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Seminário Internacional de Educação Integral – Maceió - AL. Tema: Educação Integral e Integrada. Ismayr Sérgio Cláudio. Educação Integral Conceito em movimento.

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Presentation Transcript
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Seminário Internacional de Educação Integral – Maceió - AL.

Tema: Educação Integral e Integrada.

Ismayr Sérgio Cláudio

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Educação Integral Conceito em movimento

  • Conceitos de educação integral carregam conteúdos históricos e programáticos que, dependendo do contexto em que aparecem e dos grupos que os utilizam descrevem expectativas diversas quanto a suas intenções e resultados.
  • Desde os primórdios, a noção de educação integral vem impregnada da aspiração de formar sujeitos capazes de compreender e de intervir no mundo em que vivem, promovendo o bem comum e a convivência solidária.
  • Os princípios políticos e filosóficos do conceito de educação integral se inscrevem no espírito humanista do século XIX e início do século XX, de crença no progresso, na regeneração humana e no racionalismo científico, e concebem o homem como um “ser total”, preconizando uma educação que integre suas múltiplas dimensões (intelectual, afetiva, física e moral).
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Educação Integral primeiras experiências

  • As primeiras experiências foram concebidas por Paul Robin, na França, e, na Espanha, por FrancescFerrer – o criador da Escola Moderna em 1901 –, e utilizavam nas atividades cotidianas jogos e múltiplas atividades artísticas como música, dança, escultura, pintura e literatura.
  • No mesmo período, intelectuais da Escola Nova como John Dewey (1859- 1952) enfatizaram a ideia de que educação é vida e não preparação para a vida.
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Educação Integral primeiras experiências no Brasil

  • Seguindo as influências da Escola Nova, o Manifesto dos Pioneiros da Educação de 1932 propunha o uso de recursos com que contavam os inventos científicos de sua época enquanto meios para o desenvolvimento de uma educação integral.
  • Partindo dessas convicções, Anísio Teixeira implantou em Salvador as Escolas Parque, na década de 1950. Propunha uma educação em que a escola oferecesse às crianças “seu programa completo de leitura, aritmética, e escrita, e mais ciências físicas e sociais, e mais artes industriais, desenho, música, dança, educação física
  • (...) saúde e alimento à criança, visto não ser possível educá-la no grau de desnutrição e abandono em que vive” (Anísio Teixeira).
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Educação Integral primeiras experiências no Brasil

  • Darcy Ribeiro propõe a construção de uma escola honestapara as classes populares:
  • “Efetivamente temos uma escola pública essencialmente desonesta porque se ajusta, de fato, à minoria dos seus alunos. Aqueles, oriundos das classes médias, que têm casa onde estudar e, nesta casa, quem estude com eles. Exatamente os que, a rigor, nem precisariam da escola para ingressar no mundo letrado. Em consequência, repele e hostiliza o aluno-massa, que dá por imaturo ou incapaz [...].” (Ribeiro, 2009, p.184)
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Educação Integral primeiras experiências no Brasil

  • Paulo Freire destacou, através de seu trabalho na área da educação popular, voltada tanto para a escolarização como para a formação daconsciência política , que não é apenas a escola que alfabetiza.
  • Em sua obra “Pedagogia do Oprimido”, cria um método de alfabetização dialético que tem no diálogo com as pessoas simples, não só um método, mas um modo de ser realmente democrático.
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Concepções de Educação Integral

Há duas concepções sobre educação integral:

  • A primeira compreende o ser humano em suas múltiplas dimensões e como ser de direitos, formando-o para participar no mundo em que vive no curso de toda a vida.
  • A segunda propõe a ampliação do tempo de permanência dos alunos na escola, tendo como fundamento a proteção social.
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Concepções de Educação Integral: da primeira concepção.

Da primeira concepção sobre educação integral:

  • 1 - Relação e responsabilidade do poder público e das
  • organizações sociais:
  • Pressupõe relações recíprocas e responsabilidades específicas do poder público e das organizações sociais, para a garantia da construção de uma “escola honesta”. Uma escola que permita a meninos e meninas deste país, independentemente da sua situação de classe, aprendizagens significativas em percursos
  • formativos que atravessem de modo continuado e sustentado sua infância e adolescência.
  • Este é, efetivamente, o foco da construção da política da educação integral no Brasil.
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Concepções de Educação Integral: da primeira concepção

Da primeira concepções sobre educação integral:

  • 2 - Sentido de discriminação positiva
  • Os sujeitos de direito à Educação Integral são meninos e meninas, de diferentes faixas etárias, oriundos das classes populares e/ou sujeitos de diferentes situações de vulnerabilidade educacional ou social. São aqueles (as) estudantes apontados com “dificuldades de aprendizagem ou relacionamento”, que vivem em regiões periféricas nas cidades grandes.
  • Em se tratando de uma agenda em construção, com perspectivas reais de universalização, é louvável e necessário que se comece por aqueles historicamente excluídos ou com acesso restrito aos bens culturais e materiais da sociedade em virtude de suas condições concretas de existência, desde que tal pressuposto se consolide como ação afirmativa e como discriminação positiva em seu processo de inserção societária. O reverso dessa perspectiva teria implicações nefastas para os sujeitos, já marcados pelos contextos adversos dos quais são oriundos. Trata-se de construir e perseguir a educação integral como política formativa que busca trabalhar pedagógica, curricular e epistemologicamente, de modo pleno, e não compensatório.
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Concepções de Educação Integral: da primeira concepção

Da primeira concepções sobre educação integral:

  • 3 - Superação do paralelismo turno e contraturno
  • - O desafio de superar o paralelismo entre turno e contraturno, lembrando que paralelas são “linhas que nunca se encontram”, deve ocupar nossos planejamentos e ações;

- O desafio de aproximar os tempos, os turnos, a metodologia de trabalho (que no tempo ampliado demonstra-se mais “prazerosa” para os estudantes) e de fazer interagir o que parecem ser “dois currículos”;

O que está posto é a necessidade da construção coletiva do debate acerca das relações entre o “núcleo comum”, formado pelas disciplinas ditas obrigatórias, e a “parte diversificada” do currículo escolar. Esta última vem entrando na escola como “extra”, “complementar” e está atraindo os estudantes, podendo vir a colaborar para o reencantamento do projeto educativo como um todo.

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Concepções de Educação Integral: da primeira concepção

Da primeira concepção sobre educação integral:

  • 4 - Intersetorialidade e articulação escola-comunidade
  • A atuando no âmbito dos territórios em que se situam as escolas garantem elementos importantes de articulação com as comunidades de seu entorno. Na experiência de Belo Horizonte, em 2007, realizou-se esforço importante no âmbito do projeto “Escola Integrada”, buscando as instituições públicas, privadas e comunitárias, no sentido de incorporar os estudantes nos diversos e diferentes espaços da cidade, tornando-os lugares privilegiados de aprendência.
  • No campo da intersetorialidade buscou-se a perspectiva do modo diverso de pensar a gestão pública. Com o lema “Belo Horizonte é uma sala de aula”, criou-se uma Gerência para articular as instâncias de governo - Secretarias de Educação, Políticas Sociais, Saúde, Esporte, Direitos Humanos e Cidadania, Cultura, Meio Ambiente e Urbanismo.
  • É a centralidade da escola como referência de organização e continuidade na vida dos estudantes, que aponta para a necessidade de articular ações, programas, projetos e políticas referentes à tarefa de educar integralmente os cidadãos e as cidadãs.
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Concepções de Educação Integral: da primeira concepção

Da primeira concepção sobre educação integral:

  • 5 – Outros desafios:
  • A) a questão dos profissionais da educação integral e integrada (de nível técnico e superior) e do amplo leque que as exigências da ampliação do tempo de permanência na escola abrem no que concerne aos perfis de formação no campo do apoio escolar – alimentação, infraestrutura, multimeios pedagógicos, articulação com a comunidade –, e propriamente aos desafios interdisciplinares postos para os professores formados na tradição cartesiana de um mundo fracionado e distante de contextos reais e específicos.
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Concepções de Educação Integral: da primeira concepção

Da primeira concepção sobre educação integral:

  • 5 – Outros desafios:
  • B) a necessidade de ampliar o tempo de permanência dos professores e professoras na escola – por meio de regimes próprios de trabalho, da adequação física e pedagógica dos espaços escolares, de investimentos em infraestrutura, de reforma, ampliação ou construção de bibliotecas, quadras esportivas, cozinhas, refeitórios e banheiros e de melhoria da alimentação escolar.
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Concepções de Educação Integral: da primeira concepção

Da primeira concepção sobre educação integral:

  • 5 – Outros desafios:
  • C) o desafio simbólico de desnaturalização da “escola de turno”, da escola de 4 horas pontificada no Brasil ao longo do século XX, em função da ampliação do atendimento diante dos, historicamente, baixos investimentos.
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Concepção de Educação Integral e Integrada

Da concepção sobre educação integrale integrada.

  • 1- Educação Integral e Integrada:
  • - Se fundamenta na primeira concepção de educação integral;
  • - Avança para a lógica de que toda a cidade é educadora, o território e seus sujeitos e instituições são educadores e se educam;
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Concepção de Educação Integral e Integrada.

Da concepção sobre educação integrale integrada.

  • 1- Educação Integral e Integrada:
  • - Reconhece que políticas públicas que têm como horizonte o combate à exclusão social e a promoção de uma sociedade mais justa e igualitária, nesse caso, no campo da educação, são delineadas em torno de novas necessidades formativas do sujeito que compreendem as dimensões afetiva, ética, estética, social e cultural. Quando estas dimensões estão presentes nas políticas educacionais, tendem a favorecer o desempenho de competências individuais, sociais, produtivas, esportivas e cognitivas dos sujeitos.
  • - Múltiplos são os processos formadores e as dimensões de atuação cidadã, mas o espaço escolar, sozinho, não comporta todas estas vivências.
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Concepção de Educação Integral e Integrada.

Da concepção sobre educação integrale integrada.

  • 1- Educação Integral e Integrada:
  • Uma vez que as aprendizagens são fruto das condições de vida social e cultural em que estão inseridos esses sujeitos, ter como meta uma educação como exercício da e para a vida implica reconhecer diferentes sujeitos de diálogo. Essa nova cultura do educar nos convida a perceber, reconhecer e utilizar a noção do território.
  • Considerando que a cidade é o lugar doador de sentido à nossa existência, lugar dos usos e hábitos de nosso tempo e de experiências da ideia de território como modelo de aprendizagem, ela pode se ser poderoso instrumento pedagógico para a educação de seus sujeitos. E, por sua vez, a educação ser mecanismo integrador e ser integrada à cidade.
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Concepção de Cidade Educadora.

Da concepção sobre educação integrale integrada.

  • 1- Concepção de Cidade Educadora¹:
  • “A cidade oferece importantes elementos para uma formação integral: é um sistema complexo e ao mesmo tempo um agente educativo permanente, plural e poliédrico, capaz de contrariar os fatores deseducativos”.
  • 1 - Carta das Cidades Educadoras. Barcelona, 1990.
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Concepção de Cidade Educadora

Da concepção sobre educação integrale integrada.

  • 1- Concepção de Cidade Educadora¹:
  • “A cidade educadora tem personalidade própria, integrada no país onde se situa é, por consequência, interdependente do território do qual faz parte. É igualmente uma cidade que se relaciona com o seu meio envolvente, outros centros urbanos do seu território e cidades de outros países. O seu objetivo permanente será o de aprender, trocar, partilhar e, por consequência, enriquecer a vida de seus habitantes”.
  • 1 - Carta das Cidades Educadoras. Barcelona, 1990.
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CIDADE EDUCADORA

Escola, cidade, estudantes, professores, universidades, comunidades, poder público ...

Qual cidade educadora queremos?

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A cidade como pedagogia

A cidade como pedagogia: o território que educa.

Toda a competência cultural, educacional,

científica e tecnológica existente na comunidade pode, em tese, ser disponibilizada para a escola.

Quando a cidade descobre a educação, pode se converter em uma pedagogia.

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A cidade como pedagogia

Escola, cidade, alunos, professores, universidades, comunidades, poder público ...

Qual cidade educadora queremos?

O que nos parece é que a equação entre cidade e educação se dá pelo redimensionamento da função das políticas públicas dos governos e das instituições.

Pela retomada do conceito de que “a educação tem lugar em todas as idades da vida e na multiplicidade das situações e da circunstância da existência.”

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Nova tendência no arranjo da ação pública

Nova tendência no arranjo da ação pública:

  • Programas-rede que agregam diversos serviços, projetos, sujeitose organizações no âmbito do micro território.

Os serviços na ponta ganham autonomia para produzir respostas assertivas,flexíveis e combinadas, de direito do cidadão e de direito aodesenvolvimento sustentável do território de pertença.

  • Gestão social pública de proximidade.

Democracia e descentralização estão conformando um novo valor: programas e serviços sociais públicos com ênfase gestora na menor unidade territorial.

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Escola Integrada de Belo Horizonte - 2007

A Escola Integrada é uma política municipal de Belo Horizonte, que estende o tempo e as oportunidades de aprendizagem para crianças e adolescentes do ensino fundamental nas escolas da Prefeitura.

São nove horas diárias de atendimento a milhares de estudantes, que se apropriam cada dia mais dos equipamentos urbanos disponíveis, extrapolando os limites das salas de aula e do prédio escolar.

Estas oportunidades são implementadas com o apoio e a contribuição de entidades de ensino superior, empresas, organizações sociais, grupos comunitários e pessoas físicas.

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Gestão Cooperativa Intersetorial do Tempo Educativo

Escola

Ampliação de espaços

InterlocutoresInstitucionais e atoressociais

EquipamentosPúblicos

Nova geografia

do

aprendizado

Centroscomunitários

Bibliotecas

Públicas

Praças

Novos

Itinerários

formativos

Novos territórios

educativos

Museus

Outros

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Bases legais

  • Constituição Federal, 1988: Art. 205 ; Art 206; Art. 208 ; Art. 213 ;
  • Lei de Diretrizes e Bases - Lei nº. 9.394/96, Art. 34 ;
  • Estatuto da Criança e do Adolescente - Lei 8.069 de 13 de julho de 1990;
  • Plano Nacional da Educação – Lei nº 10.172/2001 (Diretrizes do Ensino Fundamental);
  • Plano de Metas Compromisso Todos pela Educação - Decreto nº 6094 de 24 de abril de 2007;
  • Fundo  de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (FUNDEB), nº11.494/07 de 20 de junho de 2007
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Bases legais

  • Lei do Voluntariado nº 9.608/1988;
  • Plano Nacional de Educação em Direitos Humanos;
  • Política Nacional de Educação Ambiental - Lei 9.795/1999;
  • Resolução FNDE nº38, 19/08/2008;
  • Resolução FNDE nº 04, 17/03/2009;
  • Resolução FNDE n° 62, 14/12/2009;
  • Resolução FNDE n° 67, 28/12/2009;
  • Decreto nº7.083 de 27 de janeiro de 2010.
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Bases legais

Decreto nº 7.083 de 27 de janeiro de 2010

Finalidade do Programa Mais Educação: contribuir para a melhoria da aprendizagem por meio da ampliação do tempo de permanência de crianças, adolescentes e jovens matriculados em escola básica, mediante oferta de educação básica em tempo integral.

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Bases legais

Princípios da Educação Integral (Decreto nº 7.083 de 27 de janeiro de 2010)

  • Articulação das disciplinas curriculares com diferentes campos de conhecimento e práticas socioculturais;
  • Constituição de territórios educativos para o desenvolvimento de atividades de educação integral;
  • Integração entre as políticas educacionais e sociais;
  • Valorização das experiências históricas das escolas de tempo integral ;
  • Incentivo à criação de espaços educadores sustentáveis;
  • Afirmação da cultura de direitos humanos; e
  • Articulação entre os sistemas de ensino, universidades e escolas.
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Bases conceituais

  • Confluência do pensamento de Paulo Freire, Anísio Teixeira e Darcy Ribeiro na perspectiva da construção da escola republicana e democrática;
  • Ampliação de tempos, espaços e oportunidades educativas;
  • Reinvenção do tempo escolar na perspectiva da compreensão do processo de mudança paradigmática na educação escolar;
  • • Compreensão da cidade como território educativo-educador;
  • • Construção da intersetorialidadeentre Educação, Direitos Humanos, Meio Ambiente, Inclusão Digital, Assistência Social, Saúde, Cultura e Esporte e outros campos;
  • • Estabelecimento da jornada escolar e da organização curricular, na perspectiva da Educação Integral;
  • • Legitimação de saberes comunitários e dos saberes do mundo da vida;
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Apostas

Arte

cultura,

esporte,

lazer,

cultura digital,

Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs)),

Tecnologias de Aprendizagem e Convivência (TAC),

tecnologias de saúde

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Macro ampos

(FNDE, Resolução nº 04 de 17/03/2009)

1. Acompanhamento pedagógico2. Educação Ambiental3. Esporte e Lazer4. Direitos humanos em educação5. Cultura e artes6. Cultura digital7. Promoção da saúde8. Comunicação e uso de mídias9. Investigação no campo das ciências da natureza10. Educação econômica

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SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE BELO HORIZONTE

GERÊNCIA DE EDUCAÇÃO INTEGRAL, DIREITOS HUMANOS E CIDADANIA.

Ismayr Sérgio Cláudio

(31) 32778683

ismayr@pbh.gov.br

Belo Horizonte é uma sala de aula.