Finan as corporativas uma vis o da sa de suplementar
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Finanças Corporativas: Uma Visão da Saúde Suplementar PowerPoint PPT Presentation


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Finanças Corporativas: Uma Visão da Saúde Suplementar. DIOPE – JULHO/2006. O Risco da Saúde Suplementar: a venda de uma opção de compra. O risco por parte das operadoras é semelhante a um derivativo em finanças: um dos instrumentos de maior risco do mercado financeiro.

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Finanças Corporativas: Uma Visão da Saúde Suplementar

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Finan as corporativas uma vis o da sa de suplementar

Finanças Corporativas: Uma Visão da Saúde Suplementar

DIOPE – JULHO/2006


Finan as corporativas uma vis o da sa de suplementar

O Risco da Saúde Suplementar: a venda de uma opção de compra

O risco por parte das operadoras é semelhante a um derivativo em finanças: um dos instrumentos de maior risco do mercado financeiro

Resultado = Receita - Despesa

  • baseada em cálculo atuarial

  • probabilística

  • gerenciamento de riscos

  • preço vezes quantidade

  • determinística


Liquidez x solv ncia

Liquidez x Solvência

  • Liquidez capacidade da empresa em honrar seus compromissos financeiros e continuar em operação.

  • Solvência capacidade da empresa em honrar seus compromissos financeiros no encerramento de suas atividades.

  • Liquidez (curto prazo)  Solvência (longo prazo)

Necessidade de recursos para

Financiamento das operações

e crescimento

Com a venda dos ativos pago

as dívidas?


Controle da liquidez e solv ncia

Controle da Liquidez e Solvência

  • Regulação Prudencial:

  • Regras que garantam uma alocação ótima de capital ajustado ao risco

  • Acompanhamento Econômico-Financeiro:

  • Acompanhamento da Liquidez Real(Adm. Cap. Giro)

  • Utilização de Modelos de Previsão de Insolvência

Como reduzir o risco de insolvência no curto e no longo prazo?


Fluxo de acompanhamento

Fluxo de Acompanhamento

OPERADORAS

Informações Patrimonial, Econômica e Financeira

DIOPS

Acompanhamento

Monitoramento de mercado

Monitoramento das

Garantias Financeiras

Indicadores

Clássicos e de

Inconsistências

Modelo de Previsão

de Insolvência

Adm. Cap. Giro

(liquidez efetiva)

Visita Técnica

Plano de Recuperação

Direção Fiscal

LIQUIDAÇÃO


Estrutura inicial

Estrutura Inicial

  • Análise Interna

  • DIOPS contendo poucas informações analíticas

  • Alto volume de inconsistências

  • Necessidade de novas definições


Estrutura atual

Estrutura Atual

  • Visitas Técnicas

  • Análise Interna - DIOPS mais analítico

  • Inclusão de novas informações – Aging e Fluxo de Caixa

  • Modelos de Liquidez Real e Solvência

  • Novas Definições:

    • Provisionamento de Créditos de Liquidação Duvidosa

    • Provisões para Contingências

    • Prazos Médios de Cobrança e Pagamentos

    • Contraprestações e Eventos Momento da Contabilização


Pr ximos passos

Próximos Passos

  • Revisão e Unificação do Plano de Contas

  • Estabelecimento de Regras e Padrões Contábeis:

    • Notas Explicativas Mínimas

    • Critérios Específicos de Contabilização

    • Revisão dos Indicadores Econômicos/Financeiros

    • Acreditação de Auditores

    • Criação da Câmara Contábil (ANS, CFC, IBRACON e operadoras)

  • DIOPS = Balancete Analítico

  • Revisão da RDC 77/2001 – Novas Garantias Financeiras

  • Revisão da RDC 22/2000 e da RN 52/2001


Garantias financeiras

GARANTIAS FINANCEIRAS

Perspectivas e Necessidades da Regulação

DIOPE


A regulamenta o vigente

A Regulamentação Vigente

- Regulação prudencial com vistas à solvência do setor;

- Regras de garantias financeiras foram editadas em 2001 – RDC 77/01 (5 anos);

- O processo de autorização de funcionamento consolidou a regulamentação atual;

- Reflete parcialmente as obrigações do setor tanto nos aspectos contábeis quanto financeiros


A regulamenta o vigente1

A Regulamentação Vigente

Regras relacionadas ao Patrimônio:

  • Capital Mínimo / Provisão para Operação;

  • Margem de Solvência.

    Regras de constituição de Provisões Técnicas:

  • Provisão de Risco;

  • Provisão para Eventos Ocorridos e Não Avisados;

  • Provisão para Remissão;

  • Outras Provisões.


A regra de transi o

IGO>=1

100%CM

100%PR

IGO>=1

80%CM

80%PR

IGO>=1

60%CM

60%PR

IGO>=1

45%CM

45%PR

IGO>=1

30%CM

30%PR

IGO>=1

15%CM

15%PR

IGO>=1

Julho/2001

1

ANO

2

ANOS

3

ANOS

4

ANOS

5

ANOS

6

ANOS

PUBLICAÇÃO

RDC 77/01

A Regra de Transição

  • Operadoras que iniciaram sua operação antes da RDC nº 77/01


Situa o atual

Situação Atual


Impacto das exig ncias de garantias financeiras

Obrigações

Capital

+

Resultados

Acumulados

Bens

+

Direitos

Provisões

Técnicas

Passivo

(Puro)

Ativo

Solvência

Patrimônio

Ativo = Passivo + Patrimônio

Impacto das exigências de Garantias Financeiras


Necessidades da regula o

Necessidades da Regulação

- Provisão para Eventos Ocorridos e Não Avisados;

- Consolidação e aperfeiçoamento das regras de ativos garantidores de provisões técnicas;

- Margem de Solvência.


Provis es t cnicas

Provisões Técnicas

O que são?

Montantes a serem contabilizados em contas do passivo da operadora com o objetivo de garantir as obrigações futuras decorrentes da atividade da operadora

Necessidade:

- Operação de captação de poupança popular, preço pré-fixado para assistência à saúde;

- Dimensionamento das responsabilidades das operadoras;

- Casos de Insolvência.


Riscos cobertos pelas provis es t cnicas

Riscos cobertos pelas provisões técnicas

  • Riscos a decorrer:

  • Apropriação de receita;

  • Insuficiência da contraprestação;

  • Acumulo de fundo para concessão de benefício futuro.

  • Riscos decorridos:

  • - Adequação ao princípio da competência;

  • - Eventos Ocorridos

  • - Avisados e não pagos;

  • - Não avisados.

  • - Benefícios concedidos


A provis o para eventos ocorridos e n o avisados

Obrigações

Capital

+

Resultados

Acumulados

PEONA

Provisões

Técnicas

Passivo

(Puro)

Solvência

Patrimônio

A Provisão para Eventos Ocorridos e Não Avisados

Bens

+

Direitos

Ativo

Ativo = Passivo + Patrimônio


A provis o para eventos ocorridos e n o avisados1

A Provisão para Eventos Ocorridos e Não Avisados

  • Desafios e Necessidades:

  • Adequação aos princípios contábeis;

  • Passivo Oculto;

  • Caracterização do aviso contábil;

  • Pouca experiência do setor;

  • Responsabilidade do atuário;

  • Impacto econômico.


Ativos garantidores

Ativos Garantidores

Obrigações

Capital

+

Resultados

Acumulados

Bens

+

Direitos

EFETIVAÇÃO

FINANCEIRA

PROVISÕES

TÉCNICAS

Provisões

Técnicas

Passivo

(Puro)

ATIVOS

GARANTIDORES

Ativo

Solvência

Patrimônio

Ativo = Passivo + Patrimônio


Ativos garantidores1

Ativos Garantidores

  • Desafios e Necessidades:

  • Aperfeiçoamento da RN 67/04;

  • Regulamentação da vinculação dos ativos e avaliação de imóveis;

  • A questão dos “Eventos a Liquidar” (Financiamento dos eventos);

  • Necessidade de capitalização das operadoras;

  • Impacto financeiro.


Margem de solv ncia

Margem de Solvência

  • O que é?

  • Regra de patrimônio. Reserva suplementar às provisões técnicas que a operadora deverá dispor, para suportar oscilações das suas operações.

  • Necessidade:

  • Perdas financeiras dos ativos;

  • Mal dimensionamento das provisões técnicas;

  • Mudanças no setor (sinistralidade, evasão de beneficiários);

  • “Sinal de alerta”


Margem de solv ncia situa o atual

Margem de Solvência – Situação Atual

  • - Capital Mínimo/Provisão para Operação – regra de início de operação.

  • - Regra atual não contempla a maioria das operadoras. (segmento terciário após RDC nº 77/01 e seguradoras especializadas em saúde;

  • Operadoras que possuem pouco recurso próprio para o risco que assumem (Financiamento pelo capital de terceiros).

    • Exemplo : OPS que movimenta 40 milhões de reais por mês em eventos e possui patrimônio de 400 mil reais (1% dos eventos).


Margem de solv ncia1

Margem de Solvência

  • Desafios:

  • Setor de saúde suplementar não é formado por instituições financeiras (exceto seguradoras);

  • Regra atual é baseada na alavancagem. Mercado já operava <-> Impacto econômico-financeiro;

  • Inclusão dos segmentos de rede própria;

  • - Avaliação de prazo para atendimento às regras


A busca pela seguran a econ mica e financeira das operadoras

A busca pela segurança econômica e financeira das operadoras

Mais um desafio para a ANS;

Setor com mais de 30 anos sem regulação;

8 anos da Lei 9.656/98;

Transformações no panorama atual;


Finan as corporativas uma vis o da sa de suplementar

DIOPS (2006) – VERSÃO 4.0

Modificações:

  • Q 11: BALANÇO PATRIMONIAL - ATIVO

  • Q 12: BALANÇO PATRIMONIAL - PASSIVO

  • Q 13: RESULTADO DO PERÍODO

  • Q 15: FLUXO DE CAIXA (novo)

  • Q 15A: DISTRIB. POR IDADE DE SALDOS (novo)

DIOPE - Manoel Pacheco - nov/05


Finan as corporativas uma vis o da sa de suplementar

Quadro 11: Balanço Patrimonial - Ativo

DIOPE - Manoel Pacheco - nov/05


Finan as corporativas uma vis o da sa de suplementar

Quadro 11: Balanço Patrimonial - Ativo


Finan as corporativas uma vis o da sa de suplementar

Quadro 11: Balanço Patrimonial - Ativo


Finan as corporativas uma vis o da sa de suplementar

Quadro 11: Balanço Patrimonial - Ativo

DIOPE - Manoel Pacheco - nov/05


Finan as corporativas uma vis o da sa de suplementar

Quadro 11: Balanço Patrimonial - Ativo

DIOPE - Manoel Pacheco - nov/05


Finan as corporativas uma vis o da sa de suplementar

Quadro 12: Balanço Patrimonial - Passivo

DIOPE - Manoel Pacheco - nov/05


Finan as corporativas uma vis o da sa de suplementar

Quadro 12: Balanço Patrimonial - Passivo

DIOPE - Manoel Pacheco - nov/05


Finan as corporativas uma vis o da sa de suplementar

Quadro 12: Balanço Patrimonial - Passivo

DIOPE - Manoel Pacheco - nov/05


Finan as corporativas uma vis o da sa de suplementar

Quadro 13: Resultado do Período

DIOPE - Manoel Pacheco - nov/05


Finan as corporativas uma vis o da sa de suplementar

Quadro 13: Resultado do Período

DIOPE - Manoel Pacheco - nov/05


Finan as corporativas uma vis o da sa de suplementar

Quadro 13: Resultado do Período

DIOPE - Manoel Pacheco - nov/05


Finan as corporativas uma vis o da sa de suplementar

Q 15: Fluxo de Caixa

DEFINIÇÕES

Caixa ou equivalentes de caixa: na movimentação dos recursos financeiros, incluem-se somente saldos de moeda em caixa ou depósitos em conta bancária.

Atividades operacionais: compreendem as transações que envolvem a consecução do objeto social da operadora. Elas podem ser exemplificadas pelo recebimento das contraprestações (faturas, mensalidades, etc.), pagamento da rede prestadora de serviços de saúde, pagamento de fornecedores por compra de materiais, pagamento dos funcionários, etc. Em linhas gerais, são as atividades que a operadora desempenha para iniciar e manter sua operação.

Atividades de investimentos: compreendem as transações com os ativos financeiros, as aquisições ou vendas de participações em outras entidades e de ativos utilizados na produção de bens ou prestação de serviços ligados ao objeto social da Entidade. Em linhas gerais, são as atividades relacionadas aos ativos permanentes do Balanço Patrimonial.

Atividades de financiamentos: incluem a captação de recursos dos acionistas ou cotistas e seu retorno em forma de lucros ou dividendos, a captação de empréstimos ou outros recursos, sua amortização e remuneração.

DIOPE - Manoel Pacheco - nov/05


Finan as corporativas uma vis o da sa de suplementar

Q 15: Fluxo de Caixa

DEFINIÇÕES

Apenas as transações que afetam o fluxo de caixa devem ser consideradas na demonstração dos fluxos de caixa.

As informações sobre atividades de investimentos e de financiamentos que resultaram em reconhecimento de um ativo ou de um passivo, mas que não resultaram em pagamentos ou recebimentos de recursos, devem ser excluídas da demonstração dos fluxos de caixa e serem apresentadas em local apropriado nas demais demonstrações ou em notas explicativas. Exemplos desse tipo são as aquisições de ativos realizadas por meio de empréstimos ou financiamentos, depreciações, etc.

DIOPE - Manoel Pacheco - nov/05


Finan as corporativas uma vis o da sa de suplementar

Q 15: Fluxo de Caixa

Modo Sintético

Trimestre

No primeiro envio, o usuário deverá informar o trimestre de preenchimento deste documento de informações. Posteriormente, a Operadora deverá enviar trimestralmente as informações relativas a este quadro. O usuário deverá clicar no botão “+” para criar um novo trimestre.

DIOPE - Manoel Pacheco - nov/05


Finan as corporativas uma vis o da sa de suplementar

Q 15: Fluxo de Caixa

Modo Sintético

Saldo do Trimestre Anterior

Soma dos saldos das contas “Caixa” (1211) e “Bancos Conta Depósitos” (1212), no encerramento do trimestre imediatamente anterior.

DIOPE - Manoel Pacheco - nov/05


Finan as corporativas uma vis o da sa de suplementar

Q 15: Fluxo de Caixa

Modo Sintético

Saldo Final do Trimestre

Resultado da soma do “Saldo do trimestre anterior” com o “Fluxo de Caixa do trimestre”, que deverá ser idêntico à soma dos saldos das contas “Caixa” (1211) e “Bancos Conta Depósitos” (1212) do encerramento do trimestre atual.

DIOPE - Manoel Pacheco - nov/05


Finan as corporativas uma vis o da sa de suplementar

Q 15: Fluxo de Caixa

Atividades Operacionais

DIOPE - Manoel Pacheco - nov/05


Finan as corporativas uma vis o da sa de suplementar

Q 15: Fluxo de Caixa

Atividades Operacionais

DIOPE - Manoel Pacheco - nov/05


Finan as corporativas uma vis o da sa de suplementar

Q 15: Fluxo de Caixa

Atividades de Investimentos

DIOPE - Manoel Pacheco - nov/05


Finan as corporativas uma vis o da sa de suplementar

Q 15: Fluxo de Caixa

Atividades de Investimentos

DIOPE - Manoel Pacheco - nov/05


Finan as corporativas uma vis o da sa de suplementar

Q 15: Fluxo de Caixa

Atividades de Financiamento

DIOPE - Manoel Pacheco - nov/05


Finan as corporativas uma vis o da sa de suplementar

Q 15: Fluxo de Caixa

Atividades de Financiamento

DIOPE - Manoel Pacheco - nov/05


Finan as corporativas uma vis o da sa de suplementar

Q 15 A: Idade de Saldos

Contas de Ativo

  • Este quadro é subdividido 2 “abas”: “Contas de Ativo” e “Contas de Passivo”.

  • Contas de Ativo

  • A aba inicial, “Contas de Ativo”, elenca em suas colunas, 4 grandes grupos:

  • Faturas e Mensalidades a Receber;

  • Taxa de Administração/Participação dos Beneficiários,

  • Créditos de Operadoras; e

  • Créditos de Operações.

DIOPE - Manoel Pacheco - nov/05


Finan as corporativas uma vis o da sa de suplementar

Q 15 A: Idade de Saldos

Contas de Ativo

DIOPE - Manoel Pacheco - nov/05


Finan as corporativas uma vis o da sa de suplementar

Q 15 A: Idade de Saldos

Contas de Ativo

DIOPE - Manoel Pacheco - nov/05


Finan as corporativas uma vis o da sa de suplementar

Q 15 A: Idade de Saldos

Contas de Ativo

DIOPE - Manoel Pacheco - nov/05


Finan as corporativas uma vis o da sa de suplementar

Q 15 A: Idade de Saldos

Contas de Passivo

  • Contas de Passivo

  • Existem nas contas de Passivo, 4 grandes grupos:

  • Eventos a Liquidar;

  • Débitos com Operadoras;

  • Comercialização sobre Operações; e

  • Outros Débitos Operacionais.

DIOPE - Manoel Pacheco - nov/05


Finan as corporativas uma vis o da sa de suplementar

Q 15 A: Idade de Saldos

Contas de Passivo

DIOPE - Manoel Pacheco - nov/05


Finan as corporativas uma vis o da sa de suplementar

Q 15 A: Idade de Saldos

Contas de Passivo

DIOPE - Manoel Pacheco - nov/05


Finan as corporativas uma vis o da sa de suplementar

Novos Cruzamentos

Quadro 11 (Balanço Patrimonial - Ativo) X Quadro 12 (Balanço Patrimonial - Passivo)

A COMPENSAÇÃO – ATIVO (R$ 5,99) tem que ser IGUAL a COMPENSAÇÃO – PASSIVO (R$ 5,99).

DIOPE - Manoel Pacheco - nov/05


Finan as corporativas uma vis o da sa de suplementar

Novos Cruzamentos

Quadro 11 (Balanço Patrimonial - Ativo) X Quadro 15A (Distribuição por Idade de Saldos)

Mensagem gravada: “O Valor de Faturas/Mensalidades a Receber (Quadro 11) está DIFERENTE do TOTAL de Faturas e Mensalidades a Receber (Quadro 15A)”

DIOPE - Manoel Pacheco - nov/05


Finan as corporativas uma vis o da sa de suplementar

Novos Cruzamentos

Quadro 11 (Balanço Patrimonial - Ativo) X Quadro 15A (Distribuição por Idade de Saldos)

Mensagem gravada: “O Somatório das Subcontas Faturas a Receber/Outras + Participação dos Beneficiários em Eventos Indenizados (Quadro 11) ESTÁ DIFERENTE do TOTAL de Taxas de Adm./Participação dos Beneficiários (Quadro 15A)”

DIOPE - Manoel Pacheco - nov/05


Finan as corporativas uma vis o da sa de suplementar

Novos Cruzamentos

Quadro 11 (Balanço Patrimonial - Ativo) X Quadro 15A (Distribuição por Idade de Saldos)

Mensagem gravada: “O Somatório das Subcontas Contraprestações de Co-Responsabilidade Assumida + Ressarcimento de Eventos em Co-Responsabilidade + Intercâmbio a Receber + Câmara de Compensação/Outros (Quadro 11) ESTÁ DIFERENTE do TOTAL de Créditos de Operadoras (Quadro 15A)”

DIOPE - Manoel Pacheco - nov/05


Finan as corporativas uma vis o da sa de suplementar

Novos Cruzamentos

Quadro 11 (Balanço Patrimonial - Ativo) X Quadro 15A (Distribuição por Idade de Saldos)

Mensagem gravada: “O Somatório das Subcontas Outros Créditos de Operações de Assistência à Saúde + Outros Créditos de Administração com Operadoras de Planos de Saúde + Outros (Quadro 11) ESTÁ DIFERENTE do TOTAL de Outros Créditos de Operações (Quadro 15A)”

DIOPE - Manoel Pacheco - nov/05


Finan as corporativas uma vis o da sa de suplementar

Novos Cruzamentos

Quadro 12 (Balanço Patrimonial - Passivo) X Quadro 15A (Distribuição por Idade de Saldos)

Mensagem gravada “O valor lançado em Eventos a Liquidar de Operações de Assistência à Saúde (Quadro 12) ESTÁ DIFERENTE do TOTAL de Eventos a Liquidar (Quadro 15A)”

DIOPE - Manoel Pacheco - nov/05


Finan as corporativas uma vis o da sa de suplementar

Novos Cruzamentos

Quadro 12 (Balanço Patrimonial - Passivo) X Quadro 15A (Distribuição por Idade de Saldos)

Mensagem gravada “O Saldo de Operadoras de Planos (Quadro 12) ESTÁ DIFERENTE do TOTAL de Débitos com Operadoras (Quadro 15A)”

DIOPE - Manoel Pacheco - nov/05


Finan as corporativas uma vis o da sa de suplementar

Novos Cruzamentos

Quadro 12 (Balanço Patrimonial - Passivo) X Quadro 15A (Distribuição por Idade de Saldos)

Mensagem gravada: “O Saldo de Comercialização Sobre Operações de Assistência à Saúde (Quadro 12) ESTÁ DIFERENTE do TOTAL de Comercialização Sobre Operações (Quadro 15A)”

DIOPE - Manoel Pacheco - nov/05


Finan as corporativas uma vis o da sa de suplementar

Novos Cruzamentos

Quadro 12 (Balanço Patrimonial - Passivo) X Quadro 15A (Distribuição por Idade de Saldos)

Mensagem gravada “O Saldo de Outros Débitos Operacionais (Quadro 12) ESTÁ DIFERENTE do TOTAL de Outros Débitos Operacionais (Quadro 15A)”

DIOPE - Manoel Pacheco - nov/05


Autoriza o de funcionamento

Autorização de Funcionamento

Pendências nos Processos

Encontro ANS com operadoras

Etapa São Paulo – 1º de agosto de 2006


Finan as corporativas uma vis o da sa de suplementar

Luiz Ricardo Trindade Bacellar

Mestre em Direito Empresarial, Especialista em Direito Civil e Processo Civil, professor de Direito Administrativo da Universidade Santa Úrsula; membro efetivo do Instituto dos Advogados Brasileiros – IAB e integrante das Comissões Permanentes de Direito Administrativo e de Direito Processual Civil. Atuou como consultor jurídico da Agência Nacional de Saúde Suplementar - ANS, da United Nations Educational, Scientific and Cultural Organization – UNESCO e atualmente, na ANS é coordenador interino da área de Habilitação das Operadoras.


Tipos de pend ncias

Tipos de Pendências

  • Pendências Administrativas

  • Pendências Econômica Documental

  • Pendência Capital Mínimo e Provisão de Risco


Descri o das pend ncias

Descrição das Pendências

Pendências Administrativas:

São residuais, ou seja, aqueles que não se enquadram como pendências econômico documental ou capital mínimo e provisão de risco, sendo que as mais relevantes são as seguintes:

1) solicitação de autorização de funcionamento;2) cópia da GRU (taxa);3) adequação do objeto social;4) cópia autenticada do CPF dos diretores e conselheiros;5) atos constitutivos;6) inventário dos bens da operadora;7) inscrição no conselho regional competente;8) área de atuação;9) documento indicando auditor, contador e atuário;10) documento indicando o representante legal e o responsável pela área técnica de saúde;11) cumprimento da RN 11, de 2002.


Descri o das pend ncias1

Descrição das Pendências

Pendências econômico documentais:

São as seguintes:

1) Ajuste de segmentação;2) Balancete;3) DIOPS4) Parecer de auditoria;5) Publicação das demonstrações contábeis; e6) Plano de contas.

Pendências Capital Mínimo e Provisão de Risco:

Constituição de garantias descritas na RDC nº 77, de 2001.


Quadro por modalidade

Quadro por Modalidade

Situação: Pendências Administrativas

Fonte: Cadastro de Operadoras - junho/2006; Cadastro de Beneficiários - abril/2006


Dados estat sticos

Dados Estatísticos

110 Operadoras atuam no Município de São Paulo

Fonte: Cadastro de Operadoras - junho/2006; Cadastro de Beneficiários - abril/2006


Quadro por modalidade1

Quadro por Modalidade

Situação: Pendências Econômico Documental

Fonte: Cadastro de Operadoras - junho/2006; Cadastro de Beneficiários - abril/2006


Dados estat sticos1

Dados Estatísticos

230 Operadoras atuam no Município de São Paulo

Fonte: Cadastro de Operadoras - junho/2006; Cadastro de Beneficiários - abril/2006


Quadro por modalidade2

Quadro por Modalidade

Situação: Pendências Capital Mínimo e Provisão de Risco

Fonte: Cadastro de Operadoras - junho/2006; Cadastro de Beneficiários - abril/2006


Dados estat sticos2

Dados Estatísticos

120 Operadoras atuam no Município de São Paulo

Fonte: Cadastro de Operadoras - junho/2006; Cadastro de Beneficiários - abril/2006


Quadro por porte

Quadro por Porte

Situação: Pendências Administrativas

Situação: Pendências Econômico Documental

Situação: Pendências Capital Mínimo e Provisão de Risco

Fonte: Cadastro de Operadoras - junho/2006; Cadastro de Beneficiários - abril/2006


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