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O que é Psicopatologia?. Segundo, Cabral Álvaro ((2006) – É o estudo sistemático das condições psicológicas em indivíduos anormais. Importância da psicopatologia no testemunho.

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Presentation Transcript
o que psicopatologia
O que é Psicopatologia?
  • Segundo, Cabral Álvaro ((2006) – É o estudo sistemático das condições psicológicas em indivíduos anormais.
import ncia da psicopatologia no testemunho
Importância da psicopatologia no testemunho
  • Está relacionada com a função da memória , que exige que se tenha capacidade para fixar, conservar, reconhecer e evocar acontecimentos.
  • Porém está relacionada com outras funções além da memória, como exemplo o ego.
fun es do ego
Funções do ego
  • Fazer comunicação com o mundo individual do sujeito com o meio ambiente, estão presente muitas funções sendo a memória apenas uma delas .
fun es importantes para o testemunho
Funções importantes para o testemunho
  • Segundo Holmes (1997) , é necessário observar as seguintes funções :
  • 1-Senso percepção-É a capacidade de perceber e interpretar os estímulos que se apresentam aos órgãos dos sentidos.
  • Alterações: alucinações( natureza psicótica) e ilusões (percepção equivocada a respeito dos objetos).
  • No testemunho: Pessoas assim, poderiam prejudicar a análise judicial, apresentando percepções distorcidas sobre os fatos.
2 aten o
2-Atenção
  • Permite selecionar os estímulos;
  • Alterações:
  • Hipoatenta- Falta de vigilância, indivíduos deprimidos ou desmotivados;
  • Hiperatenta – Indivíduos (paranóides);
  • DAH.
  • No testemunho: Pessoas que assistem eventos sem atenção , encontrarão dificuldades em testemunhar.
3 orienta o
3-Orientação
  • É possível saber onde se está . Existem dois tipos de orientação:
  • Autopsiquíca- Auto -crítica correta da própria pessoa.
  • Alopsiquíca – Orientação com o meio externo que o rodeia;
  • Alterações:
  • Desorientado- (alopsiquíca- tempo e espaço), auto -psíquica(em relação a si próprio) completa( as duas aparecem juntas).
  • No testemunho: Um sujeito desorientado terá dificuldades , pois a sua desorientação impede-o ou confunde-o, de modo que o avaliador terá que detectar qualquer desses estados.
4 consci ncia
4- Consciência
  • Jaspers ( 1985), define como “o todo psíquico momentâneo”. É também a capacidade de conhecer a realidade externa e interna.
  • Alterações de consciência:
  • Coma- Vida vegetativa e reflexa. É o grau mais profundo de inconsciência;
  • Confusional –Perturbações graves da capacidade de síntese, (o indivíduo as vezes fica acinético ou hipercinético (agitação motora);
  • Onírico-Semelhante ao sonho, porém não perde a capacidade de perceber acontecimentos reais;
  • Crepuscular- Desestruturação da consciência, confunde o sonho com a realidade)(natureza tóxica, epilepsia)
  • Vigília normal- (lucidez);
5 pensamento
5-Pensamento

É um conjunto de funções capazes de associar conhecimento novos e antigos, integrar estímulos , criar, analisar , abstrair (lógico,ilógico, irracional, atemporal).

O pensamento pode ser:

Lógico e mágico ( não existe relação de causalidade).

curso do pensamento
Curso do pensamento

Lento- (bradipsiquismo) Depressão, desatenção,

desmotivado;

Rápido- (taquipsiquismo)

Normal-( normopsíquica)

Agregado- Idéias associadas;

Desagregado- idéias não associadas

(perturbações esquizofrênicas);

Conteúdo- assunto

Distúrbios de conteúdo- delírios,medo,fuga de idéias, bloqueio de pensamento, autista, psicótico, incoerente, sem juízo critico,

  • No testemunho pode ocorrer “branco” depois o pensamento retorna.
6 linguagem
6-linguagem
  • É a função que expressa o pensamento. É a maneira como a pessoa se comunica.
  • Taquilalia- Fala rápida, ansiedade,(no testemunho precisa primeiro acalmar-se);
  • Bradilalia- Curso lento(deprimidas, melancólicas, desmotivadas, disartria, consumo de álcool);
  • Neologismo- Criar palavras novas;
  • Ecolalia- Repetição de palavras, geralmente as últimas
  • frases;
  • Preservação- Repetição de uma mesma palavra;
  • Prolixidade-Riqueza de detalhes;
  • Afasia-Perda de linguagem (lesões ou traumas);
  • Alterações: verborréia (rápida e compulsiva),
  • musitação (voz baixa).
7 intelig ncia
7-Inteligência
  • É a aptidão para resolver problemas.
  • Pessoas com o nível baixo de inteligência podem encontrar dificuldades para relatar fatos, seja na qualidade de testemunha, seja em outra posição jurídica qualquer;
  • A baixa inteligência - pode levar a inimputabilidade ou a semi –imputabilidade. art.26,caput, e seu parágrafo único, do código penal.
  • O distúrbio de inteligência pode implicar a anulação dos atos jurídicos .
8 afeto
8-Afeto
  • É a experiência subjetiva das emoções sentidas:humor, emoções, os sentimentos os afetos e as paixões:
  • Alegre, triste agradável desagradável
  • Depressão severa; - Indivíduos poderão ter dificuldades para testemunhar fatos. Seu modo de ver o mundo pode contaminar seus depoimentos.
  • Eufórico- Muitos crimes como os que se enquadram como passional) – maníacos;
  • Alterações menores de humor:
  • Indiferença, apatia, irritabilidade, ambivalência afetiva, angustia ( também podem alterar depoimentos).
9 altera es de afeto
9-Alterações de afeto
  • Distimia- Alteração de humor (inibição e expansão)
  • Euforia- (alegria intensa);
  • Apatia- (diminuição da excitabilidade);
  • Embotamento- (redução de intensidade afetiva);
  • Ambivalência- (atitudes opostas em relação a um mesmo estímulo) ;
  • Labilidade afetiva- (mudanças súbitas de humor, sentimentos ou emoções);
  • Pânico- (reação de pavor relacionada ao perigo imaginário;)
  • Humor triste- (Idéias de morte, tentativa de suicídio);
  • Alexitimia - (dificuldade em descrever as próprias emoções).
10 conduta
10-Conduta

“São todos os comportamentos observáveis no indivíduo tais como: (agir, ,ação e omissão).

Alterações de comportamento:

Agitação psicomotora, automatismo, conduta agressiva, bizarra, tentativa de suicídio e suicídio;

Catalepsia-( postura muscular rígida);tiques cacoetes, impulsividade sem controle. ausência de compaixão ( condutas anti-sociais);

A conduta deve esta sempre alterada quando um sujeito cometer um delito.O crime é uma alteração de conduta na forma mais grave .

11 mem ria
11-Memória
  • Memória e a capacidade fixar e evocar os acontecimentos:
  • Recente- Capacidade de lembrar fatos ocorridos;
  • Imediata- Fatos recentes;
  • Mediata- Fatos do passado mais distante;
  • Curto prazo- Baixo nível de elaboração;
  • Longo prazo- Armazena itens por um espaço maior;
  • No testemunho- Se a memória falhar, dificilmente se conseguirá recompor a história dos fatos, pelo menos a verdadeira história.
altera es de mem ria
Alterações de memória:
  • Aminésia – É uma perda da quantidade de memória;
  • Hiporaminésia- Perda parcial de memória;
  • Paraminésia- Lembranças distorcidas
  • Dejá-vu- Ao encontrar pessoas que nunca viu, o individuo experimenta a sensação de que aquele lugar e aquela pessoa já era conhecida;
  • Jamais-vu- Se está acostumado a ir em um certo lugar, mas um determinado dia parece que é a primeira vez. A sensação de memória, é que jamais esteve naquele lugar;
  • Síndrome de Korsakof- Uso excessivo de álcool- Pequenos gânglios se perdem na memória.

“Nada pode servir de experiência de um homem sem memória, que se transforma num homem sem história”.

cont altera es de mem ria
Cont.. Alterações de memória
  • Alzheimer- Causas não são bem conhecidas, caracteriza-se pela perda de memória e da cognição (prejuízos em aprender e novas informações, e recordar informações anteriormente adquiridas.
  • “A pessoa perde sua própria história”
red outs
Red- outs

Red- outs- Segundo Yuille e Portez(1999) –É um tipo particular de amnésia para um crime violento.

Elementos básicos:

  • Memória intacta antes e depois do ataque violento;
  • Um sentimento incomum de fúria associado ao crime;
  • Amnésia para a parte mais violenta do evento;
  • Ausência de álcool, drogas, ou base orgânica para amnésia.
ocorr ncias de red outs
Ocorrências de red-outs
  • O red-outs podem ocorrer também com o efeito de álcool –(black-out), ou de drogas, como mecanismos de defesa do ego, quando a repressão protegeria o self de recordações de abuso em relação a uma pessoa com quem o agente teve um forte envolvimento emocional;
  • O indivíduo perde o controle , e como conseqüência de seu ato sente culpa ou remorso;
  • O indivíduo só lembra de detalhes periféricos.
s ndrome de falsa mem ria
Síndrome de falsa memória
  • Consiste na lembrança de abuso sexual, os quais teriam ocorridos na infância.
  • Memória fabricadas ou forjadas ou no todo ou em parte.
  • Tem sido evocada para retirar a credibilidade de depoimentos, especialmente daqueles produzidos por vítimas de grupos minoritários, como crianças e mulheres.