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O Psicopedagogo e a Educação Especial. Educa ç ão especial conceitos e perspectivas. Educação especial conceitos e perspectivas. Somos todos diferentes Normal ou anormal?

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o psicopedagogo e a educa o especial

O Psicopedagogo e a Educação Especial

Educação especial conceitos e perspectivas

educa o especial conceitos e perspectivas
Educação especial conceitos e perspectivas
  • Somos todos diferentes
  • Normal ou anormal?
  • Embora a maioria das pessoas gostaria de ser pensada como “normal” ou “típico”, para milhões de crianças e adultos isto não é possível. Eles foram identificados e foram etiquetados por escolas, agências de serviço sociais, e outras organizações como excepcional, assim requerendo serviços de educação especial”.

Michelle Girade Pavarino

educa o especial conceitos e perspectivas1
Educação especial conceitos e perspectivas
  • Educação especial – herança
  • Os últimos vinte e cinco anos - mudanças.
  • Políticas e leis que afetam os estudantes com necessidades especiais,
  • Meta é ajudar a desenvolver uma compreensão e avaliação para uma pessoa com necessidades especiais.
  • Pessoas com inaptidões e esses sem inaptidões compartilham muitos similaridades.
  • Na realidade, acredita-se que educação especial pudesse ser considerada o estudo de semelhanças justamente como também diferenças.

Michelle Girade Pavarino

defini es e terminologia
Definições e Terminologia
  • A educação especial - inúmeros termos e expressões retirados de documentos internacionais e usados para conceituar e caracterizar o deficiente.
  • Polêmica: A utilização desses termos ou expressões podem, de um lado indicar a própria concepção que se tem sobre deficiência, e de outro, colaborar ou prejudicar na transposição das barreiras atitudinais.
  • Historicamente utilizou-se termos como anormais, excepcionais, para referir-se a pessoa com deficiência mental, sensorial, física, múltipla, ou mesmo com superlotação - mais recentemente adotou-se a expressão pessoa portadora de deficiência, portadora de necessidades especiais e portadora de necessidades educativas especiais, quando referidas à escolarização.
          • Termo portador –impróprio. Necessidades não se portam como objetos.
          • Aluno com necessidades educativas especiais

Michelle Girade Pavarino

defini es e terminologia1
Definições e Terminologia
  • Por Educação Especial - processo educacional - proposta pedagógica, assegurando recursos e serviços educacionais especiais, organizados institucionalmente para apoiar, complementar, suplementar, e/ ou substituir os serviços educacionais comuns, de modo a garantir a educação escolar e promover o desenvolvimento das potencialidades dos educandos que apresentam necessidades educacionais especiais, em todos os níveis, etapas e modalidades da educação (Brasil, 2001).
  • A Educação Especial tem sido concebida, tradicionalmente, como destinada apenas ao atendimento de alunos com deficiências; condutas típicas de síndromes e quadros psicológicos, neurológicos ou psiquiátricos, bem como de alunos que apresentam altas habilidades/ superdotação. Com a adoção do conceito de necessidades educacionais especiais, atualmente, é afirmado o compromisso com uma nova abordagem que vislumbra a inclusão.

Michelle Girade Pavarino

defini es e terminologia2
Definições e Terminologia
  • A ação da educação especial – ampliada.
  • Abranger: não apenas as dificuldades de aprendizagem relacionadas a condições, disfunções, limitações, deficiências, mas também aquelas não vinculadas a uma causa orgânica específica.
  • Considerando que, por dificuldades cognitivas, psicomotoras e de comportamento, os alunos são freqüentemente negligenciados ou mesmo excluídos dos apoios escolares.
  • Todo e qualquer aluno pode apresentar, ao longo de sua aprendizagem, alguma necessidade educacional especial, temporária ou permanente (Brasil, 2001).

Michelle Girade Pavarino

categorias e r tulos
Categorias e Rótulos
  • O diagnóstico e a classificação : divergências
  • Um crescente número de profissionais rejeita ao seu uso
    • pessoa passa a ser tratada e a reagir de acordo com o diagnóstico.
    • diagnóstico e a classificação desumanizante- mutilam o relacionamento interpessoal, inserindo neste, comportamentos preconceituosos.
  • Ciência
        • a) organizar eventos que de outra forma poderiam parecer caóticos;
        • b) detectar relações ordenadas entre os eventos aparentemente isolados e
        • c) descobrir elementos despercebidos ou discrepâncias.

Michelle Girade Pavarino

categorias e r tulos1
Categorias e Rótulos
  • Altas habilidades:Notável desempenho e elevada potencialidade em qualquer dos seguintes aspectos isolados ou combinados:
    • Capacidade intelectual geral
    • Aptidão acadêmica específica
    • Pensamento criativo ou produtivo
    • Capacidade de liderança
    • Talento especial para artes
    • Capacidade psicomotora
  • Condutas Típicas:Manifestações de comportamento típicas de portadores de síndromes e quadros psicológicos, neurológicos ou psiquiátricos que ocasionam atrasos no desenvolvimento e prejuízos no relacionamento social, em grau que requeira atendimento educacional especializado.

Michelle Girade Pavarino

categorias e r tulos2
Categorias e Rótulos
  • Deficiência auditiva: Perda congênita ou adquirida, da capacidade de compreender a fala através do ouvido. Manifesta-se como:
    • Surdez leve/moderada: perda auditiva de até 70 decibéis, que dificulta, mas não impede o indivíduo de se expressar oralmente, bem como de perceber a voz humana, com ou sem a utilização de aparelho auditivo.
    • Surdez severa/profunda: perda auditiva acima de 70 decibéis, que impede o indivíduo de entender, com ou sem aparelho auditivo, a voz humana, bem como adquirir, naturalmente, o código da língua oral.
  • Os alunos com deficiência auditiva necessitam de métodos, recursos didáticos e equipamentos especiais para correção e desenvolvimento da fala e a linguagem.

Michelle Girade Pavarino

categorias e r tulos3
Categorias e Rótulos
  • Deficiência mental: Esse tipo de deiciência caracteriza-se por registrar um funcionamento intelectual geral significativamente abaixo da média, oriundo do período de desenvolvimento concomitante com limitações associadas a duas ou mais áreas da conduta adaptativa ou da capacidade do indivíduo em responder adequadamente às demandas da sociedade, nos seguintes aspectos:
          • Comunicação
          • Cuidados pessoais
          • Habilidades sociais
          • Desempenho na família e comunidade
          • Independência na locomoção
          • Saúde e segurança
          • Desempenho escolar
          • Lazer e trabalho

Michelle Girade Pavarino

categorias e r tulos4
Categorias e Rótulos
  • Deficiência Física: É uma variedade de condições não sensoriais que afetam o indivíduo em termos de mobilidade, de coordenação motora geral ou de fala, como decorrência de lesões neurológicas, neuromusculares e ortopédicas, ou, ainda, de malformações congênitas ou adquiridas.
  • Deficiência múltipla: É a associação, no mesmo indivíduo, de duas ou mais deficiências primárias (mental, visual, auditiva, física), com comprometimentos que acarretam atrasos no desenvolvimento global e na capacidade adaptativa. As principais necessidades educativas serão priorizadas e desenvolvidas através das habilidades básicas, nos aspectos social, de auto- ajuda e de comunicação.

Michelle Girade Pavarino

categorias e r tulos5
Categorias e Rótulos
  • Deficiência visual: É a redução ou perda total da capacidade de ver como o melhor olho e após a melhor correção ótica. Manifesta-se como:
  • Cegueira; perda da visão em ambos os olhos, de menos de 0,1, no olho melhor, e após correção, ou um campo visual não excedente de 20 graus, no maior meridiano do melhor olho, mesmo com o uso de lentes para correção.
  • Sob o enfoque educacional, a cegueira representa a perda total ou resíduo mínimo de visão, que leva o indivíduo a necessitar do método Braille como meio de leitura e escrita, além de outros recursos didáticos e equipamentos especiais para a sua educação.
    • Visão reduzida: acuidade visual entre 6/20 e 6/60, no melhor olho, após correção máxima. Sob o enfoque educacional, trata-se de resíduo visual que permite ao educando ler impressos a tinta, desde que se empreguem recursos didáticos e equip[amentos especiais, excetuando-se as lentes de óculos que facilmente corrigem algumas deficiências (miopias, hipermetropia, astiguimatismo).

Michelle Girade Pavarino

dificuldade de aprendizagem x defici ncia mental
Dificuldade de aprendizagem X Deficiência mental
  • Mudanças políticas - abertura das classes especiais, de aceleração, de recurso
    • Problemas quanto a classificação ou categorização das crianças com necessidades especiais.
  • Principais confusões: diferenciação entre deficiência mental e dificuldade de aprendizagem.
  • Falta de recursos, conhecimento teórico sobre diagnósticos, muitas crianças foram tidas erroneamente como deficientes mentais.
  • As dificuldades que surgem no âmbito escolar são aquelas que dizem respeito às habilidades que se pretende que o educando desenvolva dentro de um determinado contexto e tempo, e que, por diversas razões, acabam não ocorrendo.

Michelle Girade Pavarino

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No processo de aprendizagem podem ocorrer dificuldades porque o indivíduo pode apresentar um potencial indequado para aquisição das habilidades propostas. Neste caso, tem-se que a causa da dificuldade é um nível de possíveis realizações abaixo do que seria esperado, caracterizando o portador de tal deficiência como “anormal” ou “deficiente”.
  • Essas deficiências no funcionamento de um indivíduo causam não só dificuldades de aprendizagem, mas muitas outras situações diferenciadas em relação aos demais, como por exemplo, impossibilidade de se tornarem autônomos na própria vida.
  • Já as dificuldades de aprendizagem que decorrem de fatores que não são considerados deficiências, estes são distúrbios de aprendizagem, e de modo caracterizam-se justamente pelo fato de estarem presentes em indivíduos que não apresentam nenhum déficit em seus aspectos gerais de funcionamento.

Michelle Girade Pavarino