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Centro de Divulgação da Astronomia Observatório Dietrich Schiel. Aglomerados estelares. André Luiz da Silva Observatório Dietrich Schiel. Imagem de fundo: céu de São Carlos na data de fundação do observatório Dietrich Schiel (10/04/86, 20:00 TL) crédito: Stellarium

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aglomerados estelares

Centro de Divulgação da Astronomia

Observatório Dietrich Schiel

Aglomerados estelares

André Luiz da Silva

Observatório Dietrich Schiel

Imagem de fundo: céu de São Carlos na data de fundação do observatório Dietrich Schiel (10/04/86, 20:00 TL) crédito: Stellarium

Imagens em primeiro plano: à esquerda, aglomerado das Plêiades, à direita, aglomerado Omega Centauri. Crédito das imagens: Telescópio Espacial Hubble.

hyades
Hyades

Crédito da imagem: Stellarium

slide5

Hyades

Crédito da imagem: http://messier.seds.org/xtra/ngc/hyades_more.html

pleiades m45
Pleiades (M45)

Crédito da imagem: Stellarium

slide7

Pleiades: osnomes

Asterope

Taygeta

Maia

Celaena

Alcyone

Pleione

Electra

Atlas

Merope

Crédito da imagem: Telescópio Espacial Hubble

coma berenices
Coma berenices

Crédito das imagens: mapa: Stellarium, aglomerado: NASA, ESA Z. Levay and A. Fujii

borboleta m6
Borboleta (M6)

Crédito das imagens: mapa: Stellarium, aglomerado: AURA, NOAO, NSF

caixinha de joias
Caixinha de Joias

Crédito das imagens: mapa: Stellarium, aglomerado: M. Bessell, MSSSO, Swinburne Centre for Astrophysics & Supercomputing

omega centauri
Omega Centauri

Crédito das imagens: mapa: Stellarium, aglomerado: Telescópio Espacial Hubble

omega centauri1
Omega Centauri

Crédito da imagem: Telescópio Espacial Hubble

47 tucanae
47 Tucanae

Crédito das imagens: mapa: Stellarium, aglomerado: http://en.wikipedia.org/wiki/Globular_cluster

estrelas
Estrelas:

São corposgasosos no interior dos quaisocorrem, ouocorreram, reações de fusão nuclear sustentáveisformandoelementosmaispesados.

nascimento de uma estrela
Nascimento de umaestrela

Início das

reações de

Fusão Nuclear

Nebulosa

inicial

Nasceu a estrela !

Crédito da imagem: Prof. Roberto Boczko, com adaptações

exemplo de ber rio estelar nebulosa de orion
Exemplo de berçário estelar: nebulosa de Orion

Crédito da imagem:http://www.ruppel.darkhorizons.org

unidade de dist ncia mais apropriada o ano luz
Unidade de distânciamaisapropriada: o ano-luz

Ondas

luminosas

300.000

km/s

c

Fóton

Percursodaluzdurante 1 ano

1 ano-luz

9,5 trilhões de km

Crédito da imagem: Prof. Roberto Boczko, com adaptações

as cores e as temperaturas
As cores e as temperaturas

60.000 °C

30.000 °C

9.500 °C

7.200 °C

6.000 °C

5.000 °C

3.500 °C

Quente

Sol

Fria

Crédito da imagem:

Prof. Roberto Boczko,

com adaptações

slide22
Tamanhos das estrelas

Crédito: Jon S. disponível em http://www.youtube.com/watch?v=c8CgDGhYKe8

diagrama de hertzprung russel diagrama h r
Diagrama de Hertzprung-Russel(diagrama H-R)

Crédito da imagem: Wikipedia, disponível em http://en.wikipedia.org/wiki/Hertzsprung%E2%80%93Russell_diagram

slide25

Sequência evolucionária mais geral

Estrela de pouca massa

Gigante vermelha

Nebulosa planetária

Anã branca

Imagens fora de escala

Nuvem interestelar

Estrela de nêutrons

Remanescente de supernova

Estrela de grande massa

Supergigante vermelha

Supernova

Buraco negro

slide27

Todas as estrelasquevemos no céu à noitesãoapenas as maispróximas num conjuntomuitomaiorquecontémcerca de 100 bilhões de estrelas: a Via Láctea:

a via l ctea vista obl qua
A Via Láctea: vista oblíqua

Crédito da imagem: Mark Garlick, disponível em http://www.visualphotos.com

como seria a via l ctea de perfil
Como seria a Via Láctea de perfil

Crédito da imagem: Bruce Hugo e Leslie Gaul/Adam Block/NOAO/AURA/NSF

slide31

A Via Láctea, porsuavez, se insereemambientescadavezmaiores:

  • o grupo local de galáxias
  • o superaglomerado local de galáxias
  • a estruturaemgrandeescala do Universo
slide32

Voltandoaos

aglomeradosestelares

slide33

Hádoistipos de aglomeradosestelares

  • aglomeradosabertos (ougalácticos)
    • Exemplos: Pleiades, Hyades, caixinha de joias.
  • aglomeradosglobulares
    • Exemplos: Omega Centauri, 47 Tucanae
slide35

Aglomeradosabertos

  • sãomenosdensos e com menosestrelas (daordem de centenas)
  • sãomaisnumerosos
  • sãomaisjovensqueosglobulares
  • se concentrampróximosaoplanoda V-L.
  • Aglomeradosglobulares
  • sãodensos e contémemmédia 100 mil estrelas
  • sãopoucos (cerca de 200 na V-L)
  • sãomaisvelhosqueosabertos
  • se distribuem de forma esféricaaoredor do centroda V-L.

Crédito das imagens: Telescópio Espacial Hubble

mas como sabemos isso tudo
Mas como sabemos isso tudo?

Crédito da imagem: http://www.aaas.org

slide37

Idades:

Com base nosdiagramas H-R, é possíveldeterminaridades dos aglomerados

diagrama h r de aglomerado aberto
Diagrama H-R de aglomerado aberto

Magnitude visual

Tipo espectral

Crédito da imagem: Australia Telescope Outreach and Education

diagrama h r de aglomerado globular
Diagrama H-R de aglomerado globular

Magnitude visual

Tipo espectral

Crédito da imagem: Wikipedia, disponível em http://en.wikipedia.org/wiki/Horizontal_branch

turn off compara o entre dois aglomerados abertos
“turn-off”: comparação entre dois aglomerados abertos

Magnitude visual

Tipo espectral

Crédito da imagem: Wikipedia, disponível em http://en.wikipedia.org/wiki/Horizontal_branch

slide41

Distâncias:

  • Háváriosmétodos:
  • calibração do diagrama H-R
  • paralaxecinemática (abertos)
  • estrelasvariáveis RR Lyrae (globulares)
  • etc
slide42

Distribuição:

  • a partir das distâncias, podemosmapear a distribuição dos aglomerados
  • por simples observação, vemosqueosabertos se localizampróximos à V-L, enquantoqueosglobularespodem ser vistosemqualquer parte do céu.
  • E comovemos a V-L no céu?
a via l ctea vista da terra
A Via Láctea vista da Terra

Crédito da imagem: Alex Cherney, disponível em http://apod.nasa.gov/apod/ap100823.html

a estrutura da via l ctea
A estrutura da Via Láctea

Crédito da imagem: Oliveira, F. K. S. e Saraiva, M. F. O. (2003)

slide45

Além disso, com a observação dos aglomerados, é possíveldeterminar a distribuição dos elementosquímicos e com issotemosmaispistasparainvestigar a evoluçãoestelar e a históriada Via-Láctea

slide49

Crédito da imagem: http://www.oocities.org/hwy37/spaceart.html