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NOSSO LAR

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Presentation Transcript

  1. NOSSO LAR ANDRÉ LUIZ

  2. ROTEIRO

  3. Capítulo21- Continuando a palestra • AL quis saber mais sobre o problema da propriedade na colônia. • Dona Laura explica que a propriedade é relativa. • As construções em geral representam patrimônio comum, sob controle da Governadoria. • As aquisições são feitas à base de horas de trabalho. • O Espírito que ainda não trabalha, tem abrigo garantido, mas os que cooperam podem ter casa própria (nunca mais que uma) por 35 mil bônus-hora • O maridohaviaconquistadoaquelelarparaventuradafamília

  4. Capítulo21- Continuando a palestra Valor quedamos a personalidadeemdetrimentodaessênciadapessoa

  5. Capítulo22- O Bônus - Hora • Notando que a senhora Laura entristecera ao recordar do marido, perguntou: • “- Que me diz do bônus-hora? É algum metal amoedado?” • “- Não. É uma ficha de serviço, funcionando como valor aquisitivo. Em Nosso Lar, o vestuário e a alimentação básica é garantido a todos, mas os que trabalham adquirem direitos justos de certas prerrogativas. Todos devem dar 8 horas de serviço, nas 24 h do dia, e a Governadoria permite 4 horas de esforço extra. Quando o serviço é sacrificial a remuneração é dobrada ou até triplicada e também os quesitos assiduidade e dedicação ao trabalho são levados em conta.”

  6. Capítulo22- O Bônus - Hora

  7. Capítulo23- Saber ouvir Com a chegada de Lísias, André vai até o jardim de entrada da casa e comenta nunca ter sentido tamanha paz. Ao que Lísias informou, existir um compromisso entre todos os habitantes no sentido de não se emitirem pensamentos contrários ao bem. Esse esforço se transforma numa prece quase perene e daí nascem as vibrações de paz O pensamento é força viva- FV

  8. Capítulo23- Saber ouvir “A cidade era mais um departamento do Umbral do queumazona de refazimento e instrução” Lísiasliga um aparelhoradiofônico Nãodevemosprocurarnotícias dos Planosinferioressenãoparalevarauxíliosjustos. Criaturanenhumaauxiliará com justiçaapresentandodesequilíbrios do sentimento e do raciocínio NossoLarviviaemperturbaçõesporque, nãosabendoouvir, não podia auxiliar com êxito e a colôniatransformava-se, frequentemente, em campo de confusão É tãoimportante saber falarcomo saber ouvir

  9. Capítulo24- O impressionanteapelo Apelofeitoemportuguês. Os que se afinampodempermutarpensamentos Apelo de “Moradia”, colônia de serviçosmuitoligadosàszonasinferiores Agosto de 1939- PrenúnciodaSegunda Guerra Mundial

  10. Capítulo24- O impressionanteapelo Obsessãocoletiva de nações “A humanidadeencarnada é igualmentenossafamília. Unamo-nosnumasóvibração. Contra o assédio das trevas, acendamos a luz; contra a guerra do mal, movimentemo-nosnaassistência do bem. Rios de sangue e lágrimasameaçamoscampos das comunidadeseuropéias. Proclamemos a necessidade do trabalhoconstrutivo, dilatemosnossafé…Que o Senhornosabençõe.”

  11. Capítulo25- GenerosoAlvitre Pensar no valor do trabalho e nabênçãodaoportunidade de recomeço

  12. Capítulo25- GenerosoAlvitre “Lembremos de Paulo de Tarso, Doutor do Sinédrio, esperança de umaraça, pelacultura e pelamocidade, alvo de geralatençãoemJerusalém, quevoltou, um dia, aodesertopararecomeçar a experiênciahumana, comotecelãorústico e pobre”

  13. Capítulo26- Novas perspectivas Quantasvezesnoscolocamosnaposição de simples observadores com a desculpa de que “issonãofaz parte do meutrabalho”?

  14. Capítulo27- O trabalho, enfim As Câmaras de Retificação estão localizadas nas vizinhanças do Umbral. Os necessitados que aí se reúnem não toleram as luzes, nem a atmosfera de cima,nos primeiros tempos de moradia em "Nosso Lar" Junto a Tobias e Narcisa, ouve esclarecimentos acerca das entidades ali acolhidas, ainda presas às sensações e interesses inferiores e exalando desagradáveis emanações “verdadeiros despojos humanos” Tobias questionasobreospoucosauxiliarespresentes, NarcisaesclarecequeforamchamadosaotrabalhojuntoaosSamaritanos (Organização de Espíritosbenfeitores)

  15. Capítulo27- O trabalho, enfim Convite a pensarsobre o prazercriminoso, o poder do dinheiro, a revolta contra a lei, a crençanaimpunidade

  16. Capítulo27- O trabalho, enfim • OS SEMIMORTOS • Câmara com 32 leitos. • Eram sofredores com o sono mais pesado que os outros, que admitiam somente o nada após a morte. Converteram a vida em constante preparação para o grande sono Convite a repensarnossotrabalho, comoimigrantes, comooportunidade de aprendizado • Tobias começou a aplicar passes de fortalecimento em cada um, após a operação nos dois primeiros, começaram ambos a expelir negra substância pela boca, espécie de vômito escuro e viscoso Narcisa fazia o possível para atender prontamente à tarefa de limpeza mas em vão. Foi então que instintivamente, AL agarrou os apetrechos de limpeza e lançou-se ao trabalho com alegria de poder recomeçar a educação na enfermagem rudimentar

  17. Capítulo28- Em serviço • Encerrada a prece coletiva, ao crepúsculo, Tobias ligou o receptor (rádio), a fim de ouvir os Samaritanos em atividade no Umbral. Estabelecido o contato, foi transmitido que o trabalho conseguiu remover 29 Espíritos, 22 em desequilíbrio mental e 7 em inanição psíquica. Chegariam após a meia-noite e solicitaram providências • Transporteemmassa

  18. Capítulo28- Em serviço • Começam os preparativos. Outros trabalhadores foram chamados. Narcisa e outros 5 servidores preparavam roupa e apetrechos de enfermagem enquanto Tobias e André moviam material pesado para o Pavilhão 7 e a Câmara 33 Seguiu-se o atendimento aos doentes e AL se impressionou com a dedicação de Narcisa que lhe contou sua história • Precisava encontrar alguns Espíritos amados na Terra, mas foi aconselhada pela Ministra Veneranda a corrigir desequilíbrios do sentimento em serviço durante 10 anos (faltavam 3 anos e meio).

  19. Capítulo29- A visão de Francisco D. Laura pede notícias pois André, absorvido pelo trabalho, se esquecera de avisá-la sobre a necessidade do serviço noturno. – Muito bem, meu filho! Apaixone- se pelo seu trabalho, embriague-se de serviço útil. Somente assim, atenderemos à nossa edificação eterna Amor aotrabalho

  20. Capítulo29- A visão de Francisco A terrível angústia do Espírito que vê o próprio corpo e julga-o um monstro a atormentá-lo (excessivamente apegado ao corpo físico e faleceu por desastre imprevidente) Não valeram socorros das esferas mais altas, porque fechava a zona mental a todo pensamento relativo à vida eterna Por fim, os vermes fizeram-lhe experimentar tamanhos padecimentos que o pobre se afastou do túmulo, tomado de horror. Começou, então, a peregrinar nas zonas inferiores do Umbral

  21. Capítulo29- A visão de Francisco

  22. Capítulo 30- Herança e Eutanásia André é convidado a acompanhar Paulina emvisitaaopaienfermo. Um velho de fisionomia desagradável, o olhar evidenciava aspereza e revolta, semelhava-se a uma fera humana enjaulada Repensarospré-julgamentos “Procurei observar, acima do sofredor, o irmão espiritual. Desapareceu a impressão de repugnância, aclarando-se-me os raciocínios. Apliquei a lição a mim mesmo. Como teria chegado, por minha vez, ao Ministério do Auxílio?” “Quando examinamos a desventura de alguém, lembrando as próprias deficiências, há sempre asilo para o amor fraterno, no coração”

  23. Capítulo 30- Herança e Eutanásia

  24. Capítulo 30- Herança e Eutanásia O quevamosdeixaraosnossosfilhos?

  25. “São rarososque se preocupamemajuntarconhecimentosnobres, qualidades de tolerância, luzes de humildade, bênçãos de compreensão. Impomos a outremosnossoscaprichos, afastamo-nos dos serviços do Pai, esquecemos a lapidação do nossoEspírito”

  26. PRÓXIMO ESTUDO: • VAMPIRO • NOTÍCIAS DE VENERANDA • CURIOSAS OBSERVAÇÕES • COM OS RECÉM-CHEGADOS DO UMBRAL • ENCONTRO SINGULAR • O SONHO • A PRELEÇÃO DA MINISTRA • O CASO TOBIAS • OUVINDO A SENHORA LAURA • QUEM SEMEIA COLHERÁ

  27. Boa semana!