlada; • Outra característica é as aplicações efectuarem o interface físico com os dados que processam - se o mesmo ficheiro de dados é usado por mais de uma aplicação a especificação física vai estar definida em cada aplicação, tornando a manutenção muito complexa;

  7. Aplicação A Ficheiro X Aplicação B Ficheiro Y Aplicação C Aplicação D Ficheiro Z Aplicação E Interfaces entre as aplicações e os ficheiros que utilizam

  8. Sistema de Gestão de Ficheiros (cont.) • Assim, basta que ocorra uma alteração no ficheiro, para que esta se propague a todas as aplicações que o utilizem; • Caso existam acessos concorrentes, estes têm de ser resolvidos ao nível das aplicações, pondo em causa a fiablidade do sistema;

  9. O que se procurava? • Rapidez de processamento • Utilização no processamento de dados e automatização de tarefas tradicionalmente manuais • O que se ganhou? • Sistemas de gestão de ficheiros • Solicitações cada vez mais exigentes • Campo de acção da utilização da informática alargado • Backlog (fila de espera de pedidos à informática) • Manutenção de aplicações • Múltiplos sistemas • Múltiplas codificações • Falta de standarização

  10. Como consequência… • Custos associados caso não tenha existido uma evolução tecnológica nas empresas • Sistemas existentes, baseados em tecnologias antigas, mas ainda em plena fase de exploração • Consumo de recursos (humanos e tempo) em manutenção • Desenvolvimento caótico da informática, falta de planeamento, independentismo, não preocupações de comunicação (ilhas) • Falta de envolvimento e capacidade do utilizador para aceder e manusear a informação de acordo com as suas necessidades • Explosão da microinformática e das “bases de dados” pessoais como forma de resolver a incapacidade da informática de dar resposta

  11. Atitude de constante modernização Adopção de tecnologias mais recentes, mais produtivas Eficiência Eficácia Clareza e transparência Investimentos em hardware e software Formação Dificuldade de justificar os benefícios e vantagens da mudança Dificuldades técnicas de conversão dos sistemas Mudança / Não mudança

  12. Hoje... • Olha-se para a empresa como um todo, cabendo à Informática o papel de implementador do Sistema de Informação • O elemento principal do sistema de informação são os dados (memória de eventos) • Os arquivos de dados são repositórios lógicos, integrados e não redundantes, ao qual está associada informação sobre esses dados (metadados) • O utilizador é chamado a participar activamente na solução a instalar, através da definição de procedimentos e normalização • O utilizador adquire a capacidade de intervir directamente sobre a informação que necessita, reservando-se à informática tarefas mais nobres de concepção, administração e gestão dos sistemas

  13. Conceitos • Ficheiro - colecção de todas as ocorrências de um determinado tipo de registos (lógicos) • Registo Lógico- conjunto de dados elementares ou agregados. • Registo Físico - unidade de dados que são lidos ou escritos por um comando de input ou output; pode não coincidir com um registo lógico • Data set - conjunto de registos físicos • Base de Dados - conjunto de ocorrências de múltiplos tipos de registos, contendo relações entre si, sem redundâncias, capaz de servir múltiplas aplicações. Os dados encontram-se estruturados para servirem de base ao desenvolvimento de aplicações, as quais são completamente independentes dos dados a utilizar. • Sistema de Bases de Dados - conjunto de bases de dados, disjuntas

  14. Conceitos (óptica do utilizador) Base de Dados é um conjunto de dados que são partilhados e utilizados em múltiplos objectivos, permitindo a cada objectivo ter uma visão e manipulação própria, no entanto sujeito a regras e procedimentos comuns. Cada utilizador não se apercebe de todos os tipos de dados existentes numa base de dados, mas olha e está unicamente preocupado com os seus dados. Compete ao técnico recolher a informação necessária para a estruturar, por forma a poder ser reutilizada de acordo com os objectivos e necessidades de cada um dos utilizadores

  15. Dados vs Informação • Um dos recursos mais importantes de uma organização é a informação e dela depende a sua maior ou menor competitividade; • A tomada de decisões numa organização é um processo complexo dada a quantidade de informação, a sua complexidade e a frequência e rapidez com que a mesma se altera;

  16. Dados vs Informação (cont.) • Para que a informação possa ser utilizada no apoio à decisão precisa verificar certas condições: • Actualidade - a validade da informação é cada vez mais curta; • Correcção - além de actual a informação deverá ser rigorosa e correcta; • Relevância - o excesso de informação pode ser um obstáculo, pelo que é necessário filtrá-la para que seja usada a que é relevante; • Disponibilidade - a informação só é útil se estiver disponível, quando necessária; • Legibilidade - a informação só é informação se puder ser interpretada;

  17. Dados vs Informação (cont.) • Dados - elementos ou valores discretos que isoladamente não têm valor; transformam-se em informação quando relacionados e interpretados de alguma forma. • Informação - resultado de alguma forma de processamento/tratamento dos dados, sendo que estes são a matéria prima necessária.

  18. Sistema de Gestão de Base de Dados • Os dados estão organizados num único conjunto, isto é, encontram-se interligados numa única unidade de armazenamento (do ponto de vista lógico, não físico); • O SGBD centraliza o acesso físico aos dados; • As aplicações têm apenas um interface lógico e não físico; • As aplicações não necessitam de conhecer os detalhes físicos do armazenamento dos dados, sendo o SGBD que os fornece no formato pretendido;

  19. Sistema de Gestão de Base de Dados • O SGBD é a única entidade que manipula a base de dados; • O interface lógico entre as aplicações e os dados, faz-se através do armazenamento na base de dados dos: • Metadados - descrição dos dados • Dicionário de Dados - catálogo de entidades

  20. Sistema de Gestão de Base de Dados • O dicionário de dados actua como um filtro, permitindo ao SGBD interpretar a estrutura dos dados disponibilizando um interface lógico para as aplicações; • É assim obtida uma separação entre os dados e as aplicações; • E é reduzida a redundância dos dados e os problemas daí decorrentes.

  21. Aplicação A Sistema de Base de Dados Aplicação B S G B D Base de Dados Aplicação C Aplicação D Aplicação E

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