Pol tica internacional e geopol tica
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Política Internacional e Geopolítica . Programa Política Brasileira de Comércio Internacional Globalização Produtiva e Financeira Organizações Internacionais e Política Externa Brasileira. 1. Política Brasileira de Comércio Internacional.

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Política Internacional e Geopolítica

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Presentation Transcript


Pol tica internacional e geopol tica

Política Internacional e Geopolítica

Programa

  • Política Brasileira de Comércio Internacional

  • Globalização Produtiva e Financeira

  • Organizações Internacionais e Política Externa Brasileira


1 pol tica brasileira de com rcio internacional

1. Política Brasileira de Comércio Internacional

  • Fundamento: Um país que não é competitivo – isto é, que não produz qualquer bem de modo mais barato que os demais – se beneficia do comércio exterior? SIM

    • Vantagens relativas ou comparativas: a importância do custo de oportunidade.

  • Um país não produz tudo o que produz melhor do que os demais, mas apenas aqueles produtos onde sua liderança em custos ou qualidade é maior Vantagem Comparativa e Especialização


1 pol tica brasileira de com rcio internacional1

1. Política Brasileira de Comércio Internacional

  • Grande exceção: Comércio entre países ocorre em produtos semelhantes (mas diferenciados). Ex.: Automóveis, farmaceúticos.

  • Comércio intra-indústria:

    • Grandes empresas (economias de escala);

    • Produto diferenciado: design, marca, qualidade, pós-venda.

    • Segmentação de mercado.


Pol tica comercial tarifas

Política Comercial: Tarifas

  • Ad valorem: quando o valor da tarifa incide sobre o preço como um percentual. Ex. 8% sobre US$ 100,00 = US$ 108,00.

  • Específica: quando o valor da tarifa incide sobre o preço como um valor específico, Ex. US$9,00 sobre US$ 100,00 = US$ 109,00.

  • Tarifa MFN (most favoured nation): idéia é tarifa multilateral (igual para todos países. Exceções são acordos e blocos comerciais.


Pol tica comercial tarifas1

Política Comercial: Tarifas


Pol tica comercial tarifas2

Política Comercial: Tarifas

Escalada Tarifária: qdo em uma cadeia de valor, produtos com mais valor agregado têm tarifa mais alta do que produtos mais básicos. Ex: Tarifa sobre couro cru (Brasil)= 14% e calçados = 20%


Pol tica comercial barreiras n o tarif rias

Política Comercial: Barreiras Não-Tarifárias

  • Barreiras não-tarifárias (BNTs) são todas aquelas medidas que restringem o comércio e que não assumem a forma de uma tarifa.

  • Existem 32 tipos de BNTs:

    • Cotas de importação – é uma limitação física da quantidade ou valor a ser importado de um bem de um determinado país. Ex. Acordo Multifibras.

    • Exigências técnicas e fito-sanitárias – Ex: ISO; Embargo russo à carne suína; FSC para móveis; Subsídio à exportação (caso Bombardier e Embraer); Indicação geográfica (caso do Vale dos Vinhedos).


Quotas de importa o

Quotas de Importação

  • Medida de restrição física ou valor de importação estabelecida no comércio bilateral. Estabelece limite máximo de importação de determinado produto de um dado país. Exemplo: Acordo Multifibras: países ricos restringiram importações de produtos têxteis 1974-2004;

  • OMC é contrária a imposição de quotas. Logo países têm mudado de cotas para sistemas tarifários diferenciados: tarifa intra-quota e extra-quota http://www.mdic.gov.br/sitio/interna/interna.php?area=5&menu=734


Barreiras t cnicas

Barreiras Técnicas

  • BT são medidas que visam garantir padrões de segurança à saúde humana, animal e vegetal e de regulação técnica. Estas medidas não podem ser discriminatórias (i.e., devem estabelecer exigências das importações compatíveis com as locais).

  • Exemplos: Acordo de medidas sanitárias (e.g. mal da vaca louca, febre aftosa, gripe aviária); ISO (9000 e 14000). Ex: Embargo russo a carne suína.


Subs dios e medidas antidumping

Subsídios e Medidas Antidumping

  • Subsídios à exportação: subsídios não podem estabelecer condições desleais de comércio. Exemplo: o caso Embraer vs Bombardier

  • Medidas antidumping: países podem reagir ao fato de que outros países praticam preços de exportação abaixo do preço do mercado doméstico. Estas medidas antidumping são na forma de tarifas e/ou quotas


Salvaguardas

Salvaguardas

  • Quando um determinado país sofre um aumento significativo e com efeitos adversos sobre a produção doméstica. Neste caso, o país pode reagir (tarifas e quotas) por um período limitado. É uma reação a uma prática leal de comércio. Ex: Disputa comercial entre Brasil e Argentina na linha branca (2003-06)


Restri es volunt rias s exporta es de refrigeradores

Restrições voluntárias às exportações de refrigeradores

1o requisito – Aumento das importações:

Limite para as exportações brasileiras para 2005:

316.250 unidades (50% do mercado argentino).


Restri es volunt rias s exporta es de refrigeradores1

Restrições voluntárias às exportações de refrigeradores

2o requisito – Análise de existência de prejuízo grave ou sua ameaça:

Participação das importações do Brasil no mercado argentino de geladeiras:

2000 – 26,74%

2001 – 32,64%

2003 – 64,44%

2004 – 51,37%


Indica o geogr fica

Indicação Geográfica

  • A IG é um sinal distintivo da propriedade intelectual, que assegura como diferencial do produto as características naturais da sua origem (solo e vegetação onde é produzido), clima e forma de cultivo. Ex.: Champagne, Queijo roqueford

  • Produtos com IG - Seis produtos já obtiveram o registro de indicação geográfica: vinhos e derivados do Vale dos Vinhedos/RS; café grão verde do Cerrado Mineiro, cachaça de Paraty/RJ, carne e derivados do Pampa Gaúcho da Campanha Meridional, couro acabado do Vale dos Sinos/RS e uva de mesa e manga do Vale do Submédio do São Francisco/PE.

  • Produtos apoiados pelo Mapa para registro de IG: Queijo Serrano Artesanal dos campos de altitude, de Santa Catarina e Rio Grande do Sul;Uva e vinho Goethe, de Santa Catarina;


Pol tica comercial o papel do mercosul

PolíticaComercial: O Papel do Mercosul

Tipos de BlocosComercais

  • Área de Livre Comércio: estabelece um acordo de comércio preferencial (em geral tarifa zero) entre os países membros. Exemplos: NAFTA, ALCA, Acordos EUA-Chile, EUA-Jordânia);

  • União Aduaneira: caracterizado por uma área de livre comércio e uma tarifa externa comum (TEC). Exemplos são o Mercosul e o Caricom.

  • Mercado Comum: quando existe livre circulação de pessoas e capital. O melhor exemplo é a Comunidade Econômica Européia.

  • União Econômica: é um mercado comum em que os países membros têm a mesma política monetária (moeda única) e fiscal. O primeiro e único exemplo deste nível de integração é a União Européia dos 16 países que adotam o Euro


Pol tica internacional e geopol tica

Principais Blocos Econômicos Mundiais


Principais blocos regionais

Principais Blocos Regionais


Blocos regionais pa ses membros

BlocosRegionais: PaísesMembros

  • União Européia Países Membros: Austria, Belgium, Bulgaria, Cyprus, CzechRepublic, Denmark, Estonia, Finland, France, Germany, Greece, Hungary, Ireland, Italy, Latvia, Lithuania, Luxembourg, Malta, Netherlands, Poland, Portugal, Romania, Slovakia, Slovenia, Spain, Sweden, U K. União aduaneira com Andorra, San Marino, Turkey

  • CaribbeanCommunity (CARICOM)Países Membros: Antiguaand Barbuda, Bahamas, Barbados, Belize, Dominica, Grenada, Guyana, Haiti, Jamaica, Saint KittsandNevis, Saint Lucia, Saint Vincent , Suriname, Trinidad and Tobago

  • MERCOSULPaíses Membros: Brazil, Argentina, Paraguay, Uruguay, Venezuela

  • SouthernAfricanCustomsUnion (SACU)Países Membros: Botswana, Lesotho, Namibia, SouthAfrica, Swaziland

  • GreaterArabFreeTradeArea (GAFTA) Países Membros: Egypt, Jordan, Morocco, Tunisia, Bahrain, Kuwait, Oman, Qatar, SaudiArabia, UnitedArabEmirates, Iraq, Lebanon, Libya, PalestinianAuthority, Syria, Yemen

  • North AmericanFreeTradeAgreement (NAFTA)Países Membros: Canada, Mexico, United States of America

  • AssociationofSoutheastAsianNations (ASEAN)Países Membros: Brunei, Cambodia, Indonesia, Laos, Malaysia, Myanmar, Philippines, Singapore, Thailand, Vietnam


O novo regionalismo

O Novo Regionalismo

  • Velho Regionalismo – 1950-60: Exemplo – Alalc. Fracasso em termos mundiais devido a não adesão dos U.S.A

  • Novo Regionalismo – desde 1990: Europa, Nafta, Mercosul.

  • GATT ineficiente para acordos multilaterais 9especialmente barreiras não-tarifárias)

  • Estratégia de desenvolvimento.

  • Sucesso: integração regional acompanhada de processo de globalização produtiva e financeira + crescimento econômico em países desenvolvidos + adesão dos USA.


O brasil e o mercosul

O Brasil e o Mercosul

O Mercosul foi fundado pelo Tratado de Assunção em março de 1991 e ratificado pelo importante Tratado de Ouro Preto em 1994. Os quatro países signatários e atuais membros plenos do Mercosul são: Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai. Venezuela é candidata a membro pleno. Aos lados: bandeira do Mercosul.

A sede do Mercosul é em Montevidéo. Além da candidatura da Venezuela, a membro pleno, são membros associados do Mercosul: Bolívia, Chile Colômbia, Equador e Peru. Membro associado é quando o país tem todos os benefícios do comércio entre os países membros (comércio intra-bloco), mas não acata a TEC


Cronologia do mercosul

Cronologia do Mercosul

  • nov/1985: Declaração de Iguaçu: Implementação de acordos bilaterais de comércio entre Argentina e Brasil;

  • mar/1991: Tratado de Assunção; Implementação formal do Mercosul (entre Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai);

  • jan/1995: Implementação da união aduaneira no Mercosul;

  • out/1996: Chile ingressa como membro associado;

  • mar/1997: Bolivia ingressa como membro associado;

  • jan/1999: Desvalorização do Real (Brasil);

  • jan/2002: Desvalorização do Peso (Argentina);

  • 2003: Peru ingressa como membro associado;

  • 2004: Colombia e Equador como membros associados; e

  • jul/2006: Adesão da Venezuela como membro pleno


Indicadores s cio econ micos do mercosul

Indicadores sócio-econômicos do Mercosul


2 globaliza o produtiva e financeira

2. GlobalizaçãoProdutiva e Financeira

  • Exportação (via Globalização ou Liberalização Comercial)

    • A empresa pode decidir acessar o mercado externo via exportação.

    • É, em geral, o primeiro passo da internacionalização da empresa (exportação e importação)

  • Investimento Direto Externo (IDE) (Globalização Produtiva)

    • Investimento produtivo no mercado externo

    • Investimento novo (greenfield) ou fusões e aquisições

    • IDE horizontal (mesmo produto em vários países) e IDE vertical (integração vertical, ao longo da cadeia)


Pol tica internacional e geopol tica

Internacionalizaçãode empresas: Estratégias de IDE


Internacionaliza o de empresas estrat gias de ide

Internacionalização de empresas: Estratégias de IDE

  • Market-seeking strategy - investimentos orientados para o mercado interno dos países receptores do IDE. Efeito de substituição de importação e tática de tariff-jumping

  • Efficiency-seeking strategy - investimentos que buscam menores custos de produção através de economias de escala e escopo via gestão unificada de atividades dispersas

  • Resource-seeking strategy – busca-se acesso a matérias-primas e à mão-de-obra, com custos relativamente baixos

  • Asset-seeking strategy – refere-se a gestão de ativos das empresas estrangeiras através da compra de novas plantas fabris, fusões, aquisição ou operações de joint ventures. Objetivo é patrimonial e estratégico em mercados regionais


Internacionaliza o de empresas

Internacionalização de empresas

  • Multinacionais: empresas que atuam em diversos países. Tecnicamente, quando 10% ou mais do capital social da empresa pertence a uma empresa estrangeira.

  • Multinacionais podem se produzir de forma horizontal, quando operam com o mesmo produto em diversos países ( McDonald’s), ou de forma vertical, quando possuem unidades em diferentes países que produzem componentes ao longo da cadeia de valor (por exemplo, Adidas).


Com rcio exterior e c mbio

Comércio exterior e câmbio

  • Como a taxa de câmbio se relaciona com a competitividade das exportações?


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