1 / 57

Alterações Comportamentais e de Aprendizagem: Quando encaminhar para uma equipe interdisciplinar

Alterações Comportamentais e de Aprendizagem: Quando encaminhar para uma equipe interdisciplinar. Dra Letícia R. M. Rodrigues Maio / 2012. Parte #1: Anatomia e desenvolvimento cerebral Parte #2: Sinais e sintomas nas crianças e adolescentes.

Download Presentation

Alterações Comportamentais e de Aprendizagem: Quando encaminhar para uma equipe interdisciplinar

An Image/Link below is provided (as is) to download presentation Download Policy: Content on the Website is provided to you AS IS for your information and personal use and may not be sold / licensed / shared on other websites without getting consent from its author. Content is provided to you AS IS for your information and personal use only. Download presentation by click this link. While downloading, if for some reason you are not able to download a presentation, the publisher may have deleted the file from their server. During download, if you can't get a presentation, the file might be deleted by the publisher.

E N D

Presentation Transcript


  1. Alterações Comportamentais e de Aprendizagem:Quando encaminhar para uma equipe interdisciplinar Dra Letícia R. M. Rodrigues Maio / 2012

  2. Parte #1: Anatomia e desenvolvimento cerebral Parte #2: Sinais e sintomas nas crianças e adolescentes

  3. “UM CÉREBRO GENETICAMENTE ADEQUADO COM CONEXÕES NEUROQUÍMICAS E NEUROFUNCIONAIS, NÃO GARANTE 100% DE APRENDIZADO”

  4. Neurofisiologia da Aprendizagem • Estímulo sensorial  formação reticular ascendente  sistema límbico  áreas do lobo temporal responsáveis pela recepção e integração dos estímulos auditivos • 41, 42 e 22 de Broadman • Áreas lobo ocipital responsáveis pela recepção e integração dos estímulos visuais • 17, 18 e 19 de Broadman

  5. Áreas motoras do lobo frontal  44 de Broadman responsável pela articulação da palavra • Porção média da área 4 de Broadman na circunvolução frontal ascendente responsável pela expressão escrita (grafia)

  6. A área parieto-temporo-ocipital 39 e 40 é responsável pela integração gnósica e as áreas pré-frontais pela integração práxica • Também há conexão com o cerebelo não só na coordenação motora quanto no ato de aprender

  7. Áreas corticais

  8. Áreas corticais

  9. Áreas corticais

  10. Áreas corticais

  11. Áreas corticais

  12. Áreas corticais

  13. Áreas corticais

  14. Áreas corticais

  15. Áreas corticais

  16. ESSAS INTERAÇÕES NEUROQUÍMICAS E FUNCIONAIS PRODUZEM ALTERAÇÕES PERMANENTES NO SISTEMA NERVOSO CENTRAL QUE SE CHAMA APRENDIZAGEM E DEPENDE DE FATORES INTRÍNSECOS (GENÉTICOS E NEUROQUÍMICOS) E FATORES EXTRINSECOS (MEIO AMBIENTE)

  17. O cérebro inicia seu desenvolvimento na 3 semana pós concepcional e vai especializando-se progressivamente até chegar a funções corticais mais elaboradas.

  18. Nos primeiros meses de vida a função visual tem sua sinaptogênese máxima, portanto, estímulos visuais são muito importantes. • Desenvolvimento motor dá-se de regiões posteriores para regiões anteriores, ou seja, inicia-se com movimentos incoordenados até chegar a um grau de especialização maior, como coordenação motora mais elaborada e motricidade fina.

  19. Desenvolvimento Cerebral

  20. Desenvolvimento Cerebral

  21. Outras funções como deglutição, audição e fala também seguem um padrão de desenvolvimento com funções mais simples para mais complexas. Por exemplo, a criança compreende antes de iniciar a lalação, após vem dissílabos, palavras frase e frases.

  22. Até 4-5 anos, crianças são impulsivas por “natureza”, ou seja, fisiologicamente, as funções associadas ao controle do impulso não estão desenvolvidas.

  23. Atenção em torno dos 2 anos: 5 minutos Atenção em torno dos 3 anos: 10 minutos

  24. Em torno dos 5 anos inicia-se um desenvolvimento e amadurecimento do cortex frontal, portanto espera-se um maior controle do IMPULSO.

  25. MAS AFINAL, O QUE É TRANSTORNO DEAPRENDIZAGEM ? ? ? ? ? ?

  26. Conjunto de sinais que interferem no aprendizado da criança, gerando dificuldades na aquisição e manutenção de informações. A criança com transtorno de aprendizagem tem como característica: Inteligência normal Ausência de alterações sensoriais

  27. Genética X Transtornos de Aprendizagem Nao há determinismo genético para Transtorno de Aprendizagem, ou seja, os genes atuam de uma forma PROBABILISTICA e não DETERMINISTICA. O que há é a combinação de genes e meio ambiente.

  28. O QI MÉDIO DAS CRIANÇAS EM 1932 ERA 100 E ATUALMENTE ELE É 112

  29. POR QUE ESSA DIFERENÇA ?

  30. ESTÍMULOS

  31. Diagnóstico dos transtornos de aprendizagem Anamnese Exame neurológico e exame neurológico evolutivo Exames subsidiarios (exames de imagem, funcionais) PAC Testes padronizados: atraso de 2 anos abaixo do desempenho esperado para uma criança de mesma idade e grau de escolaridade. Como o Transtorno é persistente, normalmente deve-se diagnosticar após 2 anos de escolaridade.

  32. Portanto, o diagnóstico abrange: Grau de comprometimento escolar abaixo do esperado Transtorno deve estar presente desde os primeiros anos de escolaridade NÃO HÁ REBAIXAMENTO COGNITIVO Histórico de antecedentes familiares com dificuldades de aprendizagem

  33. AFINAL,quais são os Transtornos de Aprendizagem ? ? ? Transtorno de Matemática Transtorno de Escrita Dislexia TDAH

  34. Transtornos da Linguagem Giro temporal superior posterior, ou área de Wernicke tem sido associado com funções que envolvem a compreensão  área de reconhecimento auditivo. O parietal inferior, assim como o giro supramarginal e o giro angular, estão associados a escrita e compreensão da linguagem falada

  35. O giro frontal inferior incluindo a área de Broca e o cortex pre frontal na sua porção dorsolateral estaria associado com a organização e produção da linguagem, assim como gramática e sintaxe. Portanto: ÁREAS TEMPOROPARIETAIS-RECEPÇÃO DA LINGUAGEM ÁREAS FRONTAIS-EXPRESSÃO

  36. Modelo neural: Processamento visual da palavra Processamento ortográfico lexical, que associado ao processamento fonológico envolve o cortex temporal, frontal e parietal esquerdo Processamento fonológico lexical-regiões perissilvianas, sugerindo que e realizado no giro temporal posterior superior, insula esquerda e cortex frontal inferior

  37. Processamento fonológico sublexical: envolve vários tipos de tarefas Representações visual e auditiva (regiões ocipito-temporal, porção mesial do temporal e inferior do frontal no hemisfério esquerdo Processamento semântico-julgamento e generalização semântica usados na palavra escrita e tendo maior atividade nas regiões temporais e frontais do cortex

  38. Para o ato de falar uma palavra é preciso que a pessoa lembre dos fonemas que constituem seu léxico interno, analise-o e converta em palavra. Para o ato de ler é o inverso: o leitor fraciona a palavra em pequenas unidades fonêmicas (Por exemplo F+A+D+A), analisa e compara com segmentos de som previamente armazenados, posteriormente reune os elementos com seu léxico interno para depois ler a palavra de forma completa.

  39. PALAVRA É IDENTIFICADA NA REGIÃO OCIPITO TEMPORAL, RECONHECIDA NA REGIÃO PARIETO TEMPORAL E PROCESSADA FONOLOGICAMENTE NA REGIÃO DO GIRO FRONTAL INFERIOR

  40. ROTAS DE LEITURA • ROTA FONOLÓGICA: LEITURA DE JUNÇÃO • OXIMETILPROPILIDENO • ROTA LEXICAL: PROCESSAMENTO DA PALAVRA COMO UM TODO • O SBÃAO ETSÁ MITUO PQEUNEO

  41. Etapas normais da aquisição da linguagem: 0 a 3 meses: produção de sons (choros, barulhos, gritos) e discriminação de sons familiares 4 a 6 meses: discriminação dos sons da fala-compreensão das palavras, balbucio e expressões faciais 7 a 9 meses: balbucio reduplicado “bababa”, produção gestual comunicativa

  42. 10 a 12 meses: primeiras palavras reais + jargão (balbucio com fala) 12-18 meses: produção de 10 a 50 palavras e algumas frases agramaticais Espera para receber uma resposta verbal do adulto 2 anos: frases com 2 ou 3 palavras e nomeia objetos 3 anos: sentenças gramaticais (artigo, preposição e plurais) 4 anos: sintaxe clara 4 anos e 6 meses: espera-se completa inteligibilidade

  43. Sinais e sintomas em crianças e adolescentes • Transtorno de Matemática • Erro na formação de números que frequentemente ficam invertidos • Dislexia • Inabilidade de efetuar somas simples • Inabilidade para reconhecer sinais operacionais e para usar separações lineares

  44. Dificuldade para ler corretamente o valor de números com multidigitos • Memória fraca para fatos numéricos básicos • Dificuldade para transportar números para local adequado na realização de cálculos • Ordenação e espaçamento inapropriado dos números em multiplicações e divisões

More Related