slide1 n.
Download
Skip this Video
Loading SlideShow in 5 Seconds..
AVALIAÇÃO ECONÔMICA DE PROJETOS DE E&P Aula 1 (04set10) Prof.: Ozualdo S Toyoda Consultor e Eng. de Petróleo PowerPoint Presentation
Download Presentation
AVALIAÇÃO ECONÔMICA DE PROJETOS DE E&P Aula 1 (04set10) Prof.: Ozualdo S Toyoda Consultor e Eng. de Petróleo

Loading in 2 Seconds...

play fullscreen
1 / 101

AVALIAÇÃO ECONÔMICA DE PROJETOS DE E&P Aula 1 (04set10) Prof.: Ozualdo S Toyoda Consultor e Eng. de Petróleo - PowerPoint PPT Presentation


  • 186 Views
  • Uploaded on

AVALIAÇÃO ECONÔMICA DE PROJETOS DE E&P Aula 1 (04set10) Prof.: Ozualdo S Toyoda Consultor e Eng. de Petróleo Sênior ozualdo_toyoda@yahoo.com.br. 1 - Matemática Financeira. 1 - Matemática Financeira.

loader
I am the owner, or an agent authorized to act on behalf of the owner, of the copyrighted work described.
capcha
Download Presentation

PowerPoint Slideshow about 'AVALIAÇÃO ECONÔMICA DE PROJETOS DE E&P Aula 1 (04set10) Prof.: Ozualdo S Toyoda Consultor e Eng. de Petróleo' - southern


An Image/Link below is provided (as is) to download presentation

Download Policy: Content on the Website is provided to you AS IS for your information and personal use and may not be sold / licensed / shared on other websites without getting consent from its author.While downloading, if for some reason you are not able to download a presentation, the publisher may have deleted the file from their server.


- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - E N D - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
Presentation Transcript
slide1

AVALIAÇÃO ECONÔMICA

DE PROJETOS DE E&P

Aula 1

(04set10)

Prof.: Ozualdo S Toyoda

Consultor e Eng. de Petróleo Sênior

ozualdo_toyoda@yahoo.com.br

1 matem tica financeira1

1 - Matemática Financeira

A Matemática Financeira é uma ferramenta útil na análise de algumas alternativas de investimento ou de financiamentos de bens de consumo.

Consiste em empregar procedimentos matemáticos para reduzir a operação financeira a um Fluxo de Caixa.

1 matem tica financeira2

Conceitos Pertinentes:

UTILIDADE – investir no mercado financeiro significa deixar de consumir hoje para consumir amanhã, o que só é atraente quando o capital recebe remuneração adequada.

INCERTEZA - sempre existe a possibilidade do investimento não corresponder às expectativas

OPORTUNIDADE - os recursos disponíveis para investir são limitados: ao se decidir por determinado projeto perdem-se oportunidades de ganhos em outros; é preciso que este ofereça retorno satisfatório.

1 - Matemática Financeira

1 matem tica financeira3

JURO

Do ponto de vista econômico, juro é o preço cobrado (ou pago) pelo capital emprestado por um certo período de tempo. Este capital consiste de bens, como dinheiro, ações, bens de consumo, propriedades ou mesmo indústrias. O juro é calculado sobre o valor destes bens ou dinheiro.

O juro pode ser compreendido como uma espécie de "aluguel sobre o dinheiro". É a compensação feita a quem emprestou o dinheiro, pelos investimentos úteis que poderiam ter sido feitos com o dinheiro emprestado;

1 - Matemática Financeira

1 matem tica financeira4

TAXA DE JUROS

Quem for capaz de poupar até possuir a quantia suficiente para adquirir seu desejo, e neste ínterim estiver disposto a emprestar esta quantia a alguém, menos paciente, deve ser recompensado por esta abstinência, na proporção do tempo e risco que a operação envolver.

O tempo, o risco e a quantidade de dinheiro disponível no mercado para empréstimos definem qual deverá ser a velocidade de remuneração, mais conhecida como taxa de juros.

A quantia emprestada, ou o valor dos bens emprestados, é chamada de principal.

1 – Matemática Financeira

1 matem tica financeira5

1 - Matemática Financeira

Os juros podem ser capitalizados segundo dois regimes: simples ou composto.

JUROS SIMPLES: o juro de cada intervalo de tempo sempre é calculado sobre o capital inicial emprestado ou aplicado.

JUROS COMPOSTOS: o juro de cada intervalo de tempo é calculado a partir do saldo no início de correspondente intervalo. Ou seja: o juro de cada intervalo de tempo é incorporado ao capital inicial e passa a render juros também.

1 matem tica financeira6

Quando usamos juros simples e juros compostos?

A maioria das operações envolvendo dinheiro utiliza juros compostos (por razões óbvias!).

Estão incluídas: compras a médio e longo prazo, compras com cartão de crédito, empréstimos bancários, as aplicações financeiras usuais como Caderneta de Poupança e aplicações em fundos de renda fixa, etc.

Raramente encontramos uso para o regime de juro simples: é o caso das operações de curtíssimo prazo, e do processo de desconto simples de duplicatas.

1 - Matemática Financeira

1 matem tica financeira8

Juros Simples e Compostos

1 - Matemática Financeira

Se um eletrodoméstico custa R$ 3.000,00, você dá R$ 500,00 de entrada e paga R$ 2.800,00 daqui a seis meses, calcule:

1 – A taxa de juros no regime de juros simples

Resp: 2,00% a.m.

2 – A taxa de juros no regime de juros compostos:

Resp.: 1,91% a.m.

Exercício a ser realizado em aula

1 matem tica financeira9

1 - Matemática Financeira

TAXA NOMINAL

A taxa nominal de juros, relativa a uma operação financeira, pode ser calculada pela expressão: Taxa nominal = Juros pagos / Valor Nominal do empréstimoAssim, por exemplo, se um empréstimo de $100.000 deve ser quitado ao final de um ano, pelo valor monetário de $150.000, a taxa de juros nominal será dada por:

Juros pagos = $150.000 – $100.000 = $50.000

Taxa nominal = in = $50.000 / $100.000 = 0,50 = 50%

1 matem tica financeira10

1 - Matemática Financeira

TAXA REAL

A taxa realexpurga o efeito da inflação (É a taxa nominal corrigida pela taxa inflacionária).

Um aspecto interessante sobre as taxas reais de juros é que elas podem ser, inclusive, negativas!

Relação entre as taxas de juros nominal e real:

P =Capital aplicado por um período de tempo unitário, a uma certa taxa nominal in.

S1 = Montante ao final do período e S1 = P (1 + in) [1]

Taxa de inflação (desvalorização da moeda) no período igual a j.

Capital corrigido pela inflação: S2 = P (1 + j) [2]

1 matem tica financeira11

1 - Matemática Financeira

(Cont. de TAXA REAL)

A taxa real de juros, indicada por r, será aquela que, aplicada ao montante S2 , produzirá o montante S1.

Então: S1 = S2 (1 + r) [3]

Substituindo [1] e [2] em [3], vem:

P (1 + in) = P (1+j) (1 + r)

Logo:(1 + in) = (1+r) (1 + j), onde:

in= taxa nominal de jurosj = taxa de inflação no períodor = taxa real de juros

Se a taxa de inflação for nula no período, isto é, j = 0, teremos as taxas nominal e real coincidentes.

1 matem tica financeira12

Taxa Real x Taxa Nominal

Numa operação financeira com taxas pré-fixadas, um banco empresta $120.000,00 para ser pago em um ano com $150.000,00. Sendo a inflação durante o período do empréstimo igual a 10%, calcular as taxas nominal e real deste empréstimo.

1 - Matemática Financeira

Exercício a ser realizado em aula

2 fluxo de caixa1

2 – Fluxo de Caixa

Por mais complexos e diferentes que sejam os projetos a serem analisados, todos eles podem ser representados por um fluxo de caixa, ou seja, entradas e saídas de capital,

dispostas emum horizonte temporal.

Os fluxos de caixa podem ser representados na forma de tabela ou diagrama.

2 fluxo de caixa2

2 – Fluxo de Caixa

Fluxo de Caixa em Tabela

2 fluxo de caixa3

2 – Fluxo de Caixa

Diagrama de Fluxo de Caixa

2 fluxo de caixa4

2 – Fluxo de Caixa

Diagramas de Fluxo de Caixa

Devido às limitações práticas de se precisar os exatos momentos em que as despesas e receitas ocorrerão, a escala de tempo é dividida em períodos definidos.

Nestes diagramas, a linha horizontal representa a escala do tempo, usualmente medido em anos, mas também pode ser medido em semestres, trimestres, meses, etc. As setas verticais para cima representam entradas de dinheiro e, as setas verticais para baixo, saídas de dinheiro.

2 fluxos de caixa e o valor presente p

2 – Fluxos de Caixa e o Valor Presente (P)

Ver notação dos vetores no slide seguinte.

3 fluxo de caixa descontado fcd e valor presente l quido vpl2

Valor Presente Líquido - VPL

É a soma algébrica dos custos e dos benefícios líquidos do projeto, previstos durante sua vida econômica, trazidos (descontados) para a data de atualização do fluxo de caixa (data base), utilizando-se para isso a taxa de desconto apropriada: a Taxa Mínima de Atratividade (TMA) do negócio. Podemos representar o VPL pela seguinte equação:

Taxa Mínima de Atratividade – TMA

É definida como a taxa de desconto que garante o retorno mínimo do projeto, de modo a assegurar a remuneração do capital próprio e do capital de terceiros. Essa taxa é obtida através do cálculo do Custo Médio Ponderado de Capital - CMPC ou WACC - Weighted Average Cost of Capital.

3 - Fluxo de Caixa Descontado (FCD) eValor Presente Líquido (VPL)

3 fluxo de caixa descontado fcd e valor presente l quido vpl3

Custo Médio Ponderado de Capital – CMPC

Os recursos para investimento podem ter origem em duas fontes: capital próprio (Equity) e capital de terceiros (Debt).

O CMPC pode ser calculado através da seguinte expressão:

CMPC = Ke x [ E / ( E + D )] + Kd x ( 1 - T ) x [ D / ( E + D )]onde:

􀂃 Ke = custo do capital próprio;

􀂃 Kd = custo do capital de terceiros;

􀂃 T = alíquota de Imposto de Renda e de Contribuição Social;

􀂃 E = capital próprio – Equity.

􀂃 D = capital de terceiros – Debt;

􀂃 (E / (E+D)) = proporção do capital próprio em relação ao capital total;

􀂃 (D / (E+D)) = proporção do capital de terceiros em relação ao capital total.

3 - Fluxo de Caixa Descontado (FCD) eValor Presente Líquido (VPL)

3 fluxo de caixa descontado fcd e valor presente l quido vpl4

Custo Médio Ponderado de Capital – CMPC (cont.)

O capital próprio é remunerado por uma taxa “livre de risco” mais um prêmio de risco, ponderado pela sensibilidade (do retorno do ativo em análise) a variações do retorno do mercado. Essa remuneração equivale ao custo do capital próprio, que é a remuneração mínima esperada pelo acionista ao investir na empresa. O modelo denominado CAPM – Capital Asset Pricing Model– permite estimar esse custo, através da seguinte fórmula:

Ke = Kf + β (Km – Kf) onde:

􀂃 Ke = taxa de retorno (custo) do capital próprio, ajustada ao risco do ativo (projeto);

􀂃 Kf = taxa livre de risco ou “risk-free”;

􀂃 Km = taxa de retorno esperada do mercado;

􀂃 β = sensibilidade do retorno do ativo a variações do retorno do mercado; e

􀂃 (Km – Kf) = prêmio esperado sobre o risco de mercado.

3 - Fluxo de Caixa Descontado (FCD) eValor Presente Líquido (VPL)

3 fluxo de caixa descontado fcd e valor presente l quido vpl5

Custo Médio Ponderado de Capital – CMPC (Cont.)

O capital de terceiros, por sua vez, é remunerado pela taxa de juros negociada com os agentes financiadores, refletindo o risco de crédito da Companhia. Essa taxa deve ser deduzida dos impostos (os juros são dedutíveis do lucro tributável e, por isso, a taxa efetiva é menor do que a taxa nominal paga aos bancos).

O cálculo do CMPC deve se basear na proporção esperada de capital próprio e de terceiros, isto é, aquela que se pretende adotar no futuro, baseada na estrutura ótima de capital de uma Companhia.

Desse modo, aplicando-se o CMPC esperado como taxa de desconto na análise de investimento, estará sendo adotada uma política de se investir em projetos cuja rentabilidade permite remunerar os acionistas e os demais financiadores.

A ponderação E / (E+D) ou D / (E+D) deve ser da Companhia e não do projeto, pois o relevante para os financiadores é o nível de endividamento da Companhia.

3 - Fluxo de Caixa Descontado (FCD) eValor Presente Líquido (VPL)

3 fluxo de caixa descontado fcd e valor presente l quido vpl6

Custo Médio Ponderado de Capital – CMPC (Cont.)

Uma empresa de petróleo integrada,(upstream, midstream e downstream) em razão do risco diferenciado de suas áreas de negócio, deve considerar na análise de seus projetos de investimento taxas de desconto específicas.

Cada Área de Negócio da empresa, na análise de seus projetos, deve utilizar como taxa de desconto o seu próprio CMPC, o qual refletirá seu risco específico e o patamar mínimo requerido para a rentabilidade do projeto.

Para projetos desenvolvidos em países diversos, cada Área de Negócio deve utilizar seu CMPC por país, de modo a retratar seu risco (geopolítico) específico.

3 - Fluxo de Caixa Descontado (FCD) eValor Presente Líquido (VPL)

3 fluxo de caixa descontado fcd e valor presente l quido vpl7

3 - Fluxo de Caixa Descontado (FCD) eValor Presente Líquido (VPL)

Concentração de Vetores x Data Base (1)

Exercício a ser realizado em aula

3 fluxo de caixa descontado fcd e valor presente l quido vpl8

3 - Fluxo de Caixa Descontado (FCD) eValor Presente Líquido (VPL)

Concentração de Vetores x Data Base (2)

Exercício a ser realizado em aula

4 infla o1

4 - Inflação

(leitura opcional sobre Inflação – clique duas vezes para ler o texto na íntegra)

5 fluxo de caixa nominal x real1

5 - Fluxo de Caixa Nominal x Real

Fluxos de Caixa e taxas de desconto devem ser coerentes perante a inflação:

Duas maneiras de tratar a inflação:

Fluxos de Caixa em valores nominais (valores correntes, moeda das datas em que ocorrem): são descontados à taxa nominal (kN)

Fluxos de Caixa em valores reais (ou constantes, moeda de hoje): são descontados à taxa real (kR) (mais simples)

(1 + Taxa Nominal) = (1 + Taxa Real)  (1 + Inflação)

(1 + kN) = (1 + kR)  (1 + Inflação)

kR = [ (1+ kN) / (1 + inflação) ] - 1

5 fluxo de caixa nominal x real2

O VPL pode ser calculado a partir do FC real ou nominal:

Seja um investimento de $100 com uma receita nominal de $150 daqui a 1 ano. Se o custo real (kR) do capital é 10% a.a. e a inflação projetada é de 8% a.a., qual é o VPL do projeto?

5 - Fluxo de Caixa Nominal x Real

Exercício a ser realizado em aula

5 fluxo de caixa nominal x real3

Dado o FC Nominal, um custo de capital nominal (kN) de 14% e uma inflação de 4%, calcular o VPL usando os dois métodos (valores nominais e valores reais).

5 - Fluxo de Caixa Nominal x Real

Exercício a ser realizado em aula

5 fluxo de caixa nominal x real4

5 – Fluxo de Caixa Nominal x Real

Inflação: o mundo real pode ser muito mais complexo !!

Podem ocorrer impactos diferentes da inflação nos custos e nas receitas.

Em ambiente de inflação elevada a incerteza no mercado é maior.

Podem existir diferentes índices de inflação (setoriais) para calcular valores reais de custos e preços.

Mesmo em economias de inflação baixa, preços e custos oscilam, não por força de uma inércia monetária (desvalorização da moeda), mas pela lei da oferta e da procura.

5 fluxo de caixa nominal x real5

5 - Fluxo de Caixa Nominal x Real

Inflações Diferentes:

Qual o VPL do projeto de produção de bobinas elétricas, pelos dois métodos (nominal e real):

Investimento inicial = $ 5.000.000;

Produção da planta = 45.000 bobinas/ano;

Vida útil do projeto = 2 anos;

Preço de venda de uma bobina = $ 125, mas a projeção é um crescimento no preço de 9 % a.a. (escalation);

Custo total de produção é de $70/bobina, mas espera-se um crescimento no custo de 2 % a.a. (escalation);

A inflação projetada é de 6 % a.a.; e

O custo do capital, em termos nominais (kN) é 11% a.a.

6 fluxo de caixa e taxa interna de retorno tir1

Taxa Interna de Retorno (TIR) é a taxa de retorno implícita no fluxo de caixa, que só depende da relação entre os valores positivos e negativos, a qual iguala os desembolsos aos embolsos, isto é, torna o VPL=0.

A TIR é uma taxa média que considera toda a vida econômica do projeto e é calculada obtendo-se as raízes da equação:

Esse tipo de equação é resolvido por algoritmos matemáticos iterativos, uma vez que a TIR é calculada obtendo-se as raízes reais de um polinômio de grau “n” (número de períodos no fluxo de caixa).

6 - Fluxo de Caixa eTaxa Interna de Retorno (TIR)

6 fluxo de caixa e taxa interna de retorno tir3

Dos slides 39 e 40:

6 - Fluxo de Caixa eTaxa Interna de Retorno (TIR)

Apesar dos VPLs iguais, a TIR do FC Nominal é diferente da TIR do FC Real

6 fluxo de caixa e taxa interna de retorno tir6

6 - Fluxo de Caixa eTaxa Interna de Retorno (TIR)

Exemplo 2 de inconsistência da TIR: Inexistência da TIR

6 fluxo de caixa e taxa interna de retorno tir7

6 - Fluxo de Caixa eTaxa Interna de Retorno (TIR)

Exemplo 3 de inconsistência da TIR: Valores antagônicos de TIR

7 deprecia o amortiza o e deple o1

Qual a diferença entre depreciação e amortização na ótica contábil?

A principal distinção entre esses dois encargos é que, enquanto a depreciação incide sobre os bens físicos de propriedade do próprio contribuinte, a amortização se relaciona com a diminuição de valor de bensque, nos termos da lei ou contrato que regule a concessão de serviço público, devem reverter ao poder concedente ao fim do prazo da concessão, sem indenização.

7 – Depreciação, Amortização e Depleção

7 deprecia o amortiza o e deple o2

Depreciação

É a redução do valor dos bens pelo desgaste ou perda de utilidade por uso, ação da natureza ou obsolescência.

A depreciação pode ser real (física) ou contábil.

A depreciação de um ativo começa quando o item está em condições de operar na forma pretendida pela administração, e cessa quando o ativo é baixado ou transferido do imobilizado.

A depreciação contábil tem por fim distribuir de maneira sistemática o custo, menos o valor residual, se houver, durante sua vida útil estimada.

Se a vida útil real for observada na prática, então a vida contábil será igual à vida útil real. Do contrário será estimada pelo fisco.

7 – Depreciação, Amortização e Depleção

7 deprecia o amortiza o e deple o3

Amortização

É um processo de extinção de uma dívida através de pagamentos periódicos, que são realizados em função de um planejamento, de modo que cada prestação corresponde à soma do reembolso do capitalou do pagamento dos juros do saldo devedor, podendo ser o reembolso de ambos, sendo que os juros são sempre calculados sobre o saldo devedor.

No Brasil, existe a amortização contábil, cujo conceito não se restringe à diminuição de dívidas, mas também a direitos intangíveis classificados no ativo (conta de balanço). Assim, associa-se o termo amortização contábil, à depreciação contábil (redução de bens tangíveis) e à exaustão contábil (recursos naturais), também conhecida como depleção.

7 – Depreciação, Amortização e Depleção

7 deprecia o amortiza o e deple o4

A principal distinção entre esses encargos é que, enquanto a depreciação incide sobre os bens físicos de propriedade do próprio contribuinte, a amortização relaciona-se com a diminuição de valor dos direitos (ou despesas diferidas) com prazo limitado (legal ou contratualmente).

7 – Depreciação, Amortização e Depleção

7 deprecia o amortiza o e deple o5

MÉTODOS DE DEPRECIAÇÃO, AMORTIZAÇÃO E DEPLEÇÃO

Dentre os vários métodos de cálculo dos encargos de depreciação, amortização e depleção, respectivamente, destacam-se:

a) o método linear (mais utilizado em projetos de investimento) que resulta numa despesa constante durante a vida útil, se o valor residual do ativo não mudar;

b) o método dos saldos decrescentes que resulta em despesa decrescente durante a vida útil;

c) o método das unidades produzidas que resulta em despesa baseada na expectativa de produção.

7 – Depreciação, Amortização e Depleção

7 deprecia o amortiza o e deple o7

Depreciação e o Imposto de Renda

A depreciação contábil é dedutível para efeito do cálculo do Imposto de Renda.

Assim:

Lucro Tributável = Receitas – Despesas - Depreciação

As próximas tabelas exemplificam o efeito da depreciação no cálculo do imposto de renda, em moeda constante (real) ou moeda corrente (nominal):

7 – Depreciação, Amortização e Depleção

7 deprecia o amortiza o e deple o10

7 – Depreciação, Amortização e Depleção

AMORTIZAÇÃOA amortização é uma operação financeira em que uma dívida ou obrigação é paga progressivamente por meio de parcelas de modo que ao término do prazo estipulado o débito seja liquidado.

As parcelas ou prestações são obtidas através da soma de duas partes: a quota de amortização ( = devolução do principal emprestado ) e os juros. Assim,

Prestação = Amortização + Juros

7 deprecia o amortiza o e deple o11

7 – Depreciação, Amortização e Depleção

SISTEMAS DE AMORTIZAÇÃO (cont.)

Entre os principais e mais utilizados sistemas de amortização de empréstimos no Brasil temos:

● Sistema de Amortização Francês, também conhecido por Sistema Price

● Sistema de Amortização Constante ( SAC )

● Sistema de Amortização Crescente ( SACRE )

Muitas vezes os bancos e as instituições financeiras criam sistemas de amortização específicos, adequados a determinadas situações ou características do mercado.

7 deprecia o amortiza o e deple o12

7 – Depreciação, Amortização e Depleção

SISTEMAS DE AMORTIZAÇÃO (cont.)

1 - Sistema de Amortização Francês, também conhecido por Sistema Price

Criado na França, no século XIX. Este sistema se caracteriza pelo pagamento de prestações de valor constante, periódicas e sucessivas. O valor dos juros pagos, a cada prestação, é decrescente, já que os mesmos incidem sobre o saldo devedor que decresce à medida que mais prestações são pagas. Assim, as amortizações são crescentes ao longo do processo.

O Sistema ou Tabela Price recebe este nome em homenagem ao economista inglês Richard Price, o qual incorporou a teoria do juro composto às amortizações de empréstimos, no século XVIII. Basicamente, a Tabela Price é um caso particular do Sistema de Amortização Francês.

7 deprecia o amortiza o e deple o13

7 – Depreciação, Amortização e Depleção

SISTEMAS DE AMORTIZAÇÃO (cont.)

2 – Sistema de Amortização Constante ( SAC )

Neste sistema o saldo devedor é reembolsado em quotas de amortização iguais. Desta forma, o valor das prestações é decrescente, já que os juros diminuem a cada prestação. A quota de amortização é calculada dividindo-se o valor do principal (dívida) pelo número de períodos de pagamento.

O SAC é um dos sistemas de amortização utilizados em financiamentos imobiliários. A sua principal característica é que ele amortiza um percentual fixo do saldo devedor desde o início do financiamento, o que faz com que a parcela de amortização da dívida seja maior no início do financiamento e que o saldo devedor caia mais rapidamente do que em outros mecanismos de amortização.

7 deprecia o amortiza o e deple o14

7 – Depreciação, Amortização e Depleção

SISTEMAS DE AMORTIZAÇÃO (cont.)

3 - Sistema de Amortização Crescente (SACRE)

Este sistema de amortização é utilizado SOMENTE pela

Caixa Econômica Federal.

A diferença básica entre este sistema e os outros é o de apresentar o valor

da parcela de amortização superior, proporcionando uma redução mais rápida do saldo devedor.

A prestação inicial neste plano pode comprometer até 30% da renda,

enquanto nos outros o comprometimento máximo é de 25%.

O valor das prestações é decrescente.

7 deprecia o amortiza o e deple o15

7 – Depreciação, Amortização e Depleção

SISTEMAS DE AMORTIZAÇÃO (cont.)

Comparação dos sistemas apresentados:

7 deprecia o amortiza o e deple o16

7 – Depreciação, Amortização e Depleção

SISTEMAS DE AMORTIZAÇÃO (cont.)

7 deprecia o amortiza o e deple o17

Depleção (ou Exaustão)

É a diminuição no valor da terra ou de outros recursos, em decorrência da extração de alguma riqueza natural. Assemelha-se à redução no valor de um bem do ativo fixo, ou depreciação. Esta, porém, é uma redução na qualidade ou utilidade de um bem, ao passo que depleção é redução na quantidade física. A depleção antecede o abandono.

7 – Depreciação, Amortização e Depleção

8 corre o monet ria1

Quando um capital é aplicado numa instituição financeira capitalizando juros, deverá haver também a aplicação da correção monetária para compensar os efeitos da inflação no período.

  • Para aplicação da taxa de juros sobre um capital e da correção monetária em cada período, existem várias modalidades de cálculo. Alguns exemplos dos principais mecanismos de correção:
  • Correção em Paralelo
  • Também conhecida como Correção Independente, consiste em aplicar a taxa de inflaçãofn sobre o o capital, sucessivamente em cada período, e paralelamente fazer incidir sobre o capital acumulado em cada período a taxa de jurosin independentemente da correção. O montante ao final de cada período será: capital + correção + juros
  • A expressão do montante Sn é dada por:
  • Sn = P [ (1+i)n + (1+f1)(1+f2) ..... (1+fn) – 1]

8 – Correção Monetária

8 corre o monet ria2

Ex. de Correção em Paralelo:

Determinar o montante S após 3 anos de R$ 1000 capitalizado anualmente a uma taxa de juros r = 5% a.a. e com taxas anuais de inflação progressivas f1 = 4%, f2 = 5% e f3 = 6%

8 – Correção Monetária

8 corre o monet ria3

2 – Correção Aditiva

Neste caso as taxas de juros e correção monetária são aplicadas separadamente sobre o montante e em cada período e a soma das parcelas resultará no montante do período seguinte.

Equivale a calcular cada montante aplicando-se ao montante anterior uma taxa única igual à soma das duas taxas: de juros + inflação

A expressão para um montante Sn é dada por:

Sn = P (1 + i + f1) (1 + i + f2) ......... (1 + i + fn)

8 – Correção Monetária

8 corre o monet ria4

Ex. de Correção Aditiva:

Determinar o montante S após 3 anos de R$ 1000 capitalizado anualmente a uma taxa de juros r = 5% a.a. e com taxas anuais de inflação progressivas f1 = 4%,f2 = 5% e f3 = 6%

8 – Correção Monetária

8 corre o monet ria5

3 – Correção em Série

Na correção em série a taxa de juros bem como a taxa de inflação em cada período são aplicadas sucessivamente sobre o capital acumulado, resultando na seguinte expressão:

S = P (1 + i)n (1 + f1) (1 + f2) ....... (1 + fn)

Se a taxa de inflação for constante a expressão se resume a:

S = P (1 + i)n (1 + f)n

8 – Correção Monetária

8 corre o monet ria6

Ex. de Correção em Série

Determinar o montante S após 3 anos de R$ 1000 capitalizado anualmente a uma taxa de juros r = 5% a.a. e com taxas anuais de inflação progressivas f1 = 4%, f2 = 5% e f3 = 6%

8 – Correção Monetária

9 an lise e decis o de investimentos1

9 – Análise e Decisão de Investimentos

Numa visão puramente empresariale diante da escassez de recursos, a escolha da melhor alternativa para a implantação de um determinado projeto deve recair naquela de maior atratividade econômica.

Para que um projeto de investimento seja considerado economicamente atrativo (VPL ≥ 0), ele deve ser mais rentável que as oportunidades ordinárias apresentadas pelo mercado (TIR ≥ TMA).

9 an lise e decis o de investimentos2

9 – Análise e Decisão de Investimentos

Comparando Projetos:

A comparação da Economicidade de Projetos de Investimento pode ser realizada através da análise dos seus índices de economicidade. Esses índices podem servir para medir a liquidez ou a rentabilidade, conforme expresse o tempo de retorno do capital investido ou o rendimento (grau de remuneração ou rentabilidade) do capital.

9 an lise e decis o de investimentos3

9 – Análise e Decisão de Investimentos

Critério de Liquidez (tempo de retorno do Capital):

O índice de liquidez mais empregado para avaliação de projetos tem sido o Tempo de Retorno do Capital, que é o tempo para que as receitas líquidas acumuladas do projeto sejam iguais ao investimento realizado.

O Tempo de Retorno é um índice mais expressivo quando calculado levando-se em conta o valor do dinheiro no tempo. Assim, deve ser calculado a partir do Fluxo de Caixa Descontado à TMA do projeto.

O Tempo de Retorno reflete o tempo em que o dinheiro aplicado no projeto estará em risco.

9 an lise e decis o de investimentos4

9 – Análise e Decisão de Investimentos

Critérios de Rentabilidade:

Dentre os vários critérios de rentabilidade, podemos antecipar os seguintes:

Taxa Interna de Retorno (TIR)

Apresenta certo grau de subjetividade quando empregada como elemento de comparação da economicidade de projetos, variando com o indivíduo ou empresa.

9 an lise e decis o de investimentos5

9 – Análise e Decisão de Investimentos

Critérios de Rentabilidade (cont.):

Valor Presente Líquido (VPL)

É mais consistente que a TIR. Apesar da grande popularidade da TIR, o VPL é o principal índice de economicidade para muitos analistas de ativos reais.

O VPL é o melhor critério de seleção ou ordenação de oportunidades de investimento, quando não há restrições orçamentárias.

9 an lise e decis o de investimentos6

9 – Análise e Decisão de Investimentos

VPL X TIR

Para projetos independentes e não excludentes (todos podem ser realizados), os métodos da TIR e do VPL levam à mesma decisão de rejeição ou aceitação do projeto, pois sempre (ou quase sempre) que o VPL>0 a TIR >TMA e vice-versa, o mesmo acontecendo para VPL<0 com TIR<TMA.

Para projetos mutuamente excludentes, ou seja, onde a decisão de investimento em um implica na não realização do outro, pode existir um conflito na decisão em qual investir.

9 an lise e decis o de investimentos7

9 – Análise e Decisão de Investimentos

VPL X TIR

O critério do VPL supõe que os fluxos de caixa gerados serão reinvestidos à TMA (ou custo de oportunidade do capital), enquanto que o critério da TIR supõe que esses fluxos serão reinvestidos à própria TIR.

O critério do VPL é mais fácil de ser usado, enquanto que o critério da TIR pode ter problemas práticos já mostrados (TIR múltiplas ou inexistente).

A TIR pode levar a erros na comparação de alternativas se não for usada a análise do fluxo de caixa incremental.

9 an lise e decis o de investimentos8

9 – Análise e Decisão de Investimentos

Qual o melhor critério econômico de comparação entre projetos de investimento?

Nenhum critério ou índice de avaliação é absoluto;

A adequação de um índice de economicidade depende das circunstâncias que envolvem o projeto (natureza da empresa, perfil dos decisores, finalidade social x empresarial etc);

O processo decisório deve utilizar a abordagem mais conveniente para a empresa, considerando a sua natureza e objetivos;

Carteira de Projetos: A melhor solução requer, quando possível, a aplicação das técnicas de pesquisa operacional e opções1 reais.

1 Com a teoria das opções, muitos projetos com VPL > 0 podem ser otimamente postergados - projetos que não estão na situação

“agora-ou-nunca” e não são muito lucrativos - reduzindo o subconjunto da carteira. Quando os recursos físicos e financeiros forem insuficientes, usam-se técnicas de pesquisa operacional, de modo a executar o subconjunto de projetos que seja factível -recursos suficientes- e de máximo VPL.

9 an lise e decis o de investimentos9

9 – Análise e Decisão de Investimentos

Ex. 1 - A reforma de uma máquina em operação custa R$200.000, aumenta a vida útil em 5 anos e reduz o custo operacional em R$75.000 por ano. Se a TMA = 15%, deve-se reformar a máquina? Decida pelo VPL e TIR.

9 an lise e decis o de investimentos10

9 – Análise e Decisão de Investimentos

Ex. 2 - Qual das alternativas de investimento A e B, mutuamente exclusivas, de um período, é a melhor? Use TMA = 12% a.a.

Este exercício será feito em aula

9 an lise e decis o de investimentos12

9 – Análise e Decisão de Investimentos

PROJETOS COM DURAÇÃO DIFERENTE

A comparação de alternativas de investimento requer que o horizonte de tempo seja o mesmo.

Projetos com diferentes vidas úteis não são prontamente comparáveis !!

A comparação de alternativas com durações diferentes é um problema de formação de hipóteses sobre o que a empresa fará com seus recursos, no período de tempo restante do(s) projeto(s) de menor duração, quando comparado(s) ao de maior duração.

9 an lise e decis o de investimentos13

9 – Análise e Decisão de Investimentos

PROJETOS COM DURAÇÃO DIFERENTE (cont.)

Duas hipótes básicas:

1 – Ao final da vida útil do projeto de menor duração, o capital da empresa será reaplicado à sua TMA;

2 – A empresa pode repetir (com as mesmas características) os projetos ao final de sua vida útil.

Admitindo-se a segunda hipótese (repetição dos projetos), para comparar alternativas com diferentes durações, pode-se proceder no sentido de tornar as alternativas contendo a mesma vida útil. Para tanto, adota-se como duração para as alternativas, o mínimo múltiplo comum das durações dos projetos.

Além das vidas úteis diferentes, podemos ter os casos com investimentos iguais ou diferentes.

9 an lise e decis o de investimentos14

9 – Análise e Decisão de Investimentos

PROJETOS COM DURAÇÃO DIFERENTE (cont.)

Ex. 1 – Projetos com tempos diferentes e mesmo investimento inicial:

9 an lise e decis o de investimentos15

9 – Análise e Decisão de Investimentos

PROJETOS COM DURAÇÃO DIFERENTE (cont.)

Ex. 1 – Projetos com tempos diferentes e mesmo investimento inicial (cont):

9 an lise e decis o de investimentos16

9 – Análise e Decisão de Investimentos

PROJETOS COM DURAÇÃO DIFERENTE (cont.)

Ex. 1 – Projetos com tempos diferentes e mesmo investimento inicial (cont.):

9 an lise e decis o de investimentos17

9 – Análise e Decisão de Investimentos

Tratando-se de um campo de petróleo, ao final de sua vida produtiva ele não pode se repetir (O método do Benefício Equiv. não é aplicável).

Para a Alt. B (acel. da produção) devemos admitir que nos últimos três anos a empresa empregará seu capital à TMA (VPL=0).

10 custos de e p1

10 – Custos de E&P

Na atividade de E&P, podem ser identificados os seguintes custos, tanto de capital (investimento) como operacionais (custeio):

Custos de Investimento:

Também conhecidos como Capex (Capital Expenditure). Num projeto de E&P esses custos de investimento se referem, normalmente, a:

-Exploração;

-Perfuração de poços;

-Completação de poços;

-Instalações de Produção;

-Coleta da Produção;

-Escoamento da Produção.

10 custos de e p2

10 – Custos de E&P

Custos de Investimento (cont.):

Custo de Oportunidade do Investimento

Na estimativa de custos de itens já disponíveis na empresa, deve-se considerar o valor que o recurso em análise teria caso ele fosse utilizado na sua melhor alternativa, ou seja, o seu custo de oportunidade.

Na visão econômica, o valor de mercado é mais adequado que o valor contábil para se definir o custo de oportunidade (Ex.: utilização de sonda contratada antes do aquecimento do mercado: taxa diária a ser utilizada na análise econômica é a de mercado e não a do contrato histórico).

10 custos de e p3

10 – Custos de E&P

Custos de Investimento

Custo de Oportunidade (cont.)

Se uma empresa comprou um ativo há dois anos pela quantia de R$500 mil, que é avaliado no presente em R$ 1 milhão, e não o tenha utilizado até o momento, se ela decidir, no presente, utilizá-lo em um determinado projeto, pelo critério do custo de oportunidade deverá ser considerado o preço de mercado do ativo na atualidade (US$ 1 milhão), pois este é o valor de mercado caso se decida, por exemplo, vendê-lo e não utilizá-lo no projeto.

O custo de oportunidade de recursos existentes é, portanto, o valor que deve ser utilizado na análise econômica de projetos de investimento. Este investimento não será depreciado caso já tenha sido contabilizada toda a depreciação legal a que tenha direito (Ex.: reutilização de equipamentos existentes).

10 custos de e p4

10 – Custos de E&P

Custos de Investimento

Custos Afundados

São custos já incorridos relativos a itens cujo uso alternativo é impossível, seja pela inviabilidade de sua transferência para outro projeto, seja pelos elevados custos incorridos em sua transferência, quando comparados ao valor do bem.

Portanto, são os itens cujo custo de oportunidade é nulo. Nesses casos, devem ser utilizados na análise econômica de projetos de investimento apenas os custos e os investimentos relacionados à conclusão do projeto.

10 custos de e p5

10 – Custos de E&P

Custos de Produção ou Operacionais:

De acordo com o volume de produção, os custos operacionais podem ser classificados em:

Custos Fixos: São os que, praticamente, não variam com o volume de produção.

Custos Variáveis: são os que variam, de forma proporcional e direta, conforme a quantidade ou da dimensão dos produtos produzidos ou movimentados.

À soma dos Custos Fixos e Variáveis, denominamos Custos Totais de operação ou produção.

10 custos de e p6

10 – Custos de E&P

Custos de Produção ou Operacionais:

São conhecidos também como Opex (Operational Expenditure) e são compostos normalmente de:

Custos OperacionaisFixos:

-Manutenção das Instalações de Produção;

-Manutenção das Instalações de Coleta;

-Manutenção das Instalações de Escoamento da Produção;

-Custos de Pessoal e de Logística;

-Intervenção em Poços (workover);

-Outros.

10 custos de e p7

10 – Custos de E&P

Custos de Produção ou Operacionais (cont.):

Custos Operacionais Variáveis:

-Escoamento de Óleo;

-Escoamento de Gás;

-Movimentação de Outros Fluidos;

-Tratamento de Óleo;

-Tratamento de Gás;

-Tratamento de Água de Injeção;

-Importação de Energia;

-Tarifas relativas à utilização de instalações existentes;

-Outros.

terminologia

VPL – Valor Presente Líquido

TIR – Taxa Interna de Retorno

TMA – Taxa Mínima de Atratividade

FC – Fluxo de Caixa

FCD – Fluxo de Caixa Descontado

CMPC – Custo Médio Ponderado de Capital

WACC – Weighted Average Cost of Capital

CAPM – Capital Asset Pricing Model

P – Valor Presente ou Principal

S – Valor Futuro

R – Série Uniforme

G – Série em Gradiente

E – Equity (Capital Próprio)

D – Debt (Capital de Terceiros)

Opex - Operational Expenditure,

Capex – Capital Expenditure

TERMINOLOGIA