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PONTÍFICIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO. PUC - SP. Marilda Prado Yamamoto. A PRÁTICA INTERDISCIPLINAR NO MESTRADO ACADÊMICO: IMPLICAÇÕES NO DESENVOLVIMENTO PESSOAL E PROFISSIONAL DOS ESTUDANTES. DOUTORADO EM EDUCAÇÃO:CURRÍCULO. SÃO PAULO 2013.

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Presentation Transcript

PONTÍFICIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO

PUC - SP

Marilda Prado Yamamoto

A PRÁTICA INTERDISCIPLINAR NO MESTRADO ACADÊMICO: IMPLICAÇÕES NO DESENVOLVIMENTO PESSOAL E PROFISSIONAL DOS ESTUDANTES

DOUTORADO EM EDUCAÇÃO:CURRÍCULO

SÃO PAULO

2013


PONTÍFICIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO

PUC - SP

Tese apresentada a Orientadora Profa. Dra. Ivani Catarina Arantes Fazenda e à Banca de Defesa para obtenção do título de Doutora em Educação: Currículo

2013


A PRÁTICA INTERDISCIPLINAR NO MESTRADO ACADÊMICO: IMPLICAÇÕES NO DESENVOLVIMENTO PESSOAL E PROFISSIONAL DOS ESTUDANTES

Os fatos são o ar do cientista. Sem eles nunca podeis voar. Sem eles, vossas ‘teorias’ são vãos esforços. Quer aprendendo, experimentando, observando, tentai não permanecer na superfície dos fatos. Não vos torneis arquivistas de fatos. Tentai penetrar o segredo de sua ocorrência, buscai com persistência as leis que os governam

1

1(Ivan Petrovich Pavlov – Conselho aos estudantes de Ciências, escrito aos 27 de fevereiro de 1936, pouco antes de sua morte aos 87 anos) (WOLFF, 1967, p. 05)


Estrutura do Trabalho IMPLICAÇÕES NO DESENVOLVIMENTO PESSOAL E PROFISSIONAL DOS ESTUDANTES

A escolha das metáforas:

Imaginação criativa

O olhar

em

camadas

As Matrioskas

Interconexão sistêmica

entre os níveis contextuais

vivenciadas pelo pesquisador

e sujeitos de pesquisa

Interconexão entre diferentes

olhares – o olhar ampliado

sobre o fenômeno investigativo

Ousadia do Fazer

Interdisciplinar

continua


Ousadia do Fazer IMPLICAÇÕES NO DESENVOLVIMENTO PESSOAL E PROFISSIONAL DOS ESTUDANTES

Interdisciplinar

A utilização de metáforas tem o sentido de dizer de uma forma nova, algo novo sobre a realidade (FAZENDA, 2003)

Pensar mais sob a condição do princípio vivificante é que constitui a “alma da interpretação” (RICOEUR, 1983, p. 459 – grifos do autor).


A escolha das metáforas: IMPLICAÇÕES NO DESENVOLVIMENTO PESSOAL E PROFISSIONAL DOS ESTUDANTESRepresentação criativa

2ª matrioska

A cumplicidade do olhar:

Interdisciplinaridade e DH

1ª matrioska

O olhar indagativo:

Descerrando os véus

Matrioska

Sistêmica

E o olhar

interdisciplinar

4ª matrioska

O olhar compartilhado:

O encontro de olhares

3ª matrioska

O olhar de confiabilidade:

Um olhar não olhado

5ª matrioska

O olhar para si:

A Beira do Rio

O enigma do discurso metafórico é, algo que parece, poder inventar no duplo sentido da palavra: o que ela cria, descobre-o, o que ela encontra, inventa-o (RICOEUR, 1983, p. 357.


CARACTERÍSTICAS DA INVESTIGAÇÃO IMPLICAÇÕES NO DESENVOLVIMENTO PESSOAL E PROFISSIONAL DOS ESTUDANTES

  • Não convencional;

  • Pesquisador e pesquisados constituem o grupo pesquisador (GAUTHIER, 2004);

  • Pesquisador e pesquisados são interlocutores parceiros da investigação;

  • Dialogicidade privilegia os participantes e alarga o campo conceitual;

  • Compreensão do papel fundamental da pesquisa;

  • Mudança de concepção na construção do conhecimento;

A ciência pós-moderna sabe que nenhuma forma de conhecimento é em si mesma racional: só a configuração de todas elas é racional (SANTOS, 1996, p. 55)

continua


“O homem da ciência que estuda fatos físicos, biológicos ou sociais não poderá aceitar a condição de simples recebedor de métodos fabricados por especialistas em disciplinas filosóficas abstratas, “lógicas”, mas deve sentir-se capacitado a entender que a ele incumbe a descoberta das inovações metodológicas pela razão muito simples de que é ele no trabalho efetivo, que percebe as deficiências dos instrumentos teóricos de análise e interpretação de que dispõe e se acha motivado para conceber outros, ensaiá-los, aplicá-los e recolher os resultados dessa tentativa (PINTO, 1969, p. 388-389).


QUAL A MISSÃO DO PESQUISADOR INTERDISCIPLINAR? biológicos ou sociais não poderá aceitar a condição de simples recebedor de métodos fabricados por especialistas em disciplinas filosóficas abstratas, “lógicas”, mas deve sentir-se capacitado a entender que a ele incumbe a descoberta das inovações metodológicas pela razão muito simples de que é ele no trabalho efetivo, que percebe as deficiências dos instrumentos teóricos de análise e interpretação de que dispõe e se acha motivado para conceber outros, ensaiá-los, aplicá-los e recolher os resultados dessa tentativa (PINTO, 1969, p. 388-389).

O pesquisador interdisciplinar descobre pedras valiosas em sua pesquisa, pedras raras que surgem “na medida do interesse específico do individuo que pesquisa” (FAZENDA, 2003, p. 18).

O pesquisador interdisciplinar reconhece a exigência de um novo compromisso epistemológico. No universo dos fenômenos sociais e humanos, os obstáculos só podem ser vencidos na medida que se compreende que as grandes questões que dominam hoje o conhecimento não são disciplinares e sim temáticas.


Hipótese da Investigação biológicos ou sociais não poderá aceitar a condição de simples recebedor de métodos fabricados por especialistas em disciplinas filosóficas abstratas, “lógicas”, mas deve sentir-se capacitado a entender que a ele incumbe a descoberta das inovações metodológicas pela razão muito simples de que é ele no trabalho efetivo, que percebe as deficiências dos instrumentos teóricos de análise e interpretação de que dispõe e se acha motivado para conceber outros, ensaiá-los, aplicá-los e recolher os resultados dessa tentativa (PINTO, 1969, p. 388-389).

O Curso de Mestrado em Desenvolvimento Humano: Formação, Políticas e Práticas Sociais mexeu com as estruturas internas dos mestrandos 2010?

O que representou esse movimento para o desenvolvimento pessoal e profissional desses mestrandos?


Qual a resposta que a interpretação de dados procura compreender?

Se a realidade compartilhada e construída no cotidiano vivenciado, e as expectativas esperadas foram concretizadas para o desenvolvimento pessoal e profissional dos mestrandos 2010.


Questões fundamentais dE investigação compreender?

Qual a contribuição do Mestrado em Desenvolvimento Humano: Formação, Políticas e Práticas Sociais para o desenvolvimento pessoal e profissional dos mestrandos?

Qual a percepção dos mestrandos do ponto de vista dos relacionamentos estabelecidos?


FONTES DA INVESTIGAÇÃO compreender?

  • Plano de Desenvolvimento Institucional;

  • Plano de curso do Mestrado Acadêmico em Desenvolvimento Humano: Formação, Políticas e Práticas Sociais;

  • Histórias de vida em memoriais autobiográficos;

  • Fala dos mestrandos captadas no convívio cotidiano em sala de aula;

  • Questionário com questões abertas.


Os sujeitos de Pesquisa compreender?

Os sujeitos de pesquisa são os alunos do Mestrado em Desenvolvimento Humano: Formação, Políticas e Práticas Sociais, que ingressaram no Programa de Pós Graduação no ano de 2010.

Caracterização

Do dezenove mestrandos matriculados, quatro não depositaram os volumes de suas dissertações, solicitando prorrogação do prazo e um trancou a matrícula. Contribuíram com esta pesquisa catorze destes, denominados mestrandos 2010.

  • As dissertações tiveram os seguintes focos:

  • 06 área de Educação;

  • 01 área de saúde (enfermagem)

  • 01 área da psicologia;

  • 02 área de Políticas Públicas;

  • 02 área do Serviço Social;

  • 02 sistemas organizacionais próprios das empresas.

continua


Os sujeitos de Pesquisa compreender?

Caracterização

  • Especialização dos mestrandos 2010:

  • 02 (dois) são pedagogos;

  • 02 (dois) são licenciados em Educação Física;

  • 02 (dois) são assistentes sociais;

  • 04 (quatro) são psicólogos;

  • 01 (um) é licenciado em Filosofia;

  • 01 (um) é bacharel em Ciências Contábeis;

  • 01 (um) é engenheiro;

  • 01 (um) é enfermeiro.

  • Campo de trabalho dos mestrandos 2010:

  • 06 (seis) trabalham na área da educação;

  • 02 (dois) em obras assistenciais;

  • 03 (três) na área empresarial;

  • 03 (três) em prefeituras municipais .


Contexto de Investigação compreender?

  • O contexto de investigação é o microssistema, onde se alicerçam as atividades proximais ou aquelas nas quais um comportamento continuado é percebido, como tendo significação pelos participantes do ambiente;

  • Esta zona contém o mundo que se acha ao meu alcance, um mundo em que atuo, a fim de modificar a realidade dele, o mundo em que trabalho” (BERGER; LUCKMANN, 2009, p. 38-39).

Um fenômeno pode ser muitas coisas ao mesmo tempo, a pesquisa e o foco dado a ela que decomporá as diferentes dimensões que o fenômeno contém.


Natureza da investigação compreender?

Perspectiva Qualitativa

  • A fonte de investigação é o microssistema cotidiano onde foram recolhidos os dados que dão suporte à investigação: fala dos alunos, narrativas em memoriais e respostas a questionário sobre o percurso vivenciado.

  • O interesse predominante é pelo processo de construção do sentido partilhado da realidade;

  • A atuação do pesquisador é participativa e produz observações que servem de base à interpretação de dados segundo sua perspectiva ou pontos de vista.


Natureza da investigação compreender?

Perspectiva Quantitativa:

  • A quantidade de aspectos trazidos na narrativa dos memoriais propiciaram o tratamento de dados pelo Software ALCESTE – Análise Lexical por Contexto de um Conjunto de Segmentos do Texto;

  • O tratamento da investigação na perspectiva “quali/quanti” está voltado para a compreensão da interconexão entre conceitos de realidades múltiplas recolhidas no cotidiano da investigação. Utilização conjunta de abordagem qualitativa e quantitativa.


Contexto teórico: Pesquisa “ compreender?quali/quanti”

2

2 Nuvem de palavras originada a partir do software ALCESTE no aplicativo Wordle


QUAL A RELEVÂNCIA DA INVESTIGAÇÃO PARA A PESQUISADORA E PESQUISADOS?

Contribuir para o avanço do conhecimento relativo a interdisciplinaridade e suas possíveis aplicações na formação em Desenvolvimento Humano.

Possibilitar a retomada individual do percurso existencial dos mestrandos 2010 e da pesquisadora, por meio de histórias de vida que contribuem para o autoconhecimento e desenvolvimento pessoal e profissional.

Analisar o indispensável engajamento no trabalho conjunto, tendo como fundamento a concepção da sociedade como produção humana e o conhecimento como construção social.

Contribuir para aperfeiçoamento dos estudos de práticas interdisciplinares, em um curso de Mestrado que se propõe interdisciplinar no seu tratamento metodológico.


QUAL A RELEVÂNCIA DA INVESTIGAÇÃO PARA OS ESTUDOS ACADÊMICOS?

Um novo olhar, sobre o avanço do conhecimento relativo a interdisciplinaridade e suas aplicações na formação e no desenvolvimento humano.


8 ACADÊMICOS?

LÓGICAS INTERDISCIPLINARES

LÓGICA FRANCESA

LÓGICA ANGLO-SAXONICA

LÓGICA BRASILEIRA

Relevância epistemológica e conceitual

Relevância

na pessoa e na reflexão do agir humano

Relevância

prática e instrumental

Saber / Fazer

Saber / Ser

Saber / Saber

A investigação privilegia a lógica brasileira de Fazenda – O saber Ser.

8 LENOIR, 2005/2006


Metodologia ACADÊMICOS?

Inserção ecológica – Modelo PPCT

3

Pesquisador e pesquisado movimentam-se em direção à investigação interdisciplinar no mestrado acadêmico.

Pilares

Metodológicos

Convívio prolongado entre pesquisador e pesquisado (sala de aula, seminários de pesquisa, bancas de qualificação, defesa de dissertação, encontros informais).

Interesse persistente no acompanhamento do andamento da pesquisa e respectiva interpretação dos dados.

Fortalecimento de vínculos proporcionados pelos processos proximais estabelecidos no convívio acadêmico.

Os temas abordados são de interesse do pesquisador e pesquisado pois tratam das histórias de vida e a forma como se dá o desenvolvimento inserido no contexto em estudo (PRATI etal, 2008, p. 64)

3 CECCONELLO; KOLLER (2003).


A ACADÊMICOS?

primeira

matrioska:

o

olhar

indagativo

4 Vídeos das Matrioskas desenvolvido s pelo Professor Felipe Piccina para Marilda Prado Yamamoto .


As Grandes Áreas de Concentração e as Linhas de Pesquisa. Mestrado em Desenvolvimento Humano: Formação, Políticas e Práticas Sociais

5

Desenvolvimento

Humano

(Produto e

Processo)

5 Quadro adaptado a partir das considerações de CHAMON etal (2009).


O Mestrado em Desenvolvimento Humano: Formação, Políticas e Práticas Sociais tem como finalidade o próprio desenvolvimento dos sujeitos que nele convivem e para eles destinam seus processos formativos e projetos de pesquisas, aprimorando competências para agir nas políticas de promoção e intervenção social nos contextos formativos e informativos em comunidades de prática e ambientes não escolares.


Fundamentos Epistemológicos e Metodológicos e Práticas Sociais tem como finalidade o próprio desenvolvimento dos sujeitos que nele convivem e para eles destinam seus processos formativos e projetos de pesquisas, aprimorando competências para agir nas políticas de promoção e intervenção social nos contextos formativos e informativos em comunidades de prática e ambientes não escolares.

das linhas de Pesquisa

6

AVALIAR:

COMPREENDER:

  • EPISTEMOLOGIA

  • Teoria das representações sociais;

  • Interacionismo simbólico;

  • Abordagem ecológica do Desenvolvimento Humano.

  • METODOLOGIA

  • Pesquisa qualitativa e quantitativa;

  • História de vida, entrevistas e questionário, grupo focal;

  • Tratamento de dados por ferramentas computacionais

  • a influência da formação na:

  • Construção das identidades;

  • Construção de representações

  • sociais.

  • EPISTEMOLOGIA

  • Análise cognitiva marxista;

  • Análise socio-histórica da construção da modernidade e pós-modernidade.

  • METODOLOGIA

  • Pesquisa quantitativa

  • Políticas Públicas;

  • Instâncias reguladoras;

  • Implementação de direitos sociais para o exercício da cidadania.

DH

2

1

7

3

INVESTIGAR:

  • Ambientes imediatos e distantes;

  • Contextos da formação.

  • EPISTEMOLOGIA

  • Formas de aprendizagem;

  • Práticas de formação mediadas pelo trabalho, saúde e doença;

  • Rede de relação e práticas sociais.

  • METODOLOGIA

  • Pesquisa quantitativa (questionário, escalas);

  • Pesquisa qualitativa: diários de formação, entrevistas, grupo focal, tratamentos computacionais e sociogramas.

6 Proposta do mestrado acadêmico Interdisciplinar (CHAMON et al, 2009, p. 14-15)

7 Identificação por algarismos arábicos das propostas temáticas da linha de pesquisa


Proposta Interdisciplinar e Práticas Sociais tem como finalidade o próprio desenvolvimento dos sujeitos que nele convivem e para eles destinam seus processos formativos e projetos de pesquisas, aprimorando competências para agir nas políticas de promoção e intervenção social nos contextos formativos e informativos em comunidades de prática e ambientes não escolares.

Do fazer

Interdisciplinar

Para o pensar

diferentes

olhares

prática da

tolerância

afastamento da

arrogância

É preciso do olhar do outro para o aproximar da totalidade do conhecimento

Reorientação para agregação de valores éticos e humanos para o desenvolvimento humano.

MOVIMENTO INTERDISCIPLINAR


MOVIMENTO INTERDISCIPLINAR e Práticas Sociais tem como finalidade o próprio desenvolvimento dos sujeitos que nele convivem e para eles destinam seus processos formativos e projetos de pesquisas, aprimorando competências para agir nas políticas de promoção e intervenção social nos contextos formativos e informativos em comunidades de prática e ambientes não escolares.

Dialogicidade

Espera

vigiada

Alteridade

Escuta sensível

Parceria

Humildade

Envolvimento

Cumplicidade

Comprometimento

Reciprocidade

Desvendar novos

saberes

Posicionamento

Pró-ativo

Desafios

Redimensionar o

Já conhecido

Alargamento do Campo conceitual


O mundo fisionômico e Práticas Sociais tem como finalidade o próprio desenvolvimento dos sujeitos que nele convivem e para eles destinam seus processos formativos e projetos de pesquisas, aprimorando competências para agir nas políticas de promoção e intervenção social nos contextos formativos e informativos em comunidades de prática e ambientes não escolares.

8

Com o quê?

encantos

desencantos

De que forma?

com o seu jeito próprio de ser

O que dele flui?

compartilhamentoS

indagações

cumplicidades

Do que?

  • de sentimentos

  • de expectativas

Para que?

Construção de forma persistente e continuada para o desenvolvimento pessoal e profissional do pesquisador e pesquisados.

8 Imagem mundo fisionômico. Disponível em: http://ipco.org.br/ipco/acao/plinio-correa-de-oliveira/o-problema-dos-4-irmaos#.UmhRiHDDxOI


Decorrente de e Práticas Sociais tem como finalidade o próprio desenvolvimento dos sujeitos que nele convivem e para eles destinam seus processos formativos e projetos de pesquisas, aprimorando competências para agir nas políticas de promoção e intervenção social nos contextos formativos e informativos em comunidades de prática e ambientes não escolares.

Relação interpessoal

Processo

Organização das atividades de pesquisa

Pessoa

Contexto

Dimensão

humana e social

Espaços formativos

e informativos

Tempo

Específico do curso

Compreensão do indivíduo em seus ambientes Interativos: família, escola,

trabalho, trocando relações complexas

8

9 Teoria Bioecológica do Desenvolvimento Humano de Brofenbrenner (1996,2011).


Qual o tempo da e Práticas Sociais tem como finalidade o próprio desenvolvimento dos sujeitos que nele convivem e para eles destinam seus processos formativos e projetos de pesquisas, aprimorando competências para agir nas políticas de promoção e intervenção social nos contextos formativos e informativos em comunidades de prática e ambientes não escolares.

pesquisa interdisciplinar?

É o tempo do movimento do aprender, que leva ao cruzamento das fronteiras, do conhecimento para assumir o espaço do “entre”, do “vazio” entre uma disciplina e outra. Construir um diálogo e criar um novo saber, um novo fazer, contendo a dimensão criativa do tempo vivido (QUELUZ, 2001, p. 141).


A segunda matrioska: e Práticas Sociais tem como finalidade o próprio desenvolvimento dos sujeitos que nele convivem e para eles destinam seus processos formativos e projetos de pesquisas, aprimorando competências para agir nas políticas de promoção e intervenção social nos contextos formativos e informativos em comunidades de prática e ambientes não escolares.

a cumplicidade do olhar

Interdisciplinaridade

e

Desenvolvimento Humano


Novo compromisso epistemológico da interdisciplinaridade e Práticas Sociais tem como finalidade o próprio desenvolvimento dos sujeitos que nele convivem e para eles destinam seus processos formativos e projetos de pesquisas, aprimorando competências para agir nas políticas de promoção e intervenção social nos contextos formativos e informativos em comunidades de prática e ambientes não escolares.

Valorização do conhecimento das pessoas

Respeito ao ponto de vista de diferentes especialistas

Ênfases

Construção do conhecimento novo - “Tornar novo o velho” (FAZENDA, 2003, p. 82)

Interlocução e diálogo entre diferentes áreas do conhecimento

Compreensão da provisoriedade do conhecimento

A unicidade do conhecimento e a construção de um paradigma integrador sistêmico

Reflexão sobre diferentes aspectos da verdade, revelados por diferentes pontos de vista

Ênfases

O saber pensar


Novo compromisso epistemológico de interdisciplinaridade e Práticas Sociais tem como finalidade o próprio desenvolvimento dos sujeitos que nele convivem e para eles destinam seus processos formativos e projetos de pesquisas, aprimorando competências para agir nas políticas de promoção e intervenção social nos contextos formativos e informativos em comunidades de prática e ambientes não escolares.

O conhecimento é revelado na interlocução entre pesquisador e pesquisado

O pesquisador é o locutor. Os interlocutores são os próprios pesquisados

Ênfases

Relação Pesquisador -Pesquisado

Partilhamento de conhecimento e experiências versadas no respeito mútuo e reciprocidade; Relações cotidianas no microssistema estáveis e significativas

Proximidade do pesquisador com o universo investigativo: história de vida da pesquisadora e dos pesquisados

Pesquisador e pesquisado são “pesquisadores de si mesmo”

Resgate da memória do pesquisador coloca o curso da pesquisa na dimensão interdisciplinar

Ênfases

O saber ser


Novo compromisso epistemológico de interdisciplinaridade e Práticas Sociais tem como finalidade o próprio desenvolvimento dos sujeitos que nele convivem e para eles destinam seus processos formativos e projetos de pesquisas, aprimorando competências para agir nas políticas de promoção e intervenção social nos contextos formativos e informativos em comunidades de prática e ambientes não escolares.

Trazer à reflexão diferentes aspectos da verdade – Desconstrução conceitual

Partilhamento

de novas e velhas ações

Ênfases

Processo

Esforço intencional para expressar descobertas e contradições na compreensão da realidade

Funcionamento das coisas é mais importante que os agentes que as determinam

Revelação do mundo significativo para a vida

Diálogo intenso entre objetividade e subjetividade que questiona o que é conhecimento e onde ele está?

Ênfases

O saber fazer


O que se compreende por e Práticas Sociais tem como finalidade o próprio desenvolvimento dos sujeitos que nele convivem e para eles destinam seus processos formativos e projetos de pesquisas, aprimorando competências para agir nas políticas de promoção e intervenção social nos contextos formativos e informativos em comunidades de prática e ambientes não escolares.

interdisciplinaridade?

É atitude de ousadia e busca frente ao conhecimento e principalmente a construção do conhecimento novo (FAZENDA, 2008, p. 7)


Quando ouço que não sabemos o que é interdisciplinaridade eu me preocupo. Sabemos o que é e o que não é. Não sabemos tudo porque não existe verdade absoluta. Mas sabemos. Como não sabermos? A procura é contínua e eminente, mas neste momento com o que sabemos a interdisciplinaridade é prática e propicia metodologias práticas (FAZENDA, 2002).

10

10 Colocação feita em sala de aula, sistematizada em registros de memória em 06 de novembro de 2002 – PUC/SP.


Atitude Interdisciplinar eu me preocupo. Sabemos o que é e o que não é. Não sabemos tudo porque não existe verdade absoluta. Mas sabemos. Como não sabermos? A procura é contínua e eminente, mas neste momento com o que sabemos a interdisciplinaridade é prática e propicia metodologias práticas (FAZENDA, 2002).

Categoria de ação

Coerência

Humildade

Fio condutor

  • Compartilhamento harmônico, entre os acontecimentos do fenômeno investigativo para sua conexão lógica.

  • Respeito

  • Próprio

  • Com os outros

  • Olhar em camadas:

  • Sobre si mesmo;

  • Sobre o outro;

  • Sobre o objeto;

  • Sobre o contexto;

  • Sobre o cotidiano.

  • Abertura e respeito ao olhar do outro.

  • Reconhecimento da pessoa diante de si mesma e diante do contexto social.

Reconhecimento da dignidade e da autonomia pessoal é imperativo ético

Reconhecimento do desenvolvimento pessoal e profissional é imperativo ético

Espera

Desapego

  • Movimento de maturação permanente que incita à atitude de alerta (espera vigiada);

  • Incursão detalhada às conexões relacionais do universo rodeante para novas possibilidades de ser, pensar e fazer.

  • Desvinvculamento das certezas absolutas e referencias estabilizadas, permitindo-se à incorporação de novos olhares e pontos de vista para a construção do conhecimento novo.


Pesquisa Interdisciplinar: eu me preocupo. Sabemos o que é e o que não é. Não sabemos tudo porque não existe verdade absoluta. Mas sabemos. Como não sabermos? A procura é contínua e eminente, mas neste momento com o que sabemos a interdisciplinaridade é prática e propicia metodologias práticas (FAZENDA, 2002).

Interdisciplinaridade

Científica

Interdisciplinaridade Metodológica

Desafios :

Teóricos, Pessoais e Metodológicos.

  • Fundamentada na descoberta pela pesquisadora de sua própria história de vida – o que de mais significativo e profundo nela existe.

  • Fundamentada na criteriosa revisão conceitual e revisita dos clássicos aos velhos livros e anotações persistentes.;

  • Percepção da provisoriedade do conhecimento.

Interdisciplinaridade Prática

Interdisciplinaridade Profissional

  • Sustentada pela compreensão da importância do cotidiano, como o local privilegiado onde a complexa rede de relações interpessoais acontecem;

  • Sustentada pela evidência da prática na intimidade com os fenômenos investigados.

  • Sustentada pela importância e sentido do trabalho, como parte significativa da vida;

  • Sustentada pela importância da reflexão do tipo de profissional que somos e do percurso para nos tornarmos no que hoje somos.


Metodologia de Pesquisa Interdisciplinar eu me preocupo. Sabemos o que é e o que não é. Não sabemos tudo porque não existe verdade absoluta. Mas sabemos. Como não sabermos? A procura é contínua e eminente, mas neste momento com o que sabemos a interdisciplinaridade é prática e propicia metodologias práticas (FAZENDA, 2002).

O pesquisador deve descobrir na sua própria história de vida, as motivações que conduzem até “aquela” reflexão, até então irrefletida e a sua relação com ela.

Retomada da história de vida da pesquisadora e dos sujeitos de pesquisa do Mestrado 2010 em Desenvolvimento Humano: Formação, Políticas e Práticas Sociais.


Porque Fazenda reafirma ser a interdisciplinaridade um olhar em camadas?

Porque permite o aprofundamento do percurso ontogênico dos sujeitos de pesquisa e de cada pesquisador que se voltam para as questões de retomada subjetiva e cultural de seu curso de vida.


O que é o olhar interdisciplinar em camadas?

para Fazenda?

“é aquele que enxerga em camadas para aos poucos descobrir o que estava aparentemente oculto” (FAZENDA, 2011).

11 Imagem de olhar. Disponível em: http://pesquisadisclosure.blogspot.com.br/


O olhar em camadas permite interpretar o contexto ou o mundo pessoal de cada um com diferentes metáforas.

É o olhar em múltiplas direções, que vai buscar na subjetividade (do indivíduo) e objetividade (construção compartilhada da realidade) o sentido próprio do real.


É o olhar sobre si mesmo, sobre o outro, sobre o objeto, sobre as circunstâncias, sobre o próprio cotidiano, que dá vida e colorido à pesquisa.

12 Olhar para o outro. Disponível em: http://assuntogeral.spaceblog.com.br/


O olhar interdisciplinar é o princípio estruturante da interdisciplinaridade.

Um olhar de dentro para fora e de fora para dentro, para os lados e para os outros. Um olhar que desvende os olhos e, vigilante, deseja mais do que lhe é dado ver. Um olhar que transcende as regras e as disciplinas, olhar que só acredita que só existe o mundo de ordem para quem nunca se dispôs a olhar. Um olhar inflado de desejo, de querer mais, de querer melhor, um olhar que recuse a cegueira da consciência (GAETA, 2001, p. 224).

13 Olhares. Disponível em: http://mariateresareno.blogspot.com.br/2011/06/olhares.html


O que é investigar o Desenvolvimento Humano? interdisciplinaridade.

É penetrar num território de grande extensão, mas nem por isso desértico. Exige generosidade, compreensão, abertura para o novo, ultrapassando áreas cinzentas do conhecimento, para que ele flua, além dos limites hermenêuticos de cada ciência criando acima do que já foi criado.

Necessidade de um paradigma integrador e de reconhecimento da complexidade das relações humanas.


O Desenvolvimento Humano ocorre num interdisciplinaridade.Processo de inter-relação social e pode ser estimulado ou inibido na dependência do grau de interação com pessoas que ocupam uma variedade de papéis.

O Desenvolvimento Humano, concebe a Pessoacomo um ser desenvolvente num processo de crescimento contínuo.

A Orientação para o Desenvolvimento Humano.

14

O Desenvolvimento Humano perpassa todo o Tempo existencial e se estabelece de forma contínua e recíproca. As interações em um contexto, por todo tempo influenciam outros ambientes em um processo de intensa reciprocidade.

O Desenvolvimento Humano é um empreendimento, onde a pessoa desenvolvente adquire profissionalmente uma concepção mais ampla do Contexto onde vive e nele se estabiliza e o transforma.

14 Teoria Bioecológica do Desenvolvimento Humano de Brofenbrenner. (1996, 2011)


15 interdisciplinaridade.

Modelo PPCT de Inserção Ecológica

Processo

(P)

Pessoa

(P)

Interação díadica

  • Socializador, que se desenvolve por um período regular e extenso de tempo;

  • proximais que alcançam atividades progressivamente mais complexas;

  • Pesquisas do cotidiano estimuladas pela interação dentro dos processos proximais.

  • Ser desenvolvente que amplia seu universo de relações;

  • Ser com potencial de influencia e de transformação do meio ambiente;

  • Ser ativo que constrói-se na interação com outros e imprime sentido e significado ao ambiente.

O Modelo Biológico de Desenvolvimento Humano

Modelo PPCT

Agregação de experiências pessoais e culturais

Troca de relações objetivas e subjetivas

Tempo

(T)

Contexto

(C)

  • eventos temporais (da nascimento a morte) tem influência no desenvolvimento humano;

  • no tempo histórico acontecem mudanças que podem influenciar positiva ou negativamente o desenvolvimento humano;

  • O tempo expandido de convivência indica as possibilidades de pesquisa de inserção ecológica.

  • Sistema aberto com equifinalidade, integração e perspectiva evolutiva;

  • Nível sistêmico mais abrangente influenciando os demais níveis (micro, meso, exo e macro) e por eles influenciado; os microssistemas são os mais próximos da pessoa – universo de pesquisa.

Sistema espaço

temporal

15 CECCONELLO; KOLLER (2003)


A terceira matrioska: interdisciplinaridade.

o olhar de

confiabilidade

Um olhar não olhado


Entra em cena um sujeito que se torna autor ao pensar a sua existencialidade (JOSSO, 2004)

Formação para um Projeto de vida

Implicações

Autoconhecimento

Desenvolvimento Humano

Compreensão dos

Processos formativos

Mobilização de Competências Interdisciplinares

Intelectiva

Intuitiva

Prática

Emocional

Protagonismo existencial

Aprender consigo a Apreender


Ser finalidade de si existencialidade (JOSSO, 2004)

Autofinalidade

Mundo próprio

Processo de Hominização

Correlação interativa

Com o outro próximo

Com pares de outros

Com outrens

Microssistema

Mesossistema

Exossistema

Macrossistema

O ser humano em desenvolvimento não só se relaciona com um ambiente natural particular, mas também com uma ordem cultural e social específica, que é medializado para ele pelos outros significativos que o têm ao seu cargo (BERGER; LUCKMANN, 2009, p. 69)


O PARADOXO VITAL existencialidade (JOSSO, 2004)

A singularidade existencial ocorre numa espécie de jogo dialético entre interioridade (o que se vive e se pensa no interior de si) e exterioridade (o que é sócio histórico cultural)... (JOSSO, 2004, p. 70).

A dialética em si não sabe ser conservadora e inovadora. “Ensina o sábio a ser ao mesmo tempo conservador e inovador” (PINTO, 1969, p. 388)


Desafio de assumir a abordagem autobiográfica existencialidade (JOSSO, 2004)

Abordagem interdisciplinar

Ambiguidade

Riscos de ilusão

e erros

Provisoriedade

da verdade

Curiosidade

Interesse

Os Mestrandos 2010 revelam suas histórias

Diálogos

Memoriais

autobiográficos

Expressões orais no

convívio cotidiano

Questionário com

questões abertas

Universo de narrativas


Um existencialidade (JOSSO, 2004)Processo revelador das complexas relações interativas na família, escola e trabalho.

Uma Pessoa em direção à sua construção identitária e desenvolvimento pessoal e profissional

Universo das narrativas dos Mestrandos 2010 (expressões orais e escritas).

Um Contexto imediato e não imediato, que apresenta desafios, possibilidades de escolhas, estabilidade e desequilíbrio transformador.

Um Tempo de expectativas, curiosidade e interesse a ser desvelado.


Legenda existencialidade (JOSSO, 2004)

P – Pessoa

P– Processo

C – Contexto

T - Tempo

Apessoa

Microssistema

C

T

...engaja-se em processos proximais

em um microssistema em um determinado tempo

T

P

C

P

T

Mesossistema

C

Microssistema

P

C

P

...ou, melhor dito, em vários microssistemas

T

C

P

Com influência de pessoas

fora do microssistema

Grupos e estruturas

Exossistema

T

Microssistema

C

C

T

T

P

Microssistema

C

C

Exossistema

T

Mesossistema

T

T

Aparato ideológico

e cultural

P

C

T

C

C

P

P

T

Mesossistema

T

Macrossistema

C

...dentro de um macrossistemas no tempo existencial

16 Adaptado de TUDGE, J. A teoria de Urie Brofenbrenner: Uma teoria contextualista? Universidade da Carolina do Norte em Greensboro, EUA. UFRGS, Programa de Pós Graduação em Psicologia, 2006-2007.

continua


Legenda existencialidade (JOSSO, 2004)

P – Pessoa

P– Processo

C – Contexto

T - Tempo

TEMPO

TEMPO

C

Macrossistema (Cultura)

P

Exossistema

Microssistema

Políticas Públicas nas diferentes esferas de governo

Influência de cenários externos

Microssistema

Relações interpessoais

Papeis Símbolos

Objetos Atividades

Exercícios

P

C

C

P

C

Sociedade em geral

objetos

símbolos

Mesossistema

C

Tempo histórico

Casa Amigos de vizinhança

Escola Relações de trabalho

Relações na vida social

P

pessoas

Ou

Valores Aparato ideológico

Crenças Aparato cultural

Estilos de vida Grupos

Oportunidades Instituições

Obstáculos

Padrões de troca

Intercâmbios

17 Adaptado de TUDGE, J. A teoria de Urie Brofenbrenner: Uma teoria contextualista? Universidade da Carolina do Norte em Greensboro, EUA. UFRGS, Programa de Pós Graduação em Psicologia, 2006-2007.


Desenvolvimento Humano existencialidade (JOSSO, 2004)

É um processo constante e contínuo, dentro de um tempo – o tempo permanente de inter-relação de pessoa com pessoas, objetos e símbolos de seu mundo imediato e outros não imediatos, num movimento de reorganização e reestruturação do universo vivenciado.

O Desenvolvimento Humano é um

Empreendimento Humano.


Reconhecimento de si – ser para si e para o outro. existencialidade (JOSSO, 2004)

A construção de um projeto de vida – o sentido da existência humana.

Os Mestrandos: escritores de sua singularidade existencial

Dimensão

Quali-Quantitativa

Dimensão

Quali-Quantitativa

A consciência da maturação do autoconhecimento e do processo de formação, conhecimento e aprendizagem.

A persistência da alternância de momentos de objetividade e subjetividade – a dialética do existir.

Ser reconhecido (...) seria para cada pessoa receber garantia plena de sua identidade, graças ao reconhecimento por outrem de seu império de capacidades (RICOUER, 2006, p. 262).


IDENTIDADE PESSOAL E SOCIAL existencialidade (JOSSO, 2004)

Contexto

  • Expressão da importância de pertencimento ao grupo social e aos traços e atributos individuais;

  • Compreensão do mundo a partir da relação com o outro.

  • Expressão de respeito pelo contexto próprio e pelas pessoas que o integram;

  • Relações estabelecidas fundamentam escolhas futuras.

Os Mestrandos 2010 revelam suas expectativas existenciais.

(Classes temáticas)

Dimensão Quantitativa

Dimensão Qualitativa

Trama de relações

complexas e interativas

Representação infográfica

ou nuvem de palavras a partir do

Software ALCESTE

INSERÇÃO PRÁTICA

INSERÇÃO PROFISSIONAL

INSERÇÃO ACADÊMICA

  • Expressão do apelo às práticas sociais e de pesquisa acadêmica.

  • Expressão do significado da trajetória pessoal até ingresso na Universidade;

  • Retorno e continuidade dos estudos ligado à busca da valorização profissional.

  • Expressão da dimensão do trabalho – papéis da pertença profissional e sedimentação de posições sociais.

Do conjunto de expressões temáticas depreende-se a importância dos processos de socialização primários e secundários.


A quarta matrioska: existencialidade (JOSSO, 2004)

o olhar compartilhado

Encontro de olhares


Pessoa existencialidade (JOSSO, 2004)

Processo

  • Mestrandos 2010;

  • Interlocutor principal das experiências;

  • Mobilizadores das forças virtuais: motivação, estímulo pessoal, inteligência, habilidades.

  • Interativo com pessoas e contextos – próximos e distantes;

  • Relações de complexidades crescentes;

  • Equilíbrio dialético – entre estabilidade ou continuidade e desequilíbrio ou transformação.

Processo formativo (perspectiva da investigação)

Observação do pesquisador

Falas dos pesquisados

Observação do pesquisador

Falas dos pesquisados

Tempo

Contexto

  • Perspectiva cronológica – tempo acadêmico do curso;

  • Perspectiva do tempo do mundo, e da alma – “passado, presente e futuro são tempos humanos” (RICOUER, 1980, p. 31)

  • Curso planejado dentro de uma proposta interdisciplinar, com foco nos agentes formativos e alunos em formação multidisciplinar.


Extratos das falas dos Mestrandos 2010 existencialidade (JOSSO, 2004)

“A grande questão é sair do próprio ninho...” (mestrandos 2010)

“A gente aprende a colher... Se planto do mesmo jeito vou colher da mesma forma”. (mestrandos 2010)

O Mestrando 2010 (pessoa) expressa seu sentido de pertencimento e a necessidade de no seuprocessode desenvolvimento fazer uma nova prática social, circunstante à contingência do real ou do contexto.

Há a consciência de um tempo natural – o tempode ser e a exigência do desfio de sair do conforto – do próprio ninho e plantar questionamentos para colher de forma diferente.

“Por trás de uma expressão existe um significado que ultrapassa o sintático para movimentar-se em direção ao semântico, além das regras da aparência” (FAZENDA, 2003).


Extratos das falas dos Mestrandos 2010 existencialidade (JOSSO, 2004)

“Todo processo de transformação implica em avanços e retrocessos. Na questão dialética não dá para ver de forma polarizada. É isto e aquilo também... O meu dilema é resolver esta polaridade” (mestrandos 2010)

O trânsito do processo de desenvolvimento implica na dialética da polaridade – “o que sou” e o que “não sou”. A pessoa desenvolvente movimenta-se entre a continuidade de seu comportamento e a ruptura homeostática.

O reconhecimento das fraquezas é o grande passo em direção ao autoconhecimento como produtor de si mesmo e de cultura. O percurso existencial tem avanços e retrocessos. A realidade tem que ser percebida para o equilíbrio dessa polaridade existencial.

“Há estreita correlação entre a forma dinâmica de pensar e a atitude problematizadora do próprio conhecimento” (FAZENDA, 2003).


Extratos das falas dos Mestrandos 2010 existencialidade (JOSSO, 2004)

“A história da trajetória profissional mostra a busca de sentido para a vida. O meu lugar como profissional. E este lugar estrutura-se numa abordagem de Desenvolvimento Humano” (mestrandos 2010)

Ao pensar – o lugar como profissional e procurar contextualizá-locomo abordagem de Desenvolvimento Humano é centrar-se na procura do lugar de si mesmo que entra no cenário da construção dessas histórias de vida.

Um novo no qual a pessoaestá imersa no processo de busca de sentido para sua vida no contexto articulado no tempo de sua existência.

“O Homem que fala supõe um sentido: é a sua maneira verbal de obrar” (FAZENDA, 2003, p. 7-8).


Extratos das falas dos Mestrandos 2010 existencialidade (JOSSO, 2004)

“A interdisciplinaridade só existe a partir do aprofundamento de cada disciplina. Se a atitude interdisciplinar chegar à Universidade, ela chegará à escola básica”. (mestrandos 2010)

A interdisciplinaridade propõe abertura para a construção do conhecimento novo, a convergência do conhecimento e a noção de obstáculo epistemológico.

É importante que cada parcela disciplinar do conhecimento preserve a sua relação temporal – passado, presente, futuro dentro da perspectiva do como, do onde, do porque, para que e com o que?

Existe a compreensão por parte dos mestrandos, que a academia possui uma dívida com os demais níveis escolares.

É necessário no ensino universitário a exigência de uma atitude interdisciplinar, caracterizada pelo respeito ao ensino organizado por disciplinas e por uma revisão das relações entre o conhecimento acadêmico valorizado e os reais problemas da sociedade.


Extratos das falas dos Mestrandos 2010 existencialidade (JOSSO, 2004)

“Precisamos nos colocar na condição de permanentes aprendizes. Eu me desenvolvi a partir do que? Refletir sobre minha vida e perceber os momentos significativos de minha trajetória pessoal são indispensáveis”. (mestrandos 2010)

O movimento que leva à condição de permanente aprendizes é o apelo ao “saber ser” da interdisciplinaridade brasileira. Reabre-se constantemente os questionamentos que levam ao sentido do existir – para quê? Porque?

Como pessoas só se fazem na vida labutando, a importância do sentido do existir, torna-os eternos aprendizes.

“O saber advindo do conhecimento mesmo descompromissado precisa do risco da dúvida e da pergunta, muito mais que da afirmação e resposta” (FAZENDA, 2008, p. 14).


A construção do sentido comum de realidade existencialidade (JOSSO, 2004)

“A realidade está sempre em construção e é sempre um movimento de adaptação para os indivíduos realizarem uma leitura dos fatos ocorridos no mundo de vida” (ESPÍNDOLA, 2012, p. 163);


existencialidade (JOSSO, 2004)Estou sozinho no mundo dos meus sonhos, mas sei que o mundo da vida cotidiana é tão real para os outros quanto para mim mesmo”. (BERGER; LUCKMANN, 2009, p. 39)

“Não há nenhuma racionalidade científica que seja capaz de aprisionar os meus sonhos. É tempo e hora de reconhecer a importância da realidade que nos cerca e o que dela se partilha em comum” (FAZENDA, 2001).

18

18 Colocação feita em sala de aula, sistematizada em registros de memória em 18 de abril de 2001 – PUC/SP

19 Vídeo de sonhos desenvolvido pelo Professor Felipe Piccina para Marilda Prado Yamamoto.


  • Razões e Expectativas que motivaram a procura do curso

  • motivo da procura;

  • características do curso;

  • Conhecimento da proposta.

Bloco de intenção

Investigativa

(questionamentos)

Construção do sentido

comum da realidade

Construção do sentido

comum da realidade

  • Processo de interação cotidiano e troca de experiências

  • interação e relacionamento com os colegas;

  • Oportunidades vivenciais proporcionadas pelo curso;

  • Necessidade e importância da troca de experiências.

Contribuições para o Desenvolvimento Humano

Contribuição para o crescimento pessoal e aprimoramento das práticas sociais;

Aspectos relevantes no Desenvolvimento Humano;

Impacto na formação profissional.

Relação Intracurso

  • Com o orientador;

  • Impacto pessoal e acadêmico.


A realidade objetiva é resultado de ações e papéis tipificados e que possibilitam aos sujeitos nela viverem de forma ordenada e acessível.

A realidade objetiva é resultado da exteriorização da realidade pessoal e da interiorização da realidade social – processo dialético e socializador.

Partilhamento do mundo dos mestrandos 2010

A construção do sentido comum de realidade

A realidade objetiva estará sempre em construção e se constitui num movimento adaptativo para a interpretação dos fatos, ocorridos no mundo de vida (ESPÍNDOLA, 2012).

A realidade objetiva é produto da troca interativa entre pessoas, sistemas e contextos imediatos e não imediatos. É construído lado a lado com o outro.

O mundo em que nascemos e vivemos no cotidiano é, desde o princípio um mundo intersubjetivo (CALDAS, 2009, p. 139).


Pesquisa Interdisciplinar e Atitude Interdisciplinar encontram convergência na dimensão do saber ser interdisciplinar.

A movimentação das matrioskas, da mais externa para a mais interior é semelhante ao movimento de construção da pesquisa


A quinta matrioska: encontram convergência na dimensão do saber ser interdisciplinar.

o olhar para si

À beira do rio


18 encontram convergência na dimensão do saber ser interdisciplinar. Migração de peixes em Bonaire. Vídeo de derrokab. Disponível em: http://www.youtube.com/watch?v=YGrEhQQm2rA&hd=1


O movimento de busca pelo autoconhecimento imprescindível para o conhecimento do outro.

Caminhando

com

a

Interdisciplinaridade

O caminho dos

pesquisados

O caminho da

pesquisadora

O movimento do exercício do rompimento corajoso, com o que está guardado e nunca esquecido.

O movimento da constante busca pelo pensamento em abertura, enriquecido com a troca e o diálogo e que permite alcançar o olhar que não se mostra.


O caminho da Pesquisadora penetração no conhecimento interior.

Da prática social comprometida em instituições filantrópicas.

Da persistente e prazerosa docência universitária.

De onde vim?

Para tornar-me no que hoje sou!

Dos grupos associativos

Da Família

Da Escola

Dos clubes de serviços

Da vivência comunitária em instâncias consultivas, deliberativas, associativas e recreativas.

Da participação política e do exercício de mandatos eletivos.

Da coordenação da Fundação Universitária e Secretaria de Governo Municipal.


Porque vim? penetração no conhecimento interior.

19;20

19 Autoria de Odila Amélia Veiga França

20 Fundo Musical – A daywithoutrain – Enya (do álbum A daywithoutrain - Warner Music, 2000)


O caminho da Pesquisadora penetração no conhecimento interior.

  • Para a procura do saber que não sabemos e alargamento do campo epistemológico;

  • Para o movimento de abertura e disponibilidade à construção de novo conhecimento.

  • Para uma volta reflexiva e busca persistente de mim mesmo;

  • Para construção do conhecimento e afastamento da ignorância.

Porque vim?

E lá fui...

e

Cá estou.

GEPI

GEPI

  • Para o compartilhamento do conhecimento construído e eticamente aprimorado;

  • Para aprendizagem da vivência intersetorial que mobiliza saberes interdisciplinares.

  • Para aprender comigo mesma e entender a necessidade de dar significado a novas vivências;

  • Para desempenho de práticas políticas e transformadoras.


Diálogo com a interdisciplinaridade penetração no conhecimento interior.

Disse-me a interdisciplinaridade:

- O importante é o “saber ser”, “saber viver”;

Como vivendo juntas, você ainda não aprendeu ou praticou essa máxima?

Então eu disse:

- Olho, vejo, penso.

A minha volta tudo está vazio.

As pessoas me parecem anônimas,

Sem faces e sem expressões.

O mundo está inerte.

Sem movimento - nem o das folhas de outono.

Tudo é cinzento, esfumaçado,

Sinto-me na Caverna de Platão

Então a interdisciplinaridade rapidamente retrucou:

- Não! Não existe arma mais forte do que a vontade e o amor.

Siga para dentro de si.

Vá fundo, reflita e leia o que diz sua alma,

E você achará o significado do seu tempo,

Aquele que só reside em você.


Então eu perguntei: penetração no conhecimento interior.

- Como chegar lá, bem perto de minhas emoções,

Do meu mundo interior e de meu estado de espírito?

A interdisciplinaridade logo concluiu:

- Mobilize sua consciência

Ponha-a na ação e em ação.

Descerre e desvele os véus desse mundo entorpecido.

Reorganize os valores, conceitos e crenças que sustentam seu existir.

Aprume-se!

Apresse-se! O tempo voa.

Olhe em frente, e para todos os cantos.

Para os lados e para trás,

E para aquilo que objetivamente você vivencia e vê,

E para aquilo que subjetivamente está em sua alma.

Então resolvi:

Andar à beira do rio

Para sentir e partilhar da felicidade dos peixes.

E fiz-me para sempre interdisciplinar.


A CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO penetração no conhecimento interior.

É FÊNIX

É e sempre será o produto do renascer das cinzas, sem perder nada daquilo que se foi. O que se foi, será sempre reaproveitado.

21 Vídeo da Fênix desenvolvido pelo Professor Felipe Piccina para Marilda Prado Yamamoto.


CONSIDERAÇÕES FINAIS penetração no conhecimento interior.


REPRESENTAÇÃO DO GAP ENTRE EXPECTATIVA ESPERADA E EXPECTATIVA CONCRETIZADA – MESTRADO EM DESENVOLVIMENTO HUMANO: FORMAÇÃO, POLÍTICAS E PRÁTICAS SOCIAIS

Y

UNIVERSO DA

PRÁTICA COTIDIANA

Proposta do Mestrado em Desenvolvimento Humano: Formação, Políticas e Práticas Sociais

UNIVERSO DAS RELAÇÕES COTIDIANAS

Expectativa concretizada

Interdisciplinaridade

e

GAP

UNIVERSO DAS RELAÇÕES OBJETIVAS E SUBJETIVAS

Desenvolvimento Humano

Expectativa esperada

UNIVERSO DAS RELAÇÕES PARTILHADAS

X

Microssistema (sala de aula) e cronossistema.

Fonte: Adaptado a partir do modelo de Ienaga (1998). In: Revista de Administração de Empresas, p. 11, v. 41, n 1, jan/mar, 2001 e BRONFENBRENNER, 1996; FAZENDA, 2001; BERGER; LUCKMANN, 2009; GERGEN; GERGERN, 2010; SCHUTZ, 2012.


REPRESENTAÇÃO DOS FATORES DE DISSONÂNCIA ENTRE EXPECTATIVA ESPERADA E EXPECTATIVA CONCRETIZADA – MESTRADO EM DESENVOLVIMENTO HUMANO: FORMAÇÃO, POLÍTICAS E PRÁTICAS SOCIAIS

Y

UNIVERSO DA

PRÁTICA COTIDIANA

Proposta do Mestrado em Desenvolvimento Humano: Formação, Políticas e Práticas Sociais

Desordenamento

curricular

Fatores de dissonância apontadas a partir da percepção dos mestrandos 2010

Expectativa não concretizada

Afastamento dos colegas na elaboração da dissertação.

Desestímulo à continuidade dos estudos.

UNIVERSO DAS RELAÇÕES COTIDIANAS

Ação

Orientação ambivalente.

Falta de diretriz na orientação dissertativa.

GAP

Fatores em movimento

UNIVERSO DAS RELAÇÕES OBJETIVAS E SUBJETIVAS

Necessidade da intensificação de trocas de experiências.

Relações de poder desconfortáveis.

Revisão continuada da proposta interdisciplinar e gestão do conteúdo disciplinar.

UNIVERSO DAS RELAÇÕES PARTILHADAS

Ação

Expectativa esperada

Estímulo à competição acadêmica

Parte administrativa muito confusa.

X

Microssistema (sala de aula) e cronossistema.

Fonte: Adaptado a partir do modelo de Ienaga (1998). In: Revista de Administração de Empresas, p. 11, v. 41, n 1, jan/mar, 2001 e FAZENDA, 2001; TARDIF, 2002; BERGER; LUCKMANN, 2009; GERGEN; GERGERN, 2010; SCHUTZ, 2012.


REPRESENTAÇÃO DAS APROXIMAÇÕES ENTRE A EXPECTATIVA ESPERADA E A EXPECTATIVA CONCRETIZADA – MOVIMENTO INTERDISCIPLINAR. MESTRADO EM DESENVOLVIMENTO HUMANO: FORMAÇÃO, POLÍTICAS E PRÁTICAS SOCIAIS

Expectativas esperadas e concretizadas construídas progressivamente a partir da percepção dos mestrandos 2010 – Movimento interdisciplinar

Y

UNIVERSO DA

PRÁTICA

Proposta do Mestrado em Desenvolvimento Humano: Formação, Políticas e Práticas Sociais

Expectativa concretizada

UNIVERSO DAS RELAÇÕES COTIDIANAS

Escuta sensível

Ação

Espera vigiada

Diálogo

Parceria

UNIVERSO DAS RELAÇÕES OBJETIVAS E SUBJETIVAS

Aproximação

progressiva

Movimento Interdisciplinar

Alteridade

Comprometimento

Ação

Envolvimento

Cumplicidade

UNIVERSO DAS RELAÇÕES PARTILHADAS

Reciprocidade

Humildade

Expectativa esperada

X

Microssistema (sala de aula) e cronossistema.

Fonte: Adaptado a partir do modelo de Ienaga (1998). In: Revista de Administração de Empresas, p. 11, v. 41, n 1, jan/mar, 2001 e FAZENDA, 2001, BERGER; LUCKMANN, 2009; GERGEN; GERGEN, 2010; SCHUTZ, 2012.


REPRESENTAÇÃO DOS FATORES DE CONVERGÊNCIA ENTRE EXPECTATIVA ESPERADA E EXPECTATIVA CONCRETIZADA – MESTRADO EM DESENVOLVIMENTO HUMANO: FORMAÇÃO, POLÍTICAS E PRÁTICAS SOCIAIS

Y

UNIVERSO DA

PRÁTICA COTIDIANA

Fatores de convergência apontadas a partir da percepção dos mestrandos 2010

Expectativas sobre a proposta do Mestrado em Desenvolvimento Humano: Formação, Políticas e Práticas Sociais

Formação de pesquisadores

Crescimento pessoal e profissional

Valorização dos conhecimentos próprios.

Solidificação

de amizades.

Expectativa concretizada

UNIVERSO DAS RELAÇÕES COTIDIANAS

Ação

Intensificação das relações interativas com pessoas e grupos.

Relação com contextos socializadores e construção identitária.

Fatores em movimento

Relacionamento participativo na apresentação de trabalhos e seminários.

UNIVERSO DAS RELAÇÕES OBJETIVAS E SUBJETIVAS

Formação continuada.

Valorização do mestrando como interlocutor principal do conhecimento.

Docência como escolha profissional.

UNIVERSO DAS RELAÇÕES PARTILHADAS

Ação

Afetividade presença fundamental do orientador.

Ressignificação das práticas sociais e profissionais.

Formação e auto-formação

Expectativa esperada

Experiência dos mestrandos: sentido e significado das histórias de vida.

União da teoria com a prática.

X

Microssistema (sala de aula) e cronossistema.

Fonte: Adaptado a partir do modelo de Ienaga (1998). In: Revista de Administração de Empresas, p. 11, v. 41, n 1, jan/mar, 2001 e FAZENDA, 2001, BERGER, LUCKMANN, 2009; GERGEN, GERGEN, 2010, SCHUTZ, 2012.


REPRESENTAÇÃO DO UNIVERSO EPISTEMOLÓGICO – MESTRADO EM DESENVOLVIMENTO HUMANO: FORMAÇÃO, POLÍTICAS E PRÁTICAS SOCIAIS

Y

Sugestões dos mestrandos 2010 para aperfeiçoamento do curso de Mestrado em Desenvolvimento Humano: Formação, Políticas e Práticas Sociais

UNIVERSO DA

PRÁTICA COTIDIANA

UNIVERSO EPISTEMOLÓGICO

INTERDISCIPLINARIDADE

Categoria de ação

Proposta do Mestrado em Desenvolvimento Humano: Formação, Políticas e Práticas Sociais

  • Coerência

  • Humildade

    • Espera

    • Desapego

    • Intensificação das trocas de experiências (período acadêmico e elaboração da dissertação);

    • Reordenação curricular com a inclusão de contato semanal durante o período de elaboração da dissertação;

    • Diálogo entre as linhas de pesquisa para preservar a visão de totalidade do conhecimento;

    • Criação de grupos de pesquisa para interação produtiva entre alunos e ex-alunos;

    • Revisão das relações de poder nos processos avaliativos, incorporando o sentido interdisciplinar emancipatório;

    • Mediação dos alunos como interlocutores da percepção da realidade do curso considerando suas sugestões como feedback produtivo.

    UNIVERSO DAS RELAÇÕES COTIDIANAS

    • A sociedade é realidade objetiva, subjetiva e interiorizada. A pessoa é produto deste contexto por meio de processos socializadores no tempo de sua existência;

    • O Desenvolvimento Humano é produto e processo, por meio do qual a pessoa desenvolvente adquire uma concepção mais ampliada das possibilidades do contexto, no tempo em que vive;

    • O desafio para as pessoas e para o tempo futuro e à construção partilhada de processos de relações colaborativas que possam melhorar o contexto no qual vivem;

    Expectativas a serem concretizadas

    Articulação da

    Teoria e Prática

    mobilização

    Articulação da

    Teoria e Prática

    Expectativa esperada

    • Coerência

  • Humildade

    • Espera

    • Desapego

  • UNIVERSO DAS RELAÇÕES PARTILHADAS

    X

    Microssistema (sala de aula) e cronossistema.

    Fonte: Adaptado a partir do modelo de Ienaga (1998). In: Revista de Administração de Empresas, p. 11, v. 41, n 1, jan/mar, 2001 e BRONFENBRENNER, 1996; FAZENDA, 2001.


    TEORIA BIOECOLÓGICA DE DESENVOLVIMENTO HUMANO E PROPOSTA DO CURSO DE MESTRADO EM DESENVOLVIMENTO HUMANO: FORMAÇÃO, POLÍTICAS E PRÁTICAS SOCIAIS

    UNIVERSO EPISTEMOLÓGICO

    UNIVERSO EPISTEMOLÓGICO

    UNIVERSO METODOLÓGICO

    Y

    Proposta do Mestrado em Desenvolvimento Humano: Formação, Políticas e Práticas Sociais

    • HISTÓRIA DE VIDA

      • mestrandos e pesquisadora.

    OBSERVACIONAL

    UNIVERSO DAS RELAÇÕES COTIDIANAS

    • ATIVIDADES CONJUNTAS

      • Reciprocidade;

    • Equilíbrio de poder;

    • Afetividade.

    • TRAJETÓRIA PESSOAL

      • Identidade pessoal;

    • Inserção acadêmica;

      • Inserção profissional;

      • Inserção prática.

    • Desenvolvimento Humano é processo que resulta da mutualidade da relação entre pessoas e seus contextos significativos imediatos e não imediatos durante o tempo existencial;

    • Desenvolvimento Humano é processo constante e contínuo onde a pessoa é concebida como um ser desenvolvente, produto das distinções culturais do contexto no tempo de sua vida;

    • Desenvolvimento Humano é processo dialético de estabilidade e mudança onde pessoas passam por transições ecológicas, nos contextos onde vivem incorporando distinções temporais.

    PRIMÁRIA

    Impacto desenvolvimental

    Reorganização

    Re-equilibrio

    homeostático

    Díades

    Aprendizagem observacional

    ATIVIDADES AFETIVAS

    • TRAJETÓRIA PESSOAL

      • Identidade pessoal;

    • Inserção acadêmica;

      • Inserção profissional;

      • Inserção prática.

    ATIVIDADES RECÍPROCAS

    UNIVERSO DAS RELAÇÕES PARTILHADAS

    ATIVIDADES CONJUNTAS

    • HISTÓRIA DE VIDA

      • mestrandos e pesquisadora.

    X

    Micro, meso, exo, macrossistema e cronossistema.

    Fonte: Adaptado a partir do modelo de Ienaga (1998). In: Revista de Administração de Empresas, p. 11, v. 41, n 1, jan/mar, 2001 e BRONFENBRENNER, 1996, 2011.

    CONTINUA

    Díades desenvolvimentais


    TEORIA BIOECOLÓGICA DE DESENVOLVIMENTO HUMANO E PROPOSTA DO CURSO DE MESTRADO EM DESENVOLVIMENTO HUMANO: FORMAÇÃO, POLÍTICAS E PRÁTICAS SOCIAIS

    UNIVERSO DA PRÁTICA COTIDIANA

    UNIVERSO EPISTEMOLÓGICO

    UNIVERSO METODOLÓGICO

    Y

    Impacto desenvovimental e relacionamento positivo no engajamento de atividades progressivamente complexas no curso de Mestrado em Desenvolvimento Humano: Formação, Políticas e Práticas Sociais

    • HISTÓRIA DE VIDA

      • mestrandos e pesquisadora.

    Proposta do Mestrado em Desenvolvimento Humano: Formação, Políticas e Práticas Sociais

    OBSERVACIONAL

    Díade observacional – no contexto cotidiano de sala de aula entre professores, alunos e pesquisadora;

    • TRAJETÓRIA PESSOAL

      • Identidade pessoal;

    • Inserção acadêmica;

      • Inserção profissional;

      • Inserção prática.

    • ATIVIDADES CONJUNTAS

      • Reciprocidade;

    • Equilíbrio de poder;

    • Afetividade.

    • Díade de atividade conjunta:

      • Nas trocas afetivas de pares interativos;

    • Na abordagem de conflitos e equilíbrio de poder;

    • Na reciprocidade de trocas acadêmicas objetivas e intersubjetivas;.

    Expectativa concretizada

    Univesro das relações cotidianas

    PRIMÁRIA

    Impacto desenvolvimental

    Reorganização

    Reequilibrio

    homeostático

    Díades Desenvolvimentais

    Díade primária – na manutenção do grau de compartilhamento pós-curso.

    Aprendizagem observacional

    ATIVIDADES AFETIVAS

    Universo das relações partilhadas

    • TRAJETÓRIA PESSOAL

      • Identidade pessoal;

    • Inserção acadêmica;

      • Inserção profissional;

      • Inserção prática.

    Aprendizagem observacional – pelo partilhamento de atividades comuns permeadas por intensa afetividade: trabalhos em grupo, seminários de pesquisa, relações de poder e competição, participação em qualificação e defesa de tese acadêmica.

    Expectativa esperada

    ATIVIDADES RECÍPROCAS

    ATIVIDADES CONJUNTAS

    • HISTÓRIA DE VIDA

      • mestrandos e pesquisadora.

    X

    Micro, meso, exo, macrossistema e cronossistema.

    Fonte: Adaptado a partir do modelo de Ienaga (1998). In: Revista de Administração de Empresas, p. 11, v. 41, n 1, jan/mar, 2001 e BRONFENBRENNER, 1996, 2011.


    E parafraseando Edgar Morin, retomado por Santos Neto (2002):

    O novo tempo pede que sejamos educadores (pesquisadores) de coração grande. De coração humano muito grande (para que as pesquisas estejam voltadas para a relevância do benefício coletivo). De coração humano e complexo (para detectar as contradições da realidade). Isso exige capacidade de aventura (de ousadia interdisciplinar), de regeneração (de construir o novo a partir do já conhecido, estabilizado e depurado). Capacidade de morrer (determinar a morte às verdades absolutas) e renascer (para o crescimento permanente a partir da provisoriedade da verdade) (p. 171).

    22 Nuvem. Disponível em: http://www.olhar-43.net/nuvem-coracao-imagens-fofas-para-tumblr-we-heart-it-etc/

    23 Fundo Musical – Acrosstheironriver – Andreas Vollenweider (do álbum promocional de Merck Laboratórios - New Age – Sony Music, 1996)


    O Mito da caverna. (2002):

    Vídeo de Rodrigo Freire .

    Disponível em:

    http://www.youtube.com/watch?v=Rft3s0bGi78&hd=1


    O mito da  Caverna continua  atual e  se  faz  presente em  vários  setores  da  atividade humana.  A  ciência tem o poder  de  retirar mais  gente  da  Caverna (CHIZZOTTI, 2010). 


    A pesquisa é um esforço intencional para expressar descobertas e contradições que aparecem nas diversas formas de compreender a realidade, contribuindo para agregação de valores humanos e éticos.

    É a ousadia da pesquisa e dos pesquisadores interdisciplinares que pode mostrar para muitos o mundo real fora da caverna

    Marilda Prado Yamamoto

    2013


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