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ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE DIFUSÃO DO LIVRO

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ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE DIFUSÃO DO LIVRO. PORTE DO SETOR DE VENDA PORTA-A-PORTA. RESULTADOS DA PESQUISA. Novembro de 2008. SUMÁRIO. Características gerais da pesquisa. Critérios técnicos utilizados. Dados gerais. Editoras. Atacados. Crediários. Conclusões.

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ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE DIFUSÃO DO LIVRO

PORTE DO SETOR DE VENDA PORTA-A-PORTA

RESULTADOS DA PESQUISA

Novembro de 2008

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SUMÁRIO

Características gerais da pesquisa

Critérios técnicos utilizados

Dados gerais

Editoras

Atacados

Crediários

Conclusões

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CARACTERÍSTICAS GERAIS DA PESQUISA

  • Primeira comunicação sobre a pesquisa: março/08 (Itapema)
  • Pré-testes do questionário: junho e julho/08
  • Participantes dos pré-testes: 7
  • Versões do questionário: 8
  • Questionário auto-aplicável: 3 perguntas gerais, 9 para editores, 8 para atacadistas e 8 para crediaristas
  • Público-alvo: 129 associados
  • Carta de sensibilização (agosto/08)
  • Fase de campo: setembro e outubro/08
  • Follow-up telefônico
  • Empresas consideradas como preponderantes do setor: 56
  • Reforço: telegrama
  • Questionários recebidos: 64
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CRITÉRIOS TÉCNICOS UTILIZADOS

Definições iniciais

  • Média (soma de todos os valores, dividida pela quantidade de valores)
  • Grande influência de valores extremados
  • Necessidade de estabelecer uma premissa para as classes extremas

Mediana (valor do elemento central de uma distribuição)

  • Nenhuma influência de valores extremados
  • Despreocupação com as classes extremas

Um exemplo:

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CRITÉRIOS TÉCNICOS UTILIZADOS (concl.)

Média ou mediana? Onde cada estatística foi empregada

Foram utilizadas medianas nos casos em que não fazia sentido somar resultados. Por exemplo: média de livros por coleção, nível de inadimplência, preço médio de coleções, parcela das vendas efetuadas para pessoas físicas, etc.

Nos casos em que se pretendia avaliar o porte do setor (faturamento global, quantidade de pessoas que trabalham nas empresas, quantidade de volumes vendidos), foram adotados critérios de quantificação por média, fosse a partir de números absolutos fornecidos pelos respondentes, fosse a partir de pontos médios de faixas.

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1. Especialização

  • A maioria dos respondentes concentra-se em uma única atividade:
  • 34% apenas editores
  • 16% apenas atacadistas
  • 23% apenas crediaristas
  • A título de comparação:
  • 6% editores e atacadistas
  • 3% editores e crediaristas
  • 13% atacadistas e crediaristas
  • 3% editores, atacadistas e crediaristas
  • Mas chama a atenção: cerca de 1/3 dos atacadistas é também credia-rista e vice-versa.
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Conclusão nº 1: no momento atual, existe uma certa especialização no setor, podendo vir a decrescer ao longo do tempo, caso um maior número de atacadistas e crediaristas passem a acumular ambas as funções.

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2. Heterogeneidade de porte e de características dos editores

Três em cada quatro editores faturaram menos de R$ 7.500 mil em 2007; a 4ª parte, mais de R$ 12.500 mil

O faturamento de quase metade (47%) dos editores proveio de canais diferentes do P-A-P (Governo, livrarias, supermercados, internet, telemarketing ou marketing direto)

44% dos editores venderam menos de 100 mil volumes em 2007; 36%, mais de 1 milhão (aproximadamente, a amostra se divide em três partes iguais: menos de 50 mil, entre 50 mil e 500 mil e mais de 500 mil)

Nível típico de inadimplência: 3,5%, sendo que, em 50% dos casos, menos de 3%; contudo, há registros de casos de inadimplência superior a 10% e até a 15%

A quantidade de livros por coleção varia de 1 a mais de 10

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3. Outros dados referentes aos editores

80% vendem para as cinco regiões do País

A Região NO responde por, no máximo, 50% do faturamento das empresas que lá atuam; a Região CO, por no máximo 30%; a NE, por 40% no máximo. Só nas regiões SU e SE é que se encontram empresas que faturam mais de 50% nas regiões

Três em cada quatro empresas vendem produtos diferentes de livros – basicamente, CDs e DVDs

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Conclusão nº 2: apesar do tamanho da amostra de editores, as respostas sugerem que, em determinados aspectos, existe um considerável grau de heterogeneidade no seio do segmento.

Conclusão nº 3: se uma considerável parcela das editoras atua nas cinco regiões, mas não obtém expressivas porcentagens de seu faturamento global em três delas, é possível que a opção por diversificar regionalmente as vendas se deva, em grande medida, a dois fatores: busca de nichos de mercado e pequena necessidade de investimento nessa penetração.

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4. Heterogeneidade de porte e de características dos atacados

96% dos atacados tiveram faturamento abaixo de R$ 5 milhões em 2007, mas 4% faturaram entre R$17,5 milhões e R$ 20 milhões

55% dos atacadistas tiveram um nível de inadimplência menor que 7%; os demais 45%, acima de 10%

A terça parte dos atacadistas trabalhou com menos de 50 clientes (vendedores) em 2007; 42%, com no mínimo 80 (tendo o máximo chegado a 571 clientes)

O grosso das vendas dos atacados é feito para pessoas físicas, mas em 17% dos casos a parcela vendida para pessoas jurídicas superou 50% do seu faturamento em 2007

Para 43% dos atacados, o preço médio das coleções ficou abaixo de R$30; para 24%, acima de R$50

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5. Regionalização e outras características dos atacados

27% dos atacados atendem apenas a uma região do País; 50% deles, a uma ou duas; 27%, às cinco

Em todas as regiões encontram-se atacados que faturam mais de 50% na região. Na região SE, 58% dos atacadistas extraíram mais de 50% do seu faturamento em 2007

95% dos atacadistas comercializam produtos que não livros – basicamente, mapas, DVDs, globos, carimbos, CDs e brinquedos educativos

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Conclusão nº 4: há diversos elementos que apontam para uma heterogeneidade no segmento dos atacados. Explicações para a grande variabilidade encontrada nos níveis de faturamento e de inadimplência no segmento talvez possam ser obtidas a partir de dados não disponíveis nesta pesquisa, como a adoção de práticas comerciais dos diferentes atacadistas. No entanto, pode-se afirmar que os maiores níveis de inadimplência são experimentados por atacadistas sediados nas regiões Norte e Nordeste.

Conclusão nº 5: os atacados são mais regionalizados, isto é, concentram suas vendas em um território relativamente restrito.

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6. Heterogeneidade de porte e de características dos crediários

84% faturaram menos de R$2,5 milhões em 2007; 8%, mais de R$20 milhões

Para 36% dos crediários, o nível de inadimplência ficou abaixo de 20%; para 28%, acima de 35%

“Rua” (que engloba vendas P-A-P, em empresas, igrejas, etc.) é o canal por excelência dos crediários (39% deles extraíram pelo menos 90% do seu faturamento em 2007 por esse canal). No entanto, encontram-se 30% de casos em que “Rua” respondeu por menos da metade do faturamento dos crediários

Uma terça parte dos crediários adota um multiplicador menor ou igual a 4 para fixar o preço de venda dos livros; outra terça parte, entre 4 e 6; os demais, mais que 6

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7. Regionalização e outras características dos crediários

56% dos crediários atendem a apenas uma região do País; 20%, às cinco

Em todas as regiões encontram-se crediários que faturaram mais de 50% na região. Ao contrário dos editores e atacadistas, porém, não é na região Sudeste que se encontra o maior percentual de faturamento acima de 50%, e sim nas regiões Sul (46%), Norte (40%) e Nordeste (40%)

83% dos crediários vendem produtos diferentes de livros – basicamente, mapas, DVDs e CDs

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Conclusão nº 6: a distribuição do faturamento das empresas do segmento retrata a existência de um subconjunto de porte relativamente semelhante acompanhado por umas poucas empresas de porte bem maior – estas, na Região Sudeste – que fogem a um modelo padrão. Com relação à variação dos níveis de inadimplência dentro do segmento, a pesquisa não fornece elementos que a expliquem, mas é possível observar um menor nível na Região Sul.

Conclusão nº 7: restringindo a sua atuação a áreas relativamente limitadas, muitos crediaristas disputam nichos de mercado com concorrentes locais.

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8. Porte do setor- âmbito ABDL

Os resultados obtidos por esta pesquisa não permitem uma extrapolação direta para o universo de interesse da ABDL. Sendo assim, para se avaliar o porte do setor, é necessário adotar a premissa de que os não-respondentes têm características semelhantes às dos respondentes, tanto em termos de faturamento, quantidade de funcionários, etc., como de perfil (ou tipo de atividade desenvolvida).

Tendo como base essa premissa, é possível estimar o faturamento total do setor por tipo de atividade e o volume de mão-de-obra empregado.

Na amostra de 64 respondentes temos 29 editores, 24 atacadistas e 27 crediaristas (soma superior a 64 em função de acúmulo de funções).

Percentuais correspondentes: 45%, 37% e 42%.

Aplicados ao universo de 129 associados teríamos: 58 editores, 48 atacados e 54 crediários.

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8. Porte do setor – âmbito ABDL (cont.)

  • Para se estimar o porte deste setor, será calculado o porte da amostra e extrapolados os resultados segundo os números arbitrados há pouco. Esse cálculo será feito a partir do ponto médio das classes (ou faixas) de resposta, multiplicado pela ocorrência de respostas em cada classe.
  • Porte da amostra de 64 empresas:
  • Editoras (27): R$ 170 milhões
  • Atacados (23): R$ 56 milhões
  • Crediários (25): R$ 77 milhões
  • Estimativa do setor como um todo:
  • Editoras (58): (R$170 ÷ 27) x 58 = R$ 365 milhões
  • Atacados (48): (R$56 ÷ 23) x 48 = R$ 117 milhões
  • Crediários (54): (R$77 ÷ 25) x 54 = R$ 166 milhões
  • Faturamento total estimado para o setor ABDL em 2007:  R$ 650 milhões
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8. Porte do setor – âmbito ABDL – Mão-de-obra empregada (cont.)

Quantidades totais da amostra de 64 empresas, por tipo de associado

(*) Não faz sentido somar as quantidades de vendedores, por conta da superposição

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Conclusão nº 8: segundo uma estimativa básica, o setor, no âmbito da ABDL, teria mobilizado cerca de 6.500 pessoas, entre funcionários CLT, autônomos e terceirizados, realizando atividades internas ou externas, exceto de venda; teria faturado cerca de R$650 milhões de reais em 2007.

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8. Porte do setor – âmbito global – Quantidade de livros

Livros vendidos pelas editoras dentro e fora do setor P-A-P: considerou-se que a quantidade de livros vendidos na faixa “Mais de 3 milhões” tenha se situado entre 3 milhões e 7 milhões, chega-se ao total de

65.000.000

de livros vendidos pelas editoras em 2007.

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8. Porte do setor – âmbito global – Faturamento do P-A-P

Com base em informação extra, de que, do setor P-A-P, 70% são associados da ABDL, pode-se estimar o faturamento global do setor, partindo-se da premissa de que os não-associados têm perfil similar aos associados.

Fat. global em 2007 = (R$650 milhões / 70) x 100 = R$ 930 milhões

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Conclusão nº 9: se as empresas não-associadas têm, de fato, porte semelhante ao das associadas, então o setor como um todo teve um faturamento próximo a 1 bilhão de reais em 2007 e vendeu cerca de 65 milhões de livros.

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9. Participação

Pela primeira vez, o setor do livro porta-a-porta pôde ter uma idéia acerca de seu porte. Os resultados obtidos já permitem à ABDL de certa forma traçar planos estratégicos para o setor quanto a sua eficiência e lucratividade.

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ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE DIFUSÃO DO LIVRO

PORTE DO SETOR DE VENDA PORTA-A-PORTA

RESULTADOS DA PESQUISA

Novembro de 2008

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