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Teoria Geral da Administração II

Teoria Geral da Administração II. Teoria da Contingência. Professor: Roberto César. Antecedentes Históricos da Administração. Abordagens Tradicionais. Ênfase nas Tarefas 1903...Administração Científica (Taylor) Ênfase na Estrutura 1911...Teoria Clássica (Fayol)

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Teoria Geral da Administração II

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Presentation Transcript


  1. Teoria Geral da Administração II Teoria da Contingência Professor: Roberto César

  2. Antecedentes Históricos da Administração

  3. AbordagensTradicionais Ênfase nas Tarefas • 1903...Administração Científica (Taylor) Ênfase na Estrutura • 1911...Teoria Clássica (Fayol) • 1947...Organização Burocrática (Max Weber) Ênfase nas Pessoas • 1932...Teoria das Relações Humanas (Mayo e Lewin)

  4. Antecedentes Históricos da Administração

  5. Novas Abordagens Ênfase na Estrutura • Teoria Estruturalista (Etzioni e Hall) • Teoria Neoclássica (Drucker e Koontz) Ênfase nas Pessoas • Teoria Comportamental (Simon e McGregor) Ênfase no Ambiente e Tecnologia • Teoria de Sistemas (Kast e Rice) • Teoria da Contingência (Lawrence e Lorsch)

  6. Antecedentes Históricos da Administração

  7. Teoria da Contingência (Em Busca da Flexibilidade e da Agilidade) • As Origens da Teoria da Contingência. • O Ambiente. • A Tecnologia. • A Organização e seus Níveis. • O Homem Complexo. • O Modelo Contingencial da Motivação. • A Teoria Contigencial da Liderança. • A Estratégia Organizacional. • Apreciação Crítica da Teoria da Contingência.

  8. TEORIA DA CONTINGÊNCIA • A teoria da contingência procura analisar as relações entre a organização (como um sistema) e seu ambiente; • A teoria da contingência procura analisar as relações dentrodos sistemas e entre os subsistemas; • A teoria da contingência procura definir padrões de relações ou configuração de variáveis que interagem com os sistemas; • A teoria da contingência enfatiza a natureza multivariada das organizações e procura verificar como elas operam sob condições variáveis e em circunstâncias específicas.

  9. TEORIA DA CONTINGÊNCIA • Não há nada de absoluto nas organizações e na teoria administrativa; • Existe uma relação funcional entre as condições do ambiente e as técnicas administrativas necessárias para o alcance eficaz dos objetivos da organização; • As relações funcionais entre as condições ambientais e a prática administrativa precisam ser constantemente identificadas e ajustadas; • O reconhecimento, diagnóstico e adaptação à situação são fundamentais na abordagem contingencial.

  10. ABORDAGEM CONTINGENCIAL DA ADMINISTRAÇÃO Compreender que... A estrutura da organização e seu funcionamento são dependentes da sua interface com o ambiente externo. AMBIENTE EXTERNO ORGANIZAÇÃO

  11. ABORDAGEM CONTINGENCIAL DA ADMINISTRAÇÃO Compreender que... É no ambiente que estão as explicações causais das características das organizações, assim não há uma única e melhor maneira de se organizar; AMBIENTE EXTERNO

  12. ABORDAGEM CONTINGENCIAL DA ADMINISTRAÇÃO Compreender que... Diferentes ambientes requerem diferentes desenhos organizacionais para se obter eficácia; AMBIENTE EXTERNO AMBIENTE EXTERNO

  13. ABORDAGEM CONTINGENCIAL DA ADMINISTRAÇÃO Compreender que... As características organizacionais somente podem ser entendidas mediante a análise das características ambientais com quais se defrontam. ? ? AMBIENTE EXTERNO ORGANIZAÇÃO

  14. Origens da teoria contingencial: “ A abordagem contingencial conclui que os fatores ambiente e tecnologia são fundamentais para o equilíbrio e ponderação dentro das organizações“

  15. PESQUISA DE CHANDLER SOBRE ESTRATÉGIA E ESTRUTURA Em 1962, Alfred Chandler Jr. realizou uma investigação histórica abordando a estratégia de negócios em quatro grandes empresas americanas e, demonstrou que as estruturas destas foram necessariamente adaptadas e ajustadas às suas estratégias durante quatro fases:

  16. PESQUISA DE CHANDLER SOBRE ESTRATÉGIA E ESTRUTURA Acumulação de Recursos: Deter o mercado de matérias-primas através da compra de empresas fornecedoras Racionalização do Uso de Recursos: criação de uma estrutura funcional para a redução de custos Continuação do Crescimento: surgimento de departamentos de pesquisa e desenvolvimento, engenharia do produto e desenho industrial. Racionalização do uso de recursos em expansão: Nova estrutura divisional “departamentalizada”

  17. PESQUISA DE BURNS E STALKER SOBRE ORGANIZAÇÕES Tom Burns e G. M Stalker, em 1961, analisaram vinte indústrias inglesas procurando a correlação entre as práticas administrativas e o ambiente externo. Classificaram as indústrias em dois tipos: organizações mecanisticas e orgânicas.

  18. Origens da Teoria da Contingência • Pesquisa de Burns & Stalker: • Organizações mecanísticas: • Estrutura burocrática baseada na divisão • do trabalho. • 2. Cargos ocupados por especialistas. • 3. Decisões centralizadas na cúpula. • 4. Hierarquia rígida e comando único. • 5. Sistema rígido de controle. • 6. Predomínio da interação vertical. • 7. Amplitude de controle mais estreita. • 8. Ênfase nas regras e procedimentos formais. • Ênfase nos princípios universais da Teoria • Clássica. • Pesquisa de Burns & Stalker: • b) Organizações orgânicas: • Estrutura organizacional flexível com • pouca divisão do trabalho. • 2. Cargos modificados e redefinidos. • 3. Decisões descentralizadas e delegadas. • 4. Hierarquia flexível. • 5. Tarefas executadas pelo conhecimento. • 6. Predomínio da interação lateral. • 7. Amplitude de controle mais ampla. • 8. Confiabilidade nas comunicações informais. • Ênfase nos princípios da Teoria das • Relações Humanas.

  19. Propriedades da estrutura mecanística e orgânica. Desenho Mecanístico Desenho Orgânico • Coordenação centralizada. • Padrões rígidos de interação em • cargos bem definidos • Limitada capacidade de • processamento da informação. • Adequado para tarefas simples • e repetitivas. • Adequado para • eficiência da produção. • Elevada interdependência. • Intensa interação em cargos • auto-definidos, flexíveis e mutáveis. • Capacidade expandida de • processamento da informação. • Adequado para tarefas únicas e • complexas. • Adequado para criatividade e • inovação.

  20. Origens da Teoria da Contingência • Pesquisa de Lawrence & Lorsch: • Conceito de diferenciação e de integração. • Diferenciação. • Integração. • Conceito de integração requerida e • de diferenciação requerida. • 3. Teoria da Contingência. • Pesquisa de Joan Woordward • sobre a tecnologia: • Produção unitária ou oficina. • Produção em massa ou mecanizada. • Produção em processo ou automatizada.

  21. Os três tipos de tecnologia de produção Tecnologia Tecnologia Utilizada Resultado da Produção • Habilidade manual ou operação de ferramentas. • Artesanato. • Pouca padronização e pouca automatização. • Mão-de-obra intensiva e não especializada. • Máquinas agrupadas em baterias do mesmo • tipo (seções ou departamentos) • Mão-de-obra intensiva. • Mão-de-obra barata e utilizada com • regularidade. • Processamento contínuo por meio de máquinas • Padronização e automação. • Tecnologia intensiva. • Pessoal especializado. • Produção em unidades. • Pouca previsibilidade dos • resultados. • Incerteza quanto à seqüência • das operações. • Produção em lotes e em • quantidade regular. • Razoável previsibilidade dos • resultados. • Certeza quanto à seqüência • das operações. • Produção contínua e em • grande quantidade. • Previsibilidade dos resultados. • Certeza absoluta quanto à • seqüência das operações. Produção Unitária ou Oficina Produção em Massa Produção Contínua

  22. Tecnologia e suas conseqüências Tecnologia Previsibilidade Níveis Padronização Áreas dos Resultados Hierárquicos e Automação Predominantes Produção Unitária ou Oficina Produção em Massa Produção Contínua Engenharia (Pesquisa e Desenvolvimento – P&D) Produção e Operações Marketing e Vendas Pouca Média Muita Baixa Média Elevada Poucos Médio Muitos

  23. Ambiente • Mapeamento ambiental. • Percepção ambiental. • Consonância e Dissonância. • Desdobramento do ambiente. • Ambiente Geral: • Condições tecnológicas. • Condições legais. • Condições políticas. • Condições econômicas. • Condições demográficas. • Condições ecológicas. • Condições culturais. • Ambiente de Tarefa: • Fornecedores de entradas. • Clientes ou usuários. • Concorrentes. • Entidades reguladoras.

  24. Ambiente geral e ambiente de tarefa Ambiente Geral Condições Tecnológicas Condições Culturais Condições Ecológicas Condições Legais Condições Políticas Ambiente de Tarefa Concorrentes Fornecedores Empresa Clientes Entidades Reguladoras Condições Econômicas Condições Demográficas

  25. Tecnologia • Tecnologia como variável ambiental. • Tecnologia como variável organizacional. • Tipologia de Thompson • Tecnologia de elos em seqüência. • Tecnologia mediadora. • Tecnologia intensiva. • Tipologia de Thompson e Bates • Tecnologia flexível. • Tecnologia fixa. • Produto concreto. • Produto abstrato. • Tecnologia fixa e produto concreto. • Tecnologia fixa e produto abstrato. • Tecnologia flexível e produto concreto. • Tecnologia flexível e produto abstrato.

  26. Organização em redes Companhia de Produção (Coréia) Companhia de Design (Itália) Companhia Central Companhia de distribuição (Estados Unidos) Companhia de propaganda (Inglaterra) Companhia de Produção (Brasil)

  27. O homem complexo • O homem é um ser transacional. • O homem tem um comportamento dirigido para objetivos. • 3. Os sistemas individuais não são estáticos.

  28. Modelo Contingencial de Motivação Modelo de Vroom Força do desejo de alcançar objetivos individuais Relação percebida entre produtividade e alcance dos objetivos individuais Capacidade percebida de influenciar o próprio nível de desempenho Expectativas Recompensas Relação entre Expectativas e Recompensas A motivação para produzir é função de:

  29. Modelo Contingencial de Motivação Modelo de Vroom Força do desejo de alcançar objetivos individuais Relação percebida entre produtividade e alcance dos objetivos individuais Capacidade percebida de influenciar o próprio nível de desempenho Expectativas Recompensas Relação entre Expectativas e Recompensas A motivação para produzir é função de:

  30. Implicações gerenciais da Teoria da Expectância Para aumentar a Expectância: Faça a pessoa sentir-se competente e capaz de alcançar o nível desejado de desempenho Para aumentar a Instrumentalidade: Faça a pessoa compreender e confiar que recompensas virão com o alcance do desempenho Para aumentar a Valência: Faça a pessoa compreender o valor dos possíveis retornos e recompensas • Selecione pessoas com habilidades. • Treine as pessoas para usar suas • habilidades. • Apóie os esforços das pessoas. • Esclareça os objetivos de desempenho • Esclareça contratos psicológicos. • Comunique possibilidades de • retorno do desempenho. • Demonstre quais as recompensas • que dependem do desempenho. • Identifique as necessidades • individuais das pessoas. • Ajuste as recompensas para se • adequarem a essas necessidades.

  31. Clima organizacional • Dimensões do clima organizacional: • Estrutura organizacional. • Responsabilidade. • Riscos. • Recompensas. • Calor e apoio. • Gestão de conflitos.

  32. Estratégia Organizacional • Escola Ambiental: • O ambiente constitui um conjunto • de forças gerais. É o agente central • no processo estratégico. • A organização precisa responder • a essas forças ambientais ou • será eliminada. • A liderança na organização deve • saber ler o ambiente e garantir • uma adaptação adequada. É a • resposta estratégica. • As organizações se agrupam em • nichos distintos onde permanecem • até que os recursos escasseiem • ou as condições se tornam hostís. • Então elas morrem. • Escola do Design: • Mapeamento ambiental: diagnóstico externo. • Avaliação interna da organização: quais os • pontos fortes (que devem ser ampliados) e • pontos fracos (que devem ser corrigidos). • Daí, a matriz SWOT (strenghts, weakness, • opportunities, threats) do mapeamento • ambiental e da análise interna. • Compatibilização: prescrição para ajustar • os aspectos internos (endógenos) aos • aspectos externos (exógenos) da melhor • maneira possível. • Definição da estratégia organizacional: é a • ação, a mudança estratégica.

  33. Estratégia Organizacional • Escola Ambiental: • O ambiente constitui um conjunto • de forças gerais. É o agente central • no processo estratégico. • A organização precisa responder • a essas forças ambientais ou • será eliminada. • A liderança na organização deve • saber ler o ambiente e garantir • uma adaptação adequada. É a • resposta estratégica. • As organizações se agrupam em • nichos distintos onde permanecem • até que os recursos escasseiem • ou as condições se tornam hostís. • Então elas morrem. • Escola do Design: • Mapeamento ambiental: diagnóstico externo. • Avaliação interna da organização: quais os • pontos fortes (que devem ser ampliados) e • pontos fracos (que devem ser corrigidos). • Daí, a matriz SWOT (strenghts, weakness, • opportunities, threats) do mapeamento • ambiental e da análise interna. • Compatibilização: prescrição para ajustar • os aspectos internos (endógenos) aos • aspectos externos (exógenos) da melhor • maneira possível. • Definição da estratégia organizacional: é a • ação, a mudança estratégica.

  34. Apreciação Crítica da Teoria da Contingência • Relativismo em Administração. • Bipolaridade contínua. • Ênfase no ambiente. • Ênfase na tecnologia. • Compatibilidade entre abordagens de sistema fechado e aberto.

  35. Referência Bibliográfica CHIAVENATO, Idalberto. Introdução á teoria geral da administração. 7. ed. Ver. Atual. Rio de Janeiro: Elsevier, 2003. LACOMPE, Francisco José Masset. Teoria geral da administração. São Paulo: Saraiva, 2009 OLIVEIRA, Djalma de Pinho Rebouças. Introdução à Administração: Teoria e Prática. São Paulo: Atlas,

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