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Cap 24. Identidade dos Espíritos

Cap 24. Identidade dos Espíritos. As Provas Possíveis de Identidade; Como Distinguir os Espíritos Bons e Maus; Perguntas Sobre a Natureza e a Identidade dos Espíritos. As Provas Possíveis de Identidade.

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Cap 24. Identidade dos Espíritos

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Presentation Transcript


  1. Cap 24. Identidade dos Espíritos As Provas Possíveis de Identidade;Como Distinguir os Espíritos Bons e Maus; Perguntas Sobre a Natureza e a Identidade dos Espíritos.

  2. As Provas Possíveis de Identidade A mais difícil de se constatar é a identidade de personagens antigas, que muitas vezes se torna mesmo impossível, reduzindo-se a uma possibilidade de apreciação puramente intelectual. Julgamos os Espíritos, como os homens, pela linguagem. À medida que os Espíritos se purificam e se elevam na hierarquia, as características distintivas de sua personalidade desaparecem, de certa maneira, na uniformidade da perfeição, mas nem por isso deixam eles de conservar a sua individualidade.

  3. A situação é outra quando um Espírito de ordem inferior se enfeita com um nome respeitável para se fazer acreditar. E esse caso é tão comum que não seria demais manter-se em guarda contra esses embustes. Porque é graças a nomes emprestados, e sobretudo com a ajuda da fascinação, que certos Espíritos sistemáticos, mais orgulhosos do que sábios, procuram impingir as idéias mais ridículas. A fascinação tem conseqüências graves. Trata-se de uma ilusão criada diretamente pelo Espírito no pensamento do médium e que paralisa de certa maneira a sua capacidade de julgar as comunicações. O médium fascinado não se considera enganado. O Espírito consegue inspirar-lhe uma confiança cega, impedindo-o de ver a mistificação e de compreender o absurdo do que escreve, mesmo quando este salta aos olhos de todos.

  4. Instruções Gerais Comunicações Íntimas O que nos interessa não são as pessoas, mas o ensino. Porque então é o indivíduo, ou sua pessoa mesma que nos interessa.

  5. A identidade é muito mais fácil de constatar quando se trata de Espíritos contemporâneos, cujos hábitos e caráter são conhecidos. Um meio às vezes usado com sucesso para assegurar a identidade, quando o Espírito se torna suspeito, é o de fazê-lo afirmar em nome de Deus todo poderoso que é ele mesmo. Deve-se concluir disso que a recusa de um Espírito em afirmar a sua identidade em nome de Deus é sempre uma prova de que usa de impostura, mas que a afirmação nos dá apenas uma presunção e não uma prova da identidade.

  6. Pode-se também colocar entre as provas de identidade a semelhança de caligrafia e de assinatura. Certamente se dirá que se um Espírito pode imitar uma assinatura, pode também imitar a linguagem. A ignorância jamais imitará o verdadeiro saber, como jamais o vício imitará a verdadeira virtude.

  7. Distinção entre os Espíritos Bons e Maus Se a perfeita identificação dos Espíritos é, em muitos casos, uma questão secundária, sem importância, não se dá o mesmo com a distinção entre os Espíritos bons e maus. Sua individualidade pode ser-nos indiferente, mas a sua qualidade jamais. Os Espíritos realmente superiores não se limitam apenas a dizer boas coisas, mas as dizem em termos que excluem absolutamente qualquer trivialidade. A bondade e a afabilidade são também atributos essenciais dos Espíritos depurados.

  8. A inteligência está longe de ser um sinal seguro de superioridade, porque a inteligência e a moral nem sempre andam juntas. Um Espírito pode ser bom, afável e ter conhecimentos limitados, enquanto um Espírito inteligente e instruído pode ser moralmente bastante inferior. Eis o conselho dado por São Luís a respeito: “Por mais legítima confiança que vos inspirem os Espíritos dirigentes d vossos trabalhos, há uma recomendação que nunca seria demais repetir e que deveis ter sempre em mente aos vos entregar aos estudos: a de pensar e analisar, submetendo ao mais rigoroso controle da razão todas as comunicações que receberdes; a de não negligenciar, desde que algo vos pareça suspeito, duvidoso ou obscuro, de pedir as explicações necessárias para formar a vossa opinião”.

  9. Podemos resumir os meios de reconhecer a qualidade dos Espíritos nos seguintes princípios: Não há outro critério para se discernir o valor dos Espíritos senão o bom senso. Qualquer fórmula dada pelos próprios Espíritos, com esse fim, é absurda e não pode provir de Espíritos superiores. Julgamos os Espíritos pela sua linguagem e as suas ações. As ações dos Espíritos são os sentimentos que eles inspiram e os conselhos que dão. Admitido que os Espíritos bons só podem dizer e fazer o bem, tudo o que é mau não pode provir de um Espírito bom.

  10. Estudando-se com atenção o caráter dos Espíritos que se manifestam, sobretudo sob o aspecto moral, reconhece-se a sua condição e o grau de confiança que devem merecer. O bom senso não se enganará. Para julgar os Espíritos, como para julgar os homens, é necessário antes saber julgar-se a si mesmo. Há infelizmente muita gente que toma a sua própria opinião por medida exclusiva do bem e do mal, do verdadeiro e do falso, Tudo o que contradiz a sua maneira de ver, as suas idéias, o sistema que inventaram ou adotaram é mau aos seus olhos. Falta a essas criaturas, evidentemente, a primeira condição para uma reta apreciação: a retidão do juízo. Mas elas nem o percebem. Esse o defeito que mais enganos produz.

  11. Por que sinais podemos reconhecer a superioridade ou a inferioridade dos Espíritos? Pela sua linguagem, como distingues um estouvado de um homem sensato. Já dissemos que os Espíritos superiores nunca se contradizem e só tratam de boas coisas. Só querem o bem. Essa é a sua preocupação. — Os Espíritos inferiores estão ainda dominados pelas idéias materiais. Suas manifestações se ressentem da sua ignorância e da sua imperfeição. Só aos Espíritos superiores é dado conhecer todas as coisas e julgá-las em paixão.

  12. Muitos Espíritos protetores se apresentam com nomes de santos ou de personagens conhecidos. Esse empréstimo de nome não pode ser considerado uma fraude? Seria uma fraude se feito por um Espírito mau que desejasse enganar. Mas sendo para o bem, Deus permite que assim se faça entre os Espíritos da mesma ordem, pois entre eles existe solidariedade e similitude de pensamentos. Porque Deus permite que os Espíritos maus se comuniquem e digam coisas más? Mesmo o que há de pior traz um ensinamento. Cabe a vós saber tirá-lo. É necessário que haja comunicações de toda espécie para vos ensinar a distinguir os Espíritos bons dos maus e para que vos sirvam de espelho.

  13. Há fórmulas eficazes para expulsar Espíritos mentirosos? Fórmula é matéria. Vale mais um bom pensamento dirigido a Deus. Os Espíritos inferiores não podem imitar o pensamento? Imitam o pensamento como os cenários do teatro imitam a Natureza. Seria assim tão fácil descobrir a fraude por um exame atento? Nem há dúvida. Os Espíritos só enganam os que se deixam enganar. Mas é preciso ter os olhos de joalheiro para distinguir a pedra verdadeira da falsa, e quem não sabe distingui-la procura um lapidário.

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