V rus computacionais e vida artificial
This presentation is the property of its rightful owner.
Sponsored Links
1 / 28

Vírus computacionais e Vida Artificial PowerPoint PPT Presentation


  • 58 Views
  • Uploaded on
  • Presentation posted in: General

Vírus computacionais e Vida Artificial. Pedro Eugenio, 30358. Vírus Computacionais. computacional/biológico. O termo vírus computacional deriva e é de alguma forma análogo ao vírus biológico Infecções virais biológicas são propagadas através do vírus que injecta o seu conteúdo numa célula

Download Presentation

Vírus computacionais e Vida Artificial

An Image/Link below is provided (as is) to download presentation

Download Policy: Content on the Website is provided to you AS IS for your information and personal use and may not be sold / licensed / shared on other websites without getting consent from its author.While downloading, if for some reason you are not able to download a presentation, the publisher may have deleted the file from their server.


- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - E N D - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

Presentation Transcript


V rus computacionais e vida artificial

Vírus computacionais e Vida Artificial

Pedro Eugenio, 30358


V rus computacionais

Vírus Computacionais

computacional/biológico

  • O termo vírus computacional deriva e é de alguma forma análogo ao vírus biológico

  • Infecções virais biológicas são propagadas através do vírus que injecta o seu conteúdo numa célula

  • A célula infectada passa a ser uma fábrica replicadora de vírus


V rus computacionais1

Vírus Computacionais

computacional/biológico

  • Um vírus computacional não é mais que um segmento de código

  • O vírus tem capacidade de se copiar para um ou mais hospedeiros quando activado

  • Quando o hospedeiro infectado é executado o vírus é activado e o hospedeiro passa a ser uma fábrica replicadora de vírus


V rus computacionais2

Vírus Computacionais

computacional/biológico

  • Vírus computacionais são do mais aproximado ao conceito de vida artificial do que qualquer outra coisa criada pelo homem :

    • São capazes de se reproduzirem

    • São capazes de se esconderem dos seus predadores

    • Têm capacidade de sobrevivência fora de cativeiro


V rus computacionais3

Vírus Computacionais

Evolução histórica

  • 1949: J.V. Neumann – “Theory and Organization of Complicated Automata”

  • 1950: Bell Labs – “Core Wars”

  • 1970: Brunner’s “Shockwave Rider” and Ryan’s Adolescence of P-1”

  • 1981: O Primeiro Vírus – Apple Computers, Texas A&M

  • 1983: Tese de Cohen’s – Mathematical Virus

  • 1986: Basit e Amjad – “Pakistan Brain”

  • 1988: Jerusalem

  • 1990: Primeiro Anti-Virus: Norton, Symantec

  • 1991: Vírus polimórficos

  • 1992: Aumento de 420% desde 1990!!!

  • 1995: Windows 95 e o vírus “Macro”

  • 1996: Vírus em código Java

  • Hoje: Mais de 50,000

  • Futuro…?


V rus computacionais4

Vírus Computacionais

Estrutura e operação

  • O verdadeiro vírus tem duas componentes:

    • Propagação

    • Manipulação

  • De modo a funcionar; o vírus tem de se adicionar a algum pedaço de código

  • Uma forma de classificar estes vírus é a aproximação que o mesmo toma quando se adiciona a outro pedaço de código (cápsula, add-on ou intrusivo)


  • V rus computacionais5

    Vírus Computacionais

    Estrutura e operação

    • Vírus cápsula:

      • Forma uma cápsula em volta do código original, torna-se o programa e o programa original torna-se uma sub-rotina do código viral

        • boot virus

        • …etc…


    V rus computacionais6

    Vírus Computacionais

    Estrutura e operação

    • Vírus add-on:

      • Adicionam o seu código ao código do hospedeiro. A sua única indicação de presença é a de que o tamanho do hospedeiro original aumenta

        • Quase todos os vírus são add-on


    V rus computacionais7

    Vírus Computacionais

    Estrutura e operação

    • Vírus intrusivo:

      • Reescrevem parte, ou todo, do código do hospedeiro original

        • Poucos vírus são deste tipo


    V rus computacionais8

    Vírus Computacionais

    as cinco gerações

    • A primeira geração (simples) :

      • Estes vírus não faziam nada de extraordinário para além da replicação, alguns vírus de hoje ainda pertencem a esta geração

      • Os estragos não vão para além de bugs ou incompatibilidades no software que antes não existiam

      • Não são difíceis de descobrir, visto que nada fazem para se esconderem, de modo que um simples aumento num ficheiro, por exemplo, denuncia-o imediatamente


    V rus computacionais9

    Vírus Computacionais

    as cinco gerações

    • A segunda geração (auto-reconhecimento) :

      • Implementam uma espécie de assinatura que assinala o ficheiro ou sistema como infectado, ou seja, não acontecem infecções duplicadas de hosts, permitindo que o virus seja mais dificil de detectar

      • A assinatura pode ser uma sequência de bytes em disco ou memória

      • Ao mesmo tempo que a assinatura pode impedir a detecção instantânea do vírus, no reverso da medalha a assinatura por si só é uma indicação da presença do vírus, embora não tão aparentemente fácil de descobrir


    V rus computacionais10

    Vírus Computacionais

    as cinco gerações

    • A terceira geração (furtivo) :

      • A maior parte dos vírus pode ser identificada analisando padrões de dados próprios dos mesmos nos sistema de armazenamento secundários

      • De modo a impedir a detecção alguns vírus usam técnicas furtivas de modo a não serem descobertos

      • Como exemplo se numa análise a um disco o vírus detecta que existe uma chamada do sistema para ler uma porção do vírus, este retornaria não o vírus mas os dados que estariam presentes se o sistema estivesse livre de infecção


    V rus computacionais11

    Vírus Computacionais

    as cinco gerações

    • A quarta geração (armadura) :

      • À medida que antivírus saem para o mercado, autores de vírus voltaram-se para métodos de ofuscarem o seu código

      • Estas técnicas de ‘armadura’ incluem:

        • Adicionar confusão e código desnecessário de modo a dificultar a análise do código do vírus

        • Defesas que podem tomar a forma de ataques directos a software de antivírus

      • Estes vírus começam a aparecer por volta de 1990

        • Em 1990 sai para o mercado o primeiro antivírus da Norton


    V rus computacionais12

    Vírus Computacionais

    as cinco gerações

    • A quinta geração (polimórficos) :

      • A mais recente classe de vírus a aparecer são os polimórficos, capazes de se mutarem

      • Infectam os seus hospedeiros com uma versão modificada ou cifrada deles próprios

      • De modo a se poder detectar estes vírus é necessário um algoritmo mais complexo que seja capaz de reverter o processo de mutação de modo a poder detectar se o vírus está presente ou não


    V rus computacionais13

    Vírus Computacionais

    recapitulação

    • Existem métodos semelhantes de propagação entre vírus computacionais e biológicos

    • Existiu uma evolução significativa e adaptativa de vírus computacionais

    • São o mais aproximado de vida artificial

    • Mas serão de facto uma forma de vida artificial?


    Vida artificial

    Vida Artificial

    O que é vida?

    • Espaço temporal:

      • A vida é um padrão espaço temporal em vez de um objecto material especifico

    • Reprodução

      • Ou a capacidade de auto-reprodução em si mesmo ou em outro organismo

    • Representação

      • Armazenamento de informação de uma auto-representação

    • Metabolismo

      • Um metabolismo que converte matéria/energia

    • Interacção

      • Interacções funcionais com o ambiente

    • Interdependência

      • Interdependência das partes

    • Estabilidade

      • Estabilidade durante alterações de ambiente

    • Evolução

      • A capacidade para evoluir

    • Expansão

      • Ou crescimento


    Vida artificial1

    Vida Artificial

    Propriedade espaço temporal

    • Existe, nos vírus computacionais, alguma semelhança neste ponto.

    • Vírus são representados por via de padrões de instruções computacionais que existem através do tempo em diversos sistemas computacionais

    • É no entanto questionável se existirão no espaço, a não ser que estendêssemos a noção de espaço para ciberespaço


    Vida artificial2

    Vida Artificial

    Capacidade de Reprodução

    • Uma das características chave dos vírus é a capacidade de auto-reprodução

    • Contudo o agente da reprodução não é o código do vírus mas sim o sistema em que se envolve

    • É questionável se isto pode ser considerado suficiente para propósitos de classificação de vida artificial


    Vida artificial3

    Vida Artificial

    Capacidade derepresentação

    • Esta característica é obviamente igualada pelos vírus computacionais

    • O código que define o vírus é um template usado pelo vírus para se replicar a si mesmo


    Vida artificial4

    Vida Artificial

    Posse de metabolismo

    • Esta propriedade envolve tomar energia ou matéria do ambiente e usá-la para seu próprio beneficio

    • Vírus computacionais usam a energia de computação do sistema de modo a executar

    • Não convertem matéria, mas fazem uso de energia eléctrica presente no computador de modo a infectar outros programas, neste sentido poderão ter um metabolismo


    Vida artificial5

    Vida Artificial

    Capacidade deinteracção

    • Os vírus computacionais obviamente alteram o ambiente de modo a este suportar a sua existência

    • Efectuam verificações de memória, alteram interrupções, endereços, …

    • A maior parte dos estragos em computadores resulta destas alterações do ambiente por parte dos vírus


    Vida artificial6

    Vida Artificial

    Capacidade de interdependência

    • Organismos vivos não podem ser divididos arbitrariamente sem serem destruídos

    • O mesmo acontece com vírus computacionais, se a um vírus se tirar parte do código provavelmente o mesmo iria deixar de funcionar correctamente

    • Contudo é interessante de verificar que um vírus pode ser ‘reagrupado’ posteriormente e voltar a ganhar a sua funcionalidade, organismos vivos já não partilham desta funcionalidade, como tal vírus são mais como máquinas em vez de instâncias de coisas vivas


    Vida artificial7

    Vida Artificial

    Capacidade de estabilidade

    • Curiosamente vírus computacionais detêm uma estabilidade e robustez que a maior parte de aplicações comerciais inveja

      • São capazes de correr numa variedade de máquinas e sistemas operativos

      • Muitos deles são capazes de comprometer (até destruir) mecanismos de antivírus

      • Podem ajustar-se imediatamente a condições de pouco espaço em disco, erros, e outras excepções

      • Alguns são capazes de correr nos mais diversos computadores pessoais, em qualquer sistema operativo, sobre qualquer configuração


    Vida artificial8

    Vida Artificial

    Capacidade de evolução

    • Aqui vírus computacionais diferem de organismos vivos, outra vez

    • Vírus não são capazes de evolução, embora seja concebível, teoricamente, que um vírus extremamente complexo possa ser programado de modo a poder evoluir, contudo provavelmente seria maior do que o sistema operativo onde iria penetrar


    Vida artificial9

    Vida Artificial

    Capacidade de expansão

    • Vírus computacionais claramente exibem uma forma de crescimento no sentido de que existem mais num dado ambiente a através do tempo

    • Alguns vírus afectarão todos os ficheiro num sistema apenas após algumas activações


    Conclus o

    Conclusão


    Conclus o1

    Conclusão

    • Primeiramente pode parecer que um vírus computacional é uma forma de vida artificial

    • Contudo são encontradas deficiências quando confrontados com características que definem o que é vida

    • Não é possível afirmar que estão “vivos” sem alterarmos a noção do que é a vida


    Bibliografia

    Bibliografia

    • Computer Viruses as Artificial Life

      • Eugene H. Spafford

    • Computer Viruses, Artificial Life and The Origin Of Life

      • Robert C. Newman

    • The Code of Life

      • Laura Janet


  • Login