C digo de defesa do consumidor parte 1
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CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR (Parte 1) PowerPoint PPT Presentation


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Londrina (PR) – Maringá (PR). CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR (Parte 1). Conhecimentos Complementares. Ano 2014. Londrina (PR) – Maringá(PR). PARA QUE SURGIU O CDC?. Equilibrar a relação Fornecedor - Consumidor. Reconhecer o CONSUMIDOR como a parte frágil dessa relação.

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CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR (Parte 1)

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Presentation Transcript


C digo de defesa do consumidor parte 1

Londrina (PR) – Maringá (PR)

CÓDIGO DE DEFESADO CONSUMIDOR(Parte 1)

Conhecimentos Complementares

Ano 2014

Londrina (PR) – Maringá(PR)


Para que surgiu o cdc

PARA QUE SURGIU O CDC?

  • Equilibrar a relação Fornecedor - Consumidor.

  • Reconhecer o CONSUMIDOR como a parte frágil dessa relação.

  • Juntar em um código as muitas normas de defesa do consumidor espalhadas na legislação brasileira.

  • Promover a dignidade da pessoa humana, o direito à vida, o direito à informação, o direito à eficiência na prestação de serviços, inclusive públicos.

  • Assim nasceu o CDC – Lei 8078/90.


Consumidor fornecedor

CONSUMIDOR & FORNECEDOR

Art. 2° - Consumidor é toda pessoa física ou jurídica que adquire ou utiliza produto ou serviço como destinatário final.

Art. 3° - Fornecedor é toda pessoa física ou jurídica, pública ou privada, nacional ou estrangeira, bem como os entes despersonalizados, que desenvolvem atividade de produção, montagem, criação, construção, transformação, importação, exportação, distribuição ou comercialização de produtos ou prestação de serviços.

Obs.: Não se inclui como prestações de serviços as decorrentes das relações de caráter trabalhista.


Direitos b sicos art 6

DIREITOS BÁSICOS (ART. 6º)

I - a proteção da vida, saúde e segurança contra os riscos provocados por práticas no fornecimento de produtos e serviços considerados perigosos ou nocivos;

II - a educação e divulgação sobre o consumo adequado dos produtos e serviços, asseguradas a liberdade de escolha e a igualdade nas contratações;

III - a informação adequada e clara sobre os diferentes produtos e serviços, com especificação correta de quantidade, características, composição, qualidade, tributos incidentes e preço, bem como sobre os riscos que apresentem;

IV - a proteção contra a publicidade enganosa e abusiva, métodos comerciais coercitivos ou desleais, bem como contra práticas e cláusulas abusivas ou impostas no fornecimento de produtos e serviços; (CONTINUA) 


Direitos b sicos art 61

DIREITOS BÁSICOS (ART. 6º)

V - a modificação das cláusulas contratuais que estabeleçam prestações desproporcionais ou sua revisão em razão de fatos supervenientes que as tornem excessivamente onerosas;

VI - a efetiva prevenção e reparação de danos patrimoniais e morais, individuais, coletivos e difusos;

VII - o acesso aos órgãos judiciários e administrativos com vistas à prevenção ou reparação de danos patrimoniais e morais, individuais, coletivos ou difusos, assegurada a proteção Jurídica, administrativa e técnica aos necessitados;

VIII - a facilitação da defesa de seus direitos, inclusive com a inversão do ônus da prova, a seu favor, no processo civil, quando, a critério do juiz, for verossímil a alegação ou quando for ele hipossuficiente, segundo as regras ordinárias de experiências;         IX -  (Vetado)

X - a adequada e eficaz prestação dos serviços públicos.


Responsabilidades por produtos

RESPONSABILIDADES POR PRODUTOS

Art. 12 - O fabricante, o produtor, o construtor, nacional ou estrangeiro, e o importador respondem, independentemente da existência de culpa, pela reparação dos danos causados aos consumidores por defeitos decorrentes de projeto, fabricação, construção, montagem, fórmulas, manipulação, apresentação ou acondicionamento de seus produtos, bem como por informações insuficientes ou inadequadas sobre sua utilização e riscos.


Responsabilidade por servi os

RESPONSABILIDADE POR SERVIÇOS

Art. 14 - O fornecedor de serviços responde, independentemente da existência de culpa, pela reparação dos danos causados aos consumidores por defeitos relativos à prestação dos serviços, bem como por informações insuficientes ou inadequadas sobre sua fruição e riscos.

Obs.: A responsabilidade do fornecedor de produtos e serviços também existe em favor de vítimas de eventos (art.17), que, nesses casos, equiparam-se aos consumidores.


Problemas de quantidade

PROBLEMAS DE QUANTIDADE

Art. 19. Os fornecedores respondem solidariamente pelos vícios de quantidade do produto sempre que, respeitadas as variações decorrentes de sua natureza, seu conteúdo líquido for inferior às indicações constantes do recipiente, da embalagem, rotulagem ou de mensagem publicitária, podendo o consumidor exigir, alternativamente e à sua escolha:

I - o abatimento proporcional do preço;

II - complementação do peso ou medida;

III - a substituição do produto por outro da mesma espécie, marca ou modelo, sem os aludidos vícios;

IV - a restituição imediata da quantia paga, monetariamente atualizada, sem prejuízo de eventuais perdas e danos.


Problemas de qualidade quantidade

PROBLEMAS DE QUALIDADE/QUANTIDADE

Art. 18.  Os fornecedores de produtos de consumo duráveis ou não duráveis respondem solidariamente pelos vícios de qualidade ou quantidade que os tornem impróprios ou inadequados ao consumo a que se destinam ou lhes diminuam o valor, assim como por aqueles decorrentes da disparidade, com a indicações constantes do recipiente, da embalagem, rotulagem ou mensagem publicitária, respeitadas as variações decorrentes de sua natureza, podendo o consumidor exigir a substituição das partes viciadas. Continua


Problemas de qualidade quantidade1

PROBLEMAS DE QUALIDADE/QUANTIDADE

(continuação)

§ 1° - Não sendo o vício sanado no prazo máximo de trinta dias, pode o consumidor exigir, alternativamente e à sua escolha:

    I - a substituição do produto por outro da mesma espécie, em perfeitas condições de uso;

    II - a restituição imediata da quantia paga, monetariamente atualizada, sem prejuízo de eventuais perdas e danos;

    III - o abatimento proporcional do preço.


Prazo para reclamar

PRAZO PARA RECLAMAR

Art. 26. O direito de reclamar pelos vícios aparentes ou de fácil constatação caduca em:

I - trinta dias, tratando-se de fornecimento de serviço e de produtos não duráveis;

II - noventa dias, tratando-se de fornecimento de serviço e de produtos duráveis.

Art. 27. Prescreve em cinco anos a pretensão à reparação pelos danos causados por fato do produto ou do serviço prevista na Seção II deste Capítulo, iniciando-se a contagem do prazo a partir do conhecimento do dano e de sua autoria.


Fim da apresenta o

Fim da apresentação

Prof. Nelson Guerra

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