PROCESSO DECISÓRIO
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PROCESSO DECISÓRIO E NEGOCIAÇÃO PROF. RUY ROBERTO RAMOS. PROCESSO DECISÓRIO. APLICAÇÃO. Decisão está ligada a julgamento. Julgamento é um componente importante do trabalho gerencial em todos os níveis do mundo corporativo. X. Curso X1. Processo de decisão. Seleção de Escola X. X.

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PROCESSO DECISÓRIO

E NEGOCIAÇÃOPROF. RUY ROBERTO RAMOS


PROCESSO

DECISÓRIO

APLICAÇÃO


Decisão

está ligada

a julgamento

Julgamento

é um componente importante do trabalho gerencial em todos os níveis do mundo corporativo.


Processo de decis o

X

Curso X1

Processo de decisão

Seleção de Escola X

X

Curso X2

Incompatibilidade

de horários

Mestrado

Compatibilidade

de horários

Curso X3

Ok

Seleção de outra escola

Capital insuficiente

para investir

Ok

Curso X4

Que curso?

X

Curso X5

Seleção de Escola X

Capital suficiente

para investir

X

Curso X6

Incompatibilidade

de horários

Especialização

Curso X7

Compatibilidade

de horários

Ok

Seleção de outra escola

Ok

Curso X8



O viés se torna um fator inconsciente, não intencional, no estágio em que são feitos os julgamentos (viés do interesse próprio).

O viés do interesse próprio existe porque pessoas são processadores imperfeitos de informações.

Tendência de confundir o que é benéfico no nível pessoal com o que é justo ou moralmente digno.


Processo de decis o1

Curso X1 estágio em que são feitos os julgamentos (viés do interesse próprio).

Processo de decisão

Seleção de Escola X

Curso X2

Incompatibilidade

de horários

Mestrado

Compatibilidade

de horários

Curso X3

Eu tenho um amigo que estuda aqui e tem carro.

Ok

Seleção de outra escola

Capital suficiente

para investir

Ok

Curso X4

Que curso?

Curso X5

Seleção de Escola X

Pouco capital

para investir

Curso X6

Inconpatibilidade

de horários

Especialização

Curso X7

Compatibilidade

de horários

Ok

Seleção de outra escola

Ok

Curso X8


Processo de decis o2

Curso X1 estágio em que são feitos os julgamentos (viés do interesse próprio).

Processo de decisão

Seleção de Escola X

Curso X2

Incompatibilidade

de horários

Mestrado

Compatibilidade

de horários

Curso X3

Ok

Seleção de outra escola

Capital suficiente

para investir

Ok

Curso X4

Tem um professor que dá aula aqui que é meu vizinho.

Que curso?

Curso X5

Seleção de Escola X

Pouco capital

para investir

Curso X6

Incompatibilidade

de horários

Especialização

Curso X7

Compatibilidade

de horários

Ok

Seleção de outra escola

Ok

Curso X8


Processo de decis o3

Curso X1 estágio em que são feitos os julgamentos (viés do interesse próprio).

Processo de decisão

Seleção de Escola X

Curso X2

Incompatibilidade

de horários

Mestrado

Esse curso garante um emprego na empresa do meu tio.

Compatibilidade

de horários

Curso X3

Ok

Seleção de outra escola

Capital suficiente

para investir

Ok

Curso X4

Que curso?

Curso X5

Seleção de Escola X

Pouco capital

para investir

Curso X6

Incompatibilidade

de horários

Especialização

Curso X7

Compatibilidade

de horários

Ok

Seleção de outra escola

Ok

Curso X8


DECISÕES estágio em que são feitos os julgamentos (viés do interesse próprio).


DECISÕES estágio em que são feitos os julgamentos (viés do interesse próprio).

Escolha entre alternativas

ou possibilidades;

Para resolver

problemas;

Para aproveitar

oportunidades.


PROCESSO DE TOMADA DE DECISÕES estágio em que são feitos os julgamentos (viés do interesse próprio).

Seqüência de etapas.

Da identificação

de um problema ou oportunidade;

Até escolha e

prática de uma

solução.


UMA DECISÃO COLOCADA EM PRÁTICA estágio em que são feitos os julgamentos (viés do interesse próprio).

Cria uma situação nova e pode gerar outras decisões.


TIPOS DE DECISÕES estágio em que são feitos os julgamentos (viés do interesse próprio).


  • DECISÕES estágio em que são feitos os julgamentos (viés do interesse próprio).

  • PROGRAMADAS

  • Fazem parte do acervo de soluções das empresas (políticas, algoritmos e procedimentos).


  • DECISÕES estágio em que são feitos os julgamentos (viés do interesse próprio).

  • NÃO PROGRAMADAS

  • Preparadas uma a uma;

  • Situações novas;

  • Admitem diferentes soluções;

  • Necessitam de análises sucessivas.


FASES DO PROCESSO DECISÓRIO estágio em que são feitos os julgamentos (viés do interesse próprio).


PROCESSO DE TOMADA DE DECISÕES estágio em que são feitos os julgamentos (viés do interesse próprio).

Identificação

Diagnóstico

Alternativas

Decisões

Avaliação


IDENTIFICAÇÃO estágio em que são feitos os julgamentos (viés do interesse próprio).


IDENTIFICAÇÃO estágio em que são feitos os julgamentos (viés do interesse próprio).

  • Inicia com situação de:

  • Frustração

  • Interesse

  • Desafio

  • Curiosidade

  • Irritação


IDENTIFICAÇÃO estágio em que são feitos os julgamentos (viés do interesse próprio).

  • Fato gerador:

  • Objetivo a ser atingido

  • Necessidade de correção

  • Fato que necessita de ação

  • Oportunidade a ser aproveitada


DIAGNÓSTICO estágio em que são feitos os julgamentos (viés do interesse próprio).


DIAGNÓSTICO estágio em que são feitos os julgamentos (viés do interesse próprio).

  • Entender o problema ou oportunidade;

  • Identificar causas

  • e conseqüências.


DIAGNÓSTICO estágio em que são feitos os julgamentos (viés do interesse próprio).

  • TÉCNICAS


DIAGNÓSTICO estágio em que são feitos os julgamentos (viés do interesse próprio).

  • TÉCNICA:

  • Diagrama de Ishikawa

  • KaoruIshikawa


DIAGNÓSTICO estágio em que são feitos os julgamentos (viés do interesse próprio).

  • Diagrama

  • de Ishikawa

  • Características:

  • Formato espinha de peixe

  • Organizar o raciocínio

  • Começam com o “por quê”

  • Vários tipos de causas


DIAGNÓSTICO estágio em que são feitos os julgamentos (viés do interesse próprio).

  • TÉCNICA: Diagrama de Ishikawa

Técnica criada 1943;

Também conhecida por: diagrama causa-efeito, diagrama espinha de peixe, diagrama 4P, diagrama 6M;

Ferramenta de grande utilidade;

Permite conhecer os problemas mais a fundo;

Pode ser facilmente aprendida e posta em prática;

Útil para identificar, explorar e ressaltar causas possíveis de um problema ou situação específica.


DIAGNÓSTICO estágio em que são feitos os julgamentos (viés do interesse próprio).

  • TÉCNICA: Diagrama de Ishikawa

Pode ser usado individualmente

Pode ser usado para

discussão em grupo

Destaca as áreas

mais significativas


DIAGNÓSTICO estágio em que são feitos os julgamentos (viés do interesse próprio).

  • Como construir o Diagrama de Ishikawa

1. Definir o problema de forma clara e objetiva.

Em uma empresa de mecânica, há muita perda na oficina, no processo de fabricação de peças mecânicas (usinagem).


DIAGNÓSTICO estágio em que são feitos os julgamentos (viés do interesse próprio).

  • Como construir o Diagrama de Ishikawa

2. Encontrar o maior número de possíveis causas.

Através de um brainstorming com a equipe envolvida

Através de pesquisa

e análise de relatórios


DIAGNÓSTICO estágio em que são feitos os julgamentos (viés do interesse próprio).

  • Como construir o Diagrama de Ishikawa

3. Construir um diagrama de causa e efeito.

Coloque o problema no quadro, à direita:

(causas)

Defina a categoria de causas: 4M, 6M, 4P;

(efeito)

Aplique os resultados do brainstorming;

(causas)

Para cada causa, questione: Porque isso acontece? (até 5 vezes para cada uma)


DIAGNÓSTICO estágio em que são feitos os julgamentos (viés do interesse próprio).

Diagrama de Ishikawa – 4M

Mão-de-obra

Máquinas

(efeito)

Métodos

Materiais


DIAGNÓSTICO estágio em que são feitos os julgamentos (viés do interesse próprio).

Diagrama de Ishikawa – 6M

Mão-de-obra

Máquinas

Meio-ambiente

(efeito)

Medição

Métodos

Materiais


DIAGNÓSTICO estágio em que são feitos os julgamentos (viés do interesse próprio).

Diagrama de Ishikawa – 4P

Políticas

Pessoal

(efeito)

Procedimentos

Planta


DIAGNÓSTICO estágio em que são feitos os julgamentos (viés do interesse próprio).

  • Como construir o Diagrama de Ishikawa

4. Analisar o diagrama construído.

Identifique as causas que aparecem repetidamente:

Obtenha consenso do grupo ou utilize a técnica da votação;

Colete e analise os dados para

determinar a freqüência relativa das causas mais prováveis e selecionar

as causas de maior importância.


DIAGNÓSTICO estágio em que são feitos os julgamentos (viés do interesse próprio).

  • TÉCNICA:

  • Diagrama de Pareto

  • VilfredoPareto

  • Joseph M. Juran


DIAGNÓSTICO estágio em que são feitos os julgamentos (viés do interesse próprio).

  • Diagrama

  • de Pareto

  • Características:

  • Seleciona prioridades

  • Princípio 80 / 20

  • Poucas causas significativas

  • Causas dos problemas graves


DIAGNÓSTICO estágio em que são feitos os julgamentos (viés do interesse próprio).

  • TÉCNICA: Diagrama de Pareto

VilfredoPareto – economista italiano (final século XIX);

Distribuição desigual de riqueza e poder na população;

80% da riqueza estava em mãos de 20% da população;

O Diagrama de Pareto é um recurso gráfico utilizado para estabelecer uma ordenação nas causas de perdas que devem ser sanadas;

Sua origem decorre da aplicação dos conceitos de Pareto pelo grande mestre da qualidade Joseph MosesJuran.


DIAGNÓSTICO estágio em que são feitos os julgamentos (viés do interesse próprio).

  • TÉCNICA: Diagrama de Pareto

O diagrama torna visível a relação ação/benefício;

Prioriza a ação que trará o melhor resultado;

Consiste num gráfico de barras que ordena as freqüências das ocorrências da maior para a menor e permite a localização de problemas vitais e a eliminação de perdas;

“Poucas causas levam à maioria das perdas, ou seja, poucas são vitais, a maioria é trivial”. (Joseph M. Juran)


DIAGNÓSTICO estágio em que são feitos os julgamentos (viés do interesse próprio).

PRINCÍPIO DE PARETO

CAUSAS

EFEITOS

20%

das causas

80%

Dos efeitos

Poucas causas

significativas

80%

das causas

Muitas causas

insignificantes

20%

dos efeitos


DIAGNÓSTICO estágio em que são feitos os julgamentos (viés do interesse próprio).

  • Como construir o Diagrama de Pareto

1. Determinar o tipo de perda a ser investigado.

Analisar os fatores

de mortalidade

no trânsito na

Capital X.


DIAGNÓSTICO estágio em que são feitos os julgamentos (viés do interesse próprio).

  • Como construir o Diagrama de Pareto

2. Especificar o interesse a ser investigado.

O objetivo é determinar

a melhor aplicação

das verbas, em função do orçamento limitado.


DIAGNÓSTICO estágio em que são feitos os julgamentos (viés do interesse próprio).

  • Como construir o Diagrama de Pareto

3. Organizar uma folha de verificação com as categorias do problema a ser investigado.


DIAGNÓSTICO estágio em que são feitos os julgamentos (viés do interesse próprio).

  • Como construir o Diagrama de Pareto

4. Preencher e fazer a contagem, organizando por ordem decrescente das ocorrências.


DIAGNÓSTICO estágio em que são feitos os julgamentos (viés do interesse próprio).

  • Como construir o Diagrama de Pareto

5. Calcular as freqüências relativas, as freqüências acumuladas e as relativas acumuladas.

  • 100% -

  • 90% -

  • 80% -

  • 70% -

  • 60% -

  • 50% -

  • 40% -

  • 30% -

  • 20% -

  • 10% -

  • 0% -

  • ADP

  • CVV

  • CVM

  • Cap

  • COF

  • ADA


ALTERNATIVAS estágio em que são feitos os julgamentos (viés do interesse próprio).


ALTERNATIVAS estágio em que são feitos os julgamentos (viés do interesse próprio).

  • Muitas vezes

  • as alternativas já vêm com o problema.

  • Em outros casos, é necessário ter idéias.


ALTERNATIVAS estágio em que são feitos os julgamentos (viés do interesse próprio).

  • Técnicas:

  • Utilização de técnicas que promovem estímulos à criatividade

  • Brainstorming

  • Brainwriting

  • MDPO (Método de Delineamento de Problemas Organizacionais


ALTERNATIVAS estágio em que são feitos os julgamentos (viés do interesse próprio).

  • TÉCNICA:

  • Brainstorming


ALTERNATIVAS estágio em que são feitos os julgamentos (viés do interesse próprio).

  • TÉCNICA: Brainstorming

Também conhecido como “tempestade de idéias”;

Tem como principal objetivo a produção de um grande número de idéias criativas;

É um excelente mecanismo de educação e treinamento;

É uma dinâmica de grupo em que as pessoas, de forma organizada e com oportunidades iguais, fazem um grande esforço mental para opinar sobre determinado assunto;

O grupo deve ser formado de pessoas que tenham vivência no assunto, ainda que de forma parcial.


ALTERNATIVAS estágio em que são feitos os julgamentos (viés do interesse próprio).

  • TÉCNICA: Brainstorming

Técnica flexível em termos de possibilidades de aplicação;

Os resultados positivos dependem, principalmente, da habilidade de conduzir e “empolgar” o grupo;

Técnica utilizada no desenvolvimento de novos produtos;

Utilizado na implantação de Sistema da Qualidade: listagem das atividades a serem desenvolvidas e na identificação das resistências à mudança na organização;

Utilizado também para solucionar problemas, determinando causas prováveis e possíveis soluções.

.


ALTERNATIVAS estágio em que são feitos os julgamentos (viés do interesse próprio).

  • TÉCNICA: Brainstorming

  • Princípios

  • Estrutura

  • Formato

  • Suspensão de julgamento

  • Livre

  • expressão

  • Interação verbal

  • Reação

  • em cadeia

  • Ausência

  • de críticas

  • Agrupar idéias e avaliar


ALTERNATIVAS estágio em que são feitos os julgamentos (viés do interesse próprio).

  • Como conduzir o Brainstorming

1. Definir o assunto a ser analisado.

O excesso de perda no processo de fabricação de peças mecânicas (usinagem), na oficina da empresa.


ALTERNATIVAS estágio em que são feitos os julgamentos (viés do interesse próprio).

  • Como conduzir o Brainstorming

2. Apresentar o assunto em forma de pergunta.

Qual ou quais são os motivos do excesso de perda no processo de fabricação de peças mecânicas?


ALTERNATIVAS estágio em que são feitos os julgamentos (viés do interesse próprio).

  • Como conduzir o Brainstorming

3. Dê um tempo para o grupo pensar.

As pessoas devem ter um tempo cronometrado (2 minutos, por exemplo) para pensarem sobre o assunto a ser tratado.


ALTERNATIVAS estágio em que são feitos os julgamentos (viés do interesse próprio).

  • Como conduzir o Brainstorming

4. Os participantes apresentam suas idéias.

As pessoas vão se expressando sobre o assunto, de forma ordenada. Nenhuma idéia deve ser excluída.


ALTERNATIVAS estágio em que são feitos os julgamentos (viés do interesse próprio).

  • Como conduzir o Brainstorming

5. Anotar as idéias em um quadro ou flipchart.

As idéias devem ser todas anotadas com clareza para serem analisadas ao final, excluindo aquelas fora da realidade.


ALTERNATIVAS estágio em que são feitos os julgamentos (viés do interesse próprio).

  • TÉCNICA:

  • Brainwriting


ALTERNATIVAS estágio em que são feitos os julgamentos (viés do interesse próprio).

  • TÉCNICA: Brainwriting

É uma variação do brainstorming;

A diferença essencial é que todas as idéias são escritas;

Isso proporciona, como conseqüência, mais calma e ordem ao processo criativo.


ALTERNATIVAS estágio em que são feitos os julgamentos (viés do interesse próprio).

BRAINWRITING

(Tempestade de Idéias escritas)

  • Desenvolvimento

  • Cada participante anota suas idéias em uma folha de papel.

  • As folhas são trocadas, passando para o participante da direita, para que sejam lidas e completadas através de associação de idéias.

  • A troca de folhas prossegue até que as idéias se esgotem.

  • A partir desse ponto as idéias devem ser sintetizadas, agrupadas e avaliadas.


ALTERNATIVAS estágio em que são feitos os julgamentos (viés do interesse próprio).

  • TÉCNICA:

  • MDPO


ALTERNATIVAS estágio em que são feitos os julgamentos (viés do interesse próprio).

MDPO

(Método de Delineamento de Problemas Organizacionais)

  • O que é?

  • É um diagrama que permite organizar as relações de causa e efeito existentes em um problema.

  • Também é conhecido como Paradigma de Rubinstein.

  • A utilização do MDPO começa com um “como”.


ALTERNATIVAS estágio em que são feitos os julgamentos (viés do interesse próprio).

MDPO

(Método de Delineamento de Problemas Organizacionais)

  • Princípios

  • Em primeiro lugar devem ser identificados

  • os efeitos desejados ou os indicadores da solução do problema.

  • O objetivo é mostrar como ficará a situação depois da resolução do problema.

  • Em seguida, são listados os fatores que podem ser manipulados, as variáveis que se pode interferir.

  • Por último, identificam-se as condições que não podem ser alteradas.


ALTERNATIVAS estágio em que são feitos os julgamentos (viés do interesse próprio).

MDPO

(Método de Delineamento de Problemas Organizacionais)

Problema: como melhorar a segurança dos alunos da faculdade?

Variáveis

(o que pode ser manipulado)

Efeitos desejados

(o que se quer alcançar)

Vigilância privada

Vigilância pública

Iluminação externa

Transporte próprio

Campanhas educativas

Evitar assaltos

Passar a sensação de segurança

Satisfação dos alunos

Garantir novos alunos

Parâmetros

(o que não pode ser manipulado)

Localização da faculdade


DECISÕES estágio em que são feitos os julgamentos (viés do interesse próprio).


DECISÕES estágio em que são feitos os julgamentos (viés do interesse próprio).

  • Avaliação, julgamento e comparação das alternativas

  • Busca da alternativa com maiores vantagens

  • Decisão depende de pensamento crítico e criatividade


DECISÕES estágio em que são feitos os julgamentos (viés do interesse próprio).

  • Técnicas:

  • Vantagens e desvantagens

  • Árvore de decisões

  • Campo de forças

  • Ponderação de critérios

  • Ponto de equilíbrio


DECISÕES estágio em que são feitos os julgamentos (viés do interesse próprio).

Análise das Vantagens e Desvantagens

  • Avaliar informações que permitam analisar as vantagens e desvantagens para cada uma das alternativas.


DECISÕES estágio em que são feitos os julgamentos (viés do interesse próprio).

Análise das Vantagens e Desvantagens

Inclui um prévio conhecimento dos pontos favoráveis e desfavoráveis de uma decisão.

A utilização da tecnologia pode facilitar e filtrar as decisões no âmbito das organizações.  


DECISÕES estágio em que são feitos os julgamentos (viés do interesse próprio).

Árvore das Decisões

  • Técnica de representação gráfica de alternativas, que

  • torna mais fácil a visualização das possibilidades

  • de solução.

  • O desenho resume a complexidade do problema. Serve para organizar o raciocínio, registrar as alternativas e mostrar vantagens e desvantagens


Rvore das decis es

Curso X1 estágio em que são feitos os julgamentos (viés do interesse próprio).

Árvore das decisões

Seleção de Escola X

Curso X2

Incompatibilidade

de horários

Mestrado

Compatibilidade

de horários

Curso X3

Seleção de outra escola

Capital insuficiente

para investir

Curso X4

Que curso?

Curso X5

Seleção de Escola X

Capital suficiente

para investir

Curso X6

Incompatibilidade

de horários

Especialização

Curso X7

Compatibilidade

de horários

Seleção de outra escola

Curso X8


DECISÕES estágio em que são feitos os julgamentos (viés do interesse próprio).

Análise do Campo de Forças

  • Conceito desenvolvido por Kurt Lewin.

  • Procura explicar que qualquer comportamento

  • é o resultado de um equilíbrio de forças.

  • Estimulam o comportamento

  • Forças Propulsoras

  • Inibem o comportamento

  • Forças Restritivas


DECISÕES estágio em que são feitos os julgamentos (viés do interesse próprio).

Análise do Campo de Forças

Problema: aumento do salário mínimo.

TRABALHADORES

POLÍTICOS

Forças a favor

Forças contrárias

GOVERNO

EMPRESÁRIOS


DECISÕES estágio em que são feitos os julgamentos (viés do interesse próprio).

Ponderação de Critérios

  • Avaliação objetiva

  • das alternativas, baseada em critérios ponderados.

  • Os critérios devem ser identificados e pontuados individualmente pela

  • sua importância.


DECISÕES estágio em que são feitos os julgamentos (viés do interesse próprio).

Ponderação de Critérios


DECISÕES estágio em que são feitos os julgamentos (viés do interesse próprio).

Ponderação de Critérios


DECISÕES estágio em que são feitos os julgamentos (viés do interesse próprio).

Análise do Ponto de Equilíbrio

  • Baseado na equação:

  • Custo total =

  • Custo Fixo + Custo variável

  • Permite aos decisores estudar o comportamento dos custos totais, em função dos custos fixos e nos custos variáveis.


AVALIAÇÃO estágio em que são feitos os julgamentos (viés do interesse próprio).


AVALIAÇÃO estágio em que são feitos os julgamentos (viés do interesse próprio).

Estágio final do

processo decisório;

Saber como a decisão

está operando.

Metas quantificáveis

/ dados objetivos sobre

o sucesso ou o fracasso

da decisão.


AVALIAÇÃO estágio em que são feitos os julgamentos (viés do interesse próprio).

  • Reinicia o ciclo do processo de resolver problemas.

  • Pode gerar outras decisões ou processos de resolver problemas.


PROCESSO DECISÓRIO estágio em que são feitos os julgamentos (viés do interesse próprio).

E NEGOCIAÇÃOPROF. RUY ROBERTO RAMOS


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