Metodologia a utilizar nas aulas pr ticas de protec o integrada de citrinos e macieira
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Metodologia a utilizar nas aulas práticas de Protecção Integrada de Citrinos e Macieira. MACIEIRAS - ESTIMATIVA DO RISCO - Ácaros:(identificação das espécies presentes) - ovos de inverno - retirar na altura da poda segmentos da árvore com suspeita de presença de ovos de inverno de ácaros:

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MACIEIRAS - ESTIMATIVA DO RISCO Integrada de Citrinos e Macieira

- Ácaros:(identificação das espécies presentes)

- ovos de inverno - retirar na altura da poda segmentos da árvore com suspeita de presença de ovos de inverno de ácaros:

unidade de amostragem=> 80 gomos(10 árvores/ 4 segmentos/2 gomos)

- colocação em placas com vaselina e observação das eclosões

(3xsemana)

- NEA 1000 /ovos/ amostra de 120 gomos (670 ovos)

- percentagem de ocupação - observação visual semanal das folhas do 1/3 inferior do ramo

unidade de amostragem=>80 folhas(10 árvores x 8 folhas)

- NEA 50-65% folhas ocupadas/ amostra de 100 folhas

(52% folhas ocupadas)


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(DGPC, 1995) Integrada de Citrinos e Macieira


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(DGPC, 1995) Integrada de Citrinos e Macieira


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MACIEIRAS - ESTIMATIVA DO RISCO Integrada de Citrinos e Macieira

- Afídeos:(identificação das espécies presentes)

percentagem de ocupação - observação visual semanal de orgãos

(rebentos, inflorescências, infrutescências) a partir do estado C

unidade de amostragem=>60 folhas (3 orgãos x 20 árvores)

- identificação das espécies

- percentagem de ocupação

- nº de afídeos

- nº de auxiliares e sua identificação

- utilização do somatório de temperaturas (?)

- NEA (para uma amostra de 100 orgãos):

- D. plantaginea -1 a 2% de inflorescências ocupadas

- 2 a 5% de rebentos infestados

- A. pomi - 10-15% de orgãos ocupados

- NEA (para técnica das pancadas) :

- D. plantaginea -10 a 30 afídeos

- A. pomi - 25 a 50 afídeos


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MACIEIRAS - ESTIMATIVA DO RISCO Integrada de Citrinos e Macieira

- Bichado-da-fruta (Cydia pomonella L.):

- Evolução das populações- na armadilha sexual

- emergências em laboratório

- somatório de temperaturas

- Grau de ataque nos frutos- observação visual semanal de folhas e frutos

a partir do registo de temperaturas crepusculares > 15 graus

unidade de amostragem=>60 folhas (3 folhas x 20 árvores)

=>60 frutos (3 frutos x 20 árvores)

- Evolução do grau de ataque da fruta no chão - fruta caída ao pé das

árvores

unidade de amostragem=>30 árvores (3 conjuntos de 10 árvores)

NEA:- 0,5 a 1% de frutos atacados (para uma amostra de 1000 frutos)

(20 frutos x 50 árvores)

- 2-3 machos adultos/ha(armadilha)/semana


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MACIEIRAS - ESTIMATIVA DO RISCO Integrada de Citrinos e Macieira

- Mosca-da-fruta (Ceratitis capitata Wied.):

- Evolução das populações- na armadilha sexual/ curva de voo

NEA -10 adultos/garrafa mosqueiras/semana (alimentar ou com

tridemelure)

- Grau de ataque nos frutos- observação visual semanal de frutos

unidade de amostragem=> 60 frutos (3 frutos x 20 árvores)

- contagem e determinação do número de larvas/fruto (kg)

NEA - 2 a 3 frutos atacados (retirado dos citrinos)


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MACIEIRAS - ESTIMATIVA DO RISCO Integrada de Citrinos e Macieira

Traça oriental (L. molesta ):

- Evolução das populações- na armadilha sexual/ curva de voo

Grau de ataque nos rebentos- observação visual semanal de rebentos

unidade de amostragem=> 60 rebentos (3 rebentos x 20 árvores)

- contagem e determinação e análise da evolução da percentagem

de rebentos atacados

- Grau de ataque nos frutos- observação visual semanal de sintomas de

ataque nos frutos

- contagem e determinação e análise da evolução da percentagem

de frutos atacados

unidade de amostragem=> 60 frutos (3 frutos x 20 árvores)

NEA - não existe (pode-se adoptar o da mosca da fruta):

- 10 adultos /armadilha/semana

- 2 a 3 frutos atacados


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(DGPC, 1996) Integrada de Citrinos e Macieira


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MACIEIRAS - ESTIMATIVA DO RISCO Integrada de Citrinos e Macieira

Oídio (Podosphaera leucotricha (Ell. et Ev.)Salm.)

Pedrado (Venturia inaequalis (Cke) Wint.):

- Objectivos:

- prospecção das peritecas e estudo da sua maturação*

- avaliação da importância dos ascósporos na disseminação da doença**

- Metodologia:

- 100 folhas com peritecas (5 folhas x 20 árvores)

- colocação de lâminas vaselinadas nas árvores

* pedrado/peritecas - recolha de folhas com pedrado (Outono / Inverno), com observações a partir de Fevereiro (10 peritecas /folha)

**pedrado/ascósporos - queda pluviométrica, levantamento de 2 lâminas,

e observação ao microscópio das projecções


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MACIEIRAS - ESTIMATIVA DO RISCO Integrada de Citrinos e Macieira

Auxiliares:

- Objectivo:

Conhecimento dos principais auxiliares existentes nesta cultura

- Metodologia:

- técnica das pancadas (realizada quinzenalmente)

- observação visual (larvas de dípteros predadores e

quinzenalmente em 100 rebentos infestados de afídeos contagem de

larvas de sirfídeos, cecidomídeos e taquinídeos)

- contagem de ácaros fitoseídeos, na nervura central das folhas

(quinzenalmente em 25 folhas)


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CITRINOS - ESTIMATIVA DO RISCO Integrada de Citrinos e Macieira

- Ácaro vermelho dos citrinos (Panonycus citri (Mc Gregor)

- percentagem de ocupação e nº de formas móveis/folha - observação

visual semanal das folhas, do 1/3 médio do rebentos, determinação do nº

de folhas ocupada, por escovagem

unidade de amostragem=>100 folhas(5 folhas x 20 árvores)

-NEA = 30-50% folhas ocupadas/ amostra de 100 folhas

- percentagem de ocupação das folhas e os estragos nos frutos- observação

visual semanal igual à anterior e avaliação semanal dos estragos

unidade de amostragem=>100 frutos(5 frutos x 20 árvores)

NEA = estragos nos frutos


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CITRINOS - ESTIMATIVA DO RISCO Integrada de Citrinos e Macieira

- Afídeos:

- identificação das espécies

- percentagem de ocupação (através do uso de círculo de d= 56cm)

- nº de afídeos

- nº de auxiliares e sua identificação

- utilização do somatório de temperaturas para determinação do

aparecimento das diferentes espécies de afídeos

percentagem de ocupação - observação visual semanal:

- do número de círculos ocupados (suficiente um rebento dentro ocupado)

- percentagem de rebentos atacados

unidade de amostragem=> 20 árvores (2 círculos em cada)

=> 5 rebentos x 20 árvores

- NEA (para uma amostra de 100 rebentos):

- Toxoptera aurantii- 25 % de rebentos infestados

- Aphis citricola - 5-10 % de rebentos infestados


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Afídeos Integrada de Citrinos e Macieira

(DGPC, 1996)


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CITRINOS - ESTIMATIVA DO RISCO Integrada de Citrinos e Macieira

- Cochonilhas (identificação das espécies):

1- cochonilha algodão (P. citri Risso)

2- cochonilha negra (S. oleae Bern)

3- cochonilha vírgula (L. beckii New.)

observações de aferição no início do estudo

observação de frutos (1 e 3)- observação visual semanal

unidade de amostragem (1) => 120 a 180 frutos (6-9 frutos x 20 árvores)

(3) => 140 frutos (7 frutos x 20 árvores)

observação de folhas (2)- observação visual semanal

unidade de amostragem (2) => 100 folhas com 40 cmde ramo

- NEA :

- P. citri - 5 a 10% de frutos atacados

- S. oleae - 3-5 ninfas jovens /folha

ou 3- 4 fêmeas adultas/40 cm de ramo

- L. beckii - 2-3 % frutos atacados


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Cochonilhas Integrada de Citrinos e Macieira

(DGPC, 1996)


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CITRINOS - ESTIMATIVA DO RISCO Integrada de Citrinos e Macieira

- Mosca branca dos citrinos (Aleurothrixus floccosus Maskell)

observações do nº de rebentos atacados - semanalmente colocar círculos

nas árvores e contar os rebentos atacados

unidade de amostragem => 2 círculos x 20 árvores

NEA: 70% de círculos atacados

determinação do grau de parasitismo - recolha semanal de folhas e

observação à lupa, com demarcação de círculos de 1cm, com observação

do nº de ninfas de moscas brancas parasitadas

unidade de amostragem => 40 folhas (2 folhas x 20 árvores)


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CITRINOS - ESTIMATIVA DO RISCO Integrada de Citrinos e Macieira

Mosca-da-fruta (Ceratitis capitata Wied.):

- Evolução das populações- nas garrafas com feromona sexual/ curva de

voo

unidade de amostragem=>2 armadilhas /pomar (distanciadas 25 m)

NEA -10 adultos/garrafa mosqueiras/semana (alimentar ou com

tridemelure)

- Grau de ataque nos frutos- observação visual semanal de frutos

unidade de amostragem=> 60 frutos (3 frutos x 20 árvores)

- contagem e determinação do número de larvas/fruto (kg)

NEA - 2 a 3 frutos atacados


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CITRINOS - ESTIMATIVA DO RISCO Integrada de Citrinos e Macieira

- Mineira dos citrinos (Phyllocnistis citrella Staiton)

Evolução das populações- placas cromotrópicas / curva de voo

unidade de amostragem=>2 placas/pomar (na direcção dos ventos

dominantes)

Estudo do ciclo biológico - início de rebentação com marcação de

rebentos com 1 cm de comprimento e observação visual semanal com

marcação do encontrado (nº de ovos, larvas, pupas)

unidade de amostragem=>20 rebentos (5 rebentos x 4 orientações)

Determinação do grau de ataque e evolução ao longo do tempo- rebentos

medidos desde a 1ª folha até à gema apical, com avaliação de estragos

semanal provocados pela mineira (tabela)

unidade de amostragem=>20 rebentos (5 rebentos x 4 orientações)


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Mineira dos citrinos Integrada de Citrinos e Macieira

(DGPC, 1996)


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CITRINOS - ESTIMATIVA DO RISCO Integrada de Citrinos e Macieira

Míldio ou aguado(Phytophtora spp.):

- Objectivo:

Estabelecer uma relação entre os níveis de inócuo de Phytophtora no solo

e a possibilidade de ocorrência de epidemias

- Metodologia:

- amostra de solo à profundidade de 5 a 15 cm na rizosfera das

árvores

NEA: nível de inócuo superior a 20 propágulos / g de terra


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CITRINOS - ESTIMATIVA DO RISCO Integrada de Citrinos e Macieira

Auxiliares:

- Objectivo:

Conhecimento dos principais auxiliares existentes nesta cultura

- Metodologia:

- técnica das pancadas (realizada quinzenalmente)= 100 ramos

- observação visual de 100 rebentos infestados de afídeos contagem de

larvas de dípteros predadores (sirfídeos, camemídeos, cecidomídeos e

taquinídeos)

- contagem de ácaros predadores (fitoseídeos e stigmatídeos), na nervura

central das folhas (semanalmente em 60 folhas (3 folhas x 20 árvores)

- prospecção de parasitóides de P. citrella (prospecção e recolha de folhas

ou rebentos infestados ou com estragos e colocação em caixas para tentar

obter emergências de parasitóides)


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CITRINOS - ESTIMATIVA DO RISCO Integrada de Citrinos e Macieira

Infestantes:

- Objectivo:

Conhecimento dos principais infestantes existentes nesta cultura

- Metodologia:

- estimação visual, numa escala de 1 a 5, de acordo com uma

escala de abundância/coberto similar à de Braun-Blanquet


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Infestantes Integrada de Citrinos e Macieira

(DGPC, 1995)



Protec o integrada dos citrinos l.jpg
PROTECÇÃO INTEGRADA DOS CITRINOS Integrada de Citrinos e Macieira

  • ACIDENTES:

  • As geadas: folhas e frutos

    Protecção contra as geadas:

    - conservação do calor

    - processos de agitação do ar

    - cobertura com palhas

    - fornalhas; queimadores


Protec o integrada dos citrinos27 l.jpg
PROTECÇÃO INTEGRADA DOS CITRINOS Integrada de Citrinos e Macieira

  • Outros acidentes:

    - Queimaduras do Sol - pincelagem dos ramos

    - Granizo - tratamentos preventivos com calda bordalesa


Acidentes fisiol gicos l.jpg
ACIDENTES FISIOLÓGICOS: Integrada de Citrinos e Macieira

- Asfixia radicular - plantação superficial e drenagem

- Cloroses / Doenças de carência -ensaios com nutrientes

- Mancha de óleo nos frutos (Oleocellosis) - causa: roçar dos frutos nos ramos por acção dos ventos =>arejamento da copa; colheita do fruto maduro e adequado manuseamento no pomar e na embalagem

- Fendilhamento da casca - rega regular dos pomares

- Empolamento da casca- causa:nutrição em N=>nutrição e colheita no cedo


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ACIDENTES FISIOLÓGICOS: Integrada de Citrinos e Macieira

- Queimaduras / Tratamentos fitossanitários - substituição de

tratamentos e cuidadosa preparação das caldas

- Gomose- (exudados) causa: adubações e m.o => porta-enxertos

resistentes; drenagem; evitar ferimentos do tronco e sua pulverização

com caldas com fungicidas

- Mancha de água - recolha precoce do fruto e evitar ventos e

geadas

- Frutos secos - evitar colheita tardia

- Acidentes de armazenagem - evitar algumas condições

nefastas


Protec o integrada dos citrinos30 l.jpg
PROTECÇÃO INTEGRADA DOS CITRINOS Integrada de Citrinos e Macieira

  • VÍRUS:

    - Tristeza - 10 milhões de árvores - Argentina

    6 milhões Brasil

    mais recente em Espanha

    sintomas:amarelecimento das folhas e ramos terminais (de cima para baixo e do centro para a periferia); morte das radicelas sem a sua substituição. (Método de Bitancourt - Brasil (tintura de iodo)

    Como evitar: tratamentos aficidas (eliminação dos vectores)

    porta enxerto resistente ou sobre-enxertia em limoeiro

    VECTORES:

    - Toxoptera citricicola

    - Aphis gossypii

    - Myzus persicae


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VÍRUS: Integrada de Citrinos e MacieiraTristeza (Fases:)

1. Introdução do vírus na parte aérea (sem sintomas visíveis)

2. Expansão tolerada do vírus

3. Descida do vírus para a parte inferior dos ramos, do tronco

e também no cavalo

4. Desagregação dos tubos crivosos

5. Suspensão da alimentação pelas raízes e utilização as

reservas

6. Enfraquecimento das raízes e sua morte

7. Depauperamento progressivo da árvore


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- Psorosis (A “palhetas”e B “escamação”) - Integrada de Citrinos e Macieira

sintomas:frutos com manchas circulares ,

abundante exudação de goma

como evitar -enxertia de borbulhas de árvores isentas ou

resistentes; aplicação de caldas cúpricas ou permanganato de

potássio a 1%

- Xiloporosis ou Caquexia

sintomas:aparecimento de depressões arredondadas no lenho

engrossamento (joelho) do cavalo; lenho com aspecto de crivo

como evitar -enxertia tangelo Orlando - testagem

- Ferrugem de cabeça de prego (leprosis) -

sintomas: aparecimento manchas ovais com aspecto vidrado

como evitar -lutaquímica com calda bordalesa ou sulfo-cálcica

e emulsão oleosa com dicofol


Protec o integrada dos citrinos33 l.jpg
PROTECÇÃO INTEGRADA DOS CITRINOS Integrada de Citrinos e Macieira

  • FUNGOS:

    - Gomose (Phytophthora spp.)

    sintomas: casca do colo base do tronco destaca-se em placas e exudação gomosa abundante; ataque do tronco em todo o seu diâmetro=> cessa passagem de seiva

    como evitar:resistentes; evitar terrenos argilosos e mal drenados; aplicação de calda bordalesa e fosetil; evitar contacto água com o colo; não enxertar junto ao solo

    - Míldio ou aguado (Phytophthora hibernalis )

    sintomas: necroses originadas do ápice; mancha desbotada com cheiro característico

    como evitar: casca podas de arejamento; fungicidas sistémicos; solo bem drenados


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- Bolores ( Integrada de Citrinos e MacieiraPenicillium digitatum e italicum)-

sintomas: franja larga/estreita, branca, pastosa/pulvererenta; parte central

azulada.

como evitar: evitar ferimentos da epiderme;

revestimento dos frutos com parafina;

papel embebido em fungicida (difenil);

tratar frutos com fungicidas(tiobendazol, oxicloreto de cobre+zinebe);

vigiar Mosca-da-fruta;


Fungos l.jpg
FUNGOS: Integrada de Citrinos e Macieira

Antracnose (Colletotrichum gloesporioides)

sintomas: seca da ponta de ramos novos; manchas circulares nos frutos.

como evitar: poda das partes atacadas; adubação equilibrada; químicos (folpete, manebe e zinebe)

Alternariose (Alternaria citri)

sintomas: amadurecimento precoce; parte apical negra; apodrecimento do eixo central;

como evitar: poda de ramos secos; rega; fertilização; evitar feridas epidérmicas

Fumagina (Pleosphaera citri)

sintomas: vive na matéria açucarada de mosca branca e afídeos; manchas de cor negra.

como evitar: poda de arejamento, eliminação de pragas produtoras de melada e aplicação de fungicidas


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Outros ( Integrada de Citrinos e MacieiraArmillaria mellea e Rosellinea sp.)

sintomas:desenvolvimento de micélio branco sobre raízes e troncos; depauperamento

rápido das árvores

como evitar:desinfecção de solo suspeito; destruição de árvores atacadas; evitar

enterramento de restos lenhosos à plantação.

BACTÉRIAS:

- cancro (Phytomonas citri Hanse) -

- pinta- negra (Phytomonas syringae Bery)

sintomas: desenvolvimento de pequenas manchas escuras; nos ramos pequenas

manchas de cor castanha- avermelhada

meios de luta:culturais - evitar feridas; plantação de sebes

- químicos - fungicidas cúpricos


Protec o integrada dos citrinos37 l.jpg
PROTECÇÃO INTEGRADA DOS CITRINOS Integrada de Citrinos e Macieira

  • NEMÁTODOS:

    - Tylenchulus semipenetrans Cobb (endo)

    - Radophilus similis (Cobb) Thorne (ecto)

    SINTOMAS:clorose; folhas pequenas, queda de ramos, morte prematura dos ramos, frutos pequenos.

    MEIOS DE LUTA - uso de árvores isentas;análise prévia do solo; nematodicida


Cochonilhas dos citrinos fam lias mais importantes l.jpg
COCHONILHAS DOS CITRINOS Integrada de Citrinos e MacieiraFAMÍLIAS MAIS IMPORTANTES

-Diaspididae:

- Lepidosaphes

- Chrysomphalus

- Aonidiella

- Pseudococcidae:

- Pseudococcus

- Planococcus

- Coccidae:

- Coccus

- Saissetia

- Ceroplastes

- Margarodidae:Icerya


Cochonilhas dos citrinos l.jpg
COCHONILHAS DOS CITRINOS Integrada de Citrinos e Macieira

-Algodões:

-Margarodidae - Icéria (Iceria purchasi Mask)

- Pseudococcidae - Algodão (Pseudococus citri Riso)

- Escamas ou Lapas:

- Coccidae

-Lapa da laranjeira (Cocus hesperidiumL.)

-Cochonilha preta (Saissetia olea Bern)

-Carrapeta branca(Ceroplastes sinensis del Guercio)

- Diaspididae

-Vírgula (Lepidosaphes beckii New.)

-Pinta-amarela(Chrysomphalus dictyospermi Morg.)

-Escama vermelha da Califórnia(Aonidiella aurantii)


Predadores e parasitas dos citrinos l.jpg
PREDADORES E PARASITAS Integrada de Citrinos e MacieiraDOS CITRINOS

-I. purchasi - Rodolia cardinalis Muls. pre

- P. citri - Cryptolaemus montrouzieiri Muls pre

- Leptomastix dactyolopii How. par

- C. hesperidium - Metaphycus flavus How par

- Coccophagus lycimnia e sautellaris(Walk.) par

- S. oleae -Chilochorus e Exochomus bipustulatus L.pre

-Metaphycus flavus e helvovus Howard par

- C. sinensis - Scutellista cyanea Motsch par

- Exochorus quadrispustulatus L. pre

- L. beckii-Chilocorus bipustulatus/Hemisarcoptes pre

-Aphitis lepidosaphes par

- Exochorus quadrispustulatus L. pre


Predadores e parasitas dos citrinos41 l.jpg
PREDADORES E PARASITAS Integrada de Citrinos e MacieiraDOS CITRINOS

- C. dictyospermi - Aphitis chrysomphali Mercet par

- Aspidiotiphagus lounsburyi Bel. par

- Chilocorus bipustulatus L. pre

- Lindorus lophantae Blais pre

- Hermisarcoptes spp.pre

- A. aurantii - Aphitis chrysomphali Mercet par

- Aphitis lingnanensis Comperpar

- Aphitis melinus De Basch par

- Q. perniciosi - Prospaltella perniciosi par


Protec o integrada dos citrinos42 l.jpg
PROTECÇÃO INTEGRADA DOS CITRINOS Integrada de Citrinos e Macieira

  • Mosca-da-fruta (Ceratitis capitata Wield)

  • Traça-dos-citrinos (Prays citri Mill)

  • Mosca-branca dos citrinos

    Aleurothrixus floccosus Mask => Cales noacki

  • Afídeos:

    - Aphis spyraecola Patch

    - Toxoptera aurantii Boy

    - Aphis gossypii Gliver


Mosca branca dos citrinos aleurotrixus floccosus l.jpg
MOSCA BRANCA DOS CITRINOS Integrada de Citrinos e Macieira(Aleurotrixus floccosus)

  • Poseima Madeira - Comissão Fitossanitária Permanente das Comunidades Europeias - 1993/98

“Programa de luta contra os organismos prejudiciais às plantas e produtos vegetais da Ilha da Madeira”

- relação hospedeiro-praga

- bioecologia

- estratégias de luta

6dias

11dias

13dias

8dias

4dias

CICLO DE VIDA: ovo - 1º instar - 2º instar - 3º instar - 4º instar - 5º instar - adulto

  • Zero vegetativo dos citrinos - 12,8 graus centígrados

  • O equilíbrio hídrico dos citrinos é influenciado pela humidade relativa

  • e exerce influência directa e indirecta não só sobre os citrinos como também

  • sobre a biologia da mosca-branca-dos- citrinos


  • Mosca branca dos citrinos aleurotrixus floccosus44 l.jpg
    MOSCA BRANCA DOS CITRINOS Integrada de Citrinos e Macieira(Aleurotrixus floccosus)

    • Factores decisivos na abundância da mosca-branca-dos-citrinos:

      • hospedeiro

      • temperatura

      • humidade relativa

      • vento

      • chuva

      • organismos diversos (auxiliares)

    Tem numerosas gerações anuais e elevado potencial biológico

    A sua caracterização morfológica permite entender:

    - relação funcional das ligações entre os diferentes estádios da praga

    - repercussões da sua acção na fisiologia das plantas

    - interpretação das respectivas susceptibilidades perante condicionalismos agro-ecológicos

    - compreender a ineficácia dos tratamentos vulgarmente utilizados na luta contra este organismo e outras pragas dos citrinos


    Mosca branca dos citrinos aleurotrixus floccosus45 l.jpg
    MOSCA BRANCA DOS CITRINOS Integrada de Citrinos e Macieira(Aleurotrixus floccosus)

    • Actividade glandular e excretora da mosca-branca-dos-citrinos:

      • AG - produção de diferentes tipos de secreções cerosas sobre os estados imaturos e adultos- contribuem Par a sobrevivência e rápido aumento populacional da espécie

      • AS - associada ao regime alimentar - acumulação e excreção de substâncias - MELADA

    Ciclo de Vida (48 dias):

    - 1200 espécies de aleurodídeos a nível mundial

    - insectos hemimetabólicos (metamorfoses simples) com 4 ínstares ninfais

    -humidade >70% e temperatura =25 C

    - armadura bucal picadora-sugadora (ninfa-adulto)

    -a pupa é um estado de transição entre os imaturos e adultos onde

    se vêm os esboços das estruturas e não há alimentação

    - reprodução ovípara (100 a 200 ovos)

    - adultos permanecem na página inferior das folhas e as fêmeas limitam-se

    a realizar a postura, realizando voos curtos quando perturbadas


    Mosca branca dos citrinos aleurotrixus floccosus46 l.jpg
    MOSCA BRANCA DOS CITRINOS Integrada de Citrinos e Macieira(Aleurotrixus floccosus)

    • Relações fenológicas:

      - ritmos de rebentação anual (folhas jovens e tenras) têm profunda influência na existência e abundância da mosca-branca-dos-citrinos (inata apetência com maior facilidade que proporciona à armadura bucal)

      - depende estreitamente do estado fenológico do hospedeiro

      - ao contrário dos afídeos (com maior abundância Primaveril) é relativamente pouco abundante quando estes aparecem mas continua nos pomares durante todo o ano com flutuações em geral moderadas.

      A fenologia exerce influência sobre:

      - postura

      - capacidade de sobrevivência dos diferentes estados de desenvolvimento

      - taxa de multiplicação


    Mosca branca dos citrinos aleurotrixus floccosus47 l.jpg
    MOSCA BRANCA DOS CITRINOS Integrada de Citrinos e Macieira(Aleurotrixus floccosus)

    Postura na página inferior com maior incidência nas folhas jovens e em geral em círculo. As fêmeas inserem os ovos através da superfície das folhas (abertura dos estomas) mediante o pedúnculo que os ovos possuem.

    • Relação fisiológica:

      - é estabelecida entre os ovos e a planta hospedeira que permite a não perda de água e o desenvolvimento dos ovos

    • Número de ovos depositados depende não só da fecundidade individual mas também do condicionalismo do ambiente:

      - temperatura

      - idade e estado fenológico das folhas


    Mosca branca dos citrinos aleurotrixus floccosus48 l.jpg
    MOSCA BRANCA DOS CITRINOS Integrada de Citrinos e Macieira(Aleurotrixus floccosus)

    • Melada - associada à secreção de substâncias cerosas produzidas pela alimentação das ninfas do 1º ínstar (recém eclodidas) com coloração amarelo-pálida e translúcidas que se fixam perto das nervuras

    • Ninfas do 2º ínstar:

      - maiores dimensões

      - segmentação do abdómen mais nítida

      - desenvolvimento de secreções a cobrir o corpo

      - maior quantidade de substâncias excretadas com a retenção da melada no dorso do organismo

    • 3º ínstar:

      - produção abundante de secreções

      - filamentos sofrem enrolamento


    Mosca branca dos citrinos aleurotrixus floccosus49 l.jpg
    MOSCA BRANCA DOS CITRINOS Integrada de Citrinos e Macieira(Aleurotrixus floccosus)

    • 4º ínstar:

      - forma elíptica

      - coloração amarelada

      - maior acentuação da segmentação

      - maior nitidez da margem do corpo e da estrutura vasiforme

      - secreções cerosas com grande desenvolvimento

      Praga dos citrinos com marcado efeito alarmista - porque mesmo com infestações intensas as folhas não ficam deformadas e enroladas e depois de lavadas parecem perfeitamente sãs

      ADULTO - insecto pequeno de corpo amarelado e asas translúcidas que se tornam brancas pelas secreções cerosas dando-lhe um aspecto pulvorento

    • Coexistência de diferentes estadios resulta :

      - na mesma planta resulta da sobreposição de gerações

      - da elevada variação que se observa na duração do desenvolvimento de cada estado


    Mineira dos citrinos phyllocnistis citrella staiton l.jpg

    MINEIRA DOS CITRINOS Integrada de Citrinos e Macieira(Phyllocnistis citrella Staiton)

    Abundância / Dispersão:

    Ceilão; Birmânia; Indonésia; Filipinas; Japão; Austrália; Arábia Saudita; Espanha; Portugal (Açores, 1996; Algarve, 1994).

    Biologia / Ciclo de vida:

    Ovo - larva (L1; L2; L3; L4) - crisálida - adulto (Verão: 14 a 17 dias)

    Prejuízos:

    viveiros e pomares jovens (enfraquecimento; atraso crescimento das árvores)

    Meios de luta:

    Luta Cultural - Fertilização Invernal com limitação da rebentação (< N )

    Luta Química - Óleos de Verão + insecticidas (diflubenzurão, imidaclopride; lufenurão)

    Luta Biológica - Citrotichus phyllocristoides

    Cirrospolus quadristriatus

    Ageniaspis citricola


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    MINEIRA DOS CITRINOS Integrada de Citrinos e Macieira(Phyllocnistis citrella Staiton)

    Determinação do grau de ataque:

    30 Árvores / parcela

    5 rebentos / 4 orientações (desde a 1ª folha até à gema apical (4cm)

    registo do:

    - nº de ovos;

    - nº de larvas L1, L2 e L3;

    - nº de pupas.

    Avaliação do grau de ataque:

    Índice - % folhas atacadas

    0 - 0

    1 - menos de 25

    2 - 25-50

    3 - 50-75

    4 - + 75


    Mineira dos citrinos phyllocnistis citrella staiton52 l.jpg

    MINEIRA DOS CITRINOS Integrada de Citrinos e Macieira(Phyllocnistis citrella Staiton)

    Medidas culturais :

    - evitar podas severas

    - evitar regas em excesso

    - evitar adubações desequilibradas

    Medidas químicas :

    - proteger rebentações novas (pomares novos)

    - proteger rebentação da Primavera e do fim do Verão (pomares adultos)

    NEA :

    - árvores jovens: 10-15% de rebentos com L1 e L2

    - árvores adultas: 20-25% de rebentos com L1 e L2


    Af deos dos citrinos l.jpg

    AFÍDEOS DOS CITRINOS Integrada de Citrinos e Macieira

    1. Aphis spyraecola = Aphis citricola Van der Goot

    ataca laranjas e mandarinas

    Danos visíveis:

    - deformação e enrolamento das folhas

    - rebentos atacados interrompem crescimento

    - produz abundante melada => formigas

    Biologia:

    - polífago

    - hospedeiro invernal (Spirea) e como hospedeiro secundário os citrinos

    - reprodução partenogenética

    Ciclo de vida:

    Ninfa (recém nascida)- ninfa áptera- adulto áptero- ninfas aladas (4 mudas)- adulto alado


    Af deos dos citrinos54 l.jpg

    AFÍDEOS DOS CITRINOS Integrada de Citrinos e Macieira

    2. Toxoptera aurantii Boyer de Fons.

    Danos visíveis:

    - gemas florais e frutos recém formados caem

    - folhas endurecem e deformam-se ligeiramente

    Biologia:

    - polífago

    - ciclo anual sem formas sexuadas (anonocíclico)

    - hospedeiro Invernal (Citrinos e Pittosporum)

    - > abundância na Primavera

    - ataca mais o limoeiro

    abdómen estridulatório movimentos ritmados da colónia

    Ciclo de vida:

    Ninfa (recém nascida) - ninfa áptera (2estados) - adulto ápetro - ninfas aladas - adulto alado

    asas com pterostigma ou placa distal negra


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    AFÍDEOS DOS CITRINOS Integrada de Citrinos e Macieira

    3. Aphis gossypii Glover

    Previsão do aparecimento:

    - Somatório de temperaturas com a observação semanal de 100 rebentos (2 rb x 50 A)

    Avaliação dos rebentos atacados (grau de ataque):

    Índice - Nº de rebentos atacados

    0 - 0

    1 - 1-2

    2 - 3-6

    3 - +6

    Amostragem Intensiva

    Somatório (nº de rebentos atacados por círculo)

    (20A - nº reb atacados em 20) (2C x 20 A)

    Amostragem Simples

    Somatório (nº de círculos atacados)

    (20 A x 2 C)

    100+ rebentos atacados


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    AFÍDEOS DOS CITRINOS Integrada de Citrinos e Macieira

    NEA:

    Aphis gossypii Glover - Obs. visual (2reb x 50 A) - Primavera / Outono

    - 30% Reb. Atacados

    Toxoptera aurantii Boyer de Fons. - Obs. visual (2reb x 50 A) - Abril / Junho

    - 25% - 30% Reb. Atacados

    Aphis citricola Van der Goot- Obs. visual (2reb x 50 A) - Abril / Junho

    Clementinas - 5% - 10% Reb. Atacados

    Laranjas - 5% Reb. Atacados

    outros afídeos- Obs. visual (2 Circ. x 20 A) - Primavera / Outono

    Clementinas - 50% Círculos atacados

    Laranjas - 70% Círculos atacados

    Têm em atenção a fauna auxiliar


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    ÁCAROS DOS CITRINOS Integrada de Citrinos e Macieira

    ÁCAROS:

    - FITÓFAGOS

    - PREDADORES

    - SAPRÓFAGOS / INFIFERENTES

    TETRANIQUÍDEOS - ácaros vermelho dos citrinos (Panonichus citri Mc.Gregor)

    - aranhiço vermelho (Tetranychus urticae Koch

    T. telarius L.)

    ERIOFÍDEOS - ácaro dos gomos (Eriophyes sheldoni Ewing)

    TENUIPALPÍDEOS - ácaros planos ( Brevipalpus californicus;

    B. phonicis - laranjeira

    B. lewisi - limoeiro)


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    ÁCAROS DOS CITRINOS Integrada de Citrinos e MacieiraÁcaro vermelho(Panonichus citri Mc. Gregor)

    Biologia:

    - fêmea arredondada e de cor vermelha escura ou púrpura

    - corpo no dorso com pelos compridos com base dilatada

    - picadas provocam descoloração dos órgãos atacados

    - desfoliações nos casos mais graves (elevadas populações; baixa Humidade e vento; deficiência do sistema radicular ou seca) (Verão e Outono)

    - vive sobre folhas, frutos e ramos verdes

    - ciclo de vida completo num mês

    - > abundância Agosto / Novembro e menos na Primavera

    Ciclo de vida:

    ovo - larva - protocrisálida - deutocrisálida - protoninfa - deuteroninfa - teliocrisálida - adulto

    > alimentação


    Caros dos citrinos caro vermelho panonichus citri mc gregor59 l.jpg

    ÁCAROS DOS CITRINOS Integrada de Citrinos e MacieiraÁcaro vermelho(Panonichus citri Mc. Gregor)

    Luta química:

    - acaricidas específicos / resistência

    - óleos de Verão

    - piretróides usados contra afídeos

    - fosforados contra coccídeos

    Luta biológica:

    - insectos:

    - neurópteros (Conluentzia psociformes)

    - coleópteros (Stethorus punctillum)

    - ácaros fitoseídeos: Euseius stipulatus Athias -Henriot


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    ÁCAROS DOS CITRINOS Integrada de Citrinos e MacieiraAranhiço roxo (Tetranychus urticae Koch)

    Biologia:

    - polífago de ar livre e estufa/ herbáceas e lenhosas (Clementinas e limoeiro)

    - colónias desenvolvem-se na página inferior

    - coloração amarelo-ferrosa das folhas e frutos (bigode)

    - produz sedas / colónias

    - zonas frias hiberna sob a forma de fêmea adulta 8no solo ou sobre espontâneas)

    - ciclo de vida de 10 dias

    - temperatura óptima = 30 0 C

    - Inverno: fios - solo

    - Primavera - rebentos jovens

    Ciclo de vida:

    ovo (amarelo) - larva (amarela com olhos vermelhos) - protocrisálida - protoninfa - deutocrisálida - deuteroninfa - teliocrisálida - macho e fêmea - adulto (roxo)


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    ÁCAROS DOS CITRINOS Integrada de Citrinos e MacieiraAranhiço roxo (Tetranychus urticae Koch)

    Luta química:

    - acaricidas / formas vivas / molhar bem as folhas

    Luta biológica:

    - coleópteros (Stethorus punctillum)

    - ácaros fitoseídeos


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    ÁCAROS DOS CITRINOS Integrada de Citrinos e MacieiraÁcaros dos gomos (Eriophyes sheldoni Ewing )

    Biologia:

    - adultos de cor branco amarelada com 2 pares de patas

    - corpo vermiforme e anelado (65-70 anéis)

    - prefere limoeiro pela sua floração escalonada

    - deformação das gemas e frutos

    - ciclo de vida no Verão de 15 dias e no Inverno de 30 dias

    - humidade = 100%

    Ciclo de vida:

    ovo - larva - ninfa - adulto

    Luta química:

    - acaricidas /abrolhar dos gomos / Primavera

    Luta biológica:

    - ácaros fitoseídeos (T. phialatus)


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    ÁCAROS DOS CITRINOS Integrada de Citrinos e MacieiraÁcaros Planos (Brevipalpus sp.)

    Biologia:

    - adultos de corpo achatado / cor vermelha/ manchas pretas no dorso

    - não tece teias e possui patas curtas (imóveis)

    - preferência frutos jovens que abortam pela sua acção

    - manchas com aspecto prateado a acastanhado (folhas , rebentos e frutos)

    - nos frutos provoca necroses e por vezes a sua escarificação

    Ciclo de vida:

    ovo - larva - ninfa - adulto

    Luta química:Luta cultural: destruição de infestantes e rega

    - enxofre

    - acaricida específico

    Luta biológica:

    - Crisopa ; Coccinelídeos (S.punctillum);Euseius stipulatus


    Outros problemas fitossanit rios dos citrinos l.jpg

    OUTROS PROBLEMAS FITOSSANITÁRIOS DOS CITRINOS Integrada de Citrinos e Macieira

    Gafanhoto verde ou fanelóptera (Phaneroptera nana Fieb.)

    Formiga negra (Tapinoma nigerinum Nye)

    Tripes das estufas (heliothrips haemorhoidalis Bouché)

    Traça dos enxertos ( Ephestia vapidella Manneiheim)

    Cetónia ou Besouros (Oxithyrea)

    Coehos e Ratos


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    ÁCAROS DOS CITRINOS Integrada de Citrinos e Macieira

    ESTIMATIVA DO RISCO( relação % de ocupação /estragos nos frutos )

    P. citri e T, urticae- Fev em diante :Obs. visual de 100 folhas (2f x 50 A ou 25f x25A)com escovagem e contagem de formas móveis

    - Set em diante: Obs. visual de 100 frutos (2Frut x 50A)

    NEA:

    P. citri- Abril / Nov : 30% a 50% folhas ocupadas ou 3 ácaros /folha

    - Set /Nov : estragos nos frutos

    T. urticicae - Mai/ Out: 8% - 10% folhas ocupadas

    - Ago / Out: 2-5% frutos atacados


    Acetatos das aulas de protec o integrada da macieira e pereira l.jpg
    Acetatos das aulas de Integrada de Citrinos e MacieiraPROTECÇÃO INTEGRADA DA MACIEIRA E PEREIRA


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    PROTECÇÃO INTEGRADA DA MACIEIRA E PEREIRA Integrada de Citrinos e Macieira

    PRAGAS:

    - Bichado (Cydia pomonella L.)

    - Mosca da fruta (Ceratitis capitata Wied.)

    - Afídeos

    - Aranhiço vermelho (Panonychus ulmi Koch.)

    - Cochonilha de S. José (Quadraspidiotus perniciosus Comst.)

    - Psila (Cacopsylla pyri L.)

    - Cecidomia (Dasineura pyri Bouché)

    - Ácaros eriofídeos (Epitrimerus pyri(Nal.))

    - Lagartas mineiras(Lithocolleta coryfoliella e L. blancardella)


    Protec o integrada da macieira e pereira68 l.jpg

    PROTECÇÃO INTEGRADA DA MACIEIRA E PEREIRA Integrada de Citrinos e Macieira

    DOENÇAS:

    - Pedrado (Venturia inadequalis e V. pirina Aderh.)

    - Oídio (Oidium farinosum Cooke)

    - Septoriose da macieira (Septoria piricola Dem.)

    - Cancro (Nectria galligena Bres)

    - Podridões (Monilia fructigena Pers. e M. laxa (Ehremb.) Sacc.

    - Podridão cinzenta (Botrytis cinerea Pers.)

    Estimativa do risco -Pedrado

    Avaliação dos períodos de risco tendo em conta factores climáticos, severidade da infecção e estado fenológico das macieiras e pereiras


    Protec o integrada da macieira e pereira69 l.jpg
    PROTECÇÃO INTEGRADA DA MACIEIRA E PEREIRA Integrada de Citrinos e Macieira

    • Doenças Bacterianas:

      - Fogo bacteriano (Erwinia amylovora (Burr.) Winslow et al.

      - Emurchimento bacteriano (Pseudomonas syringae pv. syringae Van Hall


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    ESTIMATIVA DO RISCO: Integrada de Citrinos e Macieira

    - Bichado

    DIRECTOS - Observação Visual

    INDIRECTOS:

    - Armadilhas Sexuais

    - Cintas-Armadilha

    - Somatório das temperaturas

    - Biológicos / Auxiliares - Baixa mortalidade da praga

    - Confusão sexual

    - Químicos - ovos - diflubenzurão; fenoxicarbe; teflubenzurão e triflumurão

    - larvas - diclorvos; fosalona; fosfamidão e fosmete

    (Alternância)

    MEIOS DE PROTECÇÃO:


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    Níveis Económicos de Ataque (NEA) - BICHADO Integrada de Citrinos e Macieira

    • 1ª GERAÇÃO -

      ARMADILHA SEXUAL (Maio/Junho)

      • Macieira: 2/3 machos /ha/semana

      • Pereira: 4 machos /ha /semana

        OBSERVAÇÃO VISUAL- 1000 frutos: 0,5- 1% frutos atacados

    • 2ª GERAÇÃO -

      ARMADILHA SEXUAL (Julho/Agosto)

      • Macieira: 2/3 machos /ha/semana

      • Pereira: 3/4 machos /ha /semana

        OBSERVAÇÃO VISUAL- 1000 frutos: 0,5- 1% frutos atacados

    • 3ª GERAÇÃO -

      ARMADILHA SEXUAL (após colheita)

      • Macieira: 2/3 machos /ha/semana

      • Pereira: 4 machos /ha /semana

        OBSERVAÇÃO VISUAL- 1000 frutos: 0,5- 1% frutos atacados


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    • Níveis Económicos de Ataque (NEA) - AFÍDEOS Integrada de Citrinos e Macieira

    • AFÍDEO CINZENTO (Dysaphis plantaginea Pass.)

      • Março - Abril: 1- 2 % inflorescências infestadas

      • Maio: 1- 2 % inflorescências infestadas

      • 2- 5% rebentos infestados

      • Verão: observação visual - 2% rebentos infestados

      • técnica das pancadas - 10-30 afídeos

    • AFÍDEO VERDE (Aphis pomi De Geer)

      • Março - Abril : observação visual - 10-15% rebentos infestados

      • técnica das pancadas - 25-50 afídeos

      • Maio: 15 % rebentos infestadas


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    • Níveis Económicos de Ataque (NEA) Integrada de Citrinos e Macieira

    • Aranhiço vermelho (P. ulmi)

      • INVERNO: Observação visual (100 segmentos) - 1000 ovos/ amostra

      • MAIO: Observação visual (100 Folhas-1/3 inferior ramo)

      • Macieira - 50 - 65 % folhas ocupadas

      • Pereira - 40% folhas ocupadas

      • JUNHO / JULHO : Observação visual (100 Folhas-1/3 inferior ramo)

      • Macieira - 50 - 75 % folhas ocupadas

      • Pereira - 50% folhas ocupadas

      • Desde AGOSTO : Observação visual (100 Folhas-1/3 inferior ramo)

      • Macieira - 45 - 50 % folhas ocupadas

      • Pereira - 30% folhas ocupadas


    Acetatos das aulas de protec o integrada davinha l.jpg
    Acetatos das aulas de Integrada de Citrinos e MacieiraPROTECÇÃO INTEGRADA DAVINHA


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    PROTECÇÃO INTEGRADA DA VINHA Integrada de Citrinos e Macieira

    • Regiões Vitivinícolas de Portugal (350 x 103 Ha)

      - Douro

      - Bairrada

      - Setúbal

      - Dão

      - Barcelos

      - Colares

      - Carcavelos

      - Algarve

      - Vidigueira

    Espanha, França, Itália, Rússia + de 1.000 x 10 3 Ha


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    PROTECÇÃO INTEGRADA DA VINHA Integrada de Citrinos e Macieira

    • Emprego sistemático de pesticidas na vinha conduziu a:

      - aparecimento de resistências

      - destruição de auxiliares (ex: Tiflodromus)

      - perigo de intoxicação directa de pessoas ou através de resíduos nas uvas (alteração da fermentação e do mosto)


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    ACIDENTES FISIOLÓGICOS: Integrada de Citrinos e Macieira

    - Asfixia radicular - plantação superficial e drenagem

    - Cloroses / Doenças de carência -ensaios com nutrientes

    - Mancha de óleo nos frutos (Oleocellosis) - colheita em maturação e adequado manuseamento

    - Fendilhamento da casca - rega regular dos pomares

    - Empolamento da casca- nutrição e colheita no cedo

    - Queimaduras / Tratamentos fitossanitários - substituição tratamentos e cuidadosa preparação das caldas

    - Gomose- porta-enxertos resistentes; drenagem; evitar ferimentos do tronco e sua pulverização com caldas com fungicidas

    - Mancha de água - recolha precoce do fruto e evitar ventos e geadas

    - Frutos secos - evitar colheita tardia

    - Acidentes de armazenagem - evitar algumas condições nefastas


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    PROTECÇÃO INTEGRADADA VINHA Integrada de Citrinos e Macieira

    • PODRIDÃO CINZENTA(Botrytis cinerea Pers.):

      Inverno - esclerotos nos sarmentos em forma de manchas alargadas, principalmente na sua extremidade

      Primavera - Helevada e T elevada => maturação dos orgãos de conservação =>

      conidiófioros => conídios (30 dias) => germinação nos orgãos verdes e molhados das cepas => aparecimento nas folhas e jovens e lançamentos

      Verão - aparecimento provávelantes da floração; após a floração e a partir do pintor

      Condições óptimas para o seu desenvolvimento:

      - Humidade elevada

      - Temperatura acima dos 18graus

      - falta de arejamento (sistema de condução)

      - lesões (dos ataques de oídio e traça)


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    PROTECÇÃO INTEGRADA DA VINHA Integrada de Citrinos e Macieira

    • SINTOMAS:

      - Folhas - ampla necrose no bordo do limbo (queimadura)

      polvilho cinzento no bordo das folhas

      - Cachos - floração e jovem cacho - manchas achocolatadas

      bagos - podres e com molho cinzento com cheiro típico

      - Rebentos jovens e sarmentos -

      - manchas alargadas de cor achocolatada com cor e película cinzenta com tempo húmido;

      - perda de alguns rebentos jovens em caso de ataque intenso;

      Nocividade da Botrytis:

      Uva de mesa - afectação do aspecto do cacho (tolerância nula);

      desequilíbrio do cacho => maior despesa de limpeza;


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    PROTECÇÃO INTEGRADA DA VINHA Integrada de Citrinos e Macieira

    Nocividade da Botrytis:

    Uva para vinho - afectação da qualidade do vinho:

    - fermentação difícil;

    - maceração carbónica (perda de aroma e côr);

    - aumento do teor em sulfuroso

    NÍVEIS PERMITIDOS:

    TINTO - 10/12% DE PODRIDÕES

    BRANCO/SECO - 50% DE PODRIDÕES (técnicas de reequilibrio do vinho)

    - consequências da Botrytis:

    DIRECTAS- perda da colheita; dessecação do ráquis; dessecação do bago;

    INDIRECTAS - ataques drosófilas; podridão ácida;


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    PROTECÇÃO INTEGRADA DA VINHA Integrada de Citrinos e Macieira

    • MEIOS DE LUTA CONTRA A BOTRYTIS:

      - culturais:adubação equilibrada e sistema de condução adequado (desparra, compasso e poda); bom controlo da traça e do oídio (=> redução dos riscos em 50%);

      - químicos: utlização de fungicidas (de modo a baixar o NEA e em resposta à previsão do risco); (procimidina; vincozolina; iprodiona; folpete; tirame; ditiofencarbe;carbenzamida);

      - genéticos: resistência genética através de hibridação com “vitis vinifera” e cruzamento entre castas;

      - biológicos: utilização de fungos antagonistas (ex: Trichoderma viridae);


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    MÉTODOS DE LUTA CONTRA A BOTRYTIS: Integrada de Citrinos e Macieira

    - STANDARD: 4 tratamentos preventivos fixos aos seguintes estados fenológicos:

    A - saída dos cupões florais;

    B- grão/bago de algodão;

    C- início da ponta verde;

    D- saída das folhas;

    - 15-15:realização de tratamentos:

    - desde a floração até 21 dias antes da colheita;

    - sempre que a humectção >15 horas e T >15 graus;

    - intervalo entre tratamentos >10 dias.

    PROTECÇÃO INTEGRADA DA VINHA


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    PROTECÇÃO INTEGRADA DA VINHA Integrada de Citrinos e Macieira

    - EPI/MODELO BOTRYTIS:

    - baseado na T e H (humectação) com registos de 2 em 2 dias;

    - analisa a interacção entre clima, parasita e planta;

    - indica a cada instante o NEA

    FASE POTENCIAL / RISCO POTENCIAL DA DOENÇA

    - Da floração ao pintor (A/B/C)

    FASE CINÉTICA

    - Do pintor até 3 semanas antes da colheita (C/D)

    BASES DO MODELO:

    Tempo seco / H < 85% => RISCO POTENCIAL BAIXO(temp. sem influência)

    Humectação elevada / H > 85% => ELEVADO RISCO POTENCIAL (tanto maior quanto maior o período de humectação) (16< T >10)

    CONCLUSÃO: risco é apenas função da humectação

    APLICAÇÃO: Dão (2 tratamentos-A e C); 4 tratamentos máximo


    O dio da videira uncinula necator burr l.jpg
    Oídio da videira Integrada de Citrinos e MacieiraUncinula necator Burr.

    - ataca todos os orgãos não atempados da planta;

    - pó branco que pode limitar-se a determinadas zonas ou ocupar toda a superfície da folha;

    - nos caules e sarmentos e rebentos jovens => manchas difusas de cor verde escura que vão crescendo e tomando cor achocolatada por vezes provocando o endurecimento dos rebentos;

    - nos frutos => pó branco no início da formação do cacho podendo causar a paragem de crescimento da “pele” dos bagos =>favorecimento da penetração da Botrytis;

    - hiberna sob a forma de micélio nos gomos, cachos e folhas que caem no solo;

    - T e H e insolação => factores com maior influência no desenvolvimento do parasita

    TRATAMENTOS QUÍMICOS:

    1º enxofre molhável (D-E; GHI)

    2º IBE(inibidores da síntese do ergosterol) (GH e I) e quando necessário o 3º

    FAVOR: Rápida penetração; boa persistência;

    actuam mesmo com temperaturas baixas

    CONTRA: Resistência