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UNIVERSIDADE LUTERANA DO BRASIL.

UNIVERSIDADE LUTERANA DO BRASIL. ULBRA. ABENO. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ENSINO ODONTOLÓGICO. “ A Intervenção Mínima como conhecimento gerado na Universidade e aplicado em todos os níveis de atenção à saúde” A Intervenção Mínima em Clínica Odontológica –

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Presentation Transcript


  1. UNIVERSIDADE LUTERANA DO BRASIL. ULBRA

  2. ABENO ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ENSINO ODONTOLÓGICO.

  3. “AIntervenção Mínima como conhecimento gerado na Universidade e aplicado em todos os níveis de atenção à saúde” A Intervenção Mínima em Clínica Odontológica – Adair Luiz Stefanello Busato – ULBRA, RS A Intervenção Mínima em Odontopediatria – Ana Cristina Bezerra Barreto – UCB, DF Intervenção Mínima e Promoção da Saúde – Rui Vicente Oppermann - UFRGS.

  4. A EVOLUÇÃO TÉCNICA E FILOSÓFICA NA ODONTOLOGIA

  5. UM SÉCULO DE ODONTOLOGIA DA EXPERIÊNCIA PARA A EVIDÊNCIA.

  6. MUDANÇAS CONCEITUAIS NA DENTÍSTICA. O SIGNIFICADO DO TRATAMENTO.

  7. MUDANÇAS CONCEITUAIS NA DENTÍSTICA. a ciência como fonte de transformação.

  8. PREPAROS CAVITÁRIOS Nomenclatura e Conceitos.

  9. A ERA PRÉ BLACK Empirismo e Experiência

  10. A ERA BLACK 1908 Experiência e Cientificismo.

  11. A ERA BLACK Classificação de cavidades: classe I classe II classe III classe V classe IV

  12. A ERA BLACK materiais restauradores. amálgama cimento de silicato.

  13. A ERA BLACK técnica de instrumentação cavitária. PRINCÍPIOS GERAIS DO PREPARO CAVITÁRIO: forma de contorno remoção da dentina cariada. forma de resistência forma de conveniência forma de retenção. limpeza da cavidade. acabamento das paredes de esmalte

  14. A ERA BLACK a cavidade. o tratamento por meio de cavidades.

  15. A ERA BLACK a tradicional mínima para amálgama: TODAS as paredes convergentes para oclusal angulos internos arredondados. Mondelli, J. et al Técnica de instrumentação de cavidades modernas para amálgama. Estomat. & Cult., 6:184-192,1972

  16. cavidade mínima para amálgama 64 anos após.... Mondelli, 1972 Black, 1908

  17. A ERA CONSERVATIVA. novas mudanças: as cavidades ficam mínimas....

  18. Mondelli Black Almquist Crockett

  19. novas mudanças: Hunt, P.R. et all A modified class II cavity preparations for glass -ionomer restorative materials. Quint. Inter.,15:1011-1018,1984 CAVIDADE EM FORMA DE TUNEL. Knight,G.M. The use of adhesive materials in the conservative retorations of selected posterior teeth. Aust. Dent. J.,29:324-331,1984

  20. A ERA CONSERVATIVA. as cavidades ficam mínimas.... mas ainda necessitam de forma de retenção por remoção da estrutura dentária sadia....

  21. A ERA ADESIVA. condicionamento ácido 1955 resinas restauradoras 1963 ionômero de vidro 1972

  22. A ERA ADESIVA. PHILLIPS, R.W.et al One-year observations on a composite for class II restorations. J. Prosthet. Dent.,26:10-13, 1971 JORGUENSEN,K.D. et al Abrasion of class I restorative resins. Scand. J. Dent.,87:140-145,1979

  23. A ERA ADESIVA. Leinfelder,K.F. Composite resins in posterior teeth. Dent. Clin. North. Amer.25:357-364,1981

  24. A ERA ADESIVA. resinas híbridas radiopacas fotoativadas.

  25. A ERA ADESIVA. FACULDADE DE ODONTOLOGIA DE BAURÚ 1982

  26. A ERA ADESIVA. BUSATO, A.L.S. et al Restaurações de resina composta em dentes posteriores. Avaliação de 5 anos. Rev. Gaúcha Odont.,44:165-171,1996

  27. A ERA ADESIVA. BUSATO, A.L.S. et al Avaliação clínica de restaurações de resina composta e amálgama em dentes posteriores. Rev. Bras. Odont.,53:30-35,1996

  28. A ERA ADESIVA. GRUPO BRASILEIRO DE PROFESSORES DE DENTÍSTICA GBPD - 1997

  29. A ERA ADESIVA. PERGUNTA: O que colocar em uma cavidade que é tão pequena que para colocar amálgama ela tem que ser aumentada....

  30. A ERA ADESIVA. PERGUNTA: O que colocar em uma cavidade que apresenta esmalte socavado e o amálgama está contra-indicado...

  31. A ERA ADESIVA. O GBPD RECOMENDA: As Escolas de Odontologia devem ensinar o uso de resina em dentes posteriores e discutir vantagens e desvantagens.

  32. A ERA ADESIVA. NOVO MODELO RESTAURADOR: MÁXIMA PREVENÇÃO MÁXIMA PRESERVAÇÃO MÍNIMA RESTAURAÇÃO

  33. A ERA ADESIVA. NOVO MODELO RESTAURADOR: valorização da estética reforço do remanescente dentário.

  34. A ERA ADESIVA. MONDELLI, J. et al Fracture strenght of human teeth with cavity preparations. J.Prosthet. Dent., 43:419-422,1980

  35. A ERA ADESIVA. TROPE,M. & TRONSTAD,L. Resistance to fracture of endodontically treated premolars restored with glass ionomer or acid etch composite. J. Endodont.,6:257-259,1991

  36. A ERA ADESIVA. BUSATO, A.L.S. et al Estética -Encontro de Estética , cap. 9 - Restaurações estéticas em dentes posteriores - o atual estado da arte. l2 anos de avaliação. Editora artes Médica, São Paulo, 2004

  37. inicial 1 ano 2 anos 4 anos 6 anos

  38. RESINAS EM DENTES POSTERIORES: HÍBRIDAS RADIOPACAS FOTOATIVADAS -BISEL-

  39. ATLAS PRÁTICO DE CIMENTOS DE IONOMERO DE VIDRIO. G.J. MOUNT Salvat Editores, Barcelona, 1990 IONÔMERO DE VIDRO EM CAVIDADES MÍNIMAS.

  40. cvidades mínimas e procedimentos mínimos...... FRENCKEN, 1989 TÉCNICA RESTAURADORA ATRAUMÁTICA A R T

  41. NOVA CLASSIFICAÇÃO DE CAVIDADES. MOUNT,G.J. & HUME,W.R. A revised classification of carious lesions by site and size. Quint. Intern.,28:301-303,1997

  42. NOVA CLASSIFICAÇÃO DE CAVIDADES. size:1,2,3 e 4 largura site l -2 -3 local

  43. NOVA CLASSIFICAÇÃO DE CAVIDADES. ROULET, J.F & DEGRANGE,M. Adhesion: the silent revolution of Dentistry. Chicago,Quintessence Books,2000

  44. NOVA CLASSIFICAÇÃO DE CAVIDADES. site stage (profundidade) 1-2-3-4

  45. CAVIDADES: Nomenclatura e Classificação

  46. MOUNT, G.J,; HUME, W.R A revised classification of carious lesions by site and size. Quint. Int. 28: 301-303, 1997 ROULET,J.F.; DEGRANGE, M Adhesion: the silent revolution in Dentistry. Quintessence Book, Chicago, 2000. BUSATO. A.L.S; HERNANDEZ. P.A.G; MACEDO.R.P; Dentística. Restaurações Estéticas. Editora e Livraria Artes Médicas , São Paulo, 2002

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