1 / 31

AS REDES DE ATENÇÃO À SAÚDE NO SUS

AS REDES DE ATENÇÃO À SAÚDE NO SUS. Eugênio Vilaça Mendes. A SITUAÇÃO DE SAÚDE NO BRASIL. A TRANSIÇÃO DEMOGRÁFICA A MORTALIDADE A CARGA DE DOENÇAS. A TRANSIÇÃO DEMOGRÁFICA. 1980. 1990. 2000. 2020. 2005. 2010. 2030. FONTE: IBGE (2004).

amma
Download Presentation

AS REDES DE ATENÇÃO À SAÚDE NO SUS

An Image/Link below is provided (as is) to download presentation Download Policy: Content on the Website is provided to you AS IS for your information and personal use and may not be sold / licensed / shared on other websites without getting consent from its author. Content is provided to you AS IS for your information and personal use only. Download presentation by click this link. While downloading, if for some reason you are not able to download a presentation, the publisher may have deleted the file from their server. During download, if you can't get a presentation, the file might be deleted by the publisher.

E N D

Presentation Transcript


  1. AS REDES DE ATENÇÃO À SAÚDE NO SUS Eugênio Vilaça Mendes

  2. A SITUAÇÃO DE SAÚDE NO BRASIL • A TRANSIÇÃO DEMOGRÁFICA • A MORTALIDADE • A CARGA DE DOENÇAS

  3. A TRANSIÇÃO DEMOGRÁFICA 1980 1990 2000 2020 2005 2010 2030 FONTE: IBGE (2004)

  4. A CARGA DE DOENÇAS EM ANOS DE VIDA PERDIDOS AJUSTADOS POR INCAPACIDADE (AVAI´S), BRASIL, 1998 FONTE: SCHRAMM et alii (2004)

  5. A SITUAÇÃO DE SAÚDE NO BRASIL: A TRIPLA CARGA DE DOENÇAS • UMA AGENDA NÃO CONCLUÍDA DE INFECÇÕES, DESNUTRIÇÃO E PROBLEMAS DE SAÚDE REPRODUTIVA • A FORTE PREDOMINÂNCIA RELATIVA DAS DOENÇAS CRÔNICAS E DE SEUS FATORES DE RISCOS, COMO TABAGISMO, SOBREPESO, INATIVIDADE FÍSICA, USO EXCESSIVO DE ÁLCOOL E OUTRAS DROGAS E ALIMENTAÇÃO INADEQUADA • O FORTE CRESCIMENTO DA VIOLÊNCIA E DAS CAUSAS EXTERNAS FONTE: FRENK (2006)

  6. O PROBLEMA CRÍTICO DO SUS A INCOERÊNCIA ENTRE UMA SITUAÇÃO DE SAÚDE QUE COMBINA TRANSIÇÃO DEMOGRÁFICA ACELERADA E TRIPLA CARGA DE DOENÇA, COM FORTE PREDOMINÂNCIA DE CONDIÇÕES CRÔNICAS E UM SISTEMA FRAGMENTADO DE SAÚDE, VOLTADO PRINCIPALMENTE PARA AS CONDIÇÕES AGUDAS E AGUDIZAÇÕES DE CONDIÇÕES CRÔNICAS FONTE: MENDES (2009) FONTE: MENDES (2009)

  7. AS CARACTERÍSTICAS DOS SISTEMAS FRAGMENTADOS DE ATENÇÃO À SAÚDE FONTE: MENDES (2009) FONTE: MENDES (2009)

  8. A SOLUÇÃO DO PROBLEMA CRÍTICO DO SUS O RESTABELECIMENTO DA COERÊNCIA ENTRE A SITUAÇÃO DE SAÚDE COM TRANSIÇÃO DEMOGRÁFICA ACELERADA E TRIPLA CARGA DE DOENÇA COM PREDOMÍNIO RELATIVO FORTE DE CONDIÇÕES CRÔNICAS E UM SISTEMA INTEGRADO DE SAÚDE, VOLTADO PARA A ATENÇÃO ÀS CONDIÇÕES AGUDAS E CRÔNICAS, O QUE EXIGE A IMPLANTAÇÃO DAS REDES DE ATENÇÃO À SAÚDE FONTE: MENDES (2009)

  9. O CONCEITO DE REDES DE ATENÇÃO À SAÚDE AS REDES DE ATENÇÃO À SAÚDE SÃO ORGANIZAÇÕES POLIÁRQUICAS DE CONJUNTOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE, VINCULADOS ENTRE SI POR UMA MISSÃO ÚNICA, POR OBJETIVOS COMUNS E POR UMA AÇÃO COOPERATIVA E INTERDEPENDENTE, QUE PERMITEM OFERTAR UMA ATENÇÃO CONTÍNUA E INTEGRAL A DETERMINADA POPULAÇÃO, COORDENADA PELA ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE - PRESTADA NO TEMPO CERTO, NO LUGAR CERTO, COM O CUSTO CERTO, COM A QUALIDADE CERTA E DE FORMA HUMANIZADA -, E COM RESPONSABILIDADES SANITÁRIA E ECONÔMICA POR ESTA POPULAÇÃO FONTE: MENDES (2009)

  10. AS DIFERENÇAS ENTRE OS SISTEMAS FRAGMENTADOS E AS REDES DE ATENÇÃO À SAÚDE FONTES: FERNANDEZ (2003); MENDES (2009) FONTE: MENDES (2009)

  11. OS ELEMENTOS DASREDES DE ATENÇÃO À SAÚDE • UMA POPULAÇÃO: A POPULAÇÃO ADSCRITA À REDE DE ATENÇÃO À SAÚDE • UMA ESTRUTURA OPERACIONAL: OS COMPONENTES DA REDE DE ATENÇÃO À SAÚDE • UM MODELO LÓGICO: O MODELO DE ATENÇÃO À SAÚDE FONTE: MENDES (2009)

  12. A POPULAÇÃO NASREDES DE ATENÇÃO À SAÚDE • O PROCESSO DE TERRITORIALIZAÇÃO • O CADASTRAMENTO DAS FAMÍLIAS • A CLASSIFICAÇÃO DAS FAMÍLIAS POR RISCOS SÓCIO-SANITÁRIOS • A VINCULAÇÃO DA POPULAÇÃO ÀS EQUIPES DE ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE • A IDENTIFICAÇÃO DAS SUBPOPULAÇÕES COM FATORES DE RISCO • A IDENTIFICAÇÃO DAS SUBPOPULAÇÕES COM CONDIÇÕES DE SAÚDE ESTABELECIDAS POR GRAUS DE RISCO • A IDENTIFICAÇÃO DAS SUBPOPULAÇÕES COM MUITO ALTO RISCO FONTE: MENDES (2009)

  13. RT 2 RT 3 RT n RT 1 TRANSPORTE EM SAÚDE ACESSO REGULADO PRONTUÁRIO CLÍNICO CARTÃO DE IDENTIFICAÇÃO DO USUÁRIO PONTOS DE ATENÇÃO À SAÚDE SECUNDÁRIOS E TERCIÁRIOS PONTOS DE ATENÇÃO À SAÚDE SECUNDÁRIOS E TERCIÁRIOS PONTOS DE ATENÇÃO À SAÚDE SECUNDÁRIOS E TERCIÁRIOS PONTOS DE ATENÇÃO À SAÚDE SECUNDÁRIOS E TERCIÁRIOS APOIO DIAGNÓSTICO ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA INFORMAÇÃO EM SAÚDE A ESTRUTURA OPERACIONAL DASREDES DE ATENÇÃO À SAÚDE SISTEMAS LOGÍSTICOS SISTEMAS DE APOIO ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE

  14. GOVERNANÇA CIB Micro e Macrorregional FONTE: MARQUES et al (2009)

  15. OS MODELOS DE ATENÇÃO À SAÚDE • O MODELO DE ATENÇÃO ÀS CONDIÇÕES AGUDAS • O MODELO DE ATENÇÃO ÀS CONDIÇÕES CRÔNICAS FONTE: MENDES (2009)

  16. OS MODELOS DE ATENÇÃO À SAÚDE NAS CONDIÇÕES AGUDAS • THE CANADIAN EMERGENCY DEPARTMENT TRIAGE AND ACUITY SCALE (CTAS) • AUSTRALASIAN TRIAGE SCALE (ATS) • MANCHESTER TRIAGE SYSTEM (MTS) • ADVANCED TRAUMA LIFE SUPORT (ATLS) • ADVANCED CARDIAC LIFE SUPORT (ACLS) FONTE: CORDEIRO JUNIOR (2008)

  17. O MODELO DE ATENÇÃO ÀS CONDIÇÕES AGUDAS: O Protocolo de Manchester de Classificação de Riscos FONTE: MACKWAY-JONES et al. (2005)

  18. AS BASES DA CONSTRUÇÃO DE UM MODELO DE ATENÇÃO ÀS CONDIÇÕES CRÔNICAS MODELO DA DETERMINAÇÃO SOCIAL DA SAÚDE MODELO DE ATENÇÃO CRÔNICA PIRÂMIDE DA KAISER PERMANENTE FONTES: DAHLGREN & WHITEHEAD (1991);WAGNER (1998); KELLOGG & PORTER (2008)

  19. O MODELO DE ATENÇÃO ÀS CONDIÇÕES CRÔNICAS CONDIÇÃO DE SAÚDE ESTABELECIDA A ATENÇÃO À SAÚDE Gestão de Caso Nível 5 POPULAÇÃO COM CONDIÇÃO CRÔNICA MUITO COMPLEXA Gestão da Condição de Saúde Nível 4 POPULAÇÃO COM CONDIÇÃO CRÔNICA DE ALTO OU MUITO ALTO RISCOS E/OU COM FATOR DE RISCO BIOLÓGICO Gestão da Condição de Saúde Nível 3 POPULAÇÃO COM CONDIÇÃO CRÔNICA DE BAIXO OU MÉDIO RISCOS E/OU COM FATOR DE RISCO BIOLÓGICO Intervenções de Prevenção das Condições de Saúde Nível 2 DETERMINANTES SOCIAIS PROXIMAIS DA SAÚDE POPULAÇÃO COM FATOR DE RISCO Intervenções de Promoção da Saúde Nível 1 DETERMINANTES SOCIAIS DISTAIS E INTERMEDIÁRIOS DA SAÚDE POPULAÇÃO TOTAL

  20. FONTE: MENDES (2009)

  21. UNIDADE PEDIÁTRICA MACROREGIONAL CACON UNACON CENTRO VIVA VIDA Prontuário Eletrônico Transporte Sanitário UAPS Cartão SUS Sus-fácil Sistemas de Apoio e Logística CASA DE APOIO À GESTANTE Apoio Diagnóstico UNIDADE PEDIÁTRICA MICROREGIONAL Assistência Farmacêutica MATERNIDADE ALTO RISCO SECUNDÁRIA MATERNIDADE RISCO HABITUAL Sistemas Informativos UNIDADE NEONATAL DE CUIDADOS PROGRESSIVOS CASA DE APOIO À GESTANTE UNIDADE NEONATAL DE CUIDADOS PROGRESSIVOS MATERNIDADE ALTO RISCO TERCIÁRIA Nível Primário Nível Secundário Nível Terciário UM CASO: A REDE VIVA VIDA EM MINAS GERAIS

  22. O FORTALECIMENTO DA ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE

  23. O PLANO DIRETOR DA ATENÇÃO PRIMÁRIA FONTE: GAPS/SAS/SPAS/SESMG (2007)

  24. CENTRO VIVA VIDA Pré-natal de alto risco Ginecologia especializada Planejamento familiar Intervenções relativas ao câncer de colo de útero Intervenções relativas ao câncer de mama Atenção à criança de risco Violência contra a mulher e a criança

  25. O PROHOSP E AS MATERNIDADES

  26. O SISTEMA DE PATOLOGIA CLÍNICA Ponto de coleta Plataforma hospitalar Lab. Regional Lab. Referência Fluxo de amostras e laudos de resultados CUSTO POR EXAME: SISTEMA CONVENCIONAL: R$ 4,10 SISTEMA INOVADO: R$ 2,50 FONTE: SAS/SPAS/SESMG (2007) FONTE: GADT/SAS/SAPS/SESMG (2009)

  27. O PRONTUÁRIO DA FAMÍLIA FONTE: SAS/SESMG (2007)

  28. O SUSFÁCIL Centrais Macrorregionais de Regulação Unidade Estadual de Supervisão e Acompanhamento Núcleos Municipais de Supervisão e Acompanhamento CPD ESTADUAL Estabelecimentos de Saúde Internet BANCO DE DADOS SERVIDORES Centrais Municipais Unidades de de Regulação Agendamento de Integradas Procedimentos Eletivos FONTE: SR/SAPS/SESMG (2006)

  29. SISTEMA ESTADUAL DE TRANSPORTE EM SAÚDE CUSTO POR PESSOA TRANSPORTADA NO MÓDULO ELETIVO: SISTEMA TRADICIONAL: R$ 12,19 SISTEMA NOVO: R$ 3,59 FONTES: MARQUES, CARRILHO & BEDINELLI (2007); CORDEIRO JUNIOR (2009)

  30. UMA REFLEXÃO FINAL: “OS SISTEMAS DE SAÚDE PREDOMINANTES EM TODO MUNDO ESTÃO FALHANDO, POIS NÃO ESTÃO CONSEGUINDO ACOMPANHAR A TENDÊNCIA DE DECLÍNIO DOS PROBLEMAS AGUDOS E DE ASCENSÃO DAS CONDIÇÕES CRÔNICAS. QUANDO OS PROBLEMAS DE SAÚDE SÃO CRÔNICOS, O MODELO DE TRATAMENTO AGUDO NÃO FUNCIONA” FONTE: ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE (2003)

More Related