Parte 2
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PARTE 2. Alguns conceitos básicos de técnica. António Albano B. Moreira http://www.nicomoreira.com.br. Dados do professor. António Albano Baptista Moreira http:// www.antonioabmoreira.com.br [email protected] 84071214 Antonioabmoreira

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Presentation Transcript


Parte 2

PARTE 2


Ant nio albano b moreira http www nicomoreira com br

Alguns conceitos básicos de técnica

António Albano B. Moreirahttp://www.nicomoreira.com.br


Parte 2

Dados do professor

António Albano Baptista Moreira

http://www.antonioabmoreira.com.br

[email protected]

84071214

Antonioabmoreira

antonioabmoreira

antonioabmoreira

@aabmoreira

http://antonioabamoreira.wordpress.com


Manuel fernando martinez croskey o poeta dos cataventos

Em memória ao amigo, maior incentivador e crítico.

Muito obrigado pela troca de conhecimentos, apoio e aprendizado!

Manuel ferNando Martinez croskey“O pOETA dos cataventos”

* 05/12/1944 + 08/02/2013


Parte 2

“O vento da vida pôs cata-ventos a girar no meu outono, lembranças da minha infância vieram.

luzes de primavera refloresceram.

  • O parque se iluminou, o realejo tocou,o carrossel andou, a roda girou,

  • e uma criança sorriu do cata-vento que ganhou!!!"


Vamos l

Vamos lá ......


Parte 2

Gênesis, 11. No princípio, Deus criou os céus e a terra.2. A terra estava informe e vazia; as trevas cobriam o abismo e o Espírito de Deus pairava sobre as águas.3. Deus disse: "Faça-se a luz!" E a luz foi feita.4. Deus viu que a luz era boa, e separou a luz das trevas.5. Deus chamou à luz DIA, e às trevas NOITE. Sobreveio a tarde e depois a manhã: foi o primeiro dia.


Desenhar com a luz

DESENHAR COM A LUZ


3d em 2d como luz e sombra planos composi o

3D em 2DCOMO?LUZ E SOMBRAPLANOSCOMPOSIÇÃO


Os grandes mestres da pintura j fizeram isso antes

OS GRANDES MESTRES DA PINTURAJÁ FIZERAM ISSO ANTES


Uma imagem vale mais que mil palavras

Uma imagem vale mais que mil palavras !!!


Parte 2

Com efeitos e

colocação de

luz e sombra


Parte 2

Luz e sombra

mais o uso de

Vários planos


Parte 2

3 Planos e diferença

de luz


Parte 2

Perspectiva

Planos


Uso correto da ferramenta

Uso correto da ferramenta

  • MANIPULAÇÃO

  • CONHECIMENTO DOS RECURSOS

  • CONSERVAÇÃO


Componentes da c mera

Componentes da câmera

  • CORPO (CÂMERA ESCURA, ENTRAR LUZ SOB CONTROLE)

  • LENTE (DIMINUIR/CONVERGIR A IMAGEM PARA QUE CAIBA DENTRO DO QUADRO)

  • DISPARADOR (ABRIR A CORTINA DE LUZ)

  • VISOR

  • DIAFRAGMA (QUANTIDADE DE LUZ)

  • OBTURADOR (TEMPO DA LUZ)


Mais a superf cie sens vel

Mais a superfície sensível


Diafragma

DIAFRAGMA


Dist ncia focal

DISTÂNCIA FOCAL


Parte 2

No entanto é de referir que a distância focal é a distância entre as lentes e o sensor. Isto é que vai determinar o zoom da máquina. Aumentando a distância estaremos a fazer um zoom in Existem as seguinte opções:

Objectivas de foco fixo e de zoom fixo

Objectivas de zoom óptico com focagem automática

Objectivas de zoom digital

Sistemas de objectivas intermutáveis


Filme emuls o pixels

FILME, EMULSÃO, PIXELS


Cada ponto sens vel a quantidade exata de luz

CADA PONTO SENSÍVEL A QUANTIDADE EXATA DE LUZ


Na fotografia igual

Na fotografia é igual

  • Superfície foto sensível

  • Tempo que fica exposta a superfície

  • Quantidade de luz que entra naquele tempo


Fot metro

FOTÔMETRO

  • Sensibilidade

  • Velocidade obturador

  • Abertura do diafragma


Existe a quantidade certa de luz

Existe a quantidade certa de luz

para cada ponto. Do branco ao preto


Escala de cinza

ESCALA DE CINZA

Sem luz

Muita luz

Pouca exposição

Muita exposição


Filmes isso asa

Filmes – ISSO/ASA


Profundidade de campo

Profundidade de campo


Op es de fotometria

Opções de fotometria

  • PROGRAMA

  • AUTOMÁTICO

  • PRIORIDADE DE VELOCIDADE

  • PRIORIDADE DA ABERTURA

  • SITUAÇÕES ESPECÍFICAS


Parte 2

DIGITAL


Parte 2

Ao invés de utilizar a película fotossensível (filme) para o registro das imagens, que requer, posteriormente à aquisição das imagens, um processo de revelação e ampliação das cópias, a câmera digital registra as imagens através de um sensor que entre outros tipos podem ser do tipo CMOS ou do tipo CCD.

CCD - charge coupled device

CMOS - complementary metal oxide semiconductor

A sensibilidade é medidos pela quantidade de MegaPixels.


Parte 2

A resolução de uma imagem digital é a sua definição. Como a imagem na tela é formada pela justaposição de pequenos pontos quadriculados, chamados "pixels", a resolução é medida pela quantidade de pixels que há na área da imagem. Logo, sua unidade de medida é o "ppi", que significa "pixels per inch" ou pixels por polegada. A nomenclatura "dpi" - "dots per inches" é utilizada pela indústria gráfica e se relaciona com a quantidade de pontos necessários ´para uma impressão de qualidade, por isso, em termos fotográficos digitais deve-se utilizar a nomenclatura "ppi", que traduz a quantidade de pixels por linha do sensor ou da ampliação da fotografia.

Para otimizar o uso da resolução de imagens temos que atentar ao meio, ou mídia em que ela será veiculada. Algumas dicas:

-Imagens para web e multimídia: 72 pixels por polegada (ppi, em inglês)

-Imagens para impressão: 300 pixels por polegada (ppi, em inglês)

-Imagens para impressão de banners, gráficas especiais ou gigantografia: acima de 600 pixels por polegada (ppi, em inglês).


Tabelas de convers o

TABELAS DE CONVERSÃO


Composi o

COMPOSIÇÃO


Qual voc gosta mais

QUAL VOCÊ GOSTA MAIS?


Ou esta

OU ESTA?


Parte 2

ESTA


Ou esta1

OU ESTA?


Parte 2

Regra dos Terços


Outras situa es de composi o

OUTRAS SITUAÇÕES DE COMPOSIÇÃO

  • SIMPLICIDADE

  • LINHAS E FORMAS

  • BALANCEAMENTO

  • ENQUADRAMENTO

  • FUSÃO/SOBREPOSIÇÃO


Situa es fotogr ficas

SITUAÇÕES FOTOGRÁFICAS

  • Pessoas

  • Crianças

  • Animais

  • Grupos

  • Paisagens


Pessoas

PESSOAS

  • CHEGAR PERTO

  • FUNDOS SIMPLES

  • PREENCHER VISOR (VERTICAL)

  • VALORIZAR A EXPRESSÃO

  • NÃO CORTAR NAS JUNTAS

  • VARIAR (ROUPAS, ADEREÇOS, PSOES,OLHARES)

  • CASAL: UNIR CORPOS E LEVE INCLINAÇÃO DE CABEÇA.

  • EVITAR TIME FUTEBOL

  • NÍVEL DOS OLHOS


Paisagens

PAISAGENS

  • EMOLDURAR COM PRIMEIRO PLANO, ÁRVORE, FLORES, PESSOAS, ETC

  • 3 PLANOS DEFINIDOS

  • PESSOAS PERTO

  • DESTACAR O ASSUNTO COM “MAIS TERÇOS”

  • ENTRAR NA FOTO

  • DIREÇÃO DAS FORMAS


Incid ncia da luz

INCIDÊNCIA DA LUZ

  • FRONTAL

  • LATERAL

  • DIFUSA

  • ARTIFICIAL

  • REBATIDA


V rias situa es exemplo

Várias situações exemplo


Parte 2

Obrigado


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