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Botânica. Vida, Reprodução e Evolução dos Grupos Vegetais. Prof. Magrão. BIODIVERSIDADE. Introdução.

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Presentation Transcript
Bot nica

Botânica

Vida, Reprodução e Evolução dos Grupos Vegetais.

Prof. Magrão



Introdu o
Introdução

  • A vida teve origem no mar. Organismos autotróficos se diversificaram em ambientes marinhos . Por evolução e adaptação ocorreu a invasão do meio terrestre. Este novo meio proporcionou oportunidades mas também dificuldades.


A conquista do meio terrestre
A conquista do meio terrestre

A colonização do meio terrestre deve ter ocorrido há cerca de 450 milhões de anos, a partir de ancestrais aquáticos, provavelmente algas clorofíceas multicelulares relativamente complexas.

.


A conquista do meio terrestre1
A conquista do meio terrestre

Esta evolução teve início com o surgimento de dois grandes grupos, um ancestral das atuais briófitas e outro ancestral das plantas vasculares. O primeiro não apresentaria tecidos condutores, ao contrário do segundo.


A conquista do meio terrestre2
A conquista do meio terrestre

Posteriormente surgem as plantas vasculares com sementes e depois as plantas vasculares com semente e flor.



REPRODUÇÃO DAS PLANTAS

1- Reprodução assexuada ou agâmica: onde unidades reprodutivas, provenientes de partes do organismo originam diretamente um outro indivíduo. Ex.: esporos, tubérculos, estolhos, brotamentos em caules e folhas, etc.


2- Reprodução sexuada ou gâmica: Em todas as plantas terrestres, além de muitas algas e fungos, ocorre um ciclo vital com alternância de gerações haplóide e diplóide (ciclo haplodiplôntico)

REPRODUÇÃO DAS PLANTAS


A  grande inovação feita pelos vegetais foi a formação de um EMBRIÃO no interior do corpo(não ocorria nas algas): principal fator que contribuiu para o sucesso da dispersão das plantas pelos mais diversos ambientes, além do mutualismo com fungos para a exploração dos nutrientes existentes no solo.O tipo de ciclo de vida que as plantas realizam é mais importante para caracterizá-las do que a sua capacidade de fazer fotossíntese, já que certas espécies não-fotossintetizantes até perderam a clorofila durante o processo evolutivo, passando a viver como parasitos ou em mutualismo(como certas orquídeas e fungos).

REPRODUÇÃO DAS PLANTAS


Problemas de um EMBRIÃO no interior do corpo(não ocorria nas algas): principal fator que contribuiu para o sucesso da dispersão das plantas pelos mais diversos ambientes, além do mutualismo com fungos para a exploração dos nutrientes existentes no solo.O tipo de ciclo de vida que as plantas realizam é mais importante para caracterizá-las do que a sua capacidade de fazer fotossíntese, já que certas espécies não-fotossintetizantes até perderam a clorofila durante o processo evolutivo, passando a viver como parasitos ou em mutualismo(como certas orquídeas e fungos). Desidratação

Soluções  Epiderme e Súber

Problemas Sustentação

Soluções Caule e Raiz:

Problemas  Nutrição

Soluções Vasos condutores

Problemas Reprodução

Soluções Esporângios e Flores

Problemas Respiração

Soluções  Estômatos


Filog nese bot nica
FILOGÊNESE BOTÂNICA de um EMBRIÃO no interior do corpo(não ocorria nas algas): principal fator que contribuiu para o sucesso da dispersão das plantas pelos mais diversos ambientes, além do mutualismo com fungos para a exploração dos nutrientes existentes no solo.O tipo de ciclo de vida que as plantas realizam é mais importante para caracterizá-las do que a sua capacidade de fazer fotossíntese, já que certas espécies não-fotossintetizantes até perderam a clorofila durante o processo evolutivo, passando a viver como parasitos ou em mutualismo(como certas orquídeas e fungos).

BRIÓFITAS

PTERIDÓFITAS

GIMNOSPERMAS

ANGIOSPERMAS


Bri fitas
BRIÓFITAS de um EMBRIÃO no interior do corpo(não ocorria nas algas): principal fator que contribuiu para o sucesso da dispersão das plantas pelos mais diversos ambientes, além do mutualismo com fungos para a exploração dos nutrientes existentes no solo.O tipo de ciclo de vida que as plantas realizam é mais importante para caracterizá-las do que a sua capacidade de fazer fotossíntese, já que certas espécies não-fotossintetizantes até perderam a clorofila durante o processo evolutivo, passando a viver como parasitos ou em mutualismo(como certas orquídeas e fungos).

Vegetais de ambientes terrestre úmidos com morfologia bastante simples, conhecidos popularmente como "musgos" ou "hepáticas".


Bri fitas1
BRIÓFITAS de um EMBRIÃO no interior do corpo(não ocorria nas algas): principal fator que contribuiu para o sucesso da dispersão das plantas pelos mais diversos ambientes, além do mutualismo com fungos para a exploração dos nutrientes existentes no solo.O tipo de ciclo de vida que as plantas realizam é mais importante para caracterizá-las do que a sua capacidade de fazer fotossíntese, já que certas espécies não-fotossintetizantes até perderam a clorofila durante o processo evolutivo, passando a viver como parasitos ou em mutualismo(como certas orquídeas e fungos).

São totalmente dependentes da água, ao menos para o deslocamento do anterozóide flagelado até a oosfera. São avasculares, o que limita seu tamanho(+/- 1cm), difundindo seus nutrientes de célula à célula.


Bri fitas2
BRIÓFITAS de um EMBRIÃO no interior do corpo(não ocorria nas algas): principal fator que contribuiu para o sucesso da dispersão das plantas pelos mais diversos ambientes, além do mutualismo com fungos para a exploração dos nutrientes existentes no solo.O tipo de ciclo de vida que as plantas realizam é mais importante para caracterizá-las do que a sua capacidade de fazer fotossíntese, já que certas espécies não-fotossintetizantes até perderam a clorofila durante o processo evolutivo, passando a viver como parasitos ou em mutualismo(como certas orquídeas e fungos).

ALTERNÃNCIA DE GERAÇÕES EM MUSGO

http://iris.cnice.mecd.es/biosfera/alumno/2ESO/Reprodycoordinacion/contenidos6.htm


ALTERNÃNCIA DE GERAÇÕES EM MUSGO de um EMBRIÃO no interior do corpo(não ocorria nas algas): principal fator que contribuiu para o sucesso da dispersão das plantas pelos mais diversos ambientes, além do mutualismo com fungos para a exploração dos nutrientes existentes no solo.O tipo de ciclo de vida que as plantas realizam é mais importante para caracterizá-las do que a sua capacidade de fazer fotossíntese, já que certas espécies não-fotossintetizantes até perderam a clorofila durante o processo evolutivo, passando a viver como parasitos ou em mutualismo(como certas orquídeas e fungos).


Pterid fitas
PTERIDÓFITAS de um EMBRIÃO no interior do corpo(não ocorria nas algas): principal fator que contribuiu para o sucesso da dispersão das plantas pelos mais diversos ambientes, além do mutualismo com fungos para a exploração dos nutrientes existentes no solo.O tipo de ciclo de vida que as plantas realizam é mais importante para caracterizá-las do que a sua capacidade de fazer fotossíntese, já que certas espécies não-fotossintetizantes até perderam a clorofila durante o processo evolutivo, passando a viver como parasitos ou em mutualismo(como certas orquídeas e fungos).

-CRIPTÓGAMAS VASCULARES(TRAQUEÓFITAS)

-VASOS CONDUTORES POSSIBILITAM GRANDE TAMANHO,

DEVIDO AO TRANSPORTE RÁPIDO E EFICIENTE DE NUTRIENTES . EX. SAMAMBAIA.


Pterid fitas1
PTERIDÓFITAS de um EMBRIÃO no interior do corpo(não ocorria nas algas): principal fator que contribuiu para o sucesso da dispersão das plantas pelos mais diversos ambientes, além do mutualismo com fungos para a exploração dos nutrientes existentes no solo.O tipo de ciclo de vida que as plantas realizam é mais importante para caracterizá-las do que a sua capacidade de fazer fotossíntese, já que certas espécies não-fotossintetizantes até perderam a clorofila durante o processo evolutivo, passando a viver como parasitos ou em mutualismo(como certas orquídeas e fungos).


Pterid fitas2
PTERIDÓFITAS de um EMBRIÃO no interior do corpo(não ocorria nas algas): principal fator que contribuiu para o sucesso da dispersão das plantas pelos mais diversos ambientes, além do mutualismo com fungos para a exploração dos nutrientes existentes no solo.O tipo de ciclo de vida que as plantas realizam é mais importante para caracterizá-las do que a sua capacidade de fazer fotossíntese, já que certas espécies não-fotossintetizantes até perderam a clorofila durante o processo evolutivo, passando a viver como parasitos ou em mutualismo(como certas orquídeas e fungos).


Pterid fitas3
PTERIDÓFITAS de um EMBRIÃO no interior do corpo(não ocorria nas algas): principal fator que contribuiu para o sucesso da dispersão das plantas pelos mais diversos ambientes, além do mutualismo com fungos para a exploração dos nutrientes existentes no solo.O tipo de ciclo de vida que as plantas realizam é mais importante para caracterizá-las do que a sua capacidade de fazer fotossíntese, já que certas espécies não-fotossintetizantes até perderam a clorofila durante o processo evolutivo, passando a viver como parasitos ou em mutualismo(como certas orquídeas e fungos).

CICLO ALTERNANTE EM SAMAMBAIA


Pterid fitas4
PTERIDÓFITAS de um EMBRIÃO no interior do corpo(não ocorria nas algas): principal fator que contribuiu para o sucesso da dispersão das plantas pelos mais diversos ambientes, além do mutualismo com fungos para a exploração dos nutrientes existentes no solo.O tipo de ciclo de vida que as plantas realizam é mais importante para caracterizá-las do que a sua capacidade de fazer fotossíntese, já que certas espécies não-fotossintetizantes até perderam a clorofila durante o processo evolutivo, passando a viver como parasitos ou em mutualismo(como certas orquídeas e fungos).


Pterid fitas5
PTERIDÓFITAS de um EMBRIÃO no interior do corpo(não ocorria nas algas): principal fator que contribuiu para o sucesso da dispersão das plantas pelos mais diversos ambientes, além do mutualismo com fungos para a exploração dos nutrientes existentes no solo.O tipo de ciclo de vida que as plantas realizam é mais importante para caracterizá-las do que a sua capacidade de fazer fotossíntese, já que certas espécies não-fotossintetizantes até perderam a clorofila durante o processo evolutivo, passando a viver como parasitos ou em mutualismo(como certas orquídeas e fungos).


Altern ncia de gera es
ALTERNÂNCIA DE GERAÇÕES de um EMBRIÃO no interior do corpo(não ocorria nas algas): principal fator que contribuiu para o sucesso da dispersão das plantas pelos mais diversos ambientes, além do mutualismo com fungos para a exploração dos nutrientes existentes no solo.O tipo de ciclo de vida que as plantas realizam é mais importante para caracterizá-las do que a sua capacidade de fazer fotossíntese, já que certas espécies não-fotossintetizantes até perderam a clorofila durante o processo evolutivo, passando a viver como parasitos ou em mutualismo(como certas orquídeas e fungos).


Gimnospermas
GIMNOSPERMAS de um EMBRIÃO no interior do corpo(não ocorria nas algas): principal fator que contribuiu para o sucesso da dispersão das plantas pelos mais diversos ambientes, além do mutualismo com fungos para a exploração dos nutrientes existentes no solo.O tipo de ciclo de vida que as plantas realizam é mais importante para caracterizá-las do que a sua capacidade de fazer fotossíntese, já que certas espécies não-fotossintetizantes até perderam a clorofila durante o processo evolutivo, passando a viver como parasitos ou em mutualismo(como certas orquídeas e fungos).

As gimnospermas são as primeiras plantas que apresentam semente durante o processo de evolução biológica dos vegetais.A origem do nome está relacionada com a presença destas sementes que estão desprotegidas de frutos, isto é, sementes nuas.

araucária

sequóia


Gimnospermas1
GIMNOSPERMAS de um EMBRIÃO no interior do corpo(não ocorria nas algas): principal fator que contribuiu para o sucesso da dispersão das plantas pelos mais diversos ambientes, além do mutualismo com fungos para a exploração dos nutrientes existentes no solo.O tipo de ciclo de vida que as plantas realizam é mais importante para caracterizá-las do que a sua capacidade de fazer fotossíntese, já que certas espécies não-fotossintetizantes até perderam a clorofila durante o processo evolutivo, passando a viver como parasitos ou em mutualismo(como certas orquídeas e fungos).

As gimnospermas marcam evolutivamente o aparecimento das sementes como conseqüência da heterosporia, que é a produção de dois tipos de esporos, um masculino - micrósporo, e outro feminino - megásporo.Os elementos reprodutivos estão reunidos em estróbilos, que correspondem às flores das gimnospermas.

Pinha(estróbilo)

Pinhão(semente)


Gimnospermas2
GIMNOSPERMAS de um EMBRIÃO no interior do corpo(não ocorria nas algas): principal fator que contribuiu para o sucesso da dispersão das plantas pelos mais diversos ambientes, além do mutualismo com fungos para a exploração dos nutrientes existentes no solo.O tipo de ciclo de vida que as plantas realizam é mais importante para caracterizá-las do que a sua capacidade de fazer fotossíntese, já que certas espécies não-fotossintetizantes até perderam a clorofila durante o processo evolutivo, passando a viver como parasitos ou em mutualismo(como certas orquídeas e fungos).

São plantas traqueófitas, pelo fato de possuírem vasos condutores do tipo xilema e floema, que apareceram, pela primeira vez, durante a evolução das pteridófitas.A partir das gimnospermas ocorre a independência da água para a reprodução, deixando de ser por oogamia, passando a ser por sifonogamia, com o desenvolvimento de um tubo polínico, que carrega o gameta masculino até a oosfera.


Diversidade de estróbilos, pinhas ou cones de um EMBRIÃO no interior do corpo(não ocorria nas algas): principal fator que contribuiu para o sucesso da dispersão das plantas pelos mais diversos ambientes, além do mutualismo com fungos para a exploração dos nutrientes existentes no solo.O tipo de ciclo de vida que as plantas realizam é mais importante para caracterizá-las do que a sua capacidade de fazer fotossíntese, já que certas espécies não-fotossintetizantes até perderam a clorofila durante o processo evolutivo, passando a viver como parasitos ou em mutualismo(como certas orquídeas e fungos).


Ciclo do pinheiro
Ciclo do Pinheiro de um EMBRIÃO no interior do corpo(não ocorria nas algas): principal fator que contribuiu para o sucesso da dispersão das plantas pelos mais diversos ambientes, além do mutualismo com fungos para a exploração dos nutrientes existentes no solo.O tipo de ciclo de vida que as plantas realizam é mais importante para caracterizá-las do que a sua capacidade de fazer fotossíntese, já que certas espécies não-fotossintetizantes até perderam a clorofila durante o processo evolutivo, passando a viver como parasitos ou em mutualismo(como certas orquídeas e fungos).


Angiospermas
ANGIOSPERMAS de um EMBRIÃO no interior do corpo(não ocorria nas algas): principal fator que contribuiu para o sucesso da dispersão das plantas pelos mais diversos ambientes, além do mutualismo com fungos para a exploração dos nutrientes existentes no solo.O tipo de ciclo de vida que as plantas realizam é mais importante para caracterizá-las do que a sua capacidade de fazer fotossíntese, já que certas espécies não-fotossintetizantes até perderam a clorofila durante o processo evolutivo, passando a viver como parasitos ou em mutualismo(como certas orquídeas e fungos).

A conquista definitiva do ambiente terrestre na evolução dos vegetais ocorre com as angiospermas, pois apresentam maior grau de complexidade, maior diversidade de formas e grande distribuição geográfica.Estes vegetais apresentam suas sementes protegidas dentro de frutos, que também funcionam como um mecanismo de dispersão para os vegetais.


ANGIOSPERMAS de um EMBRIÃO no interior do corpo(não ocorria nas algas): principal fator que contribuiu para o sucesso da dispersão das plantas pelos mais diversos ambientes, além do mutualismo com fungos para a exploração dos nutrientes existentes no solo.O tipo de ciclo de vida que as plantas realizam é mais importante para caracterizá-las do que a sua capacidade de fazer fotossíntese, já que certas espécies não-fotossintetizantes até perderam a clorofila durante o processo evolutivo, passando a viver como parasitos ou em mutualismo(como certas orquídeas e fungos).

Alternância de gerações com metagênese pouco nítida


Flor de Angiosperma típica de um EMBRIÃO no interior do corpo(não ocorria nas algas): principal fator que contribuiu para o sucesso da dispersão das plantas pelos mais diversos ambientes, além do mutualismo com fungos para a exploração dos nutrientes existentes no solo.O tipo de ciclo de vida que as plantas realizam é mais importante para caracterizá-las do que a sua capacidade de fazer fotossíntese, já que certas espécies não-fotossintetizantes até perderam a clorofila durante o processo evolutivo, passando a viver como parasitos ou em mutualismo(como certas orquídeas e fungos).

http://www.universitario.com.br/celo/aulas/flor_reproducao/reprod.swf


Flor de Angiosperma típica de um EMBRIÃO no interior do corpo(não ocorria nas algas): principal fator que contribuiu para o sucesso da dispersão das plantas pelos mais diversos ambientes, além do mutualismo com fungos para a exploração dos nutrientes existentes no solo.O tipo de ciclo de vida que as plantas realizam é mais importante para caracterizá-las do que a sua capacidade de fazer fotossíntese, já que certas espécies não-fotossintetizantes até perderam a clorofila durante o processo evolutivo, passando a viver como parasitos ou em mutualismo(como certas orquídeas e fungos).


Grão de Pólen de um EMBRIÃO no interior do corpo(não ocorria nas algas): principal fator que contribuiu para o sucesso da dispersão das plantas pelos mais diversos ambientes, além do mutualismo com fungos para a exploração dos nutrientes existentes no solo.O tipo de ciclo de vida que as plantas realizam é mais importante para caracterizá-las do que a sua capacidade de fazer fotossíntese, já que certas espécies não-fotossintetizantes até perderam a clorofila durante o processo evolutivo, passando a viver como parasitos ou em mutualismo(como certas orquídeas e fungos).

(corte transversal)


ANGIOSPERMAS de um EMBRIÃO no interior do corpo(não ocorria nas algas): principal fator que contribuiu para o sucesso da dispersão das plantas pelos mais diversos ambientes, além do mutualismo com fungos para a exploração dos nutrientes existentes no solo.O tipo de ciclo de vida que as plantas realizam é mais importante para caracterizá-las do que a sua capacidade de fazer fotossíntese, já que certas espécies não-fotossintetizantes até perderam a clorofila durante o processo evolutivo, passando a viver como parasitos ou em mutualismo(como certas orquídeas e fungos).

Alternância de gerações


ANGIOSPERMAS de um EMBRIÃO no interior do corpo(não ocorria nas algas): principal fator que contribuiu para o sucesso da dispersão das plantas pelos mais diversos ambientes, além do mutualismo com fungos para a exploração dos nutrientes existentes no solo.O tipo de ciclo de vida que as plantas realizam é mais importante para caracterizá-las do que a sua capacidade de fazer fotossíntese, já que certas espécies não-fotossintetizantes até perderam a clorofila durante o processo evolutivo, passando a viver como parasitos ou em mutualismo(como certas orquídeas e fungos).

Alternância de gerações


ANGIOSPERMAS de um EMBRIÃO no interior do corpo(não ocorria nas algas): principal fator que contribuiu para o sucesso da dispersão das plantas pelos mais diversos ambientes, além do mutualismo com fungos para a exploração dos nutrientes existentes no solo.O tipo de ciclo de vida que as plantas realizam é mais importante para caracterizá-las do que a sua capacidade de fazer fotossíntese, já que certas espécies não-fotossintetizantes até perderam a clorofila durante o processo evolutivo, passando a viver como parasitos ou em mutualismo(como certas orquídeas e fungos).

sementes típicas de mono e dicotiledôneas


grama de um EMBRIÃO no interior do corpo(não ocorria nas algas): principal fator que contribuiu para o sucesso da dispersão das plantas pelos mais diversos ambientes, além do mutualismo com fungos para a exploração dos nutrientes existentes no solo.O tipo de ciclo de vida que as plantas realizam é mais importante para caracterizá-las do que a sua capacidade de fazer fotossíntese, já que certas espécies não-fotossintetizantes até perderam a clorofila durante o processo evolutivo, passando a viver como parasitos ou em mutualismo(como certas orquídeas e fungos).

carvalho


Links angiospermas
LINKS ANGIOSPERMAS de um EMBRIÃO no interior do corpo(não ocorria nas algas): principal fator que contribuiu para o sucesso da dispersão das plantas pelos mais diversos ambientes, além do mutualismo com fungos para a exploração dos nutrientes existentes no solo.O tipo de ciclo de vida que as plantas realizam é mais importante para caracterizá-las do que a sua capacidade de fazer fotossíntese, já que certas espécies não-fotossintetizantes até perderam a clorofila durante o processo evolutivo, passando a viver como parasitos ou em mutualismo(como certas orquídeas e fungos).

http://www.unisanta.br/botanica/imagens.asp

http://www.plantatlas.usf.edu/browse.asp

http://www.ucmp.berkeley.edu/clad/clad4.html

http://iris.cnice.mecd.es/biosfera/alumno/2ESO/Reprodycoordinacion/contenidos6.htm

http://www.ucmp.berkeley.edu/plants/plantaesy.html

http://docentes.esa.ipcb.pt/lab.biologia/disciplinas/botanica/morfologia.html

http://www.faep.com.br/comissoes/frutas/cartilhas/hortalicas/batata.htm

http://www.nucleodeaprendizagem.com.br/botanica2.htm


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