slide1
Download
Skip this Video
Download Presentation
Brasil precisa de médicos

Loading in 2 Seconds...

play fullscreen
1 / 43

Brasil precisa de médicos - PowerPoint PPT Presentation


  • 108 Views
  • Uploaded on

Brasil precisa de médicos. A meta de 2,7 médicos por mil habitantes, utilizada como referência, é a proporção existente no Reino Unido que, depois do Brasil, tem o mais populoso sistema de saúde pública com características de universalidade.

loader
I am the owner, or an agent authorized to act on behalf of the owner, of the copyrighted work described.
capcha
Download Presentation

PowerPoint Slideshow about ' Brasil precisa de médicos' - lesa


An Image/Link below is provided (as is) to download presentation

Download Policy: Content on the Website is provided to you AS IS for your information and personal use and may not be sold / licensed / shared on other websites without getting consent from its author.While downloading, if for some reason you are not able to download a presentation, the publisher may have deleted the file from their server.


- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - E N D - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
Presentation Transcript
slide3

A meta de 2,7 médicos por mil habitantes, utilizada como referência, é a proporção existente no Reino Unido que, depois do Brasil, tem o mais populoso sistema de saúde pública com características de universalidade.

  • Para atingir 2,7 médicos, hoje são necessários mais 168.424 médicos
slide4

22 estados estão abaixo da média nacionalDestes, 5 apresentam menos de 1 médico por mil habitantes - AC, AP, MA, PA e PI

Brasil:

1,83 médicos/mil habitantes

slide5

Evolução de ingressoseegressos em medicina epercentual de não concluintes.

Brasil, 1993/98 – 2006/11.

Em média, 95 % dos estudantes que ingressam em medicina concluem o curso em 6 anos

  • Fonte: EPSM a partir EPSM a partir do Censo da Educação Superior do INEP/MEC
evolu o do percentual de vagas ociosas na gradua o brasil 1991 2010
Evolução do percentual de vagas ociosas na graduação - Brasil, 1991-2010

Desde 2002, Medicina é o único entre os cursos da área da saúde que não tem vagas de graduação ociosas.

Fonte:Estação de Pesquisa de Sinais de Mercado (EPSM/NESCON/FM/UFMG)a partir do Censo Escolar Superior do INEP.

slide7

Relação de ingressantesem cursos de medicina por 10.000 habitantes - 2011

Se o Brasil tivesse a mesma relação de ingressantes por 10 mil habitantes que a Argentina, seriam 62,3 mil ingressantes em 2011. Adotando a relação da Espanha e Inglaterra seriam 29,5 mil ingressantes.

slide8

Brasil, 2010: Nº de médicos economicamente ativos e razão por 1.000 hab. por região e diferença absoluta em relação à razão geral do Brasil, Canadá e Reino Unido.

Fonte: Estação de Pesquisa de Sinais de Mercado (EPSM/NESCON/FM/UFMG) a partir do Censo Demográfico do IBGE.

*OCDE, Health Data 2013, dados relativos a 2010/2011.

slide9

Evolução das admissõespor 1º emprego, do salário real* de médicos no mercado formal e dos egresos de medicina no ano anterior. Brasil, 1998/99 – 2009/10

Fonte: Estação de Pesquisa de Sinais de Mercado (EPSM/NESCON/FM/UFMG) a partir da Relação Anual de Informações Sociais do MTE e do Censo da Educação Superior do INEP.

slide10
Evolução da razão entre admissões por 1º emprego e de egressos da graduação no ano anterior. Brasil, 1994/93 a 2011/10

A linha laranja indica a taxa de 1:1, ou seja: para cara egresso há uma admissão por 1º emprego.

Desde 2002, há mais de um vínculo de 1º emprego para cada egresso de medicina do ano anterior. O mesmo não ocorre com as demais profissões de saúde acima.

Fonte: Estação de Pesquisa de Sinais de Mercado (EPSM/NESCON/FM/UFMG) a partir do CES do INEP e da RAIS do MTE.

pleno emprego e condi es favor veis de trabalho
Pleno emprego e condições favoráveis de trabalho

Entre 48 carreiras de nível superior, a medicina ocupa o primeiro lugar em rankings de melhores salários, jornada de trabalho, taxa de ocupação e cobertura de previdência.

  • Perfil da carreira medicina:
  • salário de R$ 8.459,45 (o mais alto das carreiras avaliadas);
  • trabalham 41,94 horas semanais;
  • 97,07% de taxa de ocupação;
  • 93,38% de cobertura previdenciária.
  •  O salário médio do médico em 2012 era de R$ 8.443,94
  • 47,3% maior que em 2009.
  • Fonte: IPEA, 2013
ndice de escassez de m dicos em aten o prim ria sa de aps

Proporção de domicílios com renda per capita abaixo da linha da pobreza (R$ 137)

Índice de escassez de médicos em Atenção Primária à Saúde (APS)*

Fonte: Estação de Pesquisa de Sinais de Mercado (EPSM/NESCON/FM/UFMG).

* Considera o número de médicos equivalente a 40 horas nas especialidades de clínica médica, saúde da família e pediatria.

slide13

Comparação dos salários médios de médicos na ESF e no mercado de trabalho formal privado de 40 horas. Brasil, 2001 a 2012

O salário médio de médico na ESF se aproxima da média no mercado de trabalho formal privado.

Fonte: Estação de Pesquisa de Sinais de Mercado (EPSM/NESCON/FM/UFMG), a partir da pesquisa "Monitoramento do emprego na Estratégia Saúde da Família“ e RAIS do MTE.

slide14

Evolução do salario médio real* praticado no mercado formal, segundo profissões de saúde selecionadas. Brasil, 1999 a 2011

A medicina foi a profissão que teve maior evolução do salário médio real entre as profissões de saúde

Fonte: Estação de Pesquisa de Sinais de Mercado (EPSM/NESCON/FM/UFMG) a partir da RAIS.

* Calculado a partir da remuneração média anual, dos vínculos ativos em 31/12 no mercado formal, a preços constantes – IPCA.

equipamentos de sa de aumentam mais que m dicos nos ltimos 5 anos

de 3,0 a 4

4,1 a 5

5,1 a 6

6,1 a 7

Equipamentos de saúde aumentam mais que médicos nos últimos 5 anos

Região Norte: Concentra o maior déficit de médicos no país em comparação com a quantidade de equipamentos de saúde

Crescimento nos últimos 5 anos

Nº de equipamentos

de saúde por médico

Fonte: Data-SUS, compilado pelo Jornal Estado de S. Paulo, 14/07/2013

slide16

Brasil precisa de médicos

  • Nos últimos 10 anos,
  • 146 mil postos de 1º emprego formal, contra 93 mil formados.
  • 38.441 novos postos de trabalho serãoabertos com investimentos do Ministério da Saúde até 2014
slide17

Hospitais (públicos e privados) sofrem com a falta de especialistas

Pesquisa aponta dificuldade de obter especialistas

  • Pediatria
  • Neurologia
  • Anestesiologia
  • Neurocirurgia
  • Clínica médica
  • Radiologia
  • Cardiologia
  • UTI pediátrica*
  • Nefrologia*
  • Psiquiatria*
  • Intensivista**
  • Ginecologia**
  • Ortopedia**
  • Cirurgia Geral**

* somente hospitais públicos

** somente hospitais privados

slide18

Dificuldade de contratação de médicos especialistas em hospitais privados – Brasil, 2012.

Fonte: Estação de Pesquisa de Sinais de Mercado (EPSM/NESCON/FM/UFMG), pesquisa "Monitoramento da demanda por especialidades e residências médicas no Brasil". Dados coletados no 2º semestre de 2012 por meio de uma pesquisa telefônica com uma amostra de hospitais privados com mais de 100 empregados.*Taxa de vacância: número de postos vagos em relação ao total de postos (vagos + preenchidos).

slide19

Brasil sairá de 374 mil para 600 mil médicos

até 2026

  • 11,5 mil novas vagas de graduação
  • 12,4 mil novas bolsas de formação de especialistas
  • Pediatria e Neonatologia
  • Ginecologia e Obstetrícia
  • Clínica Médica
  • Saúde da Família
  • Cirurgia Geral
  • Atenção Primária
  • Anestesia
  • Ortopedia e Traumatologia
  • Psiquiatria
  • Neurologia/Neurocirurgia
  • Câncer
  • médicos para periferia e interior
mais hospitais e unidades de sa de
Mais Hospitais e Unidades de Saúde

R$ 7,4 bilhões em execução

  • Hospitais - 818 em obras - R$ 1,4 bi
    • Equipamentos - 2.459- R$ 1,8 bi
  • UPA 24h – 877 - R$ 1,4 bi
    • 276 em funcionamento precisando de + médicos
    • 601 em obras
  • Unidades Básicas de Saúde – 16 mil – R$ 2,4 bi
    • 3.197 em funcionamento precisando de + médicos
    • 12.593 em obras
    • Equipamentos - 4.991 – R$ 415 milhões
slide21

Mais Hospitais e Unidades de Saúde

Mais R$ 7,5 bilhões de investimentos

Unidade Básica de Saúde - 17,8 mil (MS)

  • Construção de 6 mil – R$ 2,7 bi
  • Reforma e ampliação de 11,8 mil – R$ 2,2 bi

UPA 24h (MS)

  • Construção de mais 225 - R$ 630 milhões

Novos hospitais universitários – 14 – R$ 2 bi (MEC)

PPP – Parceria Público Privada - para gestão e ampliação do número de hospitais

slide22

Medidas estruturais: o Ministério da Saúde investe no profissional brasileiro

Clínico Geral

Provab: 3.592 médicos atuandonas grandes cidades e interior do país;

Bolsas custeadas pela União (MS).

Descontonadívida do FIES para os profissionaisque trabalhamonde o SUS maisnecessita.

1

2

slide25

Incentivo financeiro para ampliação de residências

R$ 100 milhões por ano

  • R$ 200 mil por hospital para aplicação emreforma e adequação de espaços e aquisição de material permanente (biblioteca, sala de estudo, entre outros);
  • R$ 3 mil a R$ 8 mil/mês, por vaga criada, durante 12 meses, para hospital que ampliar pelo menos 5 vagasde residência;
  • Conforme região: Sudeste R$ 3 mil; Sul R$5 mil; Norte, Nordeste e Centro-oeste R$ 7 mil;
  • Conforme nº de vagas: adicional de R$ 1 mil para unidades com mais que 3 programas de residência diferentes ou com modelo focado em rede
slide26

Expansão das vagas de residência

Edital do Pró-residência para 2014

Instituições públicas estaduais e municipais,hospitais privados sem fins lucrativos

Inscrições: 1º de julho a 30 de setembro

Para cada 2 novas vagas criadas, o Ministério da Saúde pagará mais uma bolsa já existente.

slide27

Chamada nacional de médicos

  • Edital: chamada para médicos brasileiros para atuarem na atenção básica
  • Local de atuação: periferias de grandes cidades, municípios de interior e regiões Norte e Nordeste.
  • Bolsa: R$ 10 mil + ajuda de custo integralmente pagas pelo Ministério da Saúde
  • Duração: até 3 anos, com curso de especialização por universidades públicas
slide28

Atuação dos médicos estrangeiros no mundo

% de médicos que se

graduaram no exterior

  • Inglaterra: 37%
  • EUA: 25%
  • Austrália: 22%
  • Canadá: 17%
  • Brasil: 1,79%
slide29

Entrada de médicos formados no exterior Brasil, 2000 a 2012

Início do Revalida

O exame nacional Revalida não aumentou o acesso de estrangeiros ao mercado brasileiro.

Fonte: CFM, Pesquisa Demografia Médica no Brasil, 2013.

* No ano de 2012, computados registros até julho

slide30

Médicos estrangeiros para vagas não preenchidas por médicos brasileiros

  • Critérios
  • Ter habilitação para o exercício da medicina, em país com relação médicos/1.000 habitantes maior que o Brasil (1,8)
  • Possuir conhecimento em língua portuguesa
slide31

Acompanhamento e Avaliação

  • Acolhimento e avaliação por 3 semanas em universidades públicas brasileiras
  • Avaliação e supervisão permanente por universidades públicas, programas de residência em Medicina de Família e Comunidade Medicina Preventiva e Social e Clínica Médica, Escolas de governo em saúde pública
  • Autorização para exercer a medicina EXCLUSIVAMENTE na atenção básica nas regiões do Programa
condi es de atua o no programa mais m dicos
Condições de atuação no Programa Mais Médicos
  • Deslocamento: passagens aéreas serão fornecidas ao médico brasileiro e estrangeiro e a até dois de seus dependentes legais (incluindo companheiro e companheira). Os dependentes somente poderão dirigir-se à cidade do médico após o período de imersão (os primeiros 21 dias do programa)
  • Bolsa:Médico: R$ 10.000, maisalimentaçãoemoradia
    • Previdência Social: Exigir-se-á dos médicos brasileiros vinculaçãoaoRegimeGeral da Previdência Social. Aos médicos estrangeiros, será oferecidavinculação especial, respeitandoaosacordosinternacionais de seguridade social
slide33

Sistema de InscriçãoContínua

http://maismedicos.saude.gov.br

Ciclos de 45 dias para novas adesões (Agosto/Setembro)

Para tirar dúvidas: [email protected]

condi es de atua o no programa mais m dicos1
Condições de atuação no Programa Mais Médicos
  • Duração do Projeto: 3 anos, com a posibilidade de prorrogação por igual período.
  • Registro profissional: Caráterprovisório vinculado aoexercício de atividadesnaatenção básica, exclusivamente, nalocalidadeselecionada.
  • Título: Ao final do aperfeiçoamentoe mediante avaliação positiva será outorgado o título de Especialista emAtençãoPrimária no sistema de saúde brasileiro.
  • Visto: Será concedido visto de caráter especial, comvigência de 3 anos, compossibilidade de renovação por igual período para o participante, sua/seucompanheira(o) edependenteslegais.
  • Registro de Trabalho: Serão fornecidas carteiras de trabalho à(a) sua/seucompanheira(o) e dependenteslegais, se necessário.
1 m s mais m dicos inscri es
1º mês Mais Médicos – Inscrições
  • Dos18.450médicos iniciaram a inscrição
1 m s mais m dicos inscri es1
1º mês Mais Médicos – Inscrições

7.333CRMs considerados inconsistentes

6.341deixaram o campo em branco

171 preenchidos com “xxx”, “000” ou “---”

16.530médicos com registro no Brasil

938

homologaram participaçãono programa

2.379médicos fizeram a escolha dos municípios

3.981médicos finalizaram o cadastro

1.851

Foram alocados nos municípios

1 m s mais m dicos inscri es2
1º mês Mais Médicos – Inscrições
  • Dos 938 médicos que homologaram a participação (6% do total de 15.460 vagas oferecidas):
  • 71% formaram nos últimos 10 anos
  • 58,4% homens e 41,6% mulheres
  • 47,2% entre 23 e 30 anos
  • 25,5% entre 31 e 40 anos
1 m s mais m dicos munic pios
1º mês Mais Médicos – Municípios
  • Dos 3.511 municípios inscritos
  • 1557 (44%) foramconsiderados prioritários
  • 626 (18%) tiveram médicos alocados
  • 404municípios e 16DSEIs receberão médicos pelo programa
1 m s mais m dicos munic pios1
1º mês Mais Médicos – Municípios
  • 2.028 municípios (58% dos que aderiram) não foram indicados por nenhum médico, sendo 782 prioritários
  • 85% já contrataram recursos do governo federal para melhorar a infraestrutura de suas unidades de saúde
  • 78% já estão no Programa Nacional de Melhoria do Acesso e da Qualidade (PMAQ)
1 m s mais m dicos munic pios2
1º mês Mais Médicos – Municípios

Médicos que foram alocados nos municípios

1 m s mais m dicos munic pios3
1º mês Mais Médicos – Municípios

Médicos que homologaram participação no programa

outros grandes desafios
Outros grandes desafios
  • Financiamento
  • Aprimoramento da gestão
  • Base produtiva
  • Inovação tecnológica
ad