iii diretrizes brasileiras sobre dislipidemias diretriz de preven o da aterosclerose n.
Download
Skip this Video
Loading SlideShow in 5 Seconds..
III Diretrizes Brasileiras Sobre Dislipidemias - Diretriz de Prevenção da Aterosclerose PowerPoint Presentation
Download Presentation
III Diretrizes Brasileiras Sobre Dislipidemias - Diretriz de Prevenção da Aterosclerose

Loading in 2 Seconds...

play fullscreen
1 / 34

III Diretrizes Brasileiras Sobre Dislipidemias - Diretriz de Prevenção da Aterosclerose - PowerPoint PPT Presentation


  • 201 Views
  • Uploaded on

III Diretrizes Brasileiras Sobre Dislipidemias - Diretriz de Prevenção da Aterosclerose. Departamento de Aterosclerose da Sociedade Brasileira de Cardiologia Novembro de 2001. MORTALIDADE BRASIL 1998. 35 %. 30 %. 25 %. 20 %. 15 %. 10 %. 5 %. 0 %. AP CIRC. CAUSAS EXT. NEOPLASIAS.

loader
I am the owner, or an agent authorized to act on behalf of the owner, of the copyrighted work described.
capcha
Download Presentation

PowerPoint Slideshow about 'III Diretrizes Brasileiras Sobre Dislipidemias - Diretriz de Prevenção da Aterosclerose' - vin


An Image/Link below is provided (as is) to download presentation

Download Policy: Content on the Website is provided to you AS IS for your information and personal use and may not be sold / licensed / shared on other websites without getting consent from its author.While downloading, if for some reason you are not able to download a presentation, the publisher may have deleted the file from their server.


- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - E N D - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
Presentation Transcript
iii diretrizes brasileiras sobre dislipidemias diretriz de preven o da aterosclerose

III Diretrizes Brasileiras Sobre Dislipidemias - Diretriz de Prevenção da Aterosclerose

Departamento de Aterosclerose da Sociedade Brasileira de Cardiologia

Novembro de 2001

mortalidade brasil 1998
MORTALIDADE BRASIL 1998

35 %

30 %

25 %

20 %

15 %

10 %

5 %

0 %

AP CIRC

CAUSAS EXT

NEOPLASIAS

AP RESP

INF PA

OUTRAS

DATASUS 1998

mortalidade cardiovascular brasil 1998
MORTALIDADE CARDIOVASCULAR BRASIL 1998

40 %

35 %

30 %

25 %

20 %

15 %

10 %

5 %

0 %

IAM

ISQUÊMICOS

HIPERTENSÃO

AVC

OUTROS

DATASUS 1998

quanto mais alto o n vel do colesterol maior a taxa de mortalidadez

18

16

14

12

10

Taxa de Mortaldae por 1000 Homnes

8

6

4

2

0

140

180

200

220

240

260

280

300

160

Colesterol Total (mg/dL)

Quanto Mais Alto o Nível do Colesterol Maior a Taxa de Mortalidadez

MRFIT study. Martin et al. Lancet 1986; ii:933–936.

a maior parte dos infartos n o ocorre com n veis elevados de colesterol
A maior Parte dos Infartos não Ocorre com Níveis Elevados de Colesterol

Sem DAC

DAC

20/100

40/100

90/100

200

225*

150

300

Colesterol (mg/dL)

Adaptado de Castelli W. CanJ Cardiol 1988;4(supl):5A-10A

associa o de fatores de risco e incid ncia de doen a coron ria ncep atp ii
Associação de Fatores de Risco e Incidência de Doença Coronária- NCEP-ATP II

EUA - 1984

200

Fatores de Risco

Fumo

Taxa de Colesterol Elevada

Hipertensão Arterial

160

120

Incidência de DAC por 1000 pessoas

80

60

0

Nenhum

Um fator

Dois fatores

Todos os três fatores

Fonte - Departamento de Saúde dos Estados Unidos da América.

fatores de risco para aterosclerose
Independentes

Fumo

Hipertensão

CT e LDL-C altos

HDL-C baixo

Diabetes mellitus

Idade avançada

Menopausa

Predisponentes

Obesidade

Obesidade abdominal

Sedentarismo

História familiar precoce

Etnia

Fatores psicossociais

Fatores de Risco Para Aterosclerose
  • Condicionais
    • Triglicérides
    • LDL tipo B
    • Homocisteína
    • Lp(a)
    • Fibrinogênio
    • Marcadores inflamatórios

Grundy et al. Circulation 1999;100:1481-1492

slide8
Laboratorial

Hipercolesterolemia isolada (aumento isolado de colesterol)

Hipertrigliceridemia isolada (aumento isolado dos triglicérides)

Hiperlipidemia mista (aumento do CT e dos TG)

HDL-colesterol baixo (isolado ou assoc. a aum. dos TG)

Etiológica

Dislipidemias Primárias

Classificação das Dislipidemias

Dislipidemias Secundárias

  • Causadas por doenças: DM, obesidade

hipotireoidismo, doenças renais,

hepatopatias colestáticas crônicas.

  • Causadas por medicamentos: diuréticos,

betabloqueadores, corticosteróides,

anabolizantes, ciclosporinas.

  • Causadas por hábitos de vida inadequados:

tabagismo, etilismo, vida sedentária.

n veis de colesterol e mortalidade lipid research clinics study
NÍVEIS DE COLESTEROL E MORTALIDADELipid Research Clinics Study

18

16

14

Sem doença

12

cardiovascular

prévia

10

Mortes / 1000 pessoas-ano

8

Com doença

cardiovascular

6

pré-existente

4

2

0

< 200

200-240

> 240

Colesterol total (mg/dL)

Lipid Research Clinics Program. JAMA. 1984;251:351-364.

impacto da redu o do ldl c nos eventos cardiovasculares e na mortalidade total

Mortalidade

Total

DAC fatal

ou não

Mortalidade

por DAC

LDL-C

AVC

0

-10

%

-20

§

-22

-30

-28

*

-29

-30

*

-33

-40

*IC não reportado.

†95% IC, 14%-41%.

‡95% IC, 16%-37%.

§95% IC, 12%-31%.

Impacto da Redução do LDL - C nos Eventos Cardiovasculares e na Mortalidade Total

Hebert PR et al. JAMA. 1997;278:313-321.

n mero de homens dislipid micos a serem tratados para prevenir evento coron rio
Número de Homens Dislipidêmicos a Serem Tratados Para Prevenir Evento Coronário

Prevenção Primária

50

50

WOSCOPS

Alto Risco

40

Prevenção Secundária

AFCAPS /

TEXCAPS

Todos

40

32

32

28

WOSCOPS

Todos

30

NNT

CARE

4S

20

LIPID

13

10

Baixo Risco

Alto Risco*

0

1,15

1,5

2

2,64

3,19

4,5

Risco % de DAC / Ano

*Alto risco segundo a Sociedade Européia de Cardiologia

Adaptado de Sirtori et al. Atherosclerosis 2000;152:1-8

slide13

LDL-C = F.R. modificável

Níveis desejáveis (alvo) de LDL-C: Estratificação de Risco

risco de doen a coron ria
Risco de Doença Coronária
  • Alto
    • Risco absoluto  20% em 10 anos
      • Prevenção secundária ou primária de alto risco
  • Médio ou intermediário
    • Risco absoluto 10-20% em 10 anos
      • Prevenção Primária
  • Baixo
    • Risco absoluto < 10% em 10 anos
      • Prevenção Primária
slide15

PREVENÇÃO SECUNDÁRIA

Presença de Doença Aterosclerótica Manifesta Clinicamente (Alto Risco)

  • Doença Arterial Coronária
  • Doença Cerebrovascular
  • (Ateromatose Carotídea Sintomática, AVCI, TIA, Insuficiência Vascular Cerebral)
  • Insuficiência Vascular Periférica
avaliando os riscos
Avaliando os riscos

Escores de Risco de

Framingham

III Diretrizes Brasileiras Sobre Dislipidemias e Prevenção da Aterosclerose Arq Bras Cardiol 2001;77 supl III:1-48

slide17
FATORES DE RISCO MAIORES + Colesterol

Fumo

Hipertensão

HDL-C baixo (< 40 mg/dL)

Idade (>45a masc. / >55a fem.)

AF + DAC / parentes de 1°grau

(<55a masc. / <65a fem.) Diabetes

Avaliando Risco

slide18

PREVENÇÃO ALTO RISCO

  • Doença Aterosclerótica
  • DM
  • Prevenção Primária de alto risco (geralmente > 2 FR além do colesterol e idade > 55 anos) - uso de tabelas de risco de Framingham
m dio risco
MÉDIO RISCO
  • Risco absoluto de eventos > 10% < 20 % em 10 anos.
  • Indivíduos com 2 FR (excetuando DM) além do colesterol (LDL-C >160 mg/dL).
    • USE O ESCORE DE RISCO DE FRAMINHAM PARA O CÁLCULO DO RISCO ABSOLUTO DE EVENTOS CORONÁRIOS EM 10 ANOS
baixo risco
BAIXO RISCO
  • Risco absoluto de eventos < que 10% em 10 anos.
  • Indivíduos com 1 FR (excetuando DM) além do colesterol (LDL-C >160 mg/dL) ou LDL-C elevado isolado.
    • Não é necessário o uso de Escores de Risco de Framingham para o cálculo .
slide21

Colesterol Total

HDL - C

(mg/dL)

(mg/dL)

Pts.

Pts.

<160

160-199

200-239

240-279

³ 280

-2

0

1

1

3

< 35

35-44

45-49

50-59

³ 60

5

2

1

0

-3

Fat. Risco (DAC)

Idade

Anos

Pts.

30-34

35-39

40-44

45-49

50-54

55-59

60-64

65-69

70-74

-9

-4

0

3

6

7

8

8

8

Diabetes

PAS

PAD

(mmHg)

Pts.

Pts.

Não 0

Sim 4

<120

120-129

130-139

140-159

³ 160

< 80

80-84

85-89

90-99

³ 100

-3

0

0

2

3

Fumo

Pts.

Não 0

Sim 2

Tabela de Framingham para o Cálculo do Risco de Doença Arterial Coronariana (mulher)

Quando os valores de PAS e PAD discordarem, usar o mais alto

Wilson PWF et al. Circulation 1998;97:1837-1847.

tabela de framingham para homens

Colesterol Total

HDL - C

(mg/dL)

(mg/dL)

Pts.

Pts.

<160

160-199

200-239

240-279

³ 280

-3

0

1

2

3

< 35

35-44

45-49

50-59

³ 60

2

1

0

0

-1

Fat. Risco (DAC)

Idade

Anos

Pts.

30-34

35-39

40-44

45-49

50-54

55-59

60-64

65-69

70-74

-1

-0

1

2

3

4

5

6

7

Diabetes

PAS

PAD

(mmHg)

Pts.

Pts.

Não 0

Sim 2

<120

120-129

130-139

140-159

³ 160

< 80

80-84

85-89

90-99

³ 100

0

0

1

2

3

Fumo

Pts.

Não 0

Sim 2

Tabela de Framingham para homens

Quando os valores de PAS e PAD discordarem, usar o mais alto

Wilson PWF et al. Circulation 1998;97:1837-1847.

escore de risco em homens e mulheres

Homens

Pontos

Homens Risco de DAC em 10 anos %

Mulheres

Pontos

Mulheres Risco de DAC em 10 anos %

<-1

0

1

2

3

4

5

6

7

8

9

10

11

12

13

 14

2

3

3

4

5

7

8

10

13

16

20

25

31

37

45

53

-2

-1

0

1

2

3

4

5

6

7

8

9

10

11

12

13

14

15

16

17

1

2

2

2

3

3

4

4

5

6

7

8

10

11

13

15

18

20

24

 27

Escore de Risco em Homens e Mulheres

Wilson P Circulation 1998

fatores que potencializam o risco determinado pelos escores de framingham
Fatores que potencializam o risco determinado pelos escores de Framingham

Escores de Risco de

Framingham

slide26

Novos Marcadores Laboratoriais do Risco Cardiovascular

  • Lp(a)
  • Fibrinogênio
  • Homocisteína
  • Marcadores inflamatórios (Proteína C Reativa de Alta Sensibilidade)
slide27

Novos Marcadores Laboratoriais do Risco Cardiovascular (PCR-as)

São considerados de alto risco indivíduos com valores acima do terceiro quintil de distribuição na população.

QUINTIL PCR-as

1. 0,1 – 0,7 mg/L

2. 0,7 – 1,1 mg/L

3. 1,2 – 1,9 mg/L

4. 2,0 – 3,8 mg/L

5.3,9 – 15,0 mg/L

novas metas e nova estratifica o
Novas Metas e Nova Estratificação

Nível de Risco

Metas Lipídicas

LDL- C HDL- C TG

Alto Risco

  • Pacientes com DAC*, DVP* ou aterosclerose carotíea
  • Pacientes com diabetes
  • Risco de DAC* em 10 anos ³ 20%

< 100 > 40 < 150

< 100 > 45 < 150

< 100 > 40 < 150

Médio Risco

  • Risco de DAC* em 10 anos > 10% e < 20%

< 130 > 40 < 150

Baixo Risco

  • Risco de DAC* em 10 anos £ 10%

< 130* > 40 < 150

A meta de LDL- C em pacientes de baixo risco é < 130 mg/dL; entretanto, tolera-se LDL- C < 160 mg/dL

abordagem do estilo de vida
Abordagem do Estilo de Vida
  • Exercício- orientação tempo/freqüência
  • Dieta- papel e limitações
    • Uso de fitosteteróis como adjuvantes
    • Papel do álcool
    • Consumo de alimentos ricos em folato
    • Não recomendação para uso de antioxidantes como a vitamina E ou beta caroteno
  • Ensinando a parar de fumar

III Diretrizes Brasileiras Sobre Dislipidemias- Prevenção da Aterosclerose

terapia farmacol gica
Terapia Farmacológica
  • Quando indicar:
    • Prevenção de alto risco
  • Fármacos
    • Hipolipemiantes
    • Antiagregantes plaquetários
    • Inibidores da ECA
    • Betabloqueadores após o infarto do miocárdio

III Diretrizes Brasileiras Sobre Dislipidemias- Prevenção da Aterosclerose

terapia farmacol gica1
Terapia Farmacológica
  • Estatinas – “efeito de classe”
  • Papel dos fibratos
    • Uso na prevenção secundária em diabéticos com HDL e LDL-C baixos (VA-HIT)
  • Antiagregantes plaquetários na prevenção primária
    • Risco absoluto de eventos  20% 10 anos

III Diretrizes Brasileiras Sobre Dislipidemias- Prevenção da Aterosclerose

terapia farmacol gica2
Terapia Farmacológica
  • Uso de inibidores da ECA
    • Para pacientes de prevenção secundária e para pacientes diabéticos com algum outro fator de risco (HOPE)
  • Terapia de reposição hormonal após a menopausa
    • Prevenção secundária- NÃO
    • Prevenção Primária- se indicação ginecológica como terapia adjuvante para dislipidemia

III Diretrizes Brasileiras Sobre Dislipidemias- Prevenção da Aterosclerose

novas metas e nova estratifica o1
Novas Metas e Nova Estratificação

Nível de Risco

Metas Lipídicas

LDL- C HDL- C TG

Alto Risco

  • Pacientes com DAC*, DVP* ou aterosclerose carotíea
  • Pacientes com diabetes
  • Risco de DAC* em 10 anos ³ 20%

< 100 > 40 < 150

< 100 > 45 < 150

< 100 > 40 < 150

Médio Risco

  • Risco de DAC* em 10 anos > 10% e < 20%

< 130 > 40 < 150

Baixo Risco

  • Risco de DAC* em 10 anos £ 10%

< 130* > 40 < 150

A meta de LDL- C em pacientes de baixo risco é < 130 mg/dL; entretanto, tolera-se LDL- C < 160 mg/dL

conclus es diretrizes
Conclusões-Diretrizes
  • Mais agressivas !
  • São baseadas em evidências !
  • São um guia e não uma imposição !
  • Não são imutáveis !
  • Não são perfeitas !
  • Se seguidas irão reduzir a morbi-mortalidade !