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Administração de Resíduos Industriais no Japão PowerPoint PPT Presentation


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Sessão 3. Administração de Resíduos Industriais no Japão. Armando Bandeira dos Santos Jr. SUFRAMA. 6 de Abril de 2010. Resíduo Sólido. Classificação e Responsabilidades sobre Resíduos Sólidos no Japão.

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Administração de Resíduos Industriais no Japão

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Presentation Transcript


Administra o de res duos industriais no jap o

Sessão 3

Administração de Resíduos Industriais no Japão

Armando Bandeira dos Santos Jr.

SUFRAMA

6 de Abril de 2010


Administra o de res duos industriais no jap o 1336130

Resíduo

Sólido

Classificação e Responsabilidades sobre Resíduos Sólidos no Japão

  • Resíduos sólidos oriundos de atividades fabris são denominados “resíduos industriais” e a geradora é responsável por tratá-los, sob controle dos Estados

  • Todos os outros resíduos sólidos são denominados “resíduos domésticos (urbanos)” e as Prefeituras são responsáveis pela sua gestão

Prefeituras são

responsáveis por:

Lixo ordinário (combustível, não combustível, etc.)

Resíduo

de residência

Resíduo volumoso

Lixo

Resíduo

de escritório

Resíduo Doméstico

Excremento

humano

Resíduo doméstico sob controle específico

Fábricas são

responsáveis por

Resíduo oriundo de atividade industrial

Resíduo Industrial

Resíduo industrial sob controle específico

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Administra o de res duos industriais no jap o 1336130

Responsabilidades

para com os resíduos

  • Resíduos Sólidos Municipais (Domésticos): Responsabilidade das Prefeituras Municipais, que pagam às empresas de serviço de disposição final desses resíduos.

  • - Resíduos Industriais: São geridos pelos Governos Estaduais, porém são de responsabilidade do gerador. Tal responsabilidade pode, todavia, ser compartilhada com a prestadora de serviço de resíduos. O papel do gerador é invocado quando identificados problemas na origem dos resíduos industriais.


Atribui es dos governos federal estadual municipal no jap o

Atribuições dos Governos Federal/Estadual/Municipal no Japão

Governo Federal (Nacional)

  • Definição da política nacional de gerenciamento de resíduos

  • Estabelecimento de padrões para o gerenciamento apropriado de resíduos

  • Sustentação financeira e técnica ao governo estadual

Governos Estaduais (Provinciais)

  • Estabelecimento do programa de gerenciamento dos resíduos regionais

  • Garantia do gerenciamento apropriado dos resíduos industriais

  • Autorização para aterros sanitários e plantas para tratamento de resíduos

  • Fornecimento de ajuda técnica às prefeituras


Atribui es dos governos federal estadual municipal no jap o1

Atribuições dos Governos Federal/Estadual/Municipal no Japão

Governos Municipais

  • Estabelecimento do programa de gestão dos resíduos domésticos

  • Autorização para os agentes gerais de tratamento de resíduos domésticos

  • Tratamento dos resíduos sólidos e dos resíduos orgânicos municipais


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População Japonesa

Realiza um esforço coletivo no sentido de separar, reduzir, reciclar, e descartar adequadamente resíduos sob sua responsabilidade

Cobra aplicação/aperfeiçoamento das leis

Fiscaliza as atividades das fábricas

Aceita pagar pela reciclagem de resíduos especiais

Condutas dos entes relacionados com resíduos industriais


Administra o de res duos industriais no jap o 1336130

Condutas dos entes relacionados com resíduos industriais

  • Empresas

    • Buscam elas mesmas tratar os resíduos gerados nos seus negócios (gestão on-site)

    • Fazem de tudo para reduzir as emissões de resíduos dos seus processos produtivos por meio, principalmente, de reciclagens

    • Estimulados pela participação estatal e a competitividade do mercado, realizam pesquisas para obtenção de novas tecnologias (patentes) e construção de boa imagem junto à sociedade


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Governo Estadual

Concede licença para tratamento de resíduos industriais e para instalação de plantas de tratamento de RI

Realiza inspeções in loco em fábricas, em empresas gestoras de resíduos e em outras instalações que geram RI

Estabelece uma política municipal para tratamento de resíduos industriais

Governo Federal

Promove desenvolvimento técnico relativo a coleta, tabulação e fornecimento de informações sobre resíduos e suas possibilidades de tratamento

Busca colaborar por meio de apoio técnico e financeiro com as administrações estadual e municipal para que estas consigam atingir seus próprios objetivos

Licencia a importação e avaliza a exportação de resíduos (com a China)

Condutas dos entes relacionados com resíduos industriais


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Fluxo da Disposição de Resíduos Industriais no Japão (2002)

Nota: O percentual de RI gerado não corresponde exatamente aos percentuais totais de RI reciclados, reduzidos e dispostos em aterro (somente por arredondamentos).

(Para o ano de 2002)

Montante de RI gerado - 393 milhões de ton.

(100%)

Montante de RI reciclados e usados - 182 milhões de ton. (46%)

Montante de RI reciclados imediatamente

(82 milhões de ton.)

Volume de RI reciclados depois de tratados

Montante de sobras de tratamento de RI

Montante de RI tratados imediatamente (211 milhões de ton.)

Montante de RI finalmente descartados depois dos tratamentos

Montante de RI reduzidos -

175 milhões de ton.

(44%)

Montante de RI finalmente dispostos em aterro - 40 milhões de ton. (10%)

Montante de RI descartados imediatamente

(20 milhões de ton.)

Data Source : MOE


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Lei fundamental para o estabelecimento de uma sociedade sadia quanto a ciclos de materiais

Lei de Gerenciamento de Resíduos

Lei para a promoção da utilização eficaz dos recursos (abaixo)

  • Lei de reciclagem de contentores e de embalagens

  • Lei de reciclagem de eletrodomésticos

  • Lei de reciclagem de resíduos de construção

  • Lei de reciclagem de restos de alimentos

  • Lei de reciclagem de veículos em fim de uso

Estrutura Legal


Hierarquia de gerenciamento lei fundamental da gest o de res duos

Hierarquia de Gerenciamento Lei Fundamental da Gestão de Resíduos

  • Princípio básico para uma sociedade sadia quanto a ciclos de materiais:

1. Redução na fonte (prevenção de geração)

2. Reuso/Reutilização

3. Reciclagem

4. Reaproveitamento de energia

5. Descarte apropriado

  • Responsabilidade Estendida ao Produtor: REP


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Gestão de Resíduos Industriais pelo Governo Metropolitano (Estadual) de Tóquio

Aterro Sanitário na Baía de Tóquio

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Responsabilidades para uma gri apropriada

Resíduos

Industriais

Empresa de

tratamento

licenciada

Gerador de

Resíduos

Industriais

Aterro

Sanitário

Licenciado

Transportador

autorizado

  • Desidratação

  • Pulverização

  • Incineração

  • Reciclagem

  • Construtoras

  • Indústrias

  • Hospitais e outros

Responsabilidades para uma GRI Apropriada

Resíduos

Industriais

Transportador

autorizado


Res duos industriais em t quio

Resíduos Industriais em Tóquio

Para o ano de 2006

Geração de Resíduos

Industriais em Tóquio: 24.448

Unidade: 1000 Ton/Ano

Resíduos de Fabricantes 6%

Outros 5%

Tratamento

23.787 (97.3%)

Lama de água de esgoto

54%

Desidratação,Pulverização,Incineração, outros

Resíduos de

Construção & Demolição 35%

2.7%

3.0%

Reciclagem

7.836

Descarte

1.405 (5.7%)

estimated by TMG


Plano de gerenciamento de res duos do governo metropolitano de t quio gmt ideal

Plano de Gerenciamento de Resíduos do Governo Metropolitano de Tóquio (GMT): Ideal

  • Redução do consumo dos recursos naturais e da geração de resíduos

  • Minimização dos riscos ambientais decorrentes dos processos de tratamento de resíduos

Transformação em uma Sociedade Orientada para a Reciclagem


Plano de gerenciamento de res duos do gmt objetivo 1

Plano de Gerenciamento de Resíduos do GMT - Objetivo 1

  • Redução da geração e promoção da reciclagem:

    ①Redução do descarte final de resíduos para 1.600.000 tons no ano fiscal de 2010 (redução de 35% em relação ao ano fiscal de 2004)

    ②Promoção da reciclagem de resíduos de plástico, para obtenção de descarte zero no aterro sanitário

    ③ Aumento do uso de lama de construção em 50%


Plano de gerenciamento de res duos do gmt objetivo 2

Plano de Gerenciamento de Resíduos do GMT - Objetivo 2

  • Redução dos riscos ambientais referentes ao tratamento de resíduos e à reciclagem

    ④Estabelecimento de um sistema para tratamento de Resíduos Perigosos (PCB, asbestos, resíduos infectuosos, resíduos inflamáveis) em Tóquio

    ⑤Reforço na cooperação de todos na área metropolitana de Tóquio, tendo em vista eliminar os descartes ilegais (lixões) de resíduos industriais


Plano de gerenciamento de res duos do gmt objetivo 3

Plano de Gerenciamento de Resíduos do GMT - Objetivo 3

  • Promoção do desenvolvimento pleno do mercado de tratamento e reciclagem de resíduos

    ⑥Estabelecimento de um sistema confiável de controle que permita às empresas gestoras de resíduos desenvolverem o melhor trabalho possível e realçarem seus valores de mercado


Rumo ao descarte zero reciclagem de pl stico

Rumo ao Descarte Zero:Reciclagem de Plástico

Composição de Resíduos Sólidos Municipais (RSM) no aterro

Para 2003

outros

plástico

outros

plástico

cinzas

cinzas

Por peso

Por volume

Site de aterro do GMT


Rumo ao descarte zero derretimento de cinzas

elétrodo

cinza

gás

escória

Acima de 1200℃

metal

Rumo ao Descarte Zero:Derretimento de Cinzas

Em 23 bairros de Tóquio, a maior parte das cinzas de incineração é derretida em escória para ser usada como material na engenharia civil.

escória

Forno de derretimento de cinza (tipo arco)


Rumo ao descarte zero eco cimento

Rumo ao Descarte Zero:Eco-cimento

Na região de Tama (subúrbio de Tóquio), as cinzas de incineração são utilizadas para produzir eco-cimento utilizado em benfeitorias públicas

bancos

Instalações de fábrica de eco-cimento

blocos interligados


Resumo da gri pelo gmt

Resumo da GRI pelo GMT

  • A maior parte dos resíduos industriais são descartados pelas empresas de serviço de resíduos licenciadas.

  • Aproximadamente três quartos dos resíduos industriais gerados em Tóquio são enviados para descarte em outras províncias (Chiba, Saitama, Tochigi, Kanagawa, outras).

  • O Governo de Tóquio está cooperando com agências locais para prevenir descartes ilegais, bem como promovendo o projeto da Super Eco-Cidade com vistas a estabelecer uma GRI ambientalmente correta.


Recursos para reciclagem

Recursos para Reciclagem

  • O GMT pretende construir uma sociedade orientada para a reciclagem através da implementação das medidas previstas no seu Plano de Gerenciamento de Resíduos.

  • Os residentes em Tóquio devem cumprir suas responsabilidades como geradores de resíduos e melhorar o seu comportamento de consumidores diários.

  • De acordo com o conceito de REP, as indústrias deverão monitorar o ciclo de vida de determinados produtos para reduzir a geração de resíduos e o descarte ilegal.

  • O GMT vai construir novos centros de reciclagem e se envolver no desenvolvimento de uma estrutura complexa que envolverá tanto empresas privadas quanto prefeituras municipais.


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Lei Geral relativa à disseminação dos 3 R’s

  • As fábricas devem buscar obedecer às seguintes orientações:

  • 1- Reduzir a geração de subprodutos na manufatura e reutilizar produtos/materiais como matéria-prima em outros processos produtivos;

  • 2- Adotar medidas visando a Emissão Zero;

  • 3- Promover coleta e fazer reciclagem de produtos usados.


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Sobre a GRI no Japão

O esforço governamental para criação e solidificação de uma cultura ambiental na sociedade japonesa foi providencial, visto que o desenvolvimento da produção e do consumo como os verificados naquele país nos anos 1960 não costumam implicar em comportamentos exemplares quanto aos cuidados com o lixo urbano e industrial.

O Japão conseguiu vencer essa tendência por meio de investimentos na área de educação ambiental e na criação de leis severas para separação, coleta, transporte, tratamento e disposição final de resíduos por geradores e gestores.


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MASTER PLAN

Sugestões da equipe da SUFRAMA que visitou o Japão para o PLANO DIRETOR do PIM, ora em elaboração:

1- Legislação: regulamentação específica para os 3R’s;2- Criação de uma unidade interna de acompanhamento do sistema de Gestão de Resíduos Industriais do PIM;3- Adoção de ações estratégicas visando contribuir para a conscientização da sociedade em relação à preservação ambiental;4- Implementação e monitoramento do Banco de Dados do Inventário de Resíduos, em parceria com o órgão ambiental estadual;5- Apoio às fábricas quanto ao uso de ferramentas relacionadas ao BD_IR;6- Adoção de mecanismos que estimulem a atração de novas ESR’s;

7- Reconhecimento, mediante ações de valorização, às empresas que praticam os 3 R’s (por exemplo, criação de selo de certificação ambiental;


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MASTER PLAN

Sugestões da equipe da SUFRAMA que visitou o Japão para o PLANO DIRETOR do PIM, ora em elaboração:

8- Extensão da exigência de adoção das normas técnicas da ISO 9001 (Decreto 783/1993), prevista no PPB das grandes fábricas, para as da série ISO 14001 (atualmente, voluntária);

9- Criação de patamares mínimos (percentuais) para tratamento de resíduos on-site, em relação aos montantes gerados por cada fábrica;

10- Fomentar, junto a instituições financeiras, linhas de financiamento voltadas a projetos de inovação tecnológica na área de GRI.


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Gratos pela atenção!

Arigato Gozaimasu

Armando Bandeira Jr. - [email protected]

David Silva - [email protected]

Rita Mariê - [email protected]

Sala da JICA na SUFRAMA: 3321-7280/7281


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