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CICLO CARDÍACO. Prof. Dr. Vinicius Nina. O Coração Como Bomba. PESO DO CORAÇÃO DE MAMÍFEROS Ordem crescente de atividade física. O Coração Como Bomba. O Coração Como Bomba. Camadas da Parede Cardíaca. FIBRA CARDÍACA.

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Presentation Transcript
ciclo card aco

CICLO CARDÍACO

Prof. Dr. Vinicius Nina

fibra card aca
FIBRA CARDÍACA
  • O coração é composto de 3 tipos de músculo: atrial, ventricular e fibras especializadas – excitatórias (NSA/NAV) e condutoras(FI/FH/FP)
  • Caráter sincicial : é dado pelo aspecto em série no qual se dispõem as células cardíacas interconectadas entre si pelos discos intercalares (“ pseudo-sincício”)
  • PRINCÍPIO DO “TUDO OU NADA”: Um estímulo aplicado a qualquer parte do músculo cardíaco resulta na excitação de todo o músculo devido à livre difusão elétrica (junções abertas) e iônica( junções fechadas) entre as células adjacentes gerando potenciais de ação.
potenciais de a o do m sculo card aco
POTENCIAIS DE AÇÃO DO MÚSCULO CARDÍACO
  • 20-50 vezes mais duradouro que no músculo esquelético
  • velocidade de condução é de 0,3-0,5m/s (=1/10 do m. esquelético) e de 4m/s nas fibras condutoras
tipos de potenciais
TIPOS DE POTENCIAIS
  • Resposta Rápida (átrios,ventrículos e fibras condutoras)
  • Resposta Lenta (NSA/NAV)
potenciais de resposta r pida
POTENCIAIS DE RESPOSTA RÁPIDA
  • FASES :
    • Fase 0 = deflexão inicial por influxo de Na pelos canais rápidos. O gradiente de potencial(Vm) passa de –90 para –65mV
    • Fase 1 = Repolarização inicial por ativação de uma corrente transitória de efluxo de K(IC: +++ [>K])
    • Fase 2 = Fase do platô por influxo lento de Ca pelos canais L (lentos) contrabalançado pelo efluxo de K. Acorrente de influxo é ativada quando o Vm passa de – 30 para +30mV. O platô gera o acoplamento excitação-contração.
potenciais de resposta r pida1
POTENCIAIS DE RESPOSTA RÁPIDA
  • FASES :
    • Fase 3 = Repolarização final. O efluxo de K excede o influxo de Ca tornando o IC negativo. O Vm passa de –20 para –60mV.
    • Fase 4 = Restauração das Concentrações Iônicas. Decorre da troca ativa de 3Na(sai) por 2K(entra) pela ação da Na-K-ATPase e também pela troca de 3Na(entra) e 1Ca(sai) pelo trocador Na/Ca
potenciais de resposta lenta
POTENCIAIS DE RESPOSTA LENTA
  • FASES:
    • Fase 0 = menos inclinada. O potencial de repouso é menos negativo.
    • Fase 1 = ausente
    • Fase 2 = o platô não é mantido
    • Fase 3 = repolarização mais gradual
    • Fase 4 = o Vm é bem menos negativo(=menos canais de K nas células nodais). Lenta despolarização diastólica (característica)
per odo refrat rio per odo em que n o h re estimula o durante o potencial de a o
PERÍODO REFRATÁRIO : Período em que não há re-estimulação durante o potencial de ação.
  • EFETIVO : Intervalo no qual o impulso cardíaco não pode re-excitar uma área já excitada do miocárdio. PRE = início da fase 0 – início da fase 3. Duração = 0,15s (atrial) 0,25s (ventricular)
  • RELATIVO : período no qual o músculo pode ser excitado pelo o início de uma contração prematura. PRR = início da fase 3 – fim da fase 4. Duração= 0,03s (atrial) 0,05s(ventricular).
acoplamento excita o contra o
ACOPLAMENTO EXCITAÇÃO -CONTRAÇÃO
  • Mecanismo pelo qual o potencial de ação causa contração das fibras musculares através da liberação de Ca do retículo sarcoplasmático e dos túbulos T para o sarcoplasma promovendo o deslizamento dos filamentos de actina e miosina resultando na contração miocárdica
caracter sticas do acoplamento
CARACTERÍSTICAS DO ACOPLAMENTO:
  • + prolongado pelo suprimento extra de Ca (túbulos T): 1/3 vs 1/10s
  • forma platô pelo influxo lento de Ca
  • diretamente proporcional à concentração de Ca no LEC
  • um sistema de túbulo T por sarcômero localizado na linha Z
  • túbulos T maiores, portanto > tempo de difusão do Ca da linha Z para o sarcômero (contração)
ciclo card aco1
CICLO CARDÍACO
  • Definição:
    • Conjunto de eventos eletromecânicos seqüenciais resultantes da atividade cardíaca
    • É o período entre o final de uma contração cardíaca até o final da contração seguinte
    • Consiste de um período de relaxamento (diástole) seguido de um período de contração(sístole)
ciclo card aco2
CICLO CARDÍACO
  • FASES:

1) Esvaziamento ventricular

2) Enchimento ventricular

1 esvaziamento ventricular
1 - ESVAZIAMENTO VENTRICULAR
  • Contração Isovolumétrica : período entre o início da sístole ventricular e a abertura das valvas semilunares. O volume ventricular é constante. Não há esvaziamento.O aumento da pressão intraventricular fecha as valvas AV (1a Bulha).ECG = pico da onda R
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1 - ESVAZIAMENTO VENTRICULAR

  • Ejeção Ventricular : marcada pela abertura das valvas semilunares quando a pressão do VE > 80mmHg e do VD > 8mmHg permitindo o esvaziamento ventricular. ECG = pico da onda R até o final da onda T
      • Ejeção Rápida : 2/3 iniciais da ejeção . A pressão do VE>Ao
      • Ejeção Lenta (Protodiástole): é uma ejeção ventricular reduzida. A pressão Ao > VE (energia cinética do estiramento das paredes arteriais)
2 enchimento ventricular
2 - ENCHIMENTO VENTRICULAR
  • Relaxamento Isovolumétrico : é marcado pela queda acentuada da pressão ventricular com movimento retrógrado do sangue nas grandes artérias promovendo o fechamento das valvas semilunares (2a Bulha) e abertura das valvas AV
  • Enchimento Rápido (2/3 diast) : fluxo rápido de sangue dos átrios ( > pressão ) para os ventrículos abrindo as valvas AV. Há aumento das pressões atrial, ventricular e do volume ventricular
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2 - ENCHIMENTO VENTRICULAR

Diástase : fase de enchimento ventricular lento pelo retorno da periferia para o VD e dos pulmões para o VE. Há incremento gradual das pressões e do volume (3ª Bulha). ECG (fases 1,2,3) = final da onda T ao pico da onda P

Sístole Atrial : É o 1/3 final da diástole na qual os átrios se contraem promovendo enchimento ventricular adicional (+30%) [4ª Bulha]. ECG= pico da onda P aopico da onda R

ondas de pulso venoso
ONDAS DE PULSO VENOSO
  • a = contração atrial (PAD = 4 -6 mmHg / PAE = 7 - 8 mmHg)
  • c = fechamento da valva tricúspide
  • v = enchimento atrial
volumes card acos
VOLUMES CARDÍACOS
  • Volume Diástolico Final : volume de enchimento dos ventrículos durante a diástole (VDF=120-130ml)
  • Volume(débito) Sistólico: é o volume ejetado durante a sístole (VS=70ml). Aumenta com o aumento do VDF ou redução do VSF
  • Volume Sistólico Final : é o volume que permanece no ventrículo no final da sístole (VSF=50-60ml)
  • Débito Cardíaco : quantidade de sangue ejetada pelo VE na aorta a cada minuto. DC=VSxFC=3.5- 5.0 l/min
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VOLUMES CARDÍACOS

Índice Cardíaco : quantidade de sangue que o coração impulsiona a cada minuto (corrigida pela SC) para o transporte de elementos essenciais à função celular. IC = DC/SC = 2.5 - 3.75 l/min/m2

Pré-carga : é o estiramento das fibras pelo sangue do retorno venoso durante o enchimento ventricular

Pós-carga : é a pressão aórtica contra a qual o VE ejeta o sangue

Fração de Ejeção : é um índice de contratilidade que mede a proporção entre o VS e o VDF (FE > 60%)

lei do cora o lei de frank starling
LEI DO CORAÇÃO(LEI DE FRANK-STARLING)
  • É baseada no princípio de auto-regulação intrínseca da dinâmica cardíaca mantendo uma relação direta entre o comprimento da fibra e a força de contração
  • Assim: “para uma determinada distensão da fibra cardíaca, há um aumento correspondente da sua força contrátil”
  • Portanto; “dentro de limites fisiológicos, o coração bombeia todo o sangue que a ele chega sem permitir acúmulo excessivo de sangue nas veias”.
regula o auton mica da atividade card aca feita por conex es simp ticas e parassimp ticas
REGULAÇÃO AUTONÔMICA DAATIVIDADE CARDÍACA É feita por conexões simpáticas e parassimpáticas
  • ESTIMULAÇÃO PARASSIMPÁTICA : diminui todas as atividades cardíacas através de 3 efeitos:
    • redução da FC
    • redução da contratilidade (30%)
    • retardo da condução AV Ex: repouso
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ESTIMULAÇÃO SIMPÁTICA : aumenta a atividade cardíaca por 3 efeitos:
    • aumento da FC
    • aumento da contratilidade(até 100%)
    • aumento da velocidade de condução Ex: stress, calor, doença, exercício.