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Cuidados pré e pós-operatórios

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  1. Cuidados pré e pós-operatórios Grupo: Maurício De Angelo Andrade Rafael Dias Lopes Renata Kotscho Paranhos Velloso

  2. Cuidados pré-operatórios • As complicações são minimizadas por uma avaliação cuidadosa das pacientes. • Idade • Natureza e duração da doença • Situação fisiológica da paciente (nutrição, imunidade) • Outras doenças • Proposta anestésica • Local e extensão do procedimento cirúrgico • Medicação atual • Situação mental e estilo de vida incluindo tabagismo e etilismo. • Fatores de Risco Cardíaco • Infarto prévio especialmente nos últimos 6 meses • Insuficiência cardíaca • Arritmias • Estenose aórtica • Idade acima de 70 anos • Cirurgia de emergência • Fatores de Risco Pulmonar • Obesidade • Idade acima de 70 anos • Tabagismo • Hospitalização prolongada • Pneumopatia obstrutuva crônica

  3. Cuidados pré-operatórios Medidas de risco pré-operatório ASA: dividido em 5 categorias: • 1. hígido • 2. doença sistêmica leve a moderada sem risco de morte. • 3. doença sistêmica com risco de vida significante. • 4. doença sistêmica incapacitante • 5. moribundo (expectativa de vida menor do que 24 h) • 6. doador de órgão. A letra E é adicionada para cirurgias de emergência, assim um paciente higído para uma cirurgia de emergência é considerado ASA 1E . Fumantes saudáveis são considerados ASA 2, pacientes malnutridos são considerados ASA 2 ou mais. • Goldman Critérios - Pontosa) Antecedentes pessoais: Idade > 70 anos - 5 IAM < 6 meses - 10 b) Exame físico: B3 ou PVJ elevado - 11 Estenose aórtica grave - 3 Mais de 5 E-V/min. - 7 c) ECG: Rítmo não-sinusal ou ESSV - 7 d) Laboratório: PO2< 60 mmHg ou PCO2>50 mmHg; HCO2<20 mEq/l; K< 3,0 mEq/l; uréia>50 mg/dl; creatinina>3 mg/dl; transaminases ele- vadas; qualquer dado de deterioração importante - 3 IX- ÍNDICE DE GOLDMAN - Classes funcionais:Classes - PontosClasse I (risco muito baixo) 0 - 5 Classe II (risco baixo) 6 - 12 Classe III (risco muito alto) 13 - 25 Classe IV (risco excessivo) > 25

  4. Cuidados pré-operatórios Exames laboratoriais • Se anestesia geral: hemograma com hematócrito, contagem de leucócitos e contagem de plaquetas. • Bioquímica sérica e função hepática raramente estão alteradas em pacientes assintomáticas sem história ou uso de medicamentos. • Testes de coagulação só são úteis em pacientes com fatores de risco. • ECG e RX de tórax e análise de eletrólitos são necessários para mulheres acima de 40 anos submetidas a cirurgia ginecológica de grande porte. Se normais servirão como base para eventuais complicações pós operatórias.

  5. Cuidados pré-operatórios Planejamento pré-operatório. • Medicamentos: • Aspirina: deve ser suspensa por aumentar o risco de sangramento durante e após o procedimento cirúrgico. • Anticoagulates orais:Warfarina é o principal anticoagulante de uso corrente inibindo os fatores de coagulação dependente de vitamina K (II, XII, IX, X). Pacientes com alto risco de trombose devem substituir a warfarina por heparina. • Corticóides: a terapia de longo prazo inibe o ciclo de feedback entre a adrenal e a hipófise, diminuindo a liberação de ACTH a glucocorticóides em resposta ao stress cirúrgico. Dessa maneira é necessário suplementar a dosagem durante e após a cirurgia com hidrocortisona. • Anticoncepcionais: ACOs a base de estrogênio aumentam o risco de eventos tromboembólicos. Em cirurgias maiores é preconizado a suspensão do estrogênio por 2 ciclos antes da cirurgia, retomando 2 semanas após o retorno da movimentação. Em caso cirurgia de emergência as pacientes devem receber profilaxia antitrombótica.

  6. Hidratação Benefícios da reposição de fluidos: Diminui a mortalidade Diminui o tempo de internação. Anemia pré-operatória Hb 6g/dl ou menos: transfusão pode ser necessária antes da cirurgia Uma paciente saudável com Hb entre 7 e 8 pode ser submetida a procedimentos cirúrgicos. TVP Fatores de risco: Idade, tamanho da cirurgia, neoplasia, terapia com estrogênio, tabagismo,obesidade. As cirurgias pélvicas por si só oferecem um risco maios de TVP do que outros procedimentos cirúrgicos. Ginástica, hidratação, enfaixamento dos MMIs, heparina profilática subcutânea 5000UI 2h antes da cirurgia. Profilaxia contra infecções Antibióticos profiláticos em cirurgias potencialmente contaminadas: Cefalosporina 2gEV 1h antes da operação e a cada 2h no Intra-operatório. Lavagem vaginal na véspera e no dia com Polvidine tópico em solução fisiológica 20/1000. Lavagem intestinal 10h a 12h com 200ml de glicerina em 1L de SF. Se preparo do colo, 48h pré-operatório. Tricotomia: mais próxima do intra-operatório possível. Diabéticos Esquema de insulina Se usar apenas a dose da manhã, no dia anterior, fazer metade da dose. No dia da cirurgia, fazer insulina regular conforme dextro; Se usar 2 doses diárias, no dia anterior, a dose da manha é mantida; a tarde, fazer metade da dose. No dia da cirurgia, fazer insulina regular conforme dextro; ***não há necessidade de soro 5% glicosado basal ***dextro de 4/ 4 horas Cuidados pré-operatórios

  7. Desnutrição O estado de nutrição pode ser avaliado através de medidas antropométricas e pela história (emagrecimento, diminuição de tecido subcutâneo) Obesidade: IMC acima de 35 trás os seguintes riscos Dificuldade de acesso venoso e vias aéreas Dificuldade de acesso cirúrgico Infecção da cicatriz cirúrgica Aumento da morbidade cardiorespiratória Aumento de risco tromboembólico. Tabagismo: Fumantes tem risco aumentado para: Atelectasias Pneumonia Dificuldade de cicatrização Infecção da ferida cirúrgica Preparo de cólon Dieta líquida, sem resíduos; Dimeticona 40 mg VO de 8 em 8 horas; Glicerina (clister) 1 frasco de VR de 12/12 horas; Manitol 20% 750 ml (com suco de laranja, 750 ml em 2 horas) por dia; Colher potássio 4 horas após manitol. KCl xarope, 2 doses VO 12/12 horas.  Preparo reduzido de cólon (para laparoscopia) Dieta líquida, sem resíduos; Dimeticona 40 mg VO 8/8 horas; Glicerina (clister) 1 frasco de VR de 12/12 horas. Cuidados pré-operatórios

  8. Cuidados pré-operatórios Medicação pré-operatória • Objetivos: • Diminuição da ansiedade, sedação, amnesia: • Redução do risco de aspiração: antagonistas H2, antiácidos, agentes procinéticos. • Redução das secreções na orofaringe (atropina ou glicopirrolato) são úteis em pacientes para a instrumentação das vias aéreas. O glicopirrolato não atravessa a barreira hematoencefálica, e evita uma síndrome anticolinérgica central no pós operatório e por esse motivo é o agnete preferido para essa indicação. • Sintomáticos • Dipirona 1g EV de 6-6h, se dor. • Metoclopramida 10mg EV de 8-8h se náuseas. • Tramadol 50mg (ou 100mg, dependendo do peso) EV de 6-6h, se dor intensa. • Diazepan 10mg VO, acm.

  9. Cuidados pré-operatórios Consentimento Informado • O médico deverá fornecer ao paciente com informações sobre: • Diagnóstico, • Natureza do processo ou curso de tratamento, • Alternativas possíveis, • Riscos do tratamento procedimento, • Benefícios esperados do tratamento ou procedimento proposto, • Prognóstico se o procedimento não é realizado. • Alterações na natureza do procedimento que só podem ser decididas no momento da cirurgia (exemplo: histerectomia no caso de miomectomia). • No caso de cirurgias ginecológias é importante esclarecer também a paciente sobre os riscos de infertilidade relacionados ao procedimento, e conversar com a paciente detalhadamente sobre as suas expectativas em relação ao futuro reprodutivo.

  10. Cuidados pré-operatórios Fundamentos sobre a anestesia • A escolha da anestesia, geral, local ou regional, depende: • Procedimento • Adequação do paciente • Contraindicação a uma técnica específica • Anestesia local, regional e evitar efeitos colaterais sistêmicos, por isso são valiosas para pacientes idosos e frágeis. • Três componentes: • perda de consciência • analgesia e depressão dos reflexos nocivos • paralisia e relaxamento muscular • Avaliação pré- anestésica: deve ser considerada válida quando realizada até 30 dias antes da cirurgia e deve ser marcada no máximo 15 dias antes desta.

  11. Suporte hídrico e eletrólitos: Diariamente água para 70 kg homem: 2000-2500 ml. Exigência de sódio: 1 meq / kg / dia, potássio 0,5 mEq / kg / dia. Pelo menos 600-800 ml / dia urina necessárias para excretar solutos. Fluido perda nas fezes normalmente 250-400 ml / dia. Outras perdas (transpiração, respiração, etc 600ml/dia) – com aumento do resultado de uma febre, hiperventilação e estados hipermetabólicos. O déficit de fluidos deve ser corrigido antes da cirurgia. O melhor indicador de reidratação é adequado débito urinário. Repetida a avaliação clínica é essencial. Déficit deve ser corrigido durante o mesmo tempo que levou para produzí-los. Défict agudo: sinais cardiovasculares. Desidratação crônica: sinais nos tecidos. Sobrecarga de volume: crepitações pulmonares em base, ritmo de galope, edema periférico. Diurese: medida dinâmica da perfusão tecidual. Mínimo: 0,5 ml / kg / hora aceitável. Peso. alterações ao longo do período diurno são quase totalmente relacionada a mudanças na água corporal total. Cuidados pós-operatórios

  12. Exigências nutricionais As necessidades calóricas são calculadas a partir da necessidade calórica basal com correções que levam em conta a atividade física e estresse fisiológico. Ingestão protéica (91,5 g / kg) Nutrição inclui outros elementos dietéticos incluindo vitaminas, minerais e oligoelementos. Em alguns estados patológicos devem ser adicionados, tais como a vitamina K na icterícia obstrutiva. GER = (655,1 + 9,56peso kg + 4,85altura em cm) x fator de atividade x fator de lesão Fator de atividade: confinada ao leito 1,2; fora do leito 1,3 Fator de lesão: pequena cirurgia (1,2), sepse grave (1,6), queimadura grave (2,1) Cuidados pós-operatórios GER = Fórmula de Harrison-Benedict para gasto energético real

  13. Alimentação enteral Oral, sonda (nasogástrica é mais comum) Vantagens da alimentação enteral: Mais segura, mais barata, menos traumática. Ausência prolongada de nutrição enteral causa atrofia nas vilosidades da mucosa, Complicações da alimentação enteral. Deslocamento da sonda: verificar posição por aspiração, ou ausculta durante a insuflação do ar, confirmar por raio-X antes da alimentação. Vômito e aspiração. Anormalidades metabólicas se o conteúdo não satisfazer as exigências nutricionais. Oclusão da sonda: alimentos congelados, a pressão externa, torções. Alimentação parenteral Componentes: proteínas (aminoácidos), carboidratos (dextrose) e gordura (emulsão de óleo vegetal). As vitaminas e os oligoelementos podem ser adicionados. As soluções utilizam glicose e gordura como fonte de energia numa razão de cerca de 70:30. A glicose como a única fonte de energia tem problemas: o desenvolvimento de infiltração gorda do fígado, necessidade de maiores volumes de alimentação, o desenvolvimento da deficiência de ácidos graxos essenciais. Geralmente é administrada por via intravenosa através de cateter venoso central, já que o conteúdo hiperosmolar das soluções (na faixa de 600-800 mOsm / L) pode causar tromboflebite se dado através da veia periférica. Complicações: Embolia gasosa, Sepse, Trombose da veia central, Omissão de nutrientes, Cuidados pós-operatórios

  14. Complicações pós-operatórias Trombose venosa profunda : • Tríade de Virchows • Estados de hipercoagulabilidade • Lesão endotelial • Estase venosa • Fatores de Risco • Hipercoagulabilidade: trombocitose, estrógenos. • Lesão endotelial: utilização prolongada de cateteres. • Condições que causam estase venosa: compressão venosa externa, cirurgias abaixo da cintura, abdômen inferior e procedimentos pélvicos, gravidez e puerpério. • Outras condições: tabagismo, malignidade, sepse. • Categorias de risco • Baixo: <40 anos; cirurgia <30 minutos; rápida mobilização pós-operatória e nenhum principais fatores de risco. • Média:> 40 anos; cirurgia abdominal exigindo anestesia geral; obesidade moderada. • Alta:> 50 anos; cirurgia pélvica ou trauma, imobilização prolongada pós-operatória. • Diagnóstico • Sinais: inchaço, aumento de temperatura local, febre baixa. - Confirmar por Doppler • Suspeita de embolia pulmonar se: tosse, dispnéia, taquipnéia, hemoptise, dor torácica pleurítica, taquicardia.

  15. Complicações pós-operatórias Infecção pós-operatória: • Classificação de Risco • Cirurgia limpa: sem contaminação do campo operatório, não entrou cavidade corporal; 1,5% de risco. • Potencialmente contaminada: uma cavidade corporal está inscrita, mas com preparo pré-operatório e operatório com mínima contaminação, 10% risco sem profilaxia. • Contaminadas: uma cavidade corporal está inscrita, e há significativa contaminação com organismos normalmente residente na área, 20% risco sem profilaxia. • Infectada: infecção estabelecida no campo operatório,> 40% de risco. • Cuidados • Preparação da pele: Tricotomia na área a ser abordada, • O preparo intestinal: lavagem mecânica do intestino (utilizando todo intestino com uma solução eletrolítica contendo 10% de manitol ou polietileno glicol), ou restringindo dieta e utilizando catárticos e enemas para um período de dois dias. • Técnica cirúrgica: hemostasia adequada, sutura com material adequado, manipulação suave das alças intestinais quando necessário, suturas não muito apertado. • Antibióticoprofilaxia pré-operatória: • Utilizar antobióticos bactericidas e não bacteriostaticos e usar menor dose eficaz. • Cirurgias limpas: antibióticos desnecessários, exceto quando material protéico for inserido. • Cirurgias potencialmente contaminadas e contaminadas: profilaxia com antibióticos é recomenda. • Cirurgias infectadas: antibióticoterapia e não profilática.

  16. Complicações pós-operatórias Insuficiência respiratória: • Sinais de insuficiência respiratória aguda não devem atrasar um tratamento médico ou cirúrgico, já que em geral não trazem sequelas aos pacientes. • Acredite em um paciente que diz que eu não posso respirar. • Outros sintomas: taquipnéia, uso da musculatura acessória, fadiga, sudorese, cianose, inconsciência aparente (na verdade esgotamento). • Investigações. • Raio X • Gasometrias. Normalmente, PaCO 2 é baixa até subindo abruptamente em crise. • Tratamento • Oxigenoterapia. • Ventilação mecânica: indicada para pacientes com inconscientes. • Se por tempo prolongado a traqueostomia pode ser necessária.

  17. Complicações pós-operatórias Insuficiência renal aguda: • Aspectos clínicos • Principais problemas: desequilíbrio eletrolítico, acidose metabólica, azotemia progressiva. • Anúria frequentemente é indicativa de uropatia obstrutiva. • Eletrocardiograma mostra alterações como pico da onda T, encurtamento do intervalo QT, prolongamento do intervalo PR, alargamento do complexo QRS. • Desequilíbrio ácido-base: Hiponatremia, quer por diluição devido à oligúria (retenção de líquidos), ou inadequada reposição volêmica. • Sintomas: Náuseas, vômitos, anorexia, confusão, taquipnéia. • Investigações • Urina 1: Hematúria, proteinúria, • Na e K na urina. • Pode ser necessária a ultra-sonografia se suspeita de causa pós -renal. Biópsia raramente é utilizada. • Condutas • Corrigir balanço hídrico: os pacientes devem ser mantidos em uma ingestão diária equivalente ao volume de produção e as perdas urinárias. • Controle de eletrólitos: Na + baixa ingestão. Reduzir K + para necessidades diárias. • Medicações • Procurar reduzir drogas com excreção renal. • Evitar medicamentos nefrotóxicos: aminoglicosídeos, outros antibióticos, analgésicos, antiinflamatórios não-esteróides, hipnóticos. • Diálise: Indicações de emergência incluem: sobrecarga hídrica; potássio sérico> 7 mmol / l; pH <7,2; pericardite.

  18. Complicações pós-operatórias • Disfunção de múltiplos órgãos e SIRS • A coagulação Intravascular disseminada é uma resposta imune que resulta em hipotensão, disnfução orgânica progressiva e morte. • Febre é um dos reflexos da resposta inflamatória. • A fisiopatologia mais conhecida é através da liberação de endotoxinas de organismos tais como Escherichia coli, Neisseria meningitidis. Macrófagos liberação citocinas, TNF (fator de necrose tumoral), IL-1 (IL), IL-6 e IL-8 (linfocíticos e liberação de IL-2 e interferon), que medeiam adesão leucócitos e agregação no endotélio. A liberação de proteases e radicais superóxido é seguido por capilar e tecido disfunção e destruição. NO medeia efeitos vasculares. • Tratamento • A hipotensão deve ser tratada com volume de carga. Inserir um cateter venoso central. Pacientes que permanecem hipotensores podem necessitar de suporte inotrópico. • Cateteres infectados devem ser removidos. • Infecção ou necrose de órgãos ocos irá normalmente requerem cirurgia urgente, que pode ser salvamento. • Administrar antibióticos adequados. • Alívio da dor, apoio psicológico, resseguro e sedação. • Ventilação mecânica com oxigênio suplementar, se necessário. • Otimizar o débito cardíaco e do fluxo sanguíneo renal. No curto prazo pode ser necessária diálise. • Bloqueadores H2. • Fisioterapia.

  19. Fundamentos de Cirurgia Ginecológica Anatomia 1 Uterosacral ligament 2 Rectum 3 Cardinal ligament 4 Vagina 5 Bladder pillar 6 Urinary bladder 7 Prevesical space 8 Paravesical space 9 Vesicovaginal space 10 Rectovaginal space 11 Pararectal space 12 Retrorectal space

  20. Fundamentos de Cirurgia Ginecológica Anatomia 1 Middle rectal artery 2 Internal pudendal artery 3 Inferior gluteal artery 4 Superior gluteal artery 5 Lateral sacral artery 6 Iliolumbar artery 7 Aorta 8 Common iliac artery 9 Internal iliac artery 10 External iliac artery 11 Uterine artery 12 Circumflex liliac artery 13 Obturator artery 14 Inferior epigastric artery 15 Superior vesical

  21. Fundamentos de Cirurgia Ginecológica Vagina A vagina é o canal muscular que se estende desde a abertura da vulva (os órgãos genitais femininos externos) para o colo do útero, a parte inferior do útero. Alguns procedimentos cirúrgicos comuns que são realizados sobre a vagina incluem: Episiotomia. A incisão cirúrgica feita para ampliar a abertura da vagina para evitar laceração do períneo durante o parto. Colporrafia. Reparação cirúrgica da vagina pode ser necessária após o parto, as agressões sexuais, ou outras lesões como cistocele.Colpotomia. Esta incisão na parede da vagina pode ser utilizado para excisão cistos ovarianos, realizar laqueadura, ou remover miomas uterinos. Colposcopia. Um Colposcópio especializada é um instrumento utilizado para a visualização da vagina e colo, para o diagnóstico de anormalidades, ou para testar a presença de pré ou de células cancerígenas.

  22. Principais procedimentos ginecológicos Colporrafia Pré:O exame físico é mais freqüentemente utilizados para o diagnóstico de prolapso de órgãos pélvicos. Um espéculo é inserido na vagina, e o médico então inspecciona as paredes anterior, posterior, superior (APEX), e laterais da vagina para prolapso ou abaulamento. Em alguns casos, um exame físico pode não suficientemente diagnosticar prolapso pélvico. Nesse caso um cistograma pode ser utilizado para determinar a extensão de uma cistocele; da bexiga urinária é preenchido por cateter com contraste médio e, em seguida, radiografado. Além de jejum o médico pode solicitar que um enema ser administrada à noite antes do procedimento. Pós: uma sonda Foley pode permanecer por um a dois dias após a cirurgia. O paciente será dada uma dieta líquida até retorno na função intestinal. A paciente será instruída a evitar atividades por várias semanas que possam trazer pressão sobre local cirúrgico, incluindo o levantamento de peso, longos períodos de pé, espirros e as relações sexuais.

  23. Principais procedimentos ginecológicos Útero O útero é um órgão oco muscular situado na parte superior da vagina. Colo do útero é o pescoço em forma de abertura na parte inferior do útero, enquanto que o fundo é a porção superior arredondada. O endométrio é o revestimento interior do útero já o miométrio é o meio camada muscular do útero. Alguns procedimentos cirúrgicos comuns que são executados sobre o útero incluem: • Miomectomia. Um processo em que miomas (miomas uterinos) são cirurgicamente removidos do útero. • Cesárea. Um procedimento cirúrgico no qual incisões são feitas através do abdome e útero da mulher para retirar seu bebê. • Cerclagem cervical. O colo é costurado fechado para evitar um aborto ou parto prematuro. • Histerectomia. A remoção de parte ou de todo o útero pode ser feito para tratar cancro uterino, fibróide tumores, endometriose, prolapso uterino, ou outras condições do útero. • Dilatação e curetagem. É um procedimento ginecológico em que o colo do útero é dilatado (ampliada) e do revestimento do útero (endométrio) é raspados distância.

  24. Principais procedimentos ginecológicos Biópsia em cone Pré: Uma série de testes podem ser realizados antes de cone biópsia para determinar a existência de células cancerosas como papanicolau e colposcopia. A biópsia cervical envolve a extração de uma pequena amostra dos tecidos e é menos invasiva do que uma biópsia em cone. Com base nos resultados destes testes, um cone pode ser indicado se são encontradas anormalidades moderadas ou graves. A conificação é comumente realizada sob anestesia geral, jejum é necessário após a meia-noite do dia da cirurgia. Pós: Após o procedimento, a paciente pode experimentar algumas cólicas, desconforto ou hemorragia leve a moderada. O local pode levar até seis semanas para cicatrizar completamente. O paciente será instruído a evitar as relações sexuais, tampões, e duchas pelo menos, três semanas após o procedimento.

  25. Principais procedimentos ginecológicos Dilatação e curetagem Pré: Se a anestesia geral será utilizada, a paciente deverá ficar de jejum, pelo menos, oito horas antes do procedimento. O médico pode pedir exame de sangue e / ou urina para verificar certas anomalias. Porque abertura do colo do útero pode ser dolorosa, sedativos pode ser dada antes de o processo começar. Técnicas de respiração e relaxamento podem ajudar a aliviar cólicas durante a dilatação cervical. Pós: Uma mulher que teve um D & C realizado em um hospital pode normalmente ir para casa no mesmo dia ou no dia seguinte. Muitas mulheres experimentam dor lombar e leve cãibras após o procedimento, e podem apresentar pequenos coágulos sanguíneos um ou dois dias. Manchas ou sangramento vaginal pode continuar por várias semanas. A maioria das mulheres pode retomar atividades normais quase imediatamente. Os pacientes devem evitar relações sexuais, duchas, e tampões, pelo menos, duas semanas para prevenir a infecção, enquanto o colo do útero está fechando e para permitir que o endométrio para curar completamente.

  26. Principais procedimentos ginecológicos Histeroscopia Pré:Se o procedimento é realizado sob anestesia geral, a paciente deve ficar em jejum após a meia-noite a noite antes do procedimento. Exames laboratoriais de rotina. Ocasionalmente, um sedativo leve é administrado para ajudar a paciente relaxar. A paciente deve esvaziar sua bexiga. Ela é então colocada na posição (normalmente em uma cadeira especial que pende para trás) e é feita antisepsia da vagina. Geralmente, é administrado um anestésico local ao redor do colo do útero, apesar de um anestésico regional que bloqueia nervos conectados à região pélvica ou um anestésico geral podem ser necessários para algumas pacientes. Pós: Um leve sangramento por dois dias após a histeroscopia cirúrgica é normal. Cólicas leves ou dor são comum no pós operatório de histeroscopia, mas geralmente diminui dentro de oito horas. Se foi utilizado o gás de dióxido de carbono, o desconforto geralmente regride no prazo de 24 horas.

  27. Principais procedimentos ginecológicos Miomectomia Pré: Recomenda-se tratamentos hormonais com uma droga chamada leuprolide (Lupron) dois a seis meses antes da cirurgia, a fim de diminuir o fibroma. Isso torna mais fácil para retirar o mioma. Além disso, leva a amenorréia e as mulheres que estão anêmicas têm uma oportunidade para construir o seu hemograma. Pós:As pacientes podem precisar de quatro a seis semanas de recuperação após uma miomectomia padrão antes que eles possam voltar as atividades normais.Nas mulheresem que foi usada a via laparoscópica ou histeroscópica, geralmente se recuperam dentro de uma a três semanas.

  28. Principais procedimentos ginecológicos Histerectomia Pré: Antes da cirurgia o médico irá solicitar exames de sangue e urina. Na noite antes da operação, a mulher deve comer um jantar e manter-se em jejum. Pós:Após a cirurgia, a mulher vai sentir um certo grau de desconforto, o que geralmente é maior em histerectomia abdominal devido à incisão. A internação varia entre cerca de dois dias (histerectomia vaginal assistida por laparoscopia) para cinco ou seis dias (histerectomia abdominal com salpingo-ooforectomia bilateral). Regresso à normalidade atividades como dirigir e trabalhar em qualquer lugar leva de duas a oito semanas. Algumas mulheres têm alterações emocionais após uma histerectomia. As mulheres que tiveram seus ovários removidos irão provavelmente começar Terapia de Reposição Hormonal.

  29. Principais procedimentos ginecológicos Laparoscopia para endometriose Pré: Jejum após a meia-noite do dia da cirurgia. Uma via intravenosa (IV) na linha será colocada para a administração de fluídos e / ou medicamentos. Pós:Após a conclusão do procedimento, a paciente normalmente irá manter-se na sala de recuperação para garantir que ela recupera da anestesia sem complicação. Depois de deixar o hospital, ela pode experimentar dor ao redor da incisão, dor no ombro devido ao gás utilizado para inflar o abdome, cólicas, ou constipação. A maioria dos sintomas resolver dentro de um a três dias.

  30. Principais procedimentos ginecológicos Tratamento cirúrgico para incontinência urinária Pré: Incontinência urinária de esforço pode ter um número de causas, testes urodinâmicos que avaliam a uretra, bexiga, fluxo, retenção de urina, e fugas, são realizados para permitir ao médico determinar a fonte primária da incontinência.As pacientes que obesas e / ou que realizam exercícios de alto impacto não são bons candidatas para esta cirurgia. Pós:Após a conclusão do procedimento, a paciente normalmente irá manter-se na sala de recuperação para garantir que ela recuperação pós anestésica sem complicação. Depois de deixar o hospital, ela pode experimentar dor ao redor da incisão, dor no ombro devido ao gás utilizado para inflar o abdome, cólicas, ou constipação. A maioria dos sintomas resolver dentro de um a três dias.

  31. Fundamentos de Cirurgia Ginecológica Ovários Os ovários são estruturas localizadas em forma de ovo de cada um dos lados do útero. Os procedimentos cirúrgicos que são realizados sobre os ovários incluem: • Ooforectomia: Um ou ambos os ovários podem ser removidos durante este procedimento para prevenir ou tratar tumores do ovário ou outros, para remover grandes cistos ovarianos, ou para tratar a endometriose. • Cistectomia: Uma cistectomia pode ser usada para remover uma parte do ovário para o tratamento de tumores do ovário ou cistos.

  32. Principais procedimentos ginecológicos Ooforectomia Pré:Antes da cirurgia, o médico irá solicitar exames de sangue e urina, e de quaisquer outros exames, como raio X ou ultra-som para auxiliar o cirurgião visualizar a condição da mulher. A mulher pode também reunir-se com o anestesiologista para avaliar as condições especiais que possam afetar a administração da anestesia. Um cólon preparado pode ser feito, se cirurgia proposta for extensa. Na noite antes da operação, a mulher deve manter-se em jejum após a meia-noite. A fim de minimizar o risco de infecção pós-operatória é recomendada antibioticoprofilaxia.. Pós:Após a cirurgia a mulher vai sentir desconforto. O grau de desconforto varia e é geralmente maior com incisões abdominais, porque os músculos abdominais devem ser afastados para que o cirurgião possa acessar os ovários. Quando ambos os ovários são removidos, as mulheres que não têm neoplasias são iniciados em Terapia de Substituição Hormonal para aliviar os sintomas da menopausa que ocorre devido estrogênio produzidos pelos ovários não estarem mais presentes. Se até mesmo parte de um ovário permanece, irá produzir estrogênio suficiente para manter a menstruação, a menos que seu útero tenha sido removido em uma histerectomia. Para ajudar a compensar os riscos mais elevados de doença cardíaca e osteoporose após a perda dos ovários, as mulheres devem praticar exercício físico, manter uma dieta de baixa gordura, e garantir a ingestão de cálcio. Voltar à atividade normal leva de duas a seis semanas, dependendo do tipo de cirurgia.

  33. Fundamentos de Cirurgia Ginecológica Tubas uterinas As tubas medem cerca de 10 cm de comprimento e 0,5 cm de diâmetro, são encontrados na parte superior externa lados do útero, e são abertas para o útero através de pequenos canais. É dentro de uma tuba uterina que a fecundação ocorre. Alguns procedimentos cirúrgicos comuns que são executadas no trompas incluem: • Salpingostomia: Uma incisão é feita na tuba uterina, muitas vezes devido a uma gravidez ectópica. • Salpingectomia: Uma ou ambas as trompas são removidas neste processo. Pode ser utilizado para tratar a ruptura ou hemorragia tubas (como resultado de uma gravidez ectópica), infecção ou câncer. • Laqueadura tubária: Uma forma permanente de controle de natalidade em que as tubas são cortadas cirurgicamente ou obturada para evitar a gravidez.

  34. Principais procedimentos ginecológicos Salpingostomia Pré:Estima-se que 40-50% das gravidezes ectópicas são incorretamente diagnosticadas. Muitas vezes os sintomas da gravidez ectópica são confundidos com outras condições, tais como aborto espontâneo ou de doença inflamatória pélvica. O diagnóstico é geralmente baseado na apresentação de sintomas, um teste de gravidez positivo, bem como a detecção de uma gravidez fora do útero por meio de ultra-sonografia. O diagnóstico da hidrosalpinge ou outros defeitos das trompas pode ser feito cirurgicamente, utilizando um laparoscópio para visualizar as trompas. Pós:Se realizada por meio de uma incisão abdominal, uma salpingostomia requer três a seis semanas para a recuperação total. Se a via é Laparoscópica, o tempo de recuperação pode ser muito menor (uma média de 2,4 semanas). Poderá haver algum desconforto em torno da incisão nos primeiros dias após a cirurgia, mas a maioria das mulheres estarão caminhando no terceiro dia. Dentro de um mês, as pacientes podem retomar gradualmente atividades normais.

  35. Principais procedimentos ginecológicos Laqueadura tubária Pré: Na preparação para a laqueadura a paciente inclui educação e aconselhamento. Antes da cirurgia, é importante que a mulher compreenda a natureza permanente da laqueadura tubária, bem como os riscos da anestesia e da cirurgia. Sua história médica é revista, e um exame físico e testes laboratoriais são realizados. O paciente deve ficar de jejum antes da cirurgia. Pós:Após a cirurgia, a paciente é monitorado antes que ela seja autorizada a alta. Ela é instruída sobre cuidados da ferida cirúrgica, e sobre os sinais de alerta, como febre, náuseas, vômitos, mal-estar, ou dor.

  36. Obrigado!

  37. Bibliografia • NOVAK | Tratado de Ginecologia 14ª EDIÇÃO • Atlas of Pelvic Anatomy and Gynecologic Surgery by Michael S. Baggish MD (Author), Mickey M. Karram MD (Author) • TeLinde's Operative Gynecology (Te Linde's Operative Gynecology) by John A Rock (Editor), Howard W Jones (Editor) http://www.rcog.org.uk/ - Royal College of Obstetricians and Gynaecologists • http://www.acog.org/ - The american college of obstetricians and gynaecologists