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Bibliografia | Despacho n.º 17313/2008, de 26 de Junho

Projecto : Perfil Energético do Bloco B da Escola Superior Agrária de Coimbra . Nome da equipa: ZEROBUILDING. Instituição de ensino: Escola Superior Agrária de Coimbra (ESAC). Edifício: Bloco B. Constituição da equipa: Cátia Forte | Anita Neves | Paulo Figueiredo | Rodolfo Silva.

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Bibliografia | Despacho n.º 17313/2008, de 26 de Junho

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Presentation Transcript


  1. Projecto: Perfil Energético do Bloco B da Escola Superior Agrária de Coimbra Nome da equipa: ZEROBUILDING Instituição de ensino: Escola Superior Agrária de Coimbra (ESAC) Edifício: Bloco B Constituição da equipa: Cátia Forte | Anita Neves | Paulo Figueiredo | Rodolfo Silva Email da equipa: zerobuilding.info@gmail.com Resumo | Na prossecução do objectivo da promoção da eficiência energética no campus universitário, foi realizado um diagnóstico energético ao Bloco B da ESAC, com vista à análise dos consumos energéticos e das condições em que se registaram os maiores consumos. Consequentemente, foram propostas medidas técnicas e comportamentais, com especial relevância para as áreas mais consumidoras, considerando a sua a aplicabilidade face ao contexto real, quer da instituição quer da análise de custo benefício. 1. Introdução O sector dos edifícios é responsável pelo consumo de aproximadamente 40% da energia final na Europa e cerca de 30% para o caso de Portugal. Porém, mais de 50% deste consumo pode ser reduzido através de medidas de eficiência energética, o que pode representar uma redução anual de 400 milhões de toneladas de CO2 − quase a totalidade do compromisso da UE no âmbito do Protocolo de Quioto. No âmbito do projecto Green Campus, foi estudado o Bloco B do campus da ESAC. O edifício em causa já conta com mais de 30 anos, sendo nele desenvolvidas actividadeslectivas (6 laboratórios, 13 salas de aula e 16 gabinetes) e actividades administrativas, perfazendo um total de 40 divisões, distribuídas por 3 pisos com uma área útil de pavimento com cerca de 1100 m2. 3. Resultados 3.1. Análise da facturação 3.2. Diagnóstico energético Consumos de electricidade (2010 e 2011) Comparação dos vários tipos de energia (2010 e 2011) Consumos por tipo de divisão Dados do analisador (Março de 2012) Fachada Norte Fim das actividades Aulas e laboratórios Primeiros funcionários /limpezas Retoma das aulas Horário de almoço Consumos por serviço de energia Consumo base Fachada Sul 2. Material e Método 4. Medidas Técnicas 5. Medidas Comportamentais − Aplicação de variadores de frequência nos motores das hottes; − Substituição de equipamentos informático s e técnicos; − Substituição da cobertura actual do edifício (amianto) por placas sandwich; − Aplicação de fita de calafetagem nas caixilharias e aplicação de películas térmicas nos vidros das fachadas exteriores; − Substituição das lâmpadas T5 de 49W para 35W; − Aplicação de fotocélulas e detectores de presença; − Pintura dos tectos dos corredores (cor branca); − Aplicação de relógios temporizadores em impressoras e termoacumuladores. − Promoção de peças de teatro seminários e workshops respeitantes à eficiência energética; − Afixação de várias informações a sensibilizar para poupança energética, espalhadas pelo campus universitário, nomeadamente pela apresentação de casos reais, onde tenham sido implementadas medidas de eficiência energética, referenciando os benefícios económicos, ambientais e sociais; − Elaboração de autocolantes com medidas comportamentais, colocados em locais estratégicos do campus; − Criação de passaporte ambiental a todos aos alunos aquando da recepção do caloiro; − Elaboração de praxes temáticas, alusivas à eficiência energética, tendo em consideração que se trata de um bem comum; − Eleição do “Caloiro Eco-Eficiente” pela realização de actividades lúdicas, com periodicidade a definir; − Elaboração de “mapas” com os diferentes horários de consumo energético, de acordo com o respectivo horário, para afixação em vários locais da escola (associando-os à distribuição de temporizadores horários); − Sensibilização e comunicação interna via email a funcionários (docentes e não docentes) e discentes através da loja do aluno. ∆ kWh Analisador Análise dos dados Facturas de electricidade Visitas ás instalações ∆ ton CO2 ∆ tep Redução dos consumos Medição e localização dos consumos Redução dos custos Minimização dos impactes ∆ € Investimento total 33.740 € 6. Considerações finais Da aplicação das medidas enunciadas advêm benefícios ambientais, sociais e económicos sendo esta trípode essencial para o desenvolvimento sustentável. Em termos ambientais, fazer uso da energia de forma racional, utilizando equipamentos mais eficientes, sem abrir mão do conforto e das vantagens que ela proporciona, significa, além dos benefícios directos da redução dos custos com energia, benefícios para o ambiente. Com este estudo reduz-se: consumo de 30,92 tep, reduzindo assim a emissão de 67,59 ton de CO2/ano, principal responsável pelo aquecimento global e, por conseguinte, a pegada ecológica da ESAC. Com a remoção da cobertura são evidentes os benefícios que daí decorrem, tanto mais que se trata de uma substancia química com efeitos extremamente negativos quer no ambiente, quer ao nível da saúde pública. Relativamente aos benefícios sociais, têm-se como sendo as principais: a melhoria da imagem da ESAC para o exterior; a promoção da educação e consciencialização dos seus utilizadores (alunos e funcionários) para problemas relacionados com o consumo energético e o ambiente; pode servir como "caso de estudo" para os seus alunos, em unidades curriculares da licenciatura de Eng.ª do Ambiente; servir de exemplo para a comunidade exterior, no geral; as poupanças obtidas podem ser "investidas" na melhoria das condições de ensino, nomeadamente pela modernização dos equipamentos e a modernização do edificado. No que se refere à vertente económica estima-se obter 22.702 € de benefício, associados à redução dos kWh. O tempo de retorno estimado para o projecto é de 0,72 anos. Bibliografia |Despacho n.º 17313/2008, de 26 de Junho

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