POPs: 12 classes químicas
This presentation is the property of its rightful owner.
Sponsored Links
1 / 73

POPs: 12 classes químicas PowerPoint PPT Presentation


  • 43 Views
  • Uploaded on
  • Presentation posted in: General

POPs: 12 classes químicas . POPs: 12 classes químicas . DDT clordana Heptaclor Mirex. Aldrin Endrin Dieldrin toxafeno. Bifenilos policlorados Hexaclorobenzeno Dibenzofuranas Dioxinas. Convenção de Estocolmo – maio/2001. Pesticidas. Pesticidas. Praguicidas Biocidas

Download Presentation

POPs: 12 classes químicas

An Image/Link below is provided (as is) to download presentation

Download Policy: Content on the Website is provided to you AS IS for your information and personal use and may not be sold / licensed / shared on other websites without getting consent from its author.While downloading, if for some reason you are not able to download a presentation, the publisher may have deleted the file from their server.


- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - E N D - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

Presentation Transcript


Slide 1 946484

POPs: 12 classes químicas


Slide 1 946484

POPs: 12 classes químicas

  • DDT

  • clordana

  • Heptaclor

  • Mirex

  • Aldrin

  • Endrin

  • Dieldrin

  • toxafeno

  • Bifenilos policlorados

  • Hexaclorobenzeno

  • Dibenzofuranas

  • Dioxinas

Convenção de Estocolmo – maio/2001


Slide 1 946484

Pesticidas


Slide 1 946484

Pesticidas

Praguicidas

Biocidas

Defensivos agrícolas

Agrotóxicos


Slide 1 946484

Pesticidas

Praguicidas

Biocidas

Defensivos agrícolas

Agrotóxicos

Pesticida: substância (ou mistura de substâncias) destinada a prevenir a ação, ou destruir direta ou indiretamente insetos, ácaros, roedores, fungos, nematóides, ervas daninhas, bactérias e outras fontes de vida animal ou vegetal prejudiciais a lavoura, à pecuária, a seus produtos e outras matérias primas”

Incluem-se os desfolhantes, os dissecantes, e as substâncias reguladoras do crescimento vegetal

Excluem-se as vacinas, medicamentos, antibióticos de uso veterinário e de controle biológico

COMISSÃO NACIONAL DE NORMAS E PADRÕES PARA ALIMENTOS (CNNPA)


Slide 1 946484

Aplicações


Pesticidas benef cios

PESTICIDAS: BENEFÍCIOS

RETRATO DA MALÁRIA (na metade do século xx)

Mundial

300 milhões de casos/ano

3 milhões de mortes

Brasil

8 milhões de vítimas

300 casos ano/1000 habitantes

Controle de doenças

 Melhora condição de vida

 Mão de obra mais produtiva

Controle de mais de 20 enfermidades


Slide 1 946484

DDT (dicloro-difenil-tricloroetano)

bandido ou mocinho??


Ddt dicloro difenil tricloroetano

DDT (dicloro-difenil-tricloroetano)

produção em escala mundial

1945 – na agricultura como pesticida

1946-70 – controle da malária

toneladas

Produção nos EUA


Slide 1 946484

Avião pulverizando DDT em lavoura nos EUA, em 1949

aplicações tornaram-se mais intensas

Pvapor = 0,2.10-6 mmHg

(20oC)


Slide 1 946484

pp’-DDT

op’-DDT

op’-DDD

pp’-DDD


Slide 1 946484

DDT

restrições no Brasil

  • No Brasil

  • 1971 – primeiras restrições

    • Portaria 356/71 – proibição da fabricação e comercialização do DDT e BHC para combate a ectoparasitos em animais domésticos

    • Portaria 357/71 – proibição p/ controle de pragas em pastagem

  • 1985 – proibição para controle na agropecuária porém permitidos em campanhas da saúde pública (malária e leishmaniose)

  • Hemisfério Norte

  • 1970 - Suécia foi o 1o país a banir o DDT


Slide 1 946484

metabólitos do DDT

via oxidativa

DDE

via redutiva

DDT

DDD


Biotrasforma o do ddt

BIOTRASFORMAÇÃO DO DDT

DDMU

DDD

DPE

DDME

DDT

DDE

DDA

acumulado nos tecidos adiposos

excretado pela urina


Primeiro alerta

primeiro alerta

Primeira manifestação ecológica contra o uso indiscriminado do DDT

  • DDT como principal causa da redução populacional de diversas aves

  • (muitas de topo de cadeia)

    • Falcão peregrino

    • Águia calva – símbolo dos EUA

Bióloga Rachel Carson


Primeiro alerta1

primeiro alerta

Livro lançado em 1962

fundou o movimento ambiental


Slide 1 946484

redução populacional de diversas aves

  • inibição de uma enzima importante na produção da casca de ovo em aves (anidrase carbônica)

  • Alterações do metabolismo do cálcio

Deformação grave de nascimento devido à exposição, antes do nascimento, a produtos organoclorados presentes na cadeia alimentar das aves progenitoras (Baird, 2002).


Slide 1 946484

HCHhexaclorociclohexano

  • princípio ativo: g-HCH (lindano)

  • foi usado ao mesmo tempo que o DDT

  • age como veneno de contato aos insetos

  • é volátil e estável a temperatura altas

  • pulverização nas plantações

  • Pvapor = 3,3.10-5 mmHg (20oC) > PDDT

usos: controle de besouros, cupins, lagartas ...

doença de Chagas


Slide 1 946484

b-HCH

a-HCH

g-HCH

d-HCH

usos: controle de besouros, cupins, lagartas ...

doença de Chagas


Ciclodienos drins

Ciclodienos: “Drins”

desenvolvidosapós a II Guerra Mundial

por Julius Hyman e R. Reimschneider

Produzidospelareação de dienos de

Diels-Alder

Síntese do Aldrin = prêmio Nobel em 1950


Slide 1 946484

Ciclodienos: “Drins”

Dieldrin

Aldrin

Endrin

Aldrin: formigas, gafanhotos, grilos, pragas de algodão

Dieldrin: percevejos, formiga, moscas, mosquitos, pulgas

Endrin: pulgões, besouros, moscas, ácaros


Slide 1 946484

Ciclodienos:

clordano

mistura técnica

~120 compostos

60-75% são isomeros clordano

: = 1:3

a-clordana

g-clordana


Slide 1 946484

Ciclodienos:

Heptachlor

é um dos constituintes do clordano técnico

usado no controle de:

formigas, cupins, grilos, gafanhotos, besouros

Heptachlor epóxido

Heptachlor


Hcb hexaclorobenzeno

HCBhexaclorobenzeno

  • usos: fungicida no solo

  • preservação de madeira

  • subproduto da manufatura de pentaclorofenol, tetracloreto de carbono e monômeros de cloreto de vinil

  • impureza de outros pesticidas


Toxafeno

Toxafeno

Complexa mistura de ~300 congêneres 67-69% cloro

usos:agropecuária

A partir de 1945-59 principalmente como inseticida

(algodão, grãos, vegetais) e controle de ecotoparasitas na pecuária (piolhos, sarna, etc)


Mirex

mirex

um dos mais estáveis e persistentes pesticidas

  • usos: a partir de meados de 1950

  • - formulações de pesticidas para controle de formigas

  • retardador de queima em plásticos, borracha, tinta, papel e equipamentos elétricos


Slide 1 946484

PCBs


Slide 1 946484

+ Cl2 

catalizador

PCBs

  • É o nome genérico dado à classe de compostos organoclorados resultante da reação do grupo bifenilo com cloro anidro na presença de catalizador


Slide 1 946484

Bifenilos policlorados (PCBs)

209 congêneres

x = 0 - 9

y = 10 -x

C12HxCly

PCB-52

PCB-180


Distribui o de pcbs por n vel de clora o

Distribuição de PCBs por nível de cloração


Slide 1 946484

propriedades físico-químicas dos PCBs

  • Alta constante dielétrica

  • Elevada estabilidade térmica

  • Grande estabilidade química


Slide 1 946484

aplicações dos PCBs

  • Versatilidade industrial

  • isolantes (transformadores e capacitores)

  • Plastificantes(tintas e vernizes)


Slide 1 946484

transformadores

capacitores

fluídos isolantes

tintas

vernizes

plastificantes

borrachas

resinas de poliéster

retardantes de chama

aditivos

óleo lubrificantes

agente sinergístico

inseticidas organoclorados

PCBs - usos


Pcbs mais t xicos

PCBS MAIS TÓXICOS

PCB-77

PCB-126

PCB-169


Slide 1 946484

Dioxinas e furanos


Slide 1 946484

Dioxinas e furanos

dibenzo-p-dioxinas policloradas (PCDD -polychlorinated-p-dibenzodioxins) dibenzofuranos policlorados (PCDF - polychlorinated-pdibenzofurans)

classes de compostos aromáticos tricíclicos, de função éter, com estrutura quase planar que possuem propriedades físicas e químicas semelhantes. Os átomos de cloro se ligam aos anéis benzênicos, possibilitando a formação de um grande número de congêneres: 75 para as dioxinas e 135 para os furanos, totalizando 210 compostos


Slide 1 946484

Os átomos de cloro se ligam aos anéis benzênicos, possibilitando a formação de um grande número de congêneres: 75 para as dioxinas e 135 para os furanos, totalizando 210 compostos


Slide 1 946484

ORIGEM

- não ocorrem naturalmente,

- Formados como subproduto não intencional de vários processos

envolvendo o cloro ou substâncias e/ou materiais que o contenham


Slide 1 946484

Produção e uso:


Slide 1 946484

Produção e uso:

Não apresentam qualquer valor comercial.

Surgem como resíduo de diversas reações químicas, sobretudo as que envolvem a combustão de substâncias cloradas;


Slide 1 946484

  • Fontes de dioxinas e furanos :

    • Lamas hospitalares, municipais e industriais, e incineração de resíduos perigosos;

    • Fornos de cimenteiras, especialmente aqueles que queimam resíduos perigosos;

    • Fundição de metais e refinarias;

    • Branqueamento de pasta de papel;

    • Produção, processamento e deposição de plásticos clorados e de outros químicos;

    • As dioxinas que se depositaram em árvores e campos e ao longo do tempo são novamente libertadas para a atmosfera após um incêndio;

    • A queima do lixo doméstico em casa, bem como os escapamentos dos automóveis, são também fontes significativas.


Slide 1 946484

TOXICIDADE

Das 210 dioxinas e furanos existentes, 17 compostos com substituições na posições 2,3,7 e 8 destacam se sob o ponto de vista toxicológico.

A toxicidade aguda mais elevada é para a 2,3,7,8-tetraclorodibenzop-

dioxina (2,3,7,8-TCDD) que é ultrapassada somente por algumas outras toxinas de origem natural


Slide 1 946484

Agente Laranja


Slide 1 946484

Agente Laranja


Slide 1 946484

Fotos de crianças vietnamitas cuja mãe foi contaminada por dioxina no período de gravidez, quando o Vitenan era bombardeado com agente laranja


Slide 1 946484

Os efeitos da dioxina podem ser tão violentos que já foram utilizadas para envenenamento, como no caso do presidente da Ucrânia, Viktor Yushchenko, que, em 2004, teve o seu rosto desfigurado por esta substância colocada em sua comida durante um jantar com o embaixador russo (cloroacne)


Slide 1 946484

Não existe um nível de dioxinas que possa ser considerado seguro.

Mesmo concentrações da ordem das partes-por-trilhão são potencialmente perigosas;

Alguns dos efeitos das dioxinas fazem-se sentir em concentrações que ocorrem comumente no ambiente. Entre elas, problemas imunológicos, na tiróide e no fígado, e maior susceptibilidade a infecções;

Foram associadas concentrações elevadas de dioxinas a defeitos congênitos, atraso no crescimento de crianças, níveis reduzidos de hormonios masculinas, alteração da razão de nascimentos entre machos e fêmeas, diabetes;

As dioxinas são consideradas carcinogénicas.


Slide 1 946484

Toxicidade equivalente (TEQ) tem sido utilizada para correlacionar a toxicidade dos diversos compostos do grupo das dioxinas e dos furanos, com aquela considerada mais tóxica, ou seja, a 2,3,7,8-TCDD, tomada como valor 1 (um). Assim, cada composto deve ter sua participação absoluta multiplicada pelo fator de equivalência, e a soma desses valores para todos os PCDD e PCDF presentes resultará na toxicidade total relativa à 2,3,7,8-TCDD.


Transporte de longa dist ncia dos pops

Transporte de longa distância dos POPs

Pode ocorrer por diferentes modos:

mecanismos de transporte de longa distância dos POPs


Transporte global dos pops

Transporte global dos POPs

Características comuns:

  • Persistência

  • pouco solúveis em água

  • volatilidade baixa a intermediária


Slide 1 946484

POPs

  • Qual o comportamento de transporte de substâncias orgânicas em função de suas características de distribuição?

  • Coeficiente de partição Log KAW e Log KOA

    • Log KAW = coeficiente de partição ar-água

    • Log KOA = coeficiente de partição octanol-ar

a


Slide 1 946484

POPs


Slide 1 946484

Exercício:


Slide 1 946484

Exercício:

Referência de substância volátil

Pressão de vapor da acetona =  200 mm Hg (22,7 °C)


Slide 1 946484

Classificar 4 grupos de acordo com volatilidade e solubilidade

A

- solúvel

+volátil

C

-solúvel

- volátil

B

Semi-solúvel

Semi-volátil

D

+Solúvel

+volátil


Solubilidade e press o de vapor dos pops

solubilidade e pressão de vapor dos POPs

Referência de substância volátil

Pressão de vapor da acetona =  200 mm Hg (22,7 °C)


Slide 1 946484

D

+Solúvel

+volátil


Solubilidade e press o de vapor dos pops1

solubilidade e pressão de vapor dos POPs

Relativamente solúveis

e semi-voláteis

D

+Solúvel

+volátil

  • Substâncias que são suficientemente solúveis para resistir a longas distâncias sendo dissolvidas na fase aquosa


Slide 1 946484

C

-solúvel

- volátil


Solubilidade e press o de vapor dos pops2

solubilidade e pressão de vapor dos POPs

insolúveis e semi-voláteis

C

-solúvel

- volátil

  • Substâncias que não são muito voláteis e insolúveis em água

  • Podem resistir a longa distâncias nas partículas sólidas no ar e água


Slide 1 946484

B

Semi-solúvel

Semi-volátil


Solubilidade e press o de vapor dos pops3

solubilidade e pressão de vapor dos POPs

Pouco solúveis e semi-voláteis

B

Semi-solúvel

Semi-volátil

  • Substâncias que se dividem entre fase gasosa e condensada (solo, vegetação, água) em resposta a mudanças na ToC ambiente e composição da fase

  • Podem viajar em ciclos repetidos de evaporação/deposição


Slide 1 946484

A

-solúvel

+volátil


Solubilidade e press o de vapor dos pops4

solubilidade e pressão de vapor dos POPs

insolúveis e voláteis

substâncias muito voláteis que não depositam na superfície e permanecem na atmosfera

A

-solúvel

+volátil

Ex. CFCs


Slide 1 946484

Classificar 4 grupos de acordo com volatilidade e solubilidade

A

-solúvel

+volátil

C

-solúvel

- volátil

B

Semi-solúvel

Semi-volátil

D

+Solúvel

-volátil


Slide 1 946484

POPs

4 grupos de acordo com volatilidade e solubilidade

A  Log KAW Log KOA

B  Log KAW Log KOA intermediários

C Log KAW Log KOA

D Log KAW Log KOA 


Slide 1 946484

Modelo

Parâmetros:

solubilidade

Lipofilicidade

Volatilidade

Taxa Degradação

Emissão

Circulação atmosférica

Circulação oceânica...

Condições:

Nenhuma pré contaminação

Nenhuma perda para a atmosfera...

Obtem-se

Meia vida

Ditribuição em diferentes compartimentos

Mecanismo de transporte

F. Guglielmo et al. / Chemosphere 76 (2009) 1509–1517


Slide 1 946484

10 anos de simulação - ~estado estacionário

g-HCH

DDT

(kg/m2)

F. Guglielmo et al. / Chemosphere 76 (2009) 1509–1517


Slide 1 946484

Efeitos do clima na distribuição global dos contaminantes


  • Login