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LOGÍSTICA HOSPITALAR UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA / C PA / HOSPITAL DAS CLÍNICAS SALVADOR - BA PowerPoint PPT Presentation


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LOGÍSTICA HOSPITALAR UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA / C PA / HOSPITAL DAS CLÍNICAS SALVADOR - BA. Prof. Fernando Lopes de Souza da Cunha. QUANTO CUSTA UM BOM DIA. QUANTO CUSTA UM BOM-DIA. Caetano Ximenes Aragão. Quanto custa o luar a brisa da tarde o fascínio do mar e o mar ?. O nascer

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LOGÍSTICA HOSPITALAR UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA / C PA / HOSPITAL DAS CLÍNICAS SALVADOR - BA

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Presentation Transcript


LOGSTICA HOSPITALAR UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA / C PA / HOSPITAL DAS CLNICAS SALVADOR - BA

Prof. Fernando Lopes de Souza da Cunha


QUANTO CUSTA UM BOM DIA


QUANTO CUSTA UM BOM-DIA

Caetano Ximenes Arago

Quanto custa o luar

a brisa da tarde

o fascnio do mar

e o mar?

O nascer

e pr-do-sol.

Quanto custa o sol?


QUANTO CUSTA UM BOM-DIA

Quanto custa o ar

O verde das rvores

O azul do cu

E o canto dos pssaros?

E o milagre da vida quanto custa?

E o partuir da terra

E sua ressurreio?


QUANTO CUSTA UM BOM-DIA

O sorriso de uma criana quanto custa?

Quanto custa o amor se dado de graa?

Quanto custa a poesia se antes de tudo um ato de amor de quem cria?


QUANTO CUSTA UM BOM-DIA

Quanto custa o arco-ris a maciez das guas o fluir da seiva ao fruto?

Um bom dia

Quanto custa

Quanto custa um bom-dia?

As coisas boas da vida

nada custam

no tem preo

no so mercadorias.


Bom Dia!!!!!!


CONCEITO DE HOSPITALSEGUNDO A ORGANIZAO MUNDIAL DA SADE

O hospital parte integrante de um sistema coordenado de sade, cuja funo dispensar comunidade assistncia sade, tanto curativa quanto preventiva, incluindo servios famlia, em seu domiclio e ainda um centro de formao para os que trabalham no campo da sade e para pesquisas bio-sociais.


CONCEITO DE ADMINISTRAO DA SADE

Administrao de sade planejar, organizar, dirigir, controlar, coordenar e avaliar os recursos e procedimentos pelos quais a demanda por cuidados mdicos e de sade, e as necessidades de um ambiente saudvel so atendidos, mediante a proviso de servios a clientes individuais, organizaes e comunidades (Charles J. Austrin)


ORIGEM DA PALAVRA LOGSTICA

A palavra LOGSTICA de origem francesa, do verbo loger, que significa alojar.

  • O termo de origem militar e significa a arte de transportar, abastecer e alojar tropas, com um s objetivo: VENCER BATALHAS.

  • Acrescentam que se pode definir logstica como sendo a juno de quatro atividades bsicas: aquisio, movimentao, armazenagem e entrega de produtos.


CONCEITO DE LOGSTICA SEGUNDO CLM - CouncialofLogisties Management, Na Viso de Bowersox e Closs

o processo de planejamento, implementao e controle eficiente e eficaz do fluxo e armazenagem de mercadorias, servios e informaes relacionadas desde o ponto de origem at o ponto de consumo, com o objetivo de atender s necessidades do cliente.


OUTRO CONCEITO DE LOGSTICA

  • Logstica o ato de gerir estrategicamente e racionalmente, com o mximo de eficincia e eficcia, recursos possuidores de valor econmico, sejam eles bens ou servios, pertencentes a organizaes pblicas ou

  • privadas, a partir de sua origem, passando pelo suprimento, armazenagem, administrao de estoques e transporte, e os fluxos

  • correlatos, com o fim de oferecer ao

  • cliente produtos e servios, no tempo

  • certo, no lugar desejado, na qualidade exigida, e ao menor custo possvel.

    • (Fernando Cunha)


CONCEITO DE LOGSTICA HOSPITALAR

A LOGSTICA HOSPITALAR O PROCESSO DE GERENCIAR ESTRATEGICAMENTE E RACIONALMENTE A AQUISIO, MOVIMENTAO E ARMAZENAGEM DE MATERIAIS MDICO - HOSPITALARES, MEDICAMENTOS E OUTROS MATERIAIS NECESSERRIOS AO PERFEITO FUNCIONAMENTO DA UNIDADE HOSPITALAR (E OS FLUXOS DE INFORMAES CORRELATAS) DE MODO A PODER PRESERVAR A VIDA E / OU RESTUARAR A SADE DOS CLIENTES (PACIENTES) COM TIMA QUALIDADE, CUSTO BAIXO E RETORNO SATISFATRIO PARA A INSTITUIO.

(FERNANDO CUNHA)


OUTRO CONCEITO DE LOGSTICA HOSPITALAR

LOGSTICA HOSPITALAR UMA OPERAO INTEGRADA PARA CUIDAR DE SUPRIMENTOS E DISTRIBUIO DE PRODUTOS DESTINADOS AOS HOSPITAIS DE FORMA RACIONALIZADA, O QUE SIGNIFICA PLANEJAR, ORGANIZAR, COORDENAR E EXECUTAR TODO O PROCESSO, VISANDO REDUO DE CUSTOS, A EFICINCIA E RAPIDEZ NA ENTREGA, A PRESERVAO DA VIDA E O AUMENTO DA QUALIDADE E DA COMPETITIVIDADE HOSPITALAR.

  • (F. CUNHA)


MISSO DA LOGSTICA NO MBITO DA GESTO DOS RECURSOS MATERIAIS NOS HOSPITAIS

  • Fornecer quantidade desejada de servios aos clientes, objetivando alcanar nveis de custos aceitveis e competitivos.

  • Proporcionar subsdios e condies para que os produtos hospitalares se movimentem da maneira mais rpida e eficaz possvel.


MISSO DA LOGSTICA NO MBITO DA GESTO DOS RECURSOS MATERIAIS NOS HOSPITAIS

  • Dispor o produto ou o servio hospitalar certo, no lugar certo, no tempo certo, e nas condies desejadas, ao mesmo tempo em que se fornece a maior contribuio ao Hospital.


OBJETIVOS DA LOGSTICA NOS HOSPITAIS

  • AUMENTAR O GRAU DE SATISFAO DOS CLIENTES

  • TORNAR DISPONVEIS PRODUTOS E SERVIOS NO LOCAL ONDE SO NECESSRIOS, NO MOMENTO EM QUE SO DESEJADOS.

  • ATINGIR UM NVEL DESEJADO DE SERVIO AO CLIENTE PELO MENOR CUSTO TOTAL POSSVEL.


FUNO BSICA DA LOGSTICA HOSPITALAR

Disponibilizar nas reas solicitantes em tempo hbil os materiais e medicamentos necessrios ao atendimento dos pacientes (clientes) dos hospitais.


DESCONTRAINDO

NA PRAA

Estava um senhor pregando na praa pblica , rodeado de pessoas, quando aparece o bbado. O bbado aparece justamente na hora em que o pregador grita:

- Irmos, Jesus vir!

- Esse no vem! Respondeu o bbado.

O pregador assusta-se:

- No acredite nesse infiel, irmos. Eu disse que Jesus vir e ele vir!

E o Bbado:

- Estou dizendo que se esse no vem, porque no vem mesmo!

A o pregador se zangou:

- Vou ligar para a delegacia e pedir que venha um guarda buscar o senhor!

E o bbado:

- Esse a vem mesmo! E saiu de fininho.


ASPECTOS A CONSIDERAR NA GESTO LOGSTICA NOS HOSPITAIS

  • Os hospitais lidam com a vida do ser humano.

  • Como empresas os hospitais possuem recursos materiais, humanos, financeiros e informacionais que devem ser canalizados para os seus clientes.

  • A terminologia cliente deve ser usada no lugar de paciente.


O QUE GERENCIAR EM LOGSTICA HOSPITALAR?

AO DIZER GERENCIAR EM LOGSTICA HOSPITALAR QUEREMOS DIZER PLANEJAR, ORGANIZAR, CONTROLAR, COMANDAR E OTIMIZAR A UTILIZAO DE RECURSOS MATERIAIS COM VISTA A ATENDER AO CLIENTE HOSPITALAR NO TEMPO E NO LUGAR CERTO AO MENOR CUSTO TOTAL POSSVEL E OTIMIZAR OS RECURSOS HUMANOS ENVOLVIDOS NESTE PROCESSO.


O GERENTO

Fonte - Adaptado da Internet


Um Hospital entendeu que estava no momento de mudar o estilo de gesto e contratou um novo gerente de logstica.

Este veio determinado a agitar nas bases e tornar a seu estilo, a Logstica Hospitalar mais produtiva.


No primeiro dia, acompanhado dos dois principais assessores, fez uma inspeo em todos os setores de logstica do hospital (almoxarifados, compras, farmcia, transportes...)

Na CAF (Central de Abastecimento Farmacutico) todos estavam trabalhando, mas um rapaz novo estava encostado na parede com as mos no bolso.


Vendo uma boa oportunidade de demonstrar sua filosofia de trabalho, o gerente perguntou ao rapaz:

Quanto que voc ganha por ms ?

Quatrocentos e setenta reais, porque ?

Respondeu o rapaz sem saber do que se tratava.


O administrador tirou R$ 500,00 do bolso e deu ao rapaz, dizendo :

- Aqui est o seu salrio do ms, com sobra.

- Agora desaparea e no volte nunca mais !!! S quero aqui quem tiver disposto a trabalhar muito!!!

O rapaz guardou o dinheiro e saiu conforme as ordens recebidas.


O gerente ento, enchendo o peito, pergunta a um grupo de funcionrios :

Algum de vocs sabe o que este tipo fazia aqui ?

-Sim senhor

-Responderam atnitos os funcionrios.

Ele veio entregar Pizzas.


Entregador

de Pizzas

gerente

Existem pessoas nas organizaes de sade e em outros tipos de organizaes, que desejam tanto mandar, que se esquecem de pensar


ATIVIDADES DA GESTO DE MATERIAIS NO CONTEXTO HOSPITALAR EM UM ENFOQUE LOGSTICO

ADMINISTRAO DE ESTOQUES.

ARMAZENAGEM:

TRANSPORTES

FLUXO DE INFORMAO E PROCESSAMENTO DE PEDIDOS

COMPRAS

.


ATIVIDADES DA GESTO DE MATERIAIS NO CONTEXTO HOSPITALAR EM UM ENFOQUE LOGSTICO

6. SERVIOS

a) Ouvidoria de Materiais.

b) Servios de Farmcia.

c) Proteo contra perdas e danos.

d) Servio de Nutrio.

e) Eliminao de desperdcios.

f) Servio de Lavanderia Hospitalar,...


TESTE PARA AVERIGUAR A DEMNCIA CEREBRAL PRECOCE DE ADMINISTRADOR HOSPITALAR QUE TRABALHA OU NO COM LOGSTICA.


  • Esta a poca do ano em que fazemos nosso teste cerebral.

    • O exerccio do crebro to importante como exercitar os msculos

    • A proporo que ficamos mais velhos importante mantermo-nos mentalmente alerta. Se no usarmos o nosso crebro, certamente o perderemos!

  • Em seguida h uma forma de medir nossa perda de inteligncia.


  • Faa o teste que lhe apresentamos para determinar se o seu crebro est falhando

  • .

  • RELAXE E CONCENTRE-SE

  • O que voc pe em uma torradeira ?


Resposta: Po

Se voc disse torradas, abandone o teste porque melhor fazer outra coisa, para no sofrer mais.

Comece a ler literatura mais apropriada, como Os Tres Porquinhos

(brincadeira pode continuar com a pergunta nmero 2)


2. Diga cinco vezes

meite, meite, meite, meite, meite.

Agora soletre meite.

Diga-nos: O que bebem as vacas?


Resposta: As vacas bebem gua.

Se respondeu leite Huuummm !!!

Seu crebro est muito estressado.


Se voc respondeu gua voc est indo bem.

Siga para a pregunta 3


3. Aconteceu h uns trinta anos atrs, e um avio estava voando a uns 6.000 metros sobre a Alemanha (voc se lembra que a Alemanha nessa poca estava dividida politicamente em duas: Alemanha Ocidental e Alemanha Oriental)

Bem, seguindo a estria, durante o vo um dos motores falhou.


  • O piloto, percebendo que o motor restante tambm estava falhando, decidiu uma aterrissagem forada. Infelizmente o motor restante falhou antes que ele pudesse fazer essa manobra e o avio caiu no meio da terra de ningum, entre a Alemanha Ocidental e a Alemanha Oriental.

  • Aonde voc enterraria os sobreviventes ?

  • Na Alemanha Oriental, na Ocidental ou na terra de ningum ?


Resposta: Quem enterra SOBREVIVENTES ?! Se voc respondeu no se enterram sobreviventes voc continua bem.

Se respondeu outra coisa voc est mal da cabea.

Ainda quer continuar ?


4. Sem utilizar uma calculadora.

Voc est dirigindo um nibus entre Salvador e

Fortaleza


No incio da viagem 17 pessoas sobem no nibus

Na chegada em Aracaju seis pessoas descem e nove sobem no nibus

Em Recife duas pessoas descem e quatro sobem

Em Joo Pessoa onze pessoas sobem e dezesseis descem.

Por fim o nibus chega a Fortaleza.

Como se chama o motorista do nibus?


Resposta:

Mas, por favor!!!

NO SE LEMBRA NEM DO SEU PRPRIO NOME?


VOC QUE ERA O MOTORISTA !!!


IMPORTANTE:

95 % das pessoas falham em alguma das perguntas.


DESPERDCIO HOSPITALAR

EM UM CONTEXTO LOGSTICO

O QUE DESPERDCIO?

Desperdcio gastar sem proveito.

Esbanjamento. Extravio. Perda.

a utilizao incorreta dos recursos humanos e materiais que causam perdas de qualquer tipo a organizao de sade.

no linguajar popular, jogar dinheiro fora.


  • EXEMPLOS DE DESPERDCIOS

  • NOS HOSPITAIS

  • Ausncia de padronizao adequada

  • de medicamentos e material mdico

  • hospitalar;

  • Guarda desnecessria de material

  • mdico hospitalar e medicamentos nos

  • postos de enfermagem e outros locais no

  • apropriados do hospital ;


  • Acender luzes sem necessidade;

  • Uso excessivo do telefone;

  • Deixar torneiras pingando gua;

  • Deixar ventiladores ligados sem necessidade;

  • Desperdcio com ar condicionado;

  • Tempo e material gasto sem necessidade;

  • Utilizao inadequada dos espaos fsicos

    os hospitais;

  • Baixa racionalidade no uso de equipamentos;

  • Contratos de servios mal feitos com prejuzos

    para o hospital;


O QUE ESTOQUE?

So certas quantidades de itens mantidos em disponibilidade constante e renovados permanentemente, para produzir lucros e/ou servios.

O QUE GERENCIAMENTO DE ESTOQUE?

o ato de gerir recursos possuidores de valor econmico e destinados as necessidades futuras de material de uma empresa.

QUANDO NO EXISTE NECESSIDADE DE ESTOCAGEM DE MATERIAIS?

Quando a demanda para produtos de um hospital totalmente conhecida e quando os produtos podem ser fornecidos imediatamente para satisfaz-la.


ALGUNS OBJETIVOS

DOS ESTOQUES NOS HOSPITAIS

  • Melhorar o nvel do servio oferecido.

  • Permitir economias de escala nas compras e no transporte.

  • Proteo contra alteraes de preo.

  • Proteo contra oscilaes na demanda ou no tempo de ressuprimento.

  • Proteo contra contingncias.


RAZES PARA

ESTOCAGEM DE MATERIAIS

1. Reduzir custos de transporte.

2. Coordenar a oferta e a demanda.

3. Em um hospital se lida com a vida humana.

4. Incerteza da demanda futura e da sua variao ao longo do perodo do planejamento.


RAZES PARA

ESTOCAGEM DE MATERIAIS

5. Disponibilidade imediata de material.

6. Cumprimento dos prazos de entrega.

7. Necessidade de continuidade operacional.

8. Necessidade de remunerao do capital investido.


DESCONTRAINDO

No Escuro

O Joozinho chegou da escola e perguntou:

- Papai, voc sabe escrever no escuro?

- Acho que sim. O que voc quer que eu escreva?

- O seu nome no meu boletim!


  • EM QUE CONSISTE A ANLISE DE ESTOQUE:

Na avaliao contnua das variaes sofridas pelo mesmo ao longo de um perodo de tempo considerado, bem como suas causas e efeitos.


PREVISO DE ESTOQUES

  • CONCEITO

Projeo para o futuro em que determinada probabilidade esperada.

  • NOTE BEM:

  • A previso o ponto de partida de todo planejamento de estoque.

  • A previso deve ser sempre considerada como a hiptese mais provvel dos resultados.


ELEMENTOS DE CONTROLE

DE ESTOQUE

1. Consumo Mdio - (CM ou CMM)

a mdia de consumo de um artigo verificado em um determinado perodo de tempo, podendo ser dirio, semanal, mensal, semestral, anual, etc.

2. Tempo de Ressuprimento - (TR)

o perodo compreendido desde a emisso da ordem de compra at a chegada de material no almoxarifado, pronto para uso.


ELEMENTOS DE CONTROLE

DE ESTOQUE

3. Estoque Mnimo- (E.MN)

a quantidade mnima de material destinada a evitar possveis paralisaes nos trabalhos da empresa. Tambm denominado estoque de segurana ou de proteo. Calculando proporcionalmente ao tempo de ressuprimento.

TR

Frmula: E.Mn. = X CMM

2


ELEMENTOS DE CONTROLE

DE ESTOQUE

4. Ponto de Ressuprimento - (PR)

o momento que se deve proceder a uma nova aquisio. Tambm denominado Ponto de Reposio ou ponto de ressuprimento.

Frmula: PR = CMM X TR + E.MN


ELEMENTOS DE CONTROLE

DE ESTOQUE

5. Intervalo de Ressuprimento - (I)

o perodo compreendido entre duas aquisies.

6. Quantidade de Ressuprimento - (Q)

o correspondente ao que deve ser adquirido para que o estoque seja recomposto e atinja o nvel de estoque desejado.

Frmula: Q = CMM X I


ELEMENTOS DE CONTROLE

DE ESTOQUE

7. Estoque Mximo - (EMx)

a maior quantidade de material que deve ser estocada, para que a empresa d continuidade s suas atividades.

Frmula: EMax = Q + EMn

8. Estoque Mdio - (EM)

a quantidade intermediria entre os estoques mnimos e mximos.

Q

Frmula: EM = + Emn.

2


ELEMENTOS DE CONTROLE

DE ESTOQUE

9. Ruptura de Estoque

D-se quando o consumo faz com que o estoque chegue a nvel zero, e ainda continua a haver demanda do material.

OBS.: O objetivo do controle de material evitar que isto acontea.


Giro de Estoque

Frmula

Giro de Estoque = (Inventrio inicial + Compra) inventrio final

Inventrio inicial + inventrio final

2

Onde:

a = Saldo de estoque inventariado no perodo (saldo inicial)

b = compras realizadas no perodo (ou Produo)

c = saldo do estoque inventariado no fim do perodo (saldo final)


  • Exemplo: Uma empresa faz inventrio no primeiro dia til do ano e encontra o nmero 200 para o seu estoque. Durante o decorrer do ano comprou 800 e, no seu inventrio final o nmero era de 400. Pergunta-se: quantas vezes girou seu estoque?


  • GE = (Inventrio inicial + Compra) -inventrio final

    Inventrio inicial +inventrio final

    2

    GE = (200 + 800) - 400

    200 + 400

    2

    GE = 600

    300

    GE = 2


Outras Frmulas de Giro de Estoque

GE = Custo da mercadoria vendida

Estoque mdio

GE = Valor de venda

Estoque mdio


Antigiro ou cobertura de estoque

  • O que ?

    ndice que mede o tempo mdio de permanncia dos estoques na organizao.

    Frmulas:

    CE = Perodo de tempo considerado

    Giro de estoque

    CE = ( Estoque mdio) Perodo de Tempo

    ( Venda )


Lote Econmico de Compras

Lec = 2 . D . S

I .C

Ou

Lec = 2 . D . S

I

Onde:

D = Demanda no perodo

S = Custo unitrio do perodo

I = Custo de manuteno de estoque/ano

C = Custo unitrio do produto


RELAO 80 / 20 CLASSIFICAO ABC DE CONTROLE DE ESTOQUE


CLASSIFICAO ABC - CURVA ABC DE CONTROLE DE ESTOQUE RELAO 80/20

1. CONCEITO

A TCNICA SELETIVA ABC RELAO 80 / 20 (CURVA ABC) UM MTODO DE CLASSIFICAO DOS ITENS DE ESTOQUE DE UMA EMPRESA SOB O NGULO ECONMICO FINANCEIRO, SEGUNDO SUAS IMPORTNCIAS RELATIVAS.

O CRITRIO DE CLASSIFICAO O VALOR ANUAL DE CONSUMO DE CADA ITEM COMPRADO, COM O VALOR ANUAL TOTAL DO CONSUMO DE MATERIAIS PELA EMPRESA


MTODOS DE ELABORAO

1.

Relacionar todos os materiais consumidos, registrando o preo mdio unitrio e a quantidade consumida no perodo.

2.

Multiplicar o preo mdio unitrio pela quantidade consumida, obtendo o valor do consumo anual.

Relacionar os materiais por ordem decrescente do valor do consumo anual.

3.

4.

Calcular o valor acumulado do consumo.

Calcular o percentual do valor consumido acumulado sobre o consumo total.

5.


CLASSIFICAO DOS ITENS DE ESTOQUE


GRFICO CLASSIFICAO ABC / RELAO 80/20

100

94,68

79,41

20

100

50,00


SUPPLY CHAIN OU CADEIA LOGSTICAINTEGRADA

CONCEITO

A gesto do Suplly Chain uma forma integrada de planejar e controlar o fluxo de mercadorias, informaes e recursos, desde os fornecedores at o cliente final, procurando administrar as relaes na cadeia de logstica de forma cooperativa e para benefcio de todos os envolvidos.


PRTICAS E INICIATIVAS A SERVIO DO PLANEJAMENTO E GESTO COLABORATIVA DE SUPPLY CHAIN

1) ELETRONIC DATA INTERCHANGE - EDI

Tem como propsito executar a troca eletrnica de dados (de forma estruturada) entre computadores de empresas parceiras em determinados negcios. Os dados trocados costumam ser documentos com estrutura fixa, estruturada e envolvendo informao de uma cadeia de logstica integrada (Supply Chain) como:

Programa de Produo e Entregas Pedidos de Produtos

Avisos de Recebimentos

Necessidade de Reposio de Estoque

Lista de Faturas a Pagar etc.


VEJA BEM

No EDI a Comunicao entre os sistemas das empresas de sade envolvidas feita atravs da estrutura de rede e dos softwares de comunicao de dados que interligam estas empresas.


PRTICAS E INICIATIVAS A SERVIO DO PLANEJAMENTO E GESTO COLABORATIVA DE SUPPLY CHAIN

2) EFICIENT CONSUMER RESPONSE - ECR

O ECR visa a um atendimento melhor das reais demandas dos clientes atravs de um sistema de reposio automtica dos estoques consumidos nos pontos de venda.

Imaginemos a situao comum de um consumidor fazendo uma compra em um supermercado. Quando ele passa com o produto pelo caixa e efetua o pagamento a informao de venda contabilizada para efeito de faturamento do supermercado e de baixa no seu estoque. Essa mesma informao pode ser repassada ao fornecedor do produto (via um sistema de EDI trabalhando com processamento on line ou mesmo batch),que pode ento planejar e providenciar a reposio do produto consumido no supermercado.

Esse mesmo procedimento pode ser utilizado, com as adaptaes devidas, nos hospitais, como por exemplo na sada de um produto da CAF (medicamento) para uma enfermaria. O sistema dara baixa no estoque da CAF e ir contabilizar o custo para esta enfermaria.


OLHE BEM

importante ressaltar tambm que a implementao do ECR quase sempre requer algum investimento adicional em TIC, tal como Sistemas de Cdigo de Barras, Scanners, EDI etc.


OLHE MUITO BEM:

indispensvel para o sucesso da logstica hospitalar, especialmente para os hospitais de mdio e grande porte, a existncia de um eficiente sistema informatizado em toda a cadeia de abastecimento hospitalar.


Em Gesto de estoque no esquea o Provrbio Japons:


  • A gente tropea sempre nas pedras pequenas,

  • Porque as grandes a gente logo enxerga.

  • (Provrbio Japons)


OS ARMAZNS: CONCEITOS

As instalaes onde se estocam os bens nos hospitais so, genericamente, denominadas armazns ou almoxarifados, ou central de abastecimento farmacutico - CAF - .

Eles so, assim, a parte do sistema logstico onde se estocam, se armazenam, medicamentos, material mdico -hospitalar e outros produtos de uso nos hospitais, sendo o intermedirio entre o ponto de origem e o ponto de consumo nos hospitais.


TIPOS DE ALMOXARIFADO/DEPSITO EM HOSPITAIS

1. Almoxarifado Central ou Geral

2. Almoxarifado de Farmcia (CAF)

3. Farmcia Hospitalar

4. Almoxarifado de Soro

5. Almoxarifado do Centro Cirrgico

6. Central de Distribuio


TIPOS DE ALMOXARIFADO/DEPSITO EM HOSPITAIS

7. Farmcia Ambulatorial

8. Almoxarifado de Sucatas

9. Almoxarifado de Manuteno

10. Almoxarifado de Nutrio


NORMAS DE ESTOCAGEM

DE MATERIAIS

  • 1.OBJETIVO

Efetuar a guarda carreta de materiais evitando desperdcios de toda ordem.

  • 2.QUAIS AS NORMAS?

  • Rotatividade dos materiais.

  • Volume e peso.

  • Ordem de entrada / sada.

  • Similaridade.

  • Valor.

  • Carga Unitria.

  • Acondicionamento e embalagem.


REQUISITOS DOS ALMOXARIFADOS (ARMAZNS) HOSPITALARES

  • Isolamento para que nenhuma pessoa estranha tenha acesso a ele;

  • Rigorosa disciplina de entrada de pessoas estranhas ao servio, as quais s tero acesso se acompanhadas de funcionrios do almoxarifado;

  • Horrio de atendimento preestabelecidos para forar os usurios a planejar suas requisies para serem atendidas nesse horrio, exceto para emergncias justificadas;


REQUISITOS DOS ALMOXARIFADOS (ARMAZNS) HOSPITALARES

  • Sistema de atendimento noturno para emergncias;

  • Atendimento sempre mediante requisies escritas e assinadas ou via sistema com senha;

  • Numerao das prateleiras e clulas do almoxarifados (armazns);

  • Agrupamento de itens por natureza com os itens de maior movimentao em locais de mais fcil acesso.


ATIVIDADES DO RECEBIMENTO DE MATERIAIS

  • Verificar por comparao entre a nota fiscal do fornecedor e a cpia do pedido, se os materiais entregues foram, de fato encomendados, no tipo, na quantidade, na qualidade e no preo estipulados na nota fiscal;

  • Assinar os canhotos das notas fiscais dos fornecedores;

  • Contagem e /ou pesagem de cada item recebido;

  • Identificar com etiqueta, cdigos ou sinais apropriados, os itens entregues que no estiverem claramente marcados;


ATIVIDADES DO RECEBIMENTO DE MATERIAIS

  • Anotar, em documentos apropriados, entregas parciais ou em excesso ou discrepncias, ou recusar receber estes materiais;

  • Avisar os responsveis pela inspeo de qualidade das mercadorias entregues;

  • Enviar as notas fiscais e outros documentos, pertinentes ao almoxarifado, a contas a pagar, compras e outros setores;

  • Providenciar a devoluo de mercadorias defeituosas.


LOCALIZAO

DO ALMOXARIFADO OU DEPSITO

  • CONCEITO

o posicionamento do almoxarifado/depsito, ou seja, sua estrutura fsica no contexto do hospital ou fora dele.


FATORES A CONSIDERAR NA LOCALIZAO DO ALMOXARIFADO OU DEPSITO DE UM HOSPITAL

  • Acesso fcil aos servios do hospital.

  • Segurana do local (fogo, furto, inundaes, etc..).

  • Congestionamento de trfego nas redondezas do local.

  • Ventilao adequada.

  • Propiciar uma logstica eficiente.


INSTALAO DO ALMOXARIFADO

OU DEPSITO

  • CONCEITO

Posicionamento de tudo aquilo indispensvel ao funcionamento de um almoxarifado/depsito em local previamente assentado no hospital.


FATORES QUE CONDICIONAM A INSTALAO DE UM ALMOXARIFADO OU DEPSITO HOSPITALAR

1.Existncia de recursos financeiros.

2.Natureza e volume do material a ser armazenado no hospital.

3.Delimitao prvia da rea disponvel para estocagem no hospital.


CONSIDERAES SOBRE ARMAZENAGEM DE MATERIAIS

  • Num sistema de armazenagem de materiais as estantes devem ser identificadas por letras, cuja seqncia dever ser da esquerda para a direita em relao a entrada principal.


CONSIDERAES SOBRE ARMAZENAGEM DE MATERIAIS

  • Os escaninhos localizados nas prateleiras dos almoxarifados/depsitos devem ser identificados preferencialmente por nmeros.

  • Normalmente so usados dois critrios de localizao de material a saber:

  • - Sistema de estocagem fixa.

  • - Sistema de estocagem livre.


CONSIDERAES SOBRE ARMAZENAGEM DE MATERIAIS

  • As portas dos almoxarifados/depsitos dos hospitais devem permitir, quando necessrio, a passagem de empilhadeiras carregadas, e neste caso devem ter de altura e largura aproximadamente dois metros e quarenta (2,40m) centmetros.

  • O topo das pilhas de mercadorias dever ficar a uma distncia aproximada de um (1m) metro abaixo dos spinklers contra incndios, colocados no teto do almoxarifado/depsito.

  • Os pisos dos almoxarifados/depsitos devem ser construdos de concreto.


CONSIDERAES SOBRE ARMAZENAGEM DE MATERIAIS

  • O local destinado a embarque de mercadorias do almoxarifado/depsito deve ter normalmente um metro e vinte e cinco (1,25m) centmetros de altura sobre o piso.

  • Os escritrios dos almoxarifados/depsitos devem estar prximos aos locais de embarque dos produtos.


OBSERVAES COMPLEMENTARES SOBRE INSTALAO DO ALMOXARIFADO OU DEPSITO

Um almoxarifado ou depsito deve preferencialmente ter:

1.Duas portas - uma para entrada e outra para sada de materiais.

2.Espao suficiente reservado para servios de confrontos e registros.

3.Espao para servios administrativos do almoxarifado/depsito.

4.Equipamentos para combate a incndio.


IDADE DE SER FELIZ...

.


Existe somente uma idade para a gente ser feliz, somente uma poca na vida de cada pessoa em que possvel sonhar e fazer planos e ter energia bastante para utiliz-los a despeito de todas as dificuldades e obstculos.


Uma s idade para a gente se encantar com a vida e viver apaixonadamente e desfrutar tudo com toda intensidade sem medo nem culpa de sentir prazer.


... Fase dourada em que a gente pode criar e recriar a vida nossa prpria imagem e semelhana e vestir-se com todas as cores e experimentar todos os sabores e entregar-se a todos os amores sem preconceito nem pudor.


Tempo de entusiasmo e coragem em que todo desafio um convite luta que a gente enfrenta com toda disposio de tentar algo de novo, e quantas vezes foi preciso.


Essa idade to fugaz na vida da gente chama-se PRESENTE e tem a durao do instante que passa...

Mrio Quintana


DESCONTRAINDO

A ONA CRIST

Um padre foi caar. J sem munio,

surgiu uma ona e bem faminta, pelo

jeito.

O padre rezou, tremendo dos ps a

cabea:

- Sagrado Corao de Jesus, faa com

que essa ona tenha sentimentos cristos e

no me devore.

E a ona, surpreendentemente, ajoelhou e rezou:

- Abenoai senhor este alimento que vou tomar!


TRANSPORTES

O QUE UM SERVIO DE TRANSPORTES EM UM HOSPITAL?

um conjunto de caractersticas de desempenho adquiridas a um determinado preo.

MODAIS DE TRANSPORTE:

1. Aquavirio.

2. Ferrovirio.

3. Rodovirio.

4. Aerovirio.

5. Dutovirio.


DECISES ESTRATGICAS NO TRANSPORTE

  • ESCOLHA DE MODAIS

  • DECISES SOBRE PROPRIEDADE DA FROTA

  • SELEO E NEGOCIAO COM TRANSPORTADORES

  • POLTICA DE CONSOLIDAO DE CARGAS


OBJETIVO DO RGO DE COMPRAS

O objetivo do rgo de compras hospitalar adquirir os bens solicitados pelos usurios, na qualidade por eles especificada, na quantidade certa, no prazo de entrega pedido e nas melhores condies econmicas e financeiras possveis.


ATIVIDADES TPICAS

DE COMPRAS EM HOSPITAIS

- Selecionar e qualificar os fornecedores.

- Classificar o desempenho do fornecedor.

- Negociar contratos.

- Comparar preos, qualidade e servios.

- Pesquisar produtos e servios.

- Determinar quando comprar.


ATIVIDADES TPICAS

DE COMPRAS EM HOSPITAIS

- Avaliar o valor recebido.

- Medir a qualidade de entrada, se no for responsabilidade do controle de qualidade.

- Prever preos, servios e, algumas vezes, mudanas da demanda.

- Especificar a forma na qual os produtos sero recebidos no hospital.


Exemplo de um processo simplificado de compra de itens regulares


PRINCIPAIS FATORES QUE INFLUENCIAM NUM PROCESSO DE COMPRAS

1. PREO

TIPOS DE PREOS

  • Oferta.

  • Manipulados.

  • Competio.


PRINCIPAIS FATORES QUE INFLUENCIAM NUM PROCESSO DE COMPRAS

CONDIES QUE DEFINEM O PREO

  • Qualidade.

  • Capacidade competitiva.

  • Quantidade.

  • Integridade do fornecedor.

  • Atendimento.

  • Termos de aceitao do pedido.

  • Utilidade.

  • Poltica da empresa.

  • Entrega.


PRINCIPAIS FATORES QUE INFLUENCIAM NUM PROCESSO DE COMPRAS

2. QUALIDADE

A DEFINIO DA QUALIDADE DEVE SER EXPRESSA DE TAL MANEIRA QUE:

  • O comprador saiba exatamente o que est sendo desejado.

  • O contrato ou o pedido de compra seja emitido com uma descrio adequada do que se deseja.

  • O fornecedor seja devidamente posicionado das exigncias de qualidade.


OUTROS FATORES QUE INFLUENCIAM

NUM PROCESSO DE COMPRAS

  • QUANTIDADE.

  • PRAZOS DE ENTREGA.

  • PRAZOS DE PAGAMENTO.

  • ASSISTNCIA TCNICA.

  • CONCEITUAO DO FORNECEDOR NO MERCADO.

  • COMPLEXIDADE DO PRODUTO A SER ADQUIRIDO.


PESQUISA EM COMPRAS

ELEMENTO BSICO DE UMA OPERAO DE COMPRAS:

  • A PESQUISA.


PESQUISA EM COMPRAS

PRINCIPAL FUNO DA PESQUISA EM COMPRAS:

  • SUPRIR COM INFORMAES E ORIENTAES ANALTICAS OS DEPARTAMENTOS INTERESSADOS.


COMPRAS NO SERVIO PBLICO

LEI N 8666

  • Dispensa de licitao.

  • Carta convite.

  • Cotao.

  • Concorrncia.

  • Prego.


Em compras lembre-se

do Provrbio Africano:


Ningum experimenta a profundidade de um rio com os dois ps.

(Provrbio Africano)


DESCONTRAINDO

Inocente

Joozinho, assustado, pergunta:

- Professora, algum pode ser castigado por algo que no fez?

- No Joozinho. Nunca...

- Oba. Ento eu estou livre... Eu NO fiz a lio.


ALIANAS LOGSTICAS

1. CONCEITO

a associao de empresas que mantendo a sua individualidade se unem para obterem ganhos de escala e gerenciar em conjunto, estrategicamente e racionalmente, produtos e/ou servios, a partir de sua origem, disponibilizando-os atravs da cadeia de suprimento ao consumidor final, no tempo e no lugar certo, ao melhor custo e qualidade possvel


VEJA BEM:

As alianas logsticas so pois um somatrio de estratgia, aliana e logstica. Somatrio porque a existncia de uma aliana pressupe uma estratgia sem a qual as alianas seriam incuas. No teriam rumo de ao, objetivos definidos, campos de ao determinados. Logstica porque ao contrrio de outros tipos de alianas estratgicas a racionalizao do processo com vista ao cliente na cadeia de suprimento muito mais aprimorada. Assim, na nossa opinio, numa viso correlata as aliana logsticas representam a interseo entre estratgia, aliana estratgica e logstica, conforme demonstra a figura a seguir

ALIANA ESTRATGICA

ESTRATGIA

ALIANA

LOGSTICA

LOGSTICA


ALIANAS LOGSTICAS

2. OBJETIVOS

  • Reduzir duplicidades.

  • Eliminar desperdcios comuns.

  • Aumentar em conjunto a eficincia.

  • Obter ganhos de escala.

  • Otimizar tempo.

  • Otimizar o uso de instalaes e equipamentos.

  • Otimizar a utilizao dos recursos humanos.

  • Atender muito melhor ao cliente em todas as suas necessidades que a empresa possa atuar.


O CASE DA LOGSTICA DO HOSPITAL DAS CLNICAS DE SALVADOR - BA

  • O Hospital Universitrio Professor Edgard Santos, mais conhecido pela populao de Salvador como Hospital das Clnicas, presta servios comunidade, que se estendem pela prestao de assistncia sade da populao; a formao de recursos humanos na rea de sade - mdicos, enfermeiros, nutricionistas e vrios tcnicos de nvel mdio - e pesquisa cientfica. O suporte acadmico de suas atividades dado pelas Faculdades de Medicina, Enfermagem, Nutrio e Farmcia da Universidade Federal da Bahia, cujos docentes integram seu corpo clnico.


O CASE DA LOGSTICA DO HOSPITAL DAS CLNICAS DE SALVADOR - BA

A LOGSTICA

- ANTES

- HOJE


Antes de concluir,vamos lembrar o Provrbio Italiano e nos unirmos sempre


Ao trmino do jogo, o rei e o peo voltam para a mesma caixa.(Provrbio Italiano)


Muito obrigado !!!

Foi muito bom e uma grande honra estar com vocs neste encontro de saber nesta linda e aconchegante cidade de Salvador , cidade que amo muito e que me deixa sempre feliz quando aqui estou.

Fernando Lopes de Souza da Cunha.

Consultor e Professor

E-mail: [email protected]

Fones: Celular - (085) 9909-3348 / Residncia (085) 3267-7773

Escritrio - (085) 3267-5327

Santa Casa Fortaleza - (085) 3455-9100


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