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HUD A3 - CAT II

HUD A3 - CAT II. HUD A3 - CAT II. Aeroporto de Santiago – Chile. EQUIPAMENTOS. ILS – INSTRUMENT LANDING SYSTEM Os sinais do LOC são compostos de 2 lóbulos conforme figura. O lóbulo da esquerda recebe uma modulação de 90 Hz em amplitude, enquanto o da direita é modulado em 150 Hz.

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HUD A3 - CAT II

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Presentation Transcript


  1. HUD A3 - CAT II

  2. HUD A3 - CAT II Aeroporto de Santiago – Chile

  3. EQUIPAMENTOS ILS – INSTRUMENT LANDING SYSTEM Os sinais do LOC são compostos de 2 lóbulos conforme figura. O lóbulo da esquerda recebe uma modulação de 90 Hz em amplitude, enquanto o da direita é modulado em 150 Hz. O sistema é ajustado para que os 2 sistemas tenham a mesma intensidade, para que se possa manter o eixo da pista. O sinal de GS é semelhante ao do LOC. A modulação do lóbulo superior é 90 Hz e a do inferior é 150 Hz. Têm as mesmas intensidades e definem o plano da rampa de descida

  4. EQUIPAMENTOS ILS – ÁREAS CRÍTICA E SENSÍVEL Área Crítica É uma área de dimensões definidas ao redor das antenas do localizador e do Glide Slopeque deve ser mantida livre durante as operações ILS, para que se evitem distorções nos sinais emitidos pelas antenas. Área Sensível A área sensível do ILS é uma área que se estende além da área crítica e na qual o movimento de veículos, pessoas e aeronaves são controlados para prevenir interferências e distorções dos sinais emitidos pelas antenas. Embora os limites estejam fora da área crítica, estão dentro dos limites da área de manobra. NOTA: Estas áreas são demarcadas sobre a pista CAT II e suas imediações quando os mínimos meteorológicos forem CAT II: a) Uma aeronave pousando esteja a 1nm do TDZ até completar o pouso. b) Uma aeronave decolando já tenha deixado a pista.

  5. EQUIPAMENTOS Área sensível do GS Cabeceira 36 Limite area sensível do LOC Área crítica do GS 450ft 450ft 6º 6º Area crítica do LOC Cada localidade estabelece as dimensões das áreas de proteção.

  6. EQUIPAMENTOS ILS – INSTRUMENT LANDING SYSTEM TRANSMISSOR DO LOCALIZADOR TRANSMISSOR DA RAMPA ELETRÔNICA DE PLANEIO (GLIDE SLOPE)

  7. DEFINIÇÕES HUD A3 - CAT II

  8. DEFINIÇÕES CATEGORIAS ILS Categoria I Aproximação de precisão por instrumentos com altura de decisão não inferior a 200fte com visibilidade não inferior a 800m ou uma RVR não inferior a 550 m. Categoria II Aproximação de precisão por instrumentos com altura de decisão inferior a 200ft, mas não inferior a 100 ft e com RVR não inferior a 350 m. A operação ILS CAT II, é uma operação de precisão, cuja principal característica é o tempo extremamente curto para o pouso ou início de uma arremetida após a DH. Este tipo de operação exige do piloto reações rápidas e apropriadas, o que só se consegue com a definição de uma doutrina de cockpit padronizada e executada com profissionalismo, disciplina e exatidão.

  9. DEFINIÇÕES Categoria III Para essa categoria os mínimos meteorológicos se aplicam apenas à visibilidade, ou seja, pousa-se com ZERO de teto. Subdivide-se em três subcategorias: A - Visibilidade mínima de 200 metros B - Visibilidade mínima de 100 metros C - ZERO de visibilidade   Para esse tipo de operação a aeronave deve ser equipada com o sistema de pouso automático, e a tripulação devidamente treinada.

  10. DEFINIÇÕES ALTURA / ALTITUDE DE DECISÃO (DH / DA) DH – Decision Height Altura específica na aproximação de precisão, na qual deve ser iniciada uma aproximação perdida caso não seja estabelecida uma referência visual exigida para continuar a aproximação e pousar. Esta altura é referente ao Rádio Altímetro. DA – Decision Altitude Altitude específica na aproximação de precisão, na qual deve ser iniciada uma aproximação perdida caso não seja estabelecida uma referência visual exigida para continuar a aproximação e pousar. Esta é uma altitude Barométrica.

  11. DEFINIÇÕES ALTURA DE DECISÃO (DH) – CAT II Altura específica na aproximação de precisão até a qual o piloto deve decidir prosseguir para o pouso ou iniciar o procedimento de arremetida se referências visuais para continuar a aproximação não forem estabelecidas ou não puderem ser mantidas. Esta é a menor altura que a aproximação pode ser conduzida somente por referência aos instrumentos. Observar que neste ponto a decisão “landing or go-around” já deve ter sido tomada e não o ponto onde esta decisão deve ser iniciada. Outra característica importante é que a decisão não deve ser interrompida neste ponto, mas sim continuada além dele de maneira a se assegurar que referências visuais continuam suficientes para permitir que a aeronave seja controlada e manobrada manualmente para manter-se alinhada com a “Runway Centerline” e que pousará seguramente na zona de toque.

  12. BRIEFING HUD A3 - CAT II

  13. BRIEFING

  14. BRIEFING TAXI - IN & TAXI - OUT BRIEFING

  15. BRIEFING

  16. METEOROLOGIA HUD A3 - CAT II

  17. METEOROLOGIA ILS CAT 1: Visibilidade: 800 metros RVR: 550 metros DA: 200 ft AGL Ou de acordo com a carta ILS CAT 2: Visibilidade: N/A RVR: 350 metros DH: 100 ft Ou de acordo com a carta RVR – Runway Visual Range RVR é o alcance visual das marcas e luzes que o piloto terá a partir do eixo da pista. Para operação ILS CAT I é requerida informação do medidor RVR da TouchdownZone. Para operação ILS CAT II é requerida informação dos medidores do RVR da TouchdownZone e MidPoint. SVR – Slant Visual Range Trata-se de uma distância oblíqua, na qual o piloto no cockpit e na aproximação final visualizará os sinais de superfície ou as luzes que delimitam a pista.

  18. METEOROLOGIA • Nas operações com baixa visibilidade, as mensagens meteorológicas conterão informações referentes à visibilidade e RVR • 9999 = visibilidade maior que dez Quilômetros • 0350 = visibilidade predominantede 350m; • 7000 NDV= visibilidade de 7000 m sem variações direcionais; • 2000 1200NW = visibilidade predominante de 2000m mas com 1200m para o setor NW • R09 L / 0600 = RWY 09L igual a 600 metros • R10 / M0050 = RWY10 menos de50 metros (minus); • R09 R / P 0600 = RWY09Rmais de600 metros (plus); • R15 / 0550 U= RWY 15 550 metros (com tendência de melhoria (upward); • R12 / 0600 D= RWY 12 600 metros com tendência de redução (downward); • R35 R / 0600 N= RWY35 R 600 metros sem tendência definida (no distinctchange); • A informação RVR será apresentada em frações de: • Com o RVR abaixo de 400m, será apresentado em frações de 25m; • Com o RVR entre 400 e 800m, será apresentado em frações de 50m; • Com o RVR acima de 800m, será apresentado em frações de 100m. • A informação RVR será incluída nas mensagens se o RVR ou VIS estiver menor que 1500m

  19. METEOROLOGIA CONJUNTO TRANSMISSOR-RECEPTOR DE RVR Eles se classificam segundo o posicionamento longitudinal com relação à pista e podem ser chamados de: TDZ -TouchDownZone RVR; MID - MidRunwayZone RVR e RolloutZone RVR. A APRESENTAÇÃO DOS VALORES DE RVR Pode ser feita em metros ou em pés. Quando a apresentação é feita em pés, ela pode ser abreviada para 1 ou 2 algarismos, o que significa que o valor é cem vezes maior que o apresentado: RVR 7 RVR 700 ft ou RVR 200 m RVR 12RVR 1200 ft ou RVR 400 m RVR 18RVR 1800 ft ou RVR 550 m RVR 24RVR 2400 ft ou RVR 750 m

  20. HUD A3 - CAT II 121.557 – EMERGÊNCIAS. OPERAÇÕES DOMÉSTICAS E DE BANDEIRA (a) Em uma situação de emergência que requeira decisão e ação imediata, o piloto em comando deve agir como ele julgar necessário face às circunstâncias. Em tais casos, no interesse da segurança, ele pode desviar-se de procedimentos operacionais estabelecidos, dos mínimos meteorológicos aplicáveis e das normas deste regulamento tanto quanto necessário.

  21. LIVRO DE BORDO HUD A3 - CAT II

  22. LIVRO DE BORDO • REPORTE NO TLB (Technical Log Book) • Para efeito de controle da manutenção, todo o procedimento ILS deverá ser reportado no relatório técnico da aeronave. • Ex.: “HUD A3 APPROACH AND LANDING SUCCESSFULLY PERFORMED” • “HUD A3 Approach and Landing not satisfactory”

  23. Diário de bordo • Marcar um “x” no campo HA3 da etapa que foi realizada a aproximação.

  24. HUD A3 - CAT II NORMAL OPERATION PROCEDURES & CALLOUTS HUD A3 - CAT II

  25. Operação Simulada Baseado na IAC 3208 a Empresa adota que, para a Manutenção da qualificação dos Pilotos, no mínimo uma aproximação HUD A3 (CAT II) deverá ser executada num período de 90 dias consecutivos, real ou simulada. A aproximação simulada HUD A3 poderá ser executada nas seguintes condições: • Conforme SOP/QRH • Aeroportos com ILS CAT I ou II • Condições meteorológicas VMC • Considerar RA 100 ft

  26. HUD A3 - CAT II TAXI EM CONDIÇÕES DE BAIXA VISIBILIDADE A cada ano mais de 250 acidentes e incidentes têm sido reportados, causados por incursões e transgressões em pistas não autorizados. Também tem sido constante o número de colisões ou quase colisões nos pátios e taxiways. Basta lembrar o acidente ocorrido em Guarulhos-SP, quando uma aeronave tentou decolar da taxiway alfa pensando estar decolando da pista 09 L. Apresentamos a seguir algumas recomendações que devem ser observadas durante os táxis em condições de baixa visibilidade:

  27. HUD A3 - CAT II • não iniciar o taxi sem uma análise prévia das taxi routes, com o auxílio do diagrama das pistas, • os pilotos deverão estar alertas; preparação mental e concentração são muito importantes, • estar ciente da exata posição da aeronave durante o táxi, observando as placas sinalizadoras, faixas no solo, proas que poderão auxiliar na orientação especialmente quando passando por interseções, • assegurar que o táxi esteja sendo feito com o máximo de cautela, • no caso de dificuldades ou desorientações, pare a aeronave, informe a torre ou o solo local, sua atual posição ou suposta posição,

  28. HUD A3 - CAT II • - solicite o auxílio dofollow-meou, solicite o progressive taxi (orientação através do radar de solo) • - não se deve endossar instruções confusas ou vícios de fraseologia, • o cotejamento de instruções tem que ser preciso, utilizando-se a fraseologia padrão,

  29. HUD A3 - CAT II • ILS CAT II APPROACH • Captain will review with the First Officer required actions and callouts IAW procedures • The QRH contains a CAT II Approach Briefing Guide which outlines the requirements to fly these approaches. • The approach is hand flown with guidance from the HGS system, using Flaps 5, with the specified approach speeds to provide increased go-around performance. • The Captain will be the PF for the approach, the First Officer will be the PM. • Lateral and vertical trackingmustbecloselymonitored. Call out anyobserveddeviations.

  30. HUD A3 - CAT II • CAT II APPROACH PROCEDURES • Both pilots ensure the autopilot is OFF by 800 ft. RA and the HUD A3 annunciates green on the FMA by 650 ft. RA.  • 80 Ft. Above Minimums- When “Approaching Minimums” call is announced, the Captain will scan the HUD to acquire the flare guidance cue. • Minimums - When the “Minimums” callout is announced, one of the following occurs: • Proper CAT II cues are present, and a descent to landing can be made at a normal descent rate, the Captain calls “Landing” and lands the aircraft. The First Officer continues to monitor the flight instruments until touchdown, warning of deviations from the normal descent and speed profile.

  31. HUD A3 - CAT II Proper CAT II cues are not present, or if the aircraft is not in a position from which a descent to the runway can be made, or an “APPR WARN” is present on the HUD, the Captain calls “Go-around, flaps,” selects TO/GA and executes the go-around. The First Officer monitors the instruments for deviation from a normal go-around profile. If there is no response from the Captain at the “minimums” callout, the First Officer will execute a go-around by pushing the TO/GA button and stating “Go-around, flaps” or land if deemed to be the more safe course of action.

  32. HUD A3 - CAT II Por que CAT II - HGS ? • Precisão na aproximação, pouso e corrida de pouso • O computador HGS é mais preciso que o FGCS • Mantêm os pilotos olhando para frente (para fora) • Mais fácil o monitoramento dos parâmetros • Transição mais fácil para o pouso visual • Transição mais fácil para o CAT III • Segurança

  33. Required Equipment - Ground Lighting Systems • Touchdown Zone Lights • Centerline Lights • High Intensity Runway Lights • Approach Light System

  34. QRH • YD must be ON to start approach • Note engine and autothrottle are Azul restrictions

  35. QRH • Captain flies approach • Eye alignment is critical • Runway length determines runway remaining value • Runway elevation determines how runway line symbols are displayed • AP must be OFF by 800’ • HUD A3 will flash at 650’ to warn you that system is about to lock you out • System will lock out at 500’ if AP is not OFF • FO must guard thrust levers when AP is OFF and actively monitor Approach

  36. CAT II Landing data • Included in QRH for Ease of entry QRH

  37. HUD A3 Activation Requirements Activation happens when previous conditions are met and: • GS active • GS between -2.5 and -3.0 degrees • RA between 1500 ft and 500 ft • Minimums Selector set to RA both sides • Slat/Flap 5 • AP off above 500 ft

  38. Non-Normal Operation • AP not off by 650 ft RA, “HUD A3” will flash in inverse video on PFD (will flash in combiner display during 5sec) • If the AP is not OFF by 500 ft RA: NO HUD A3 andAPPR WRN • Go-Around must be executed if an APPR WRN unless appropriate visual cues are present

  39. Non-Normal Operation • A loss of a monitored critical component below 500 ft RA will cause the NO HUD A3 and APPR WRN • A Go-Around must be executed unless appropriate visual cues are present • No Aural warning • CAS message HUD 1(2) A3 NOT AVAIL displayed • Armed modes RLOUT and FLARE are removed • Pressing TOGA will clear alerts and reset annunciations to normal GA mode

  40. Landing • GS data is removed below 70 ft • Runway Line symbols • Displayed between 300 ft and 60 ft • Scaled to represent an 2450m long by 60m wide runway • Touchdown tic marks 1050 ft from the threshold • Conformal • Flare Command symbol • Displayed at approx. 100 ft RA • Single + sign that rises to meet Guidance Cue at approx 40 to 50 ft • FLARE mode active when Flare Command symbol joins the Guidance Cue • Rate of rise equals rate of flare

  41. Landing • RETD • Arms below Speed mode at 150 ft RA • Becomes active Speed mode between 30 and 15 ft RA • IDLE • Displays in Combiner just below the Flight Path symbol and also in the ADI when RETD becomes active

  42. Touchdown • RLOUT becomes the active lateral mode at touchdown • Autothrottles disconnect without aural warning • Combiner presents a Ground Localizer Scale and pointer • A Ground Roll Reference symbol replaces the Flight Path symbol • A Ground Roll Guidance Cue will display in the center of the Ground Roll Reference symbol replacing the Flight Guidance Cue to aid in centerline tracking • Runway remaining value will also be displayed NOTE: Advisory only, not to be used for performance monitoring

  43. Rollout • Excessive Deviation symbol • Displays when aircraft deviates more than 27 ft from centerline • Points in direction needed to return to centerline • RLOUT and HUD A3 modes will disengage below 20 kts* or clearing the runway • Ground Localizer Scale, Ground Roll Guidance Cue, and Runway Remaining value will also be removed

  44. Misc Facts • During HUD A3 approaches the HGS uses its own calculations to determine the guidance • A loss of localizer signal can be endured for up to 7 seconds • A loss of glideslope can be endured for up to 5 seconds • NOTE: This corresponds to ICAO standards for backup transmitter • Inside FAF you may continue if RVR reported less than CAT II and evaluate at DH • If you have required visual cues at DH you can land • If you lose sight during flare you must go-around

  45. Rollout • A loss of Rollout Guidance will cause NO HUD A3 to be displayed • Flashes 2 seconds then becomes steady • NOTE: Crew will have to establish outside visual cues for remainder of rollout. • Expanded lateral deviation scale may or may not be displayed.

  46. CALLOUTS

  47. CALLOUTS

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