COLETA DE AMOSTRAS DE ÁGUA
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COLETA DE AMOSTRAS DE ÁGUA E PLANO DE AMOSTRAGEM PowerPoint PPT Presentation


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COLETA DE AMOSTRAS DE ÁGUA E PLANO DE AMOSTRAGEM. COLETA DE AMOSTRAS DE ÁGUA.

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COLETA DE AMOSTRAS DE ÁGUA E PLANO DE AMOSTRAGEM

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Presentation Transcript


Coleta de amostras de gua e plano de amostragem

COLETA DE AMOSTRAS DE ÁGUA E PLANO DE AMOSTRAGEM


Coleta de amostras de gua

COLETA DE AMOSTRAS DE ÁGUA

A coleta de amostras de água constitui um dos elementos de fundamental importância no desenvolvimento de um Programa de Controle da Qualidade da Água. Embora considerada uma atividade simples, alguns critérios técnicos, como a exigência de pessoal treinado, devem ser rigorosamente observados no processo de amostragem a fim de que as amostras sejam representativas do nível de qualidade que se pretende determinar.


Coleta de amostras de gua1

COLETA DE AMOSTRAS DE ÁGUA

Um programa de amostragem é definido após a realização de inspeção sanitária em todo o sistema, a qual viabiliza a determinação dos pontos estratégicos de coleta, em conformidade com as determinações e recomendações da Portaria Nº 2914/11 ANVISA (MS)


Coleta de amostras de gua2

COLETA DE AMOSTRAS DE ÁGUA

  • Requisitos Básicos

  • Planejar previamente os pontos de coleta e respectivo mapeamento em mapas cartográficos;

  • Registrar as coletas de amostras de água em fichas próprias com as seguintes informações:

  • local do ponto de coleta,

  • tipo de manancial,

  • ocorrência de fenômenos que possam interferir na qualidade

    da água,

  • data e horário da coleta,

  • volume coletado,

  • determinações efetuadas no momento da coleta

    (temperatura, condutividade, pH, e cloro residual)

  • nome do responsável pela amostragem;


Coleta de amostras de gua3

COLETA DE AMOSTRAS DE ÁGUA

  • Requisitos Básicos

  • Coletar água bruta em ponto estratégico do manancial de captação ou quando não é possível, na chegada da água bruta na Estação de Tratamento de Água – ETA;

  • Realizar as coletas diretamente do sistema de distribuição e não de caixas, reservatórios, cisternas, etc.


Coleta de amostras de gua4

COLETA DE AMOSTRAS DE ÁGUA

  • Requisitos Básicos: análises físico-químicas

  • As coletas para a realização de análises físico-químicas devem ser realizadas em frascos de polietileno, limpos e secos, com capacidade mínima de um litro, devidamente vedados e identificados, tendo-se o cuidado de enxaguar duas a três vezes com a água a ser coletada e completar o volume da amostra.


Coleta de amostras de gua5

PARÂMETRO

VOLUME

MINIMO

FRASCO

PRESERVAÇÃO

PRAZO

Alcalinidade

200mL

P/V

Refrigeração

24 horas

Cor aparente

500mL

P/V

Refrigeração

24 horas

Cloro residual livre

500mL

P/V

-

Imediato

Fluoreto

100ml

P

-

28 dias

Metais em geral

1000mL

P/V

Ácido Nítrico

pH < 2

6 meses

pH

50mL

P/V

-

Imediata

Turbidez

100mL

P/V

Refrigeração

24 horas

COLETA DE AMOSTRAS DE ÁGUA

Preservação de amostras para análises físico-químicas


Coleta de amostras de gua6

COLETA DE AMOSTRAS DE ÁGUA

  • Requisitos Básicos: análises microbiológicas

  • A amostragem deve ser feita utilizando-se frascos de vidro neutro ou plástico autoclavável, não tóxico, boca larga e tampa a prova de vazamento, ou sacos em plástico estéril, quando for adequado o seu uso;

  • Coletar amostras para análise bacteriológica e transportar em caixas térmicas, em temperatura de 4 a 10ºC e período de transporte de, no máximo, 6 (seis) horas, sendo que o tempo para a realização das análises não deve exceder 24 (vinte e quatro) horas;


Coleta de amostras de gua7

COLETA DE AMOSTRAS DE ÁGUA

  • Requisitos Básicos: análises microbiológicas

  • Coletaráguatratadaparaexamesbacteriológicosdiretamentedatorneirafazendo a desinfecção com alcool a 70%;

  • Coletaramostrasparaanálisesbacteriológica antes de qualquercoletaparaoutrotipo de análise, considerando o risco de contaminação do local de amostragem, devendo as mesmasseremacondicionadas e transportadasemfrascosdevidamenteesterilizados e identificados.


Coleta de guas superficiais para an lise microbiol gica

COLETA DE ÁGUAS SUPERFICIAIS PARA ANÁLISE MICROBIOLÓGICA

1.O coletor deverá usar equipamentos de proteção individual, como: luvas, botas e avental.

2.A amostra deve ser coletada o mais distante possível das margens.

3.Com todos os cuidados de assepsia, remover a tampa do frasco juntamente com o papel protetor.


Coleta de amostras de gua e plano de amostragem

4. Com uma das mãos segurar o frasco pela base, mergulhando-o rapidamente com a boca para baixo, a cerca de 15 a 30 cm abaixo da superfície da água, para evitar a introdução de contaminantes superficiais.

5. Direcionar o frasco de modo que a boca fique em sentido contrário a corrente.

COLETA DE ÁGUAS SUPERFICIAIS DE NATUREZA BRUTA


Coleta de amostras de gua e plano de amostragem

COLETA DE ÁGUAS SUPERFICIAIS

6. Após a retirada do frasco do corpo de água, deixar um espaço vazio para permitir uma boa homogeneização da amostra.

7.Fechar o frasco imediatamente após a coleta, fixando bem o papel protetor ao redor do seu gargalo.

8. Homogeneizar a amostra.


Coleta de amostras de gua e plano de amostragem

COLETA DE ÁGUAS SUPERFICIAIS

  • 9.Identificar adequadamente a amostra no frasco e na ficha de coleta.

    10.Proceder às análises físico-químicas de pH e temperaturas.

11.Preencher corretamente a ficha de coleta.


Coleta de amostras de gua e plano de amostragem

COLETA DE ÁGUAS SUPERFICIAIS

Conservação

12. Colocar a amostra em caixa de isopor contendo gelo para manter a amostra refrigerada a temperaturas abaixo de 10o C.

Observação: As amostras não devem ser congeladas.


Coleta de amostras de gua e plano de amostragem

COLETA DE ÁGUAS SUPERFICIAIS

Transporte

13. Lacrar, identificar e enviar a caixa para o laboratório.

Deverá ser enviada ao laboratório o mais rápido possível, sendo que:

- Águas brutas: de preferência 6 horas

- Preservação: refrigerar em temperaturas abaixo de 10ºC. As amostras não devem ser congeladas.


Coleta de gua tratada para an lises microbiol gicas

COLETA DE ÁGUA TRATADA PARA ANÁLISES MICROBIOLÓGICAS

1. Verificar se o ponto de coleta recebe água diretamente do sistema de distribuição, e não de caixas, reservatórios, cisternas, etc. Verificar se há vazamento de água na torneira.


Coleta de amostras de gua e plano de amostragem

COLETA DE ÁGUA TRATADA PARA ANÁLISES MICROBIOLÓGICAS

Utilização de sacos plásticos

2. Identificar no saco de coleta o número da amostra correspondente ao ponto de coleta.


Coleta de amostras de gua e plano de amostragem

COLETA DE ÁGUA TRATADA PARA ANÁLISES MICROBIOLÓGICAS

 3. Abrir a torneira e deixar correr a água durante 3 minutos ou o tempo suficiente para eliminar impurezas e água acumulada na canalização. Fechar a torneira.


Coleta de amostras de gua e plano de amostragem

COLETA DE ÁGUA TRATADA PARA ANÁLISES MICROBIOLÓGICAS

4. Abrir a torneira à meia seção para que o fluxo seja pequeno e não haja respingos.


Coleta de amostras de gua e plano de amostragem

COLETA DE ÁGUA TRATADA PARA ANÁLISES MICROBIOLÓGICAS

5. Remover o lacre do saco de coleta. Evitar contato dos dedos com a boca do mesmo.

6.Abri-lo puxando pelas duas fitas laterais.


Coleta de amostras de gua e plano de amostragem

COLETA DE ÁGUA TRATADA PARA ANÁLISES MICROBIOLÓGICAS

7.Coletar a amostra enchendo o saco de coleta até a segunda marca.

8. Fechar o saco de coleta e dobrar a borda três vezes para frente.


Coleta de amostras de gua e plano de amostragem

COLETA DE ÁGUA TRATADA PARA ANÁLISES MICROBIOLÓGICAS

9. Dobrar as extremidades do arame para trás.

10. Homogeneizar a amostra até dissolver o comprimido de tiossulfato de sódio contido dentro do saco de coleta.


Coleta de amostras de gua e plano de amostragem

COLETA DE ÁGUA TRATADA PARA ANÁLISES MICROBIOLÓGICAS

11. Colocar amostra coletada no suporte. Proceder às análises físico-químicas de pH, cloro residual livre e temperaturas.

12.Preencher corretamente a ficha de coleta.


Coleta de amostras de gua e plano de amostragem

COLETA DE ÁGUA TRATADA PARA ANÁLISES MICROBIOLÓGICAS

Cuidado com o desperdício

Feche bem a torneira


Plano de amostragem

Coliformes totais e E.coli

Turbidez

Cloro residual livre – CRL

Coliformes totais e E.coli

Turbidez

Cloro residual livre - CRL

Ions fluoretos

Mercúrio

Agrotóxico

PLANO DE AMOSTRAGEM

  • Parâmetros a serem analisados

  • PPI

  • Microbiológico

  • Físico-químico

  • SISAGUA

  • Microbiológico

  • Físico-químico


Coleta de amostras de gua e plano de amostragem

PLANO DE AMOSTRAGEM – ESCOLHA DOS PONTOS

  • Sistemas de Abastecimento de Água

Barragem

ETA/RES.

Ponta de rede

Rede de distribuição de Água

Manancial

Hospital

Legenda:

Foco de atenção

Ponto de coleta para vigilância


Coleta de amostras de gua e plano de amostragem

PLANO DE AMOSTRAGEM – ESCOLHA DOS PONTOS

  • Soluções Alternativas

Reservatório de Água

Manancial

Legenda:

Foco de atenção

Ponto de coleta para vigilância


Coleta de amostras de gua e plano de amostragem

PLANO DE AMOSTRAGEM – ESCOLHA DOS PONTOS

Distribuição uniforme das coletas ao longo do período.

  • Representatividade dos pontos de coleta no sistema de distribuição (reservatórios e rede), combinando critérios de:

    • abrangência espacial

    • pontos estratégicos:

próximos a grande circulação de pessoas (terminais rodoviários, terminais ferroviários etc.) ou edifícios que alberguem grupos populacionais de risco (hospitais, creches, asilos, etc.);

aqueles localizados em trechos vulneráveis do sistema de distribuição (pontas de rede, pontos de queda de pressão, locais afetados por manobras, sujeitos à intermitência de abastecimento, reservatórios, etc.).


Coleta de amostras de gua e plano de amostragem

ANÁLISE MICROBIOLÓGICA DA ÁGUA DE CONSUMO HUMANO


Coleta de amostras de gua e plano de amostragem

PADRÃO MICROBIOLÓGICO

Bactérias do grupo coliforme

Coliformes totais (bactérias do grupo coliforme) - bacilos gram-negativos, aeróbios ou anaeróbios facultativos, não formadores de esporos, oxidase-negativos, capazes de desenvolver na presença de sais biliares ou agentes tensoativos que fermentam a lactose com produção de ácido, gás e aldeído a 35,0 ± 0,5 oC em 24-48 horas, e que podem apresentar atividade da enzima ß -galactosidase. A maioria das bactérias do grupo coliforme pertence aos gêneros Escherichia, Citrobacter, Klebsiella e Enterobacter, embora vários outros gêneros e espécies pertençam ao grupo.


Coleta de amostras de gua e plano de amostragem

PADRÃO MICROBIOLÓGICO

Bactérias do grupo coliforme

Coliformes termotolerantes - subgrupo das bactérias do grupo coliforme que fermentam a lactose a 44,5 ± 0,2oC em 24 horas; tendo como principal representante a Escherichia coli, de origem exclusivamente fecal;

Escherichia Coli - bactéria do grupo coliforme que fermenta a lactose e manitol, com produção de ácido e gás a 44,5 ± 0,2oC em 24 horas, produz indol a partir do triptofano, oxidase negativa, não hidroliza a uréia e apresenta atividade das enzimas ß galactosidase e ß glucoronidase, sendo considerada o mais específico indicador de contaminação fecal recente e de eventual presença de organismos patogênicos.


Coleta de amostras de gua e plano de amostragem

PADRÃO MICROBIOLÓGICO

Bactérias heterotróficas

Contagem de bactérias heterotróficas - determinação da densidade de bactérias que são capazes de produzir unidades formadoras de colônias (UFC), na presença de compostos orgânicos contidos em meio de cultura apropriada, sob condições pré-estabelecidas de incubação: 35,0, ± 0,5oC por 48 horas.


Determina o de coliformes totais coliformes termotolerantes e escherichia coli

ANÁLISE MICROBIOLÓGICA

Determinação de Coliformes totais, Coliformes termotolerantes e Escherichiacoli

  • Método de Fermentação em Tubos Múltiplos.

  • Método de Filtração em Membranas.

  • Método do Sistema Cromogênico-Fluorogênico.


M todo de fermenta o em tubos m ltiplos

TÉCNICAS DE DETERMINAÇÃO DE COLIFORMES

Método de Fermentação em Tubos Múltiplos

Coliformes totais e termotolerantes e Escherichia coli

- incubação de volumes decrescentes da amostra em séries de tubos de ensaio contendo caldo lactosado ou caldo Lauril Triptose, ambos com púrpura de bromocresol (20 mg/1.000 mL): à 35-37ºC  0,5 por um período de 24 a 48 horas  de 2 horas.

- ao final de 24 a 48 horas, os tubos que acidificaram o meio, com ou sem produção de gás, serão repicados para o caldo lactosado bile verde brilhante a 2% (incubação à 35-37ºC por 24 a 48 horas) ou para o caldo EC (incubação à 44-45º C por 24 horas).


Prepara o do material para exames em tubos m ltiplos

TÉCNICAS DE DETERMINAÇÃO DE COLIFORMES

  • Método de Fermentação em Tubos Múltiplos

Preparação do Material para Exames em Tubos Múltiplos

Material para coleta:

FRASCOS DE COLETA

  • Frascos devem ser revestidos com papel laminado estando rigorosamente limpos e esterilizados por intermédio de autoclavação durante 15 minutos;

  • Devem conter tiossulfato de sódio para inativação do cloro em amostras de água clorada.


Prepara o do material para exames em tubos m ltiplos1

TÉCNICAS DE DETERMINAÇÃO DE COLIFORMES

  • Método de Fermentação em Tubos Múltiplos

Preparação do Material para Exames em Tubos Múltiplos

Material para análise:

PIPETAS:

  • Pipetas de 10m e 1ml com proteção de algodão não hidrófilo, agrupadas em 10 unidades e revestidas em papel laminado.

TUBOS DE ENSAIO E TUBOS DURHAM:

  • Colocar em cada tubo de ensaio um tubo de Durham invertido e porções de 10mL da solução de caldo lactosado concentração dupla, simples e, caldo verde brilhante. Tamponar com algodão hidrófilo e autoclavar durante 15 minutos.


Prepara o do material para exames em tubos m ltiplos2

TÉCNICAS DE DETERMINAÇÃO DE COLIFORMES

  • Método de Fermentação em Tubos Múltiplos

Preparação do Material para Exames em Tubos Múltiplos

Material para análise:

ÁGUA DE DILUIÇÃO

A água de diluição deve ser preparada da seguinte forma:

Solução 1:

Pesar 34 gramas de Fosfato de Potássio Monobásico ( KH2PO4 ) e dissolver em 500 mL de água destilada. Ajustar o pH para 7,2 com Hidróxido de Sódio, solução normal (NaOH 1N) e diluir a 1 litro com água destilada. Normalmente são necessários 175 mL de NaOH 1N para elevar o pH.


Coleta de amostras de gua e plano de amostragem

ÁGUA DE DILUIÇÃO - continuação

Solução 2:

Pesar 81,1 gramas de Cloreto de Magnésio hexahidratado (MgCl2.6H2O ) e dissolver em 1 litro de água destilada.

Solução 3:

Adicionar 1,25 mL da solução 1 e 5 mL da solução 2 a 1 litro de água destilada. Distribuir em frascos de diluição quantidade suficiente que assegure, após autoclavação a 121ºC durante 15 (quinze) minutos, volume de 90 ± 0,2 mL.


T cnica de determina o de coliformes

TÉCNICA DE DETERMINAÇÃO DE COLIFORMES

TUBOS MÚLTIPLOS:

  • Testes qualitativos (presença/ausência) ou quantitativos.

  • Ensaios presuntivos:

    • Meios de cultura pouco seletivos

    • Reduzir resultados falso-negativos

    • Possibilidades de resultados falso-positivos

  • Ensaios confirmativos:

    • Meios de cultura mais seletivos

    • Reduzir resultados falso-positivos


Coleta de amostras de gua e plano de amostragem

  • NMP: estimativa baseada em probabilidade estatística.

  • Verdadeiro número: 95% probabilidade de estar entre intervalos máximos e mínimos do NMP.

  • Precisão do teste: número de tubos e volumes das amostras.

  • Sensibilidade elevada: detecção de baixas densidades de bactérias.

TÉCNICA DE DETERMINAÇÃO DE COLIFORMES

  • Contagem de bactérias: Número Mais Provável (NMP/100mL).


Coleta de amostras de gua e plano de amostragem

ANÁLISE MICROBIOLÓGICA DE AMOSTRA DE ÁGUA TRATADA

1)   Ensaio Presuntivo:

Semeadura:

Meio de Cultura:

Caldo Lauryl Triptose Duplo Período de incubação: 24/48 h. 35ºC

Amostra

10 mL


Coleta de amostras de gua e plano de amostragem

ANÁLISE MICROBIOLÓGICA DE AMOSTRA DE ÁGUA TRATADA

2) Ensaio Confirmativo:

Repique dos tubos com fermentação do ensaio presuntivo

Meio de cultura: Caldo Lactosado Verde Brilhante Bile

Período de incubação: 24/48 h.35ºC

Meio de cultura: E.C.

Período de Incubação: 24 h. 44,5ºC


Coleta de amostras de gua e plano de amostragem

ANÁLISE MICROBIOLÓGICA DE AMOSTRA DE ÁGUA TRATADA

INTERPRETAÇÃO DE RESULTADOS

Meio de cultura Caldo Lactosado Verde Brilhante Bile com presença de gás

Meio de cultura E.C. com presença de gás

N.M.P. de Coliformes Totais: ......./100 mL

N.M.P. de Coliformes Termotolerantes: ......./100 mL


Coleta de amostras de gua e plano de amostragem

Técnicas de determinação de coliformes

  • Método de Filtração em Membranas

Esta técnica baseia-se no crescimento de bactérias em meio seletivo para coliforme, após o uso do processo de filtração da amostra por membrana com porosidade de 0,45 m. Havendo coliformes retidos na membrana, haverá crescimento de colônia.


Coleta de amostras de gua e plano de amostragem

ANÁLISE MICROBIOLÓGICA

  • Método de Filtração em Membranas

.

Membrana filtrante sendo colocada no suporte


Coleta de amostras de gua e plano de amostragem

ANÁLISE MICROBIOLÓGICA

  • Método de Filtração em Membranas

.

Membrana filtrante sendo colocada na placa com meio específico


Coleta de amostras de gua e plano de amostragem

ANÁLISE MICROBIOLÓGICA

  • Método de Filtração em Membranas

.

Placa com membrana sendo colocada na estufa para incubação


Coleta de amostras de gua e plano de amostragem

ANÁLISE MICROBIOLÓGICA

  • Método de Filtração em MembranasResultados

.......

Coliformes termotolerantes

Coliformes totais

Coliformes


Coleta de amostras de gua e plano de amostragem

ANÁLISE MICROBIOLÓGICA

  • Método de Filtração em MembranasResultados


Coleta de amostras de gua e plano de amostragem

Método de Filtração em Membranas

Expressão dos Resultados

Contagem de bactérias: unidades formadoras de colônias

nº de colônias típicas

NC MF /100 mL = x 100

vol. filtrado da amostra

Volume filtrado: depende da qualidade da água

contagem : placas com 20-80 colônias


M todo do sistema cromog nico fluorog nico

Técnicas de determinação de coliformes

Método do Sistema Cromogênico-Fluorogênico

Coliformes totais e E. coli

  • sistema Cromogênico: metodologia do substrato definido;

  • análise simultânea para coliformes totais e E. coli;

  • dois nutrientes indicadores: ONPG e MUG (fontes de carbono no substrato)

  • enzimas -D-Galactosidase e -D-Glucoronidase.

Os Coliformes totais se desenvolvem no substrato, utilizam a Galactosidase para metabolizar o ONGP. A amostra incolor torna-se amarela.

A E. coli usa a Glucoronidase para metabolizar o MUG e gerar a fluorescência quando a amostra é exposta a luz UV de 365nm.


M todo do sistema cromog nico fluorog nico1

ANÁLISE MICROBIOLÓGICA

Método do Sistema Cromogênico-Fluorogênico

FONTE: CATÁLOGO COMERCIAL DA IDEXX BRASIL


An lise qualitativa presen a aus ncia p a

ANÁLISE MICROBIOLÓGICA

  • Método do Sistema Cromogênico-Fluorogênico

Análise qualitativa: Presença/ausência (P/A)

Adicionar o meio de cultura à amostra e incubar por 24 horas a 35°C


An lise qualitativa presen a aus ncia p a1

ANÁLISE MICROBIOLÓGICA

  • Método do Sistema Cromogênico-Fluorogênico

Análise qualitativa: Presença/ausência (P/A)

Leitura dos resultados:

Incolor: negativo

Amarelo: Coliformes totais

Amarelo/azul fluorescente: E. coli


An lise qualitativa presen a aus ncia p a2

ANÁLISE MICROBIOLÓGICA

  • Método do Sistema Cromogênico-Fluorogênico

Análise qualitativa: Presença/ausência (P/A)

Leitura dos resultados:

Incolor: negativo

Amarelo: Coliformes totais

Amarelo/azul fluorescente: E. coli


An lise qualitativa presen a aus ncia p a3

ANÁLISE MICROBIOLÓGICA

  • Método do Sistema Cromogênico-Fluorogênico

Análise qualitativa: Presença/ausência (P/A)

Leitura dos resultados:

Incolor: negativo

Amarelo: Coliformes totais

Amarelo/azul fluorescente: E. coli


An lise quantitativa

ANÁLISE MICROBIOLÓGICA

  • Método do Sistema Cromogênico-Fluorogênico

Análise quantitativa

Despeje dentro da cartela a amostra com o meio de cultura/contagem 1 a 2.400 NMP

Adicionar o meio de cultura à amostra


An lise quantitativa1

ANÁLISE MICROBIOLÓGICA

  • Método do Sistema Cromogênico-Fluorogênico

Análise quantitativa

Leitura dos resultados na cartela

Incolor: negativo

Amarelo: Coliformes totais

azul fluorescente: E. coli

Sele a cartela e leve para incubadora 35°C por 24 horas


Contagem de bact rias heterotr ficas

CONTAGEM DE BACTÉRIAS HETEROTRÓFICAS


Contagem de bact rias heterotr ficas1

CONTAGEM DE BACTÉRIAS HETEROTRÓFICAS


Contagem de bact rias heterotr ficas2

CONTAGEM DE BACTÉRIAS HETEROTRÓFICAS


Import ncia da determina o da densidade de bact rias heterotr ficas

IMPORTÂNCIA DA DETERMINAÇÃO DA DENSIDADE DE BACTÉRIAS HETEROTRÓFICAS

  • Determinação da deterioração da qualidade da água, com desenvolvimento de odores e sabores desagradáveis;

  • Avaliação das condições higiênicas e de proteção de poços, fontes, reservatórios, piscinas e sistemas de distribuição de água para consumo humano;


Coleta de amostras de gua e plano de amostragem

  • Avaliação da eficiência na remoção de bactérias das diversas etapas de operação de estações de tratamento de água;

  • Estimativa da biomassa de bactérias heterotróficas presentes em corpos de água;

  • Determinação da presença de patógenos oportunistas, que podem representar risco à saúde dos consumidores, principalmente à saúde de pacientes debilitados em hospitais, creches, berçários, casas de repouso, etc

IMPORTÂNCIA DA DETERMINAÇÃO DA DENSIDADE DE BACTÉRIAS HETEROTRÓFICAS


Coleta de amostras de gua e plano de amostragem

CONTAGEM DE BACTÉRIAS HETEROTRÓFICAS

RESULTADO:

CONTAGEM DE BACTÉRIAS HETEROTRÓFICAS A 35OC POR 48 HORAS: _ _ _ UFC / mL.

OBS.: UFC = Unidade Formadora de Colônia


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