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Dom Eduardo Pinheiro da Silva Bispo Auxiliar de Campo Grande – MS

Evangelização da Juventude a partir dos documentos. Dom Eduardo Pinheiro da Silva Bispo Auxiliar de Campo Grande – MS Bispo Responsável pelo Setor Juventude no Brasil. “Evangelização da Juventude” (2007 - doc 85 da CNBB) “Conferência de Aparecida” (2008, CELAM) “Diretrizes Gerais”

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Dom Eduardo Pinheiro da Silva Bispo Auxiliar de Campo Grande – MS

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  1. Evangelização da Juventude a partir dos documentos Dom Eduardo Pinheiro da Silva Bispo Auxiliar de Campo Grande – MS Bispo Responsável pelo Setor Juventude no Brasil

  2. “Evangelização da Juventude” (2007 - doc 85 da CNBB) “Conferência de Aparecida” (2008, CELAM) “Diretrizes Gerais” (2008 - doc 87 da CNBB)

  3. EVANGELIZAÇÃO DA JUVENTUDE: DESAFIOS E PERSPECTIVAS PASTORAIS

  4. “EVANGELIZAÇÃO DA JUVENTUDE: DESAFIOS E PERSPECTIVAS PASTORAIS” • Elementos para o conhecimento da realidade dos jovens • Um olhar de fé a partir da Palavra de Deus e do Magistério • Linhas de ação Anexos: • Impacto das tendências do mundo contemporâneo sobre os jovens • Situação socioeconômica da juventude brasileira • Valor da experiência acumulada pela Igreja • Alguns pronunciamentos do Magistério sobre a juventude • Gráficos: Formação Integral, Processo de Educação na fé, Setor Juventude • Assegurar aos jovens o direito à vida

  5. DOCUMENTO DE APARECIDA

  6. “DOCUMENTO DE APARECIDA” A VIDA DE NOSSOS POVOS HOJE: I – Os discípulos missionários II – Olhar dos discípulos missionários sobre a realidade A VIDA DE JESUS CRISTO NOS DISCÍPULOS MISSIONÁRIOS: III – Alegria IV – Vocação V – Comunhão VI – Formação A VIDA DE JESUS CRISTO PARA NOSSOS POVOS VII – A missão dos discípulos a serviço da vida plena VIII– Reino de Deus e promoção da dignidade humana IX – Família, pessoas e vida: matrimônio e família, crianças, adolescentes e jovens, bem-estar dos idosos, dignidade e participação das mulheres, responsabilidade do homem e pai de família, a cultura da vida: sua proclamação e sua defesa, cuidado com o meio-ambiente X – Nossos povos e nossa cultura

  7. DIRETRIZES GERAIS DA AÇÃO EVANGELIZADORA NO BRASIL

  8. “DIRETRIZES GERAIS DA AÇÃO EVANGELIZADORA NO BRASIL” • A realidade que nos interpela • Discípulos missionários numa Igreja • Pistas de ação para a missão evangelizadora

  9. I – CONSCIENTIZANDO-SEDA REALIDADE JUVENIL

  10. I - CONSCIENTIZANDO-SE DA REALIDADE JUVENIL Em 2000: • 34 milhões de jovens (20%) entre 15 a 24 anos • 73,6% católicos e 9,3% sem religião • Adolescentes e Jovens: maioria na AL • Adolescente procura: identidade, independência, grupo, amizade com Jesus • Influências da Pós-Modernidade: subjetividade, novas expressões do sagrado, centralidade das emoções

  11. I - CONSCIENTIZANDO-SE DA REALIDADE JUVENIL Em 2000: • 34 milhões de jovens (20%) entre 15 a 24 anos • 73,6% católicos e 9,3% sem religião • Adolescentes e Jovens: maioria na AL • Adolescente procura: identidade, independência, grupo, amizade com Jesus • Influências da Pós-Modernidade: subjetividade, novas expressões do sagrado, centralidade das emoções

  12. 1) Aspectos positivos / valores ++ ideais + criatividade, + generosidade, + importante força + potencial para o engajamento, + crescimento na participação em movimentos sociais + sensibilidade pelas manifestações artísticas e culturais + capacidade de se opor às ilusões + não teme a entrega da vida, mas a vida sem sentido + sensibilidade para a amizade com Cristo + capacidade de descobrir o chamado de Deus + participação: CEBs, paróquias, liturgia, canto, catequese, pastorais, PJ, Movimentos, Novas Comunidades, Congregações

  13. 1) Aspectos positivos / valores ++ ideais + criatividade, + generosidade, + importante força + potencial para o engajamento, + crescimento na participação em movimentos sociais + sensibilidade pelas manifestações artísticas e culturais + capacidade de se opor às ilusões + não teme a entrega da vida, mas a vida sem sentido + sensibilidade para a amizade com Cristo + capacidade de descobrir o chamado de Deus + participação: CEBs, paróquias, liturgia, canto, catequese, pastorais, PJ, Movimentos, Novas Comunidades, Congregações

  14. 1) Aspectos positivos / valores ++ ideais + criatividade, + generosidade, + importante força + potencial para o engajamento, + crescimento na participação em movimentos sociais + sensibilidade pelas manifestações artísticas e culturais + capacidade de se opor às ilusões + não teme a entrega da vida, mas a vida sem sentido + sensibilidade para a amizade com Cristo + capacidade de descobrir o chamado de Deus + participação: CEBs, paróquias, liturgia, canto, catequese, pastorais, PJ, Movimentos, Novas Comunidades, Congregações

  15. 2) Aspectos negativos / preocupantes - fragmentação da personalidade (DA) - vulnerabilidade psicológica - descrédito nos compromissos definitivose incapacidade para assumi-los - família:fragilidade dos laços, relativização dos valores, carências, crises, conflitos -hedonismo - centralidade das emoções - geração da imagem e dos estímulos - ausência de maturidade humana, - opção por relações interpessoais e horizontais - globalização dos contra-valores - relativização dos valores e das tradições - alienações e ilusões de felicidade - falsos líderes - pressão de outras expressões culturais - enfoque da subjetividade e do individualismo (DG) - desinteresse pela macropolítica e grandes estruturas; desencanto pela democracia

  16. 2) Aspectos negativos / preocupantes - fragmentação da personalidade (DA) - vulnerabilidade psicológica - descrédito nos compromissos definitivos e incapacidade para assumi-los - família:fragilidade dos laços, relativização dos valores, carências, crises, conflitos - hedonismo - centralidade das emoções - geração da imagem e dos estímulos - ausência de maturidade humana, - opção por relações interpessoais e horizontais - globalização dos contra-valores - relativização dos valores e das tradições - alienações e ilusões de felicidade - falsos líderes - pressão de outras expressões culturais - enfoque da subjetividade e do individualismo (DG) - desinteresse pela macropolítica e grandes estruturas; desencanto pela democracia

  17. 2) Aspectos negativos / preocupantes - fragmentação da personalidade (DA) - vulnerabilidade psicológica - descrédito nos compromissos definitivos e incapacidade para assumi-los - família:fragilidade dos laços, relativização dos valores, carências, crises, conflitos -hedonismo - centralidade das emoções - geração da imagem e dos estímulos - ausência de maturidade humana, - opção por relações interpessoais e horizontais - globalização dos contra-valores - relativização dos valores e das tradições - alienações e ilusões de felicidade - falsos líderes - pressão de outras expressões culturais - enfoque da subjetividade e do individualismo (DG) - desinteresse pela macropolítica e grandes estruturas; desencanto pela democracia

  18. 2) Aspectos negativos / preocupantes - fragmentação da personalidade (DA) - vulnerabilidade psicológica - descrédito nos compromissos definitivos e incapacidade para assumi-los - família:fragilidade dos laços, relativização dos valores, carências, crises, conflitos - hedonismo - centralidade das emoções - geração da imagem e dos estímulos - ausência de maturidade humana, - opção por relações interpessoais e horizontais - globalização dos contra-valores - relativização dos valores e das tradições - alienações e ilusões de felicidade - falsos líderes - pressão de outras expressões culturais - enfoque da subjetividade e do individualismo (DG) - desinteresse pela macropolítica e grandes estruturas; desencanto pela democracia

  19. 2) Aspectos negativos / preocupantes - vulnerabilidade social - seqüelas da pobreza - disparidade de renda - desemprego - falta de qualificação para o trabalho - consumismo - migração - educação restritae de baixa qualidade (DG) - instrumentalização da educação para o mercado - geração de pouca leitura - enfoques antropológicos reducionistas - uso indiscriminado e abusivo da comunicação virtual - linguagem pouco significativa aos jovens - drogas(DG), álcool - sexualidade: banalização, gravidez na adolescência, AIDS,exploração - violência (DA) :homicídio, acidentes de trânsito, suicídio,grupos juvenis - o limitado acesso às atividades esportivas, lúdicas, culturais

  20. 2) Aspectos negativos / preocupantes - vulnerabilidade social - seqüelas da pobreza (DA) - disparidade de renda - desemprego (DA) - falta de qualificação para o trabalho - consumismo (DA) - migração (DA) - educação restritae de baixa qualidade (DG) - instrumentalização da educação para o mercado - geração de pouca leitura - enfoques antropológicos reducionistas - uso indiscriminado e abusivo da comunicação virtual - linguagem pouco significativa aos jovens - drogas(DG), álcool - sexualidade: banalização, gravidez na adolescência, AIDS,exploração - violência (DA):homicídio, acidentes de trânsito, suicídio,grupos juvenis - o limitado acesso às atividades esportivas, lúdicas, culturais

  21. 2) Aspectos negativos / preocupantes - vulnerabilidade social - seqüelas da pobreza (DA) - disparidade de renda - desemprego(DA) - falta de qualificação para o trabalho - consumismo(DA) - migração(DA) - educação restritae de baixa qualidade(DG) - instrumentalização da educação para o mercado - geração de pouca leitura - enfoques antropológicos reducionistas - uso indiscriminado e abusivo da comunicação virtual - linguagem pouco significativa aos jovens - drogas(DG), álcool - sexualidade: banalização, gravidez na adolescência, AIDS,exploração - violência(DA) :homicídio, acidentes de trânsito, suicídio,gruposjuvenis - o limitado acesso às atividades esportivas, lúdicas, culturais

  22. 2) Aspectos negativos / preocupantes - vulnerabilidade social - seqüelas da pobreza - disparidade de renda - desemprego - falta de qualificação para o trabalho - consumismo - migração - educação restritae de baixa qualidade(DG) - instrumentalização da educação para o mercado - geração de pouca leitura - enfoques antropológicos reducionistas - uso indiscriminado e abusivo da comunicação virtual - linguagem pouco significativa aos jovens - drogas(DG), álcool - sexualidade: banalização, gravidez na adolescência, AIDS,exploração - Violência (DA):homicídio, acidentes de trânsito, suicídio,grupos juvenis - o limitado acesso às atividades esportivas, lúdicas, culturais

  23. 2) Aspectos negativos / preocupantes - exclusão digital - pouca participação nas atividades associativas/comunitárias: 35% dos adolescentes e 15% dos jovens - enfraquecimento da identidade espiritual, - espiritualidade:fraca,centrada na pessoa, nas emoções, nos interesses imediatos - trânsito religioso - grupos fundamentalistas - Nova Era - novas propostas religiosas e pseudo-religiosas - tendência ao sincretismo religioso - pouco engajamento após a Crisma “Destacam-se três marcas da juventude na atualidade: o medo de sobrar, por causa do desemprego, o medo de morrer precocemente, por causa da violência, e a vida em um mundo conectado, por causa da Internet” (Regina Novaes)

  24. 2) Aspectos negativos / preocupantes - exclusão digital - pouca participação nas atividades associativas/comunitárias: 35% dos adolescentes e 15% dos jovens - enfraquecimento da identidade espiritual, - espiritualidade:fraca,centrada na pessoa, nas emoções, nos interesses imediatos - trânsito religioso - grupos fundamentalistas - Nova Era - novas propostas religiosas e pseudo-religiosas - tendência ao sincretismo religioso - pouco engajamento após a Crisma “Destacam-se três marcas da juventude na atualidade: o medo de sobrar, por causa do desemprego, o medo de morrer precocemente, por causa da violência, e a vida em um mundo conectado, por causa da Internet” (Regina Novaes)

  25. PESQUISA DATA-FOLHA(27-07-2008 / 168 cidades / 1541 jovens) IBGE: 35.331.229 jovens de 16 a 25 anos =19% * trabalham : 35% * estudam : 25% * trabalham e estudam: 25% * não trabalham nem estudam: 15% 74% solteiros e 24% casados 54% já repetiram de ano 73% têm celular 04% já fizeram aborto

  26. PESQUISA DATA-FOLHA(27-07-2008 / 168 cidades / 1541 jovens) SONHOS: • trabalhar/formar-se: 18% • sucesso profissional: 15% • faculdade: 7% MEDOS: • morte: 23% • morte de parentes: 17% • violência: 13%

  27. PESQUISA DATA-FOLHA(27-07-2008 / 168 cidades / 1541 jovens) VALORES: • Família: 99% • Saúde: 99% • Trabalho: 97% • Estudo: 96% • Lazer: 88% • Amigos: 85% • Religião: 81% • Sexo: 81% • Dinheiro: 79% • Beleza: 74% • Casamento: 72% RELIGIÃO: • católica: 59% • Evangélica pentecostal: 16% • nenhuma: 10%

  28. II – CLAREZA DE NOSSAS CONVICÇÕES

  29. II – CLAREZA DE NOSSAS CONVICÇÕES Para nós, ser cristão é, fundamentalmente: conhecer, optar e seguir a Jesus Cristo, viver em comunidade (Igreja), trabalhar pelo Reino e pela Sociedade solidária. A opção preferencial pelos jovens exige renovação e parceria com a família.

  30. II – CLAREZA DE NOSSAS CONVICÇÕES Para nós, ser cristão é, fundamentalmente: conhecer, optar e seguir a Jesus Cristo, viver em comunidade (Igreja), trabalhar pelo Reino e pela Sociedade solidária. A opção preferencial pelos jovens exige renovação e parceria com a família.

  31. 1) Jesus Cristo • O desafio para o jovem é escutar a voz de Cristo em meio a tantas outras vozes. • A busca juvenil por ‘modelos’ facilita nossa apresentação de Jesus Cristo. • A evangelização deve ajudar o jovem a ter contato pessoal com JC através do: Evangelho, celebrações, orações, vida comunitária, liturgia, os mais necessitados • O encontro do jovem com JC na Igreja favorece: dignidade, personalização, discernimento vocacional

  32. 1) Jesus Cristo • O desafio para o jovem é escutar a voz de Cristo em meio a tantas outras vozes. • A busca juvenil por ‘modelos’ facilita nossa apresentação de Jesus Cristo. • A evangelização deve ajudar o jovem a ter contato pessoal com JC através do: Evangelho, celebrações, orações, vida comunitária, liturgia, os mais necessitados • O encontro do jovem com JC na Igreja favorece: dignidade, personalização, discernimento vocacional

  33. 2) Igreja • Os jovens têm dificuldades com relação á Igreja: visão distorcida e falta de acolhida • A Juventude mora no coração da Igreja e é fonte de renovação da sociedade

  34. 3) Sociedade • A evangelização dos jovens não pode visar somente suas relações mais próximas, como o grupo de amigos, a família, a amizade, a fraternidade, a afetividade, o carinho, as pequenas lutas do dia-a-dia. A ação evangelizadora deve também motivar o envolvimento com as grandes questões que dizem respeito a toda a sociedade, como a economia, a política e todos os desafios sociais de nosso tempo. Há necessidade de animar e capacitar o jovem para o exercício da cidadania, como uma dimensão importante do discipulado.

  35. 4) Evangelização • A Igreja tem uma rica história de trabalho com a juventude. • O processo de evangelização nasce do encontro pessoal com Jesus Cristo e se desenvolve num itinerário cujas etapas contribuem para que o jovem: escute o chamado de Cristo, busque os valores evangélicos, saia do individualismo e sirva o próximo, participe da comunidade e da pastoral orgânica, lute pela justiça, se comprometa com a missão da Igreja, faça uma opção vocacional. • Consideramos o jovem como lugar teológico. • O nosso amor a esta juventude é gratuito, independente do que possa nos oferecer. • Espaços privilegiados para a Evangelização: Pastoral Juvenil, Pastoral da Juventude, Movimentos, Catequese, Escola, Família

  36. 4) Evangelização • A Igreja tem uma rica história de trabalho com a juventude. • O processo de evangelização nasce do encontro pessoal com Jesus Cristo e se desenvolve num itinerário cujas etapas contribuem para que o jovem: escute o chamado de Cristo, busque os valores evangélicos, saia do individualismo e sirva o próximo, participe da comunidade e da pastoral orgânica, lute pela justiça, se comprometa com a missão da Igreja, faça uma opção vocacional. • Consideramos o jovem como lugar teológico. • O nosso amor a esta juventude é gratuito, independente do que possa nos oferecer. • Espaços privilegiados para a Evangelização: Pastoral Juvenil, Pastoral da Juventude, Movimentos, Catequese, Escola, Família

  37. 4) Evangelização • É preciso levar em conta o projeto individual e o projeto coletivo; o racional e o emocional. • O jovem é o evangelizador privilegiado dos outros jovens. • A assessoria deve constituir uma preocupação cuidadosa por parte de toda a Igreja • Na Igreja do Brasil, muitas forças pastorais atuam junto aos jovens e com eles. Todas contribuem na evangelização da juventude: as Pastorais da Juventude, os Movimentos Eclesiais, o Serviço Pastoral das Congregações, as Novas Comunidades, Pastoral Familiar, Pastoral Vocacional, Pastoral Catequética, Ação Missionária, etc. • Há necessidade de resgatar no coração de todos a paixão pela juventude

  38. III – NOSSO AGIR

  39. III – NOSSO AGIR • Apresentar a verdadeira face da Igreja • Trabalhar a relação fé-razão/ciência • Apresentar experiências de santidade e solidariedade na história da Igreja

  40. a) Garantir uma formação que seja integral • contemplar todas as dimensões da vida do jovem: grupos, catequese, escola(DG) • auxiliar no projeto pessoal de vida(DG) • favorecer o discernimento vocacional(DA) • capacitar as famílias para a educação da fé e dos valores;catequese familiar; formar para a importância do homem no matrimônio, paternidade e educação • organizar subsídios sobre educação para o amor (afetividade, sexualidade)(DG)

  41. a) Garantir uma formação que seja integral • contemplar todas as dimensões da vida do jovem: grupos, catequese, escola(DG) • auxiliar no projeto pessoal de vida(DG) • favorecer o discernimento vocacional(DA) • capacitar as famílias para a educação da fé e dos valores;catequese familiar; formar para a importância do homem no matrimônio, paternidade e educação • organizar subsídios sobre educação para o amor (afetividade, sexualidade)(DG)

  42. a) Garantir uma formação que seja integral • contemplar todas as dimensões da vida do jovem: grupos, catequese, escola(DG) • auxiliar no projeto pessoal de vida(DG) • favorecer o discernimento vocacional(DA) • capacitar as famílias para a educação da fé e dos valores;catequese familiar; formar para a importância do homem no matrimônio, paternidade e educação • organizar subsídios sobre educação para o amor (afetividade, sexualidade)(DG)

  43. b) Motivar a uma consistente Espiritualidade (*) • oração pessoal(DA)e comunitária • valorização da missa dominical(DA) • participação na comunidade/Igreja(DA) • Leitura Orante da Bíblia(DA) • Sacramentos (crisma, eucaristia, reconciliação)(DA) • devoção a Nossa Senhora • encontros espirituaiscom Jesus Cristo • direção espiritual • leituras e reflexões

  44. b) Motivar a uma consistente Espiritualidade (*) • oração pessoal(DA)e comunitária • valorização da missa dominical(DA) • participação na comunidade/Igreja(DA) • Leitura Orante da Bíblia(DA) • Sacramentos (crisma, eucaristia, reconciliação)(DA) • devoção a Nossa Senhora • encontros espirituaiscom Jesus Cristo • direção espiritual • leituras e reflexões

  45. c) Assumir uma pedagogia de formação • incentivar hábito de leitura • organizar grupos • valorizar expressões culturais juvenis • organizar a Pastoral de Adolescentes(DA) • organizar eventos de massa(DA) • envolver os jovens na comunidade • organizar prática de voluntariado privilegiar processos de educação na fé e aos valores (DG) implementar catequese atrativa

  46. c) Assumir uma pedagogia de formação • incentivar hábito de leitura • organizar grupos • valorizar expressões culturais juvenis • organizar a Pastoral de Adolescentes(DA) • organizar eventos de massa(DA) • envolver os jovens na comunidade • organizar prática de voluntariado • privilegiar processos de educação na fé e aos valores(DG) • implementar catequese atrativa

  47. c) Assumir uma pedagogia de formação • incentivar hábito de leitura • organizar grupos • valorizar expressões culturais juvenis • organizar a Pastoral de Adolescentes(DA) • organizar eventos de massa(DA) • envolver os jovens na comunidade • organizar prática de voluntariado • privilegiar processos de educação na fé e aos valores(DG) • implementar catequese atrativa

  48. d) Estimular o espírito missionário • estimular os jovens a se tornarem apóstolos de outros jovens • despertar para a cidadania e o engajamento político motivar à opção preferencial pelos pobres

  49. d) Estimular o espírito missionário • estimular os jovens a se tornarem apóstolos de outros jovens • despertar para a cidadania e o engajamento político • motivar à opção preferencial pelos pobres

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