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Poluição dos solos na Área metropolitana do Porto. Maria Eduarda Ferreira Técnica Superior Laboratório de Química Agrícola e Ambiental - DRAPN. O que é um solo poluído?. Plano Estratégico do Ambiente:

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Poluição dos solos na Área metropolitana do Porto

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Polui o dos solos na rea metropolitana do porto
Poluição dos solos na Área metropolitana do Porto

Maria Eduarda Ferreira

Técnica Superior

Laboratório de Química Agrícola e Ambiental - DRAPN


O que um solo polu do
O que é um solo poluído?

  • Plano Estratégico do Ambiente:

    “Um solo diz-se contaminado quando a este são adicionados compostos contaminantes que nele podem exercer efeitos negativos. Um solo diz-se poluído quando a quantidade de contaminantes é tão grande que os seus efeitos negativos se tornam visíveis, ultrapassando, assim, a sua capacidade depuradora e esgotando o seu poder tampão”


Principais fun es do solo
Principais Funções do Solo

  • Função agronómica

  • Função ecológica

  • Função de filtração e purificação das águas

  • Função de suporte para várias infra-estruturas


Principais factores de degrada o do solo
Principais Factores de Degradação do Solo

  • Ocupação por construções

  • Compactação por degradação da sua estrutura física

  • Erosão

  • Contaminação com substâncias poluentes, de origem antropogénica

  • Salinização

  • Acidificação

  • Esgotamento em nutrientes





Res duos s lidos urbanos
Resíduos Sólidos Urbanos

Plano Estratégico LIPOR:

Produção anual para o Grande Porto : 500 000 ton (500 Kg /habitante/ano x 1000 000)

Municípios envolvidos: 8

Vila do Conde, Valongo, Póvoa de Varzim, Porto, Matosinhos, Maia, Gondomar, Espinho


Lamas de etar
Lamas de Etar

  • Início da construção de Etares financiadas pela EU: primeiros anos da década de 90

  • Estimativa de produção no PEAASAR-Plano Estratégico de Abastecimento de Água e Saneamentos de Águas Residuais 2007-2013: 200 000 ton/ano


Lamas de etar1
Lamas de Etar

  • Legislação para utilização agrícola de lamas de etar – DL 118/2006 de 21 de Junho

  • Directiva Comunitária nº86/278/CE





Venda de produtos fitofarmac uticos
Venda de Produtos Fitofarmacêuticos

  • 2004 – 4,4 / 1,9 (excl. S) Kg/ha SAU

  • 2005 – 4,3 / 1,6 (excl. S) (Kg/ha SAU)

  • 2006 – 4,2 / 1,7 (excl. S) (Kg/ha SAU)


Outras fontes poluidoras em agricultura
Outras Fontes Poluidoras em Agricultura

  • Adubos químicos

  • Adegas e destilarias

  • Lagares

  • Máquinas e tractores


Outras fontes poluidoras
Outras Fontes Poluidoras

  • Indústria

  • Gasolinas

  • Queima não controlada de resíduos

  • Lavandarias e tinturarias

  • Cosméticos

  • Depósito de inertes para construção civil

  • Lixeiras clandestinas e depósito de monstros


Legisla o existente
Legislação Existente

  • Metais pesados

  • Micropoluentes Orgânicos (AOX, PCB, LAS, DEHP, NPE, PAH, PCDD/F)

  • Salmonellas e coliformes


Legisla o para aterros
Legislação para Aterros

  • DL 152/2002 de 23 de Maio

    Limite para deposição em aterro: 50% dos RSU produzidos em 1995 = 241 549 ton


Reciclagem de res duos
RECICLAGEM DE RESÍDUOS

  • O teor de matéria orgânica é muito elevado nestes resíduos.

  • A matéria orgânica é fundamental na conservação dos solos.

  • A matéria orgânica é fundamental na gestão da água, nutrientes e ar no solo agrícola.


Racionaliza o das pr ticas agr colas
Racionalização das práticas agrícolas:

- Redução da aplicação de fitofármacos

- Aplicação criteriosa de adubos

- Regas criteriosas

- Selecção das condições climáticas mais favoráveis para a obtenção do objectivo pretendido.

- MPB


Aumento da efic cia na produ o pecu ria
Aumento da eficácia na produção pecuária:

- Aumento da capacidade produtiva por selecção de espécies.

- Aumento da eficácia na absorção de nutrientes.

- MPB em pecuária


Evolu o da rea agr cola em mpb
Evolução da Área Agrícola em MPB

  • 2001 – 70857 ha (~2% SAU)

  • 2005 – 233 458 ha (6,6% SAU)




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