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Argumento e formatação Mirtzi Lima Ribeiro João Pessoa – Paraíba – Nordeste – Brasil [email protected] expandindo-a-consciencia/ PowerPoint PPT Presentation


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Presentation Transcript


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Clique para passar os slides

Cosmogênese

Parte I

Argumento e formatação

Mirtzi Lima Ribeiro

João Pessoa – Paraíba – Nordeste – Brasil

[email protected]

http://expandindo-a-consciencia.com/

http://expandindo-a-consciencia.webs.com/


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“No princípio era o VERBO, e o Verbo estava com Deus, e oVerbo era Deus. Ele estava no princípio com Deus.”

João 1:1/5 - Bíblia


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“Todas as coisas foram feitas por intermédio dele, e, sem ele, nada do que foi feito se fez.”

João 1:1/5 - Bíblia


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“A vida estava nele e a vida era a luz dos homens.A luz resplandece nas trevas, e as trevas não prevaleceram contra ela.”

João 1:1/5 - Bíblia


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O “Verbo”, do “Logos” em grego, para os teólogos é ‘causa’, ‘intenção’, ‘razão’, etc.;


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No ‘Glossário Esotérico’ [de Trigueirinho], “Logos” é utilizada“para designar o núcleo da consciência e de pura energia, que tanto pode ser o ponto focal para a criação e sustentação de um universo quanto, a serviço do Governo Celeste Central, desempenhar outras tarefas em diferentes regiões do Cosmos.”


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“Verbo”:

“Pitágoras disse: Deus geometriza.”

E o faz através do“Som”.

“Os sábios da Antiguidade serviam-se damúsica geométricapara explicar suas concepções cósmicas...”

“O verbo de nossa palavra está no Plano Espiritual, plano no qual se aninha o verme da vida.”

Jorge Adoum (Mago Jefa) – A Magia do Verbo ou o Poder das Letras


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“Nada repousa, tudo se move, tudo vibra”.

Hermes Trismegisto

Universo Manifestado

Energia

Luz

Passagem da Luz no Espaço Cósmico:

Som

Coordena a Forma no Plano Tangível


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“CAOS(Chaos)”

“– O Abismo, a “Grande Profundidade”.

Foi personificado no Egito pela deusa Neïth, anterior a todos os deuses.

Como diz Deveria, ‘o único Deus sem forma nem sexo, que deu origem a si próprio e sem fecundação, é adorado sob a forma de uma Mãe Virgem’. (...)”

Glossário Teosófico, Helena P. Blavatsky


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“Neïth ou Nout não é nada além do que a Grande Mãe, a Virgem Imaculada, ou Deus Feminino, de quem procederam todas as coisas’, Neïth é o “Pai-Mãe” das estâncias da Doutrina Secreta, o Swabhâvat dos budistas do Norte, a Mãe verdadeiramente imaculada, o protótipo de todas as “Virgens”, porque, como diz Sharpe, ‘a festa da Candelária’ – em honra da deusa Neïth – é, contudo, indicada em nossos almanaques com o nome de dia da Candelária ou Purificação da Virgem Maria.”

Glossário Teosófico, Helena P. Blavatsky


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“Beauregard fala-nos da Imaculada Concepção da Virgem que, como Minerva egípcia, a misteriosa Neïth, pôde desde então vangloriar-se de ter procedido de si mesma e de ter originado a Deus. (...)”

Glossário Teosófico, Helena P. Blavatsky


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“Neïth é Swabhâvat e também o Aditi dos Vedas e o Âkâza dos Purânas, pois ‘não é unicamente a abóbada celeste ou éter, mas aparece numa árvore, da qual ela dá o fruto da Árvore da Vida’. Por esse motivo, adquiriu a denominação de “Senhora do Sicômoro”, epíteto aplicado a outra Virgem (Bonwick)”.

Glossário Teosófico, Helena P. Blavatsky


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“O Pai Universal é o Deus” [Deus Pai/Mãe] “de toda a criação, é a Primeira Fonte e Centro de todas as coisas e todos os seres”.

“Pensai em Deus primeiro como um criador, depois como um controlador e finalmente como um sustentador infinito”.

Livro de Urantia, Documento 1 – Página 21[Deus Pai/Mãe]: acréscimo nosso


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A verdade sobre o Pai Universal (...): “Apenas Vós sois Deus” [Deus Pai/Mãe], “não há ninguém além de Vós”.

“Criastes os céus e os céus dos céus com todas as suas hostes; e Vós os preservais e os controlais. Pelos Filhos de Deus, os universos foram feitos. O Criador cobre-Se da luz como se fosse uma veste e estende os céus como uma cortina”.

Livro de Urantia, Documento 1 – Página 21[Deus Pai/Mãe]: acréscimo nosso


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o

O numeral ZERO, conhecido pelos místicos como OUROBORO.

Ouroboro é o círculo, o universo, o infinito, o início e o fim, ou o CICLO SEM FIM.

É a representação pictórica da Manifestação Cíclica do Universo.

Sua representação histórica é a serpente que morde o próprio rabo.


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  • Ouroboro é:

  • A eterna possibilidade de vir a ser;

  • É o tudo ou nada;

  • O óvulo que pode ou não ser fecundado;

  • É o auto-envolvimento, porque no abraço de si mesmo, as partes ficam UNIDAS ou coesas;

  • É o compromisso que cada um deverá ter em melhorar a cada dia;

  • Faz alusão à eterna Lei do Retorno;

  • É paradoxo e enigma, pois representa a união sexual em si mesmo;

  • É o equilíbrio da personalidade: ser suave como o feminino e firme como o masculino;

  • É auto-fecundação (a cauda penetrando a boca);

  • É auto-renovação;

  • É o infinito temporal e espacial;

  • É a transformação contínua da morte na vida, já que suas presas envenenam a si mesma;

  • É a força motriz da VIDA e do TEMPO, gerando ambos.

o


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A serpente representa a imortalidade para diversos povos e livros sagrados, incluindo a Bíblia: é a vida renovada a cada muda de pele.

Entretanto, a inspiração vem da representação pictográfica do ZERO ou do OITO que se constitui de dois zeros juntos.

Ela também faz alusão à Árvore da Vida.


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Neïth

Poderia ser representada pelo numeral ZERO, em razão do conceito intrínseco a ela:

A eterna, infinita, auto-criada, que se auto-gerou, que tem equilibrados em si os dois princípios atribuídos aos gêneros – masculino e feminino, que é sem princípio e sem fim.


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∞Infinito (do latim infinítu), é um adjetivo que denota algo que não tem início nem fim, ou não tem limites, ou que é inumerável.

É também um nome que representa o que não tem limites.

Usado em sentido figurado pode significar Deus, o Absoluto ou o Eterno.

É um conceito usado em vários campos, como a matemática, filosofia e a teologia.

É representado com o símbolo ∞, e na matemática é uma noção quase-numérica usada em proposições.

Distingue-se entre infinito potencial e infinito atual.

O infinito pode ser visto de muitas perspectivas.

A intuição percebe-o como uma espécie de "número" maior do que qualquer outro.

Para algumas tribos primitivas é algo maior que três, representando "muitos", algo incontável.

Para um fotógrafo o infinito começa a dez metros da lente, ao passo que para um cosmólogo pode não ser suficiente para conter o universo.

Para um filósofo é algo que tem a ver com a eternidade e a divindade.

Mas é na matemática que o conceito tem as suas raízes mais profundas, sendo a disciplina que mais contributos deu para a sua compreensão.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Infinito


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Representação Pictográfica

Princípios Masculino e Feminino

Dualidade: o número 1 e o 2


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Deus Pai = Princípio Criativo

Deus Mãe = Princípio Receptivo

Dois Princípios em UNIDADE

Princípio Feminino

Princípio Masculino


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Deus Pai = Princípio Criativo

Deus Mãe = Princípio Receptivo

Dois Princípios em UNIDADE

UNIDADE


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Deus Pai = Princípio Criativo

Deus Mãe = Princípio Receptivo

A natureza é pródiga, seguindo seus fluxos e influxos, conduzindo a vida de modo que a consciência humana se encaminhe e descubra os desígnios superiores a ela confiados.


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Deus Pai = Princípio Criativo

Deus Mãe = Princípio Receptivo

No que diz respeito ao masculino e ao feminino, desde os primórdios da civilização, pictoricamente eles são representados como um encaixe, um molde que se complementa.


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Deus Pai = Princípio Criativo

Deus Mãe = Princípio Receptivo

Na epopéia da criação dos mundos, se diz que um anel arredondado rodopiou e encontrou um outro similar em rodopio, dois elos ou círculos, gerandoa primeira manifestação – cada aro desses seria um dos dois princípios: um masculino e outro feminino.


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O Imanifesto é a única Unidade.

“A Manifestação começa quando ocorre a dualidade.

A dualidade original é “espaço” e “movimento””.

A Doutrina Cósmica - Dion Fortune


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O Imanifesto é a única Unidade.

“A primeira manifestação foi uma corrente no espaço – a metáfora que uso pode não conduzir nada às suas mentes.

Tudo o que posso dizer é que o “espaço” se movia: essas palavras serão para vocês a chave de muitas coisas”.

A Doutrina Cósmica - Dion Fortune


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O Imanifesto é a única Unidade.

“... quando o espaço se move, ele possui esta qualidade peculiar – não apresentando fricção, nunca perde o momentum, mas continua a fluir. Quando o espaço se move, duas forças estão em ação:”

A Doutrina Cósmica - Dion Fortune


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O Imanifesto é a única Unidade.

  • “A força que o faz se mover – o desejo que o espaço sente do momentum”;

  • “A força que até agora o obrigou a não se mover – o desejo que o espaço sente da inércia”.

A Doutrina Cósmica - Dion Fortune


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A metáfora da manifestação do Cosmos

“Estes dois fatores” [movimento e inércia]“estão presentes em todo movimento, mas o desejo do movimento, sendo mais forte, ultrapassa o desejo da inércia, e o desejo da inércia continua a agir como impedimento ao movimento”.

A Doutrina Cósmica - Dion Fortune


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A metáfora da manifestação do Cosmos

“O movimento é interrompido a intervalos.

É por essa razão que no Cosmos não existe nada que se assemelhe a uma linha reta. Todo movimento, portanto, tem uma curva delgada em sua projeção; por conseguinte, ele retorna eventualmente ao ponto de partida e forma um anel rodopiante”.

A Doutrina Cósmica - Dion Fortune


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A metáfora da manifestação do Cosmos

“... O movimento original é exatamente um fluxo de espaço que retorna depois de muitos aeons ao ponto de partida e então renova sua jornada. (...) produz uma zona rodopiante de enorme circunferência. (...) rodopia em um plano durante aeons imensos de tempo; ... sua tendência é comunicar seu movimento ao espaço que o cerca, e obriga a que mais espaço venha para o rodopio”.

A Doutrina Cósmica - Dion Fortune


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A metáfora da manifestação do Cosmos

“O rodopio num plano continua até que as tensões que ele gera provoquem um novo movimento, e uma segunda corrente no espaço se coloca em ângulo reto em relação à primeira...

Estes círculos [anéis] atraem-se e se repelem mutuamente; (...) Quando esse movimento secundário completa o seu primeiro circuito e conclui a sua revolução constante, o novo Cosmos está em elaboração”.

A Doutrina Cósmica - Dion Fortune


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A metáfora da manifestação do Cosmos

“Eis o início original de um Cosmos, expresso na metáfora mais aproximada”.

A Doutrina Cósmica - Dion Fortune


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Deus Pai = Princípio Criativo

Deus Mãe = Princípio Receptivo

Atualmente anéis, como aros ou círculos, representam a união entre homem e mulher, ou seja, entre os princípios masculino e feminino, formando uma aliança.


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Deus Pai = Sol = Princípio Criativo = Espírito = Espada

Deus Mãe = Lua = Princípio Receptivo = Alma = Cálice ou Graal

O princípio masculino:

o caos, o incriado, a sopa quântica.

O princípio feminino:

a ordem que gera a forma, o criado, a manifestação no plano tangível ou material.


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Grande Mãe (Gaia)Matéria: Ordem, Criação, FormaNúmero DoisAspecto Passivo - é penetradoO Seio do ReceptivoFertilidade, Maternidade, Fluidêz, Ação ExteriorA Lua

Grande Pai (Cosmos)Sopa Quântica: caos, incriadoNúmero UmAspecto Ativo - penetra O CriativoVirilidade e PaternidadeO Sol


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Yin – Yang

  • Distribuição dual das forças universais.

  • Princípio Ativo-Masculino (yang – o criativo) e o Feminino-Passivo (yin – o seio do receptivo).

  • Estas duas energias têm em si o germe do princípio oposto.

  • Ambas são igualmente importantes.


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Igreja Matriz de Nossa Senhora de Lourdes, Canela, RS

Ápice = princípio masculino

Cálice = princípio feminino

http://www.blogdedesenho.blogger.com.br/


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O Criativo e o Receptivo

Princípio Criativo

(Deus-pai)

Vida Intelectual

Espírito

Cabeça

Vida Orgânica

Peito

Sentimento

Instinto

Ventre

Vida Celular

Princípio Receptivo

(Deus-mãe)

Reflexo ou Espelho do princípio criativo, o receptivo que gera.

Fonte: Cabala


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Unicidade

Visão do Ser Humano Integral (Religado)

Equilíbrio interno dos opostos

O Ápice para cima indica a busca ao Divino ou ao Imaterial = meditação = interiorização = freqüência alfa = α

O Ápice para baixo indica a busca à Grande Mãe ou à Matéria = ação exterior = freqüência beta = β

Equilíbrio

Entre Ação e Meditação


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OM é o princípio, meio e fim (totalidade).

O Mandukya Upanishad diz que “OM” é aquele que existiu e existirá sempre.

Adaptação ao texto do livro: “Estilos de Reiki – Xamânico, Japonês, Tibetano e Cristão”, Otávio Leal, Editora Alfabeto.


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OM é o mais conhecido e poderoso mantra, capaz de ressoar com nossa essência divina porque é o som do infinito, o som primordial.

Adaptação ao texto do livro: “Estilos de Reiki – Xamânico, Japonês, Tibetano e Cristão”, Otávio Leal, Editora Alfabeto.


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Seu símbolo contém três letras: A, U e M, que representam os três estados de consciência humana (sono, sonho e vigília).

Adaptação ao texto do livro: “Estilos de Reiki – Xamânico, Japonês, Tibetano e Cristão”, Otávio Leal, Editora Alfabeto.


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Dentro do símbolo há os cinco elementos do Universo:

terra, fogo, ar, água e éter.

Adaptação ao texto do livro: “Estilos de Reiki – Xamânico, Japonês, Tibetano e Cristão”, Otávio Leal, Editora Alfabeto.


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Representações do OM ou AUM

“A” relaciona-se com o estado desperto, quando começa o som.

“U” representa todo estado sutil, o sonho.

“M” é o mundo causal, já que tudo se dissolve no M, no sono profundo.

Conforme o mestre hindu Pranavopanishad:

“A” é Nirman (criação de tudo), é Brahma, o criador e a Terra.

“U” é Shiti (conservação do Universo), é Vishnu, o preservador.

“M” é Pralaya (transformação do Universo), é Shiva, o destruidor e a iluminação.

A existência se rege por estas três energias: criação, preservação e destruição.

Adaptação ao texto do livro: “Estilos de Reiki – Xamânico, Japonês, Tibetano e Cristão”, Otávio Leal, Editora Alfabeto.


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AUM

“Aum (Sânscrito): A sílaba sagrada; a unidade de três letras; a trindade em um.

Om ou Aum (Sânscrito): Uma sílaba mística, a mais sagrada de todas as palavras da Índia. É ‘uma invocação, uma bênção, uma afirmação e uma promessa’ (…)”

OM

Glossário Teosófico, Helena P. Blavatsky


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AUM

“É composta de três letras A, U, M, que, segundo a crença popular, constituem a representação dos três Vedas e também dos três deuses A (Agni); V (Varuna) e M (Maruts), ou seja: Fogo, Água e Ar.

Na filosofia esotérica, estes são os três fogos sagrados, o ‘fogo trino’ no Universo e no Homem, além de muitas outras coisas. (…)”

OM

Glossário Teosófico, Helena P. Blavatsky


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Sílaba Sânscrita, de Invocação, Afirmação e Bênção Solene.

O mantra ‘OM’:

A vibração de seu som nos conecta ao Princípio Feminino.

O mantra ‘AUM’:

A vibração de seu som nos conecta ao Princípio Masculino.

Ao vocalizar esses dois sons com disciplina, trabalhamos internamente o equilíbrio desses dois Aspectos e Princípios.

AUM

OM


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No primeiro livro Bíblico, Gênesis, é dito que Deus Criou o homem à sua própria imagem e semelhança, “macho e fêmea os criou”.

Esse fato indica que Deus contém em si a totalidade, ou seja, os princípios masculino e feminino em perfeita unidade.


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“A palavra OM ou AUM, corresponde ao Triângulo superior, quando pronunciada por um homem muito puro e santo, chamará ou despertará não apenas as potências menos elvadas, que residem nos elementos e espaços planetários, mas também seu Eu Superior, ou seja, o “Pai” que está em seu interior”.

Glossário Teosófico, Helena P. Blavatsky


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“Pronunciada de modo devido por um homem medianamente bom, contribuirá para fortalecer sua moralidade, sobretudo se, entre dois Aums, medita profundamente, concentrando sua atenção na sua glória inefável”.

Glossário Teosófico, Helena P. Blavatsky


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“Criação: Sendo a matéria incriada, eterna e indestrutível, por mais que suas formas sejam cambiantes e passageiras, a Teosofia sustenta, de acordo com o antigo apotéma ex nihilo nihil (do nada, nada sai), que o mundo não foi feito do nada e que, portanto, não é uma Criação, no verdadeiro sentido da palavra, mas uma emanação da natureza material da Divindade ...”

Glossário Teosófico, Helena P. Blavatsky


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“... e que nesta mesma natureza material se resolve, quando o mundo chega a seu fim. Por outro lado, não há, na língua sânscrita, qualquer palavra que expresse a idéia de criação, no sentido de se produzir algo do nada ou dar forma àquilo que antes não a tinha (ver Bhagavad-Gita, XIII, 19; VIII, 18 e IX, 7 e 8)”.

Glossário Teosófico, Helena P. Blavatsky


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“Na Índia, é enorme a posição atribuída à mulher graças ao Tantra.

Shakti é fundamental, pois é o vaso, a terra que recebe a semente e a faz crescer.”

“O próprio ato sexual … é cósmico.

Na tradição hindu … é o encontro dos opostos em plano universal.

O mundo é o resultado desse ato de amor: do poder masculino (Shiva) com o feminino (Sakti).”

`Introducao ao Tantra’, Murillo de Azevedo


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“O Imanifesto é existência pura. (...)

“ELE é a fonte de onde tudo provém. ELE é a única “Realidade”. Só ELE é substância. Só ELE é estável; tudo o mais é uma aparência e um vir-a-ser. Sobre esse Imanifesto só podemos dizer que “ELE É”. ELE é o verbo “ser” voltado para si mesmo. ELE é um estado de puro “ser”, sem qualidades e sem história. (...)”

A Doutrina Cósmica - Dion Fortune


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“O Imanifesto é a Grande Navegação; ao mesmo tempo, ELE é a potência infinita que não ocorreu. Pode-se concebê-lo melhor sob a imagem do espaço interestelar”.

A Doutrina Cósmica - Dion Fortune


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“Nesses ensinamentos ocultos vocês receberão determinadas imagens, com as quais serão instruídos a pensar em determinadas coisas. Essas imagens não são descritivas, mas simbólicas, e pretendem educar a mente, não informá-la”.

A Doutrina Cósmica - Dion Fortune


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Cosmogênese

Final – Parte I

Música: A Chasing of the winds – Ernesto Calazar

(Uma caçada dos ventos)

Argumento e formatação

Mirtzi Lima Ribeiro

João Pessoa – Paraíba – Nordeste – Brasil

[email protected]

http://expandindo-a-consciencia.com/

http://expandindo-a-consciencia.webs.com/


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Mirtzi Lima Ribeiro

João Pessoa – Paraíba – Nordeste – Brasil

[email protected]

Título Honorífico de Cidadã Planetária outorgado pela Faculdade FAPAF/TO em 2010

Membro do Conselho Administrativo do Comitê Mundial de Cidadania Planetária - a partir de 2010

Representante em João Pessoa/Pb do Grupo de Estudos da Academia para a Ciência Futura - ACF Brasil

Reiki Master - Método Usui/Osho - Nível III-A

Estudiosa da Meditação Filosófica desde 1980

Palestrante e Escritora Transdisciplinar pela Expansão da Consciência e da Ética Viva

Auditora de Contas Públicas do Tribunal de Contas do Estado da Paraíba desde 1987

Assessora Técnica do Presidente do Tribunal de Contas do Estado da Paraíba/Pb gestão-2007/2008

Conselheira do Conselho Regional de Contabilidade/Pb no Quadriênio 2006/2009

Presidente da Comissão da Mulher Contabilista na Paraíba em 2005

Professora em nível superior de Gestão Governamental

Auditora Interna da Qualidade - pela INDG - Instituto de Desenvolvimento Gerencial/MG

Perfil na RETRANS - Rede Transcultural Holística:

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Mirtzi – 31/Maio/2011

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